Wagner Borges – Sensibilidade Energética

Do canal oficial de Wagner Borges, uma conversa sobre Sensibilidade Energética que aconteceu no podcast Vá Além, com Marisa Oliveira.

A partir das valiosas informações que Wagner Borges e Marisa Oliveira compartilharam, podemos mergulhar em temas que transformam nossa percepção do mundo e de nós mesmos.

Espiritualidade: Um Estado de Consciência, Não Apenas um Conceito

Muitas vezes, confundimos espiritualidade com doutrinas, locais específicos ou rituais. No entanto, Wagner Borges nos lembra que “melhoria da consciência é isso que é espiritualidade”. Trata-se de um “estado de consciência”, e “o importante é ser feliz”.

É fundamental compreender que “conhecimento não é sabedoria”, e que o mundo está “cheio de gente com muito conhecimento sem sabedoria nenhuma”. A verdadeira “expansão da consciência” vem da soma do conhecimento com “alegria, ética e amor”, formando um “combo” que leva a um “estado de consciência maior”. A espiritualidade não é sobre se abstrair, mas sobre encontrar o “equilíbrio que você tem entre lá e aqui dentro de você”.

Sua Energia: O Reflexo de Quem Você É e Sua Responsabilidade

A Energia Reflete Você: “A energia reflete o que a gente é, o que a gente pensa e sente se reflete na energia“. Isso significa que nossos pensamentos e sentimentos têm uma manifestação tangível em nosso campo energético.

O Campo Energético dos Ambientes: Seja em um podcast, em um estúdio com programação espiritual ou em uma reunião, todo ambiente possui um campo de energia específico…. Quando entramos nesses locais, é crucial estar “dentro daquela vibe”, evitando descarregar “toda a porcaria mental e emocional que elas carregam, poluindo o ambiente”.

Mentores e Colaboração, Não Dependência: Existem mentores e guias espirituais que criam um campo de energia para favorecer a transmissão de informações e assistência. Eles podem “abrir portas” para experiências que, sozinhos, não conseguiríamos. No entanto, a relação com eles deve ser de “colaboração e da responsabilidade que eu tenho de estudar e crescer independente deles”. Não devemos trabalhar “sob um grupo espiritual”, apenas fazendo o que eles pedem, pois isso impede o nosso próprio crescimento. Os mentores focam na “luz que cada um leva na reunião” e na “intenção”, não em doutrinas.

O Poder da Intenção Pessoal: Ao assistir a uma entrevista ou palestra espiritual, podemos aproveitar mais se nos conectarmos e “elevar o pensamento” a uma “força maior”. Se, além disso, você “colocar uma intenção de o que eu recebi que isso possa chegar para mais pessoas também”, isso se torna um “trabalho de assistência”.

Sensibilidade Bioenergética: De Vulnerabilidade à Força

Definindo Sensibilidade: A “sensibilidade é a maneira como você sente as energias em você ou no meio”. A confusão surge quando essa sensibilidade não é “gerenciada, não educada, não desenvolvida”.

Discernimento Contra o Medo: A falta de “discernimento” transforma sensações naturais em “vitimismo emocional e vulnerabilidade”. Por exemplo, a sensação de mãos crescendo durante a aplicação de energia é, na verdade, a dilatação da aura das mãos, um fenômeno normal e esperado, mas que pode causar medo se não for compreendido.

Reforçando Seu Campo Energético: Pessoas hipersensíveis muitas vezes se tornam “fracas diante da sensibilidade” por não “trabalhar para o poder de reação”. A “autoestima elevada mantém a aura num padrão mais forte”, assim como o “grande amor”. O negativismo, por outro lado, comprime a aura, tornando-a mais suscetível a energias pesadas. O objetivo não é evitar ambientes, mas sim “reforçar o campo energético” e “aprender maneiras de fazer isso”.

Superando o Medo e a Obsessão: O Foco na Sua Luz Interna

O Culto ao Medo: Wagner Borges aponta que o medo de obsessores é um “culto ao medo” e um “condicionamento”. Quando você foca no “agressor”, você está “dando força para ele”.

Onde Focar a Atenção: A solução é “manter atenção tem algo ali deixa aumentar a luz não foca nele foca em você”. Irradiar luz de dentro para fora, sem agressão ou clima bélico, melhora a si mesmo e o ambiente, permitindo que um “poder maior” equilibre tudo.

Diferentes Tipos de Obsessão: Além da obsessão de espíritos desencarnados sobre encarnados, existe a “obsessão do encarnado em cima do desencarnado”, muitas vezes confundida com amor. Isso se manifesta como apego, cobrança ou julgamento excessivo em relação a entes queridos que já partiram. “Viva pela própria vida, não por causa de alguém”. O amor verdadeiro é incondicional e permite a progressão do outro.

Karma é Individual: “Karma é algo individual”, uma “lei da natureza”. Não é possível “pegar o karma do outro”. No entanto, “eu posso alterar o meu te ajudando”. Ajudar alguém transforma sua própria consciência e fortalece o outro para superar seus desafios, sem alterar o caminho cármico individual.

Práticas para o Dia a Dia e a Busca da Iluminação

Movimento e Energia: Para quem trabalha com energias, a atividade física, como caminhar, é essencial para movimentar a energia no corpo e evitar acúmulos.

Gratidão como Conexão: A “gratidão é um estado de consciência”. Ela nos mantém conectados às presenças que nos auxiliam. É uma necessidade nossa agradecer, e não uma dependência deles.

Viver o Presente: Podemos aprender com os animais a estarmos “inteiro no que ele tá fazendo”, seja comendo ou dormindo, sem autoculpa ou julgamento.

Humor e Leveza: “Bom humor não é leviandade, bom humor é estado de consciência saudável”. A seriedade no trabalho espiritual não significa rigidez ou mau humor; é a responsabilidade com o que se abraçou.

Discernimento ao Falar: Nem tudo que se percebe precisa ser dito. É preciso “discernimento para saber filtrar essa sens”, sabendo “qual é o momento de você falar, qual é o momento de você ficar quieto”.

E sobre a iluminação? O desejo por ela já é o ego desejando algo. O conselho é: “desenvolve tudo que você puder e deixa a iluminação surgir esquece dela porque se ficar pensando nela já é um desejo a mais para vencer”. Foque em “melhorar tua consciência”, e a iluminação acontecerá naturalmente, sem que você a busque ativamente.

Que possamos caminhar com mais consciência, leveza e responsabilidade, transformando nossa própria vida e contribuindo para um mundo mais iluminado!


Notas:

  • O texto deste post foi gerado através de IA (NotebookLM) e traz algumas lições importantes desta baita aula do Wagner Borges. Mantive as aspas (“”) que são citações do vídeo.
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

Outro post com Wagner Borges: Wagner Borges: Lições sobre felicidade

Wagner Borges: Lições sobre felicidade

Ou um tapa na cara? 👀

Ah, o vídeo do Wagner Borges… Um tapa na cara, mesmo!

E não falo isso de forma negativa, muito pelo contrário. Para a espiritualista arrogante e fanática que, confesso, ainda mora em algum cantinho dentro de mim, ouvir o Wagner falar sobre espiritualidade como um caminho para a felicidade foi um verdadeiro chacoalhão.

Wagner Borges, no vídeo sobre Projeção Astral — que ele prefere chamar de “experiência fora do corpo” —, fala sobre a naturalidade dessas experiências, relatando suas próprias vivências desde os 15 anos. Mas o que realmente me pegou foi a forma como ele conecta tudo isso à nossa busca por bem-estar. Ele menciona que uma pessoa feliz não incomoda os outros, compreende as diferenças e vê uma unidade em tudo. E a conclusão é cirúrgica: se não for para ser feliz, não adianta mexer com essas coisas.

Ele foi direto ao ponto: se não for para ser feliz, não adianta perder tempo com essas coisas. Essa frase ecoou forte. Quantas vezes a gente não se perde em rituais, dogmas, leituras complexas, buscando uma “iluminação” que parece sempre distante, enquanto a vida real, com suas alegrias e desafios, passa batido?


Espiritualidade: Fuga ou Plenitude?

Essa é a grande lição para mim: a espiritualidade não pode ser uma fuga. Não adianta querer “sair do corpo” se a gente não consegue estar plenamente “no corpo”, vivendo e desfrutando da nossa realidade material. Por muito tempo, usei a espiritualidade como um escudo, uma forma de me desvincular das dores e frustrações do dia a dia. Era mais fácil mergulhar em livros e meditações do que encarar os problemas de frente.

Mas o Wagner Borges me lembrou que a verdadeira espiritualidade se manifesta na alegria de viver, na capacidade de encontrar beleza e propósito em cada detalhe, mesmo nos mais mundanos. É sobre trazer a luz do espírito para a matéria, e não o contrário. É sobre ser feliz aqui e agora, com os pés no chão e o coração aberto.


O Termômetro da Felicidade

Então, sim, o vídeo foi um tapa na cara, mas um tapa que me despertou.

Passei a me observar mais e considerar meu termômetro espiritual a minha conexão com felicidade, com a PAZ.

Se algo que eu esteja fazendo em nome da espiritualidade não me trouxer mais alegria, mais leveza, mais conexão com a vida, então, talvez seja hora de repensar.

Afinal, como ele bem disse, se não for para ser feliz, não adianta perder tempo.

E tempo, meus amigos, é o nosso bem mais precioso.

E para você, a espiritualidade tem sido um caminho para a felicidade ou uma forma de fuga?


* Nota: O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e satisfaz a VONTADE da CoAutora deste blog de compartilhar sobre este vídeo.