Desvendando Hermes Trismegisto

A Sabedoria Antiga Que Transforma Sua Realidade

E se tudo o que lhe foi ensinado sobre a realidade estivesse incompleto? Não errado, mas deliberadamente filtrado, oferecendo uma versão da vida limitada pelo que outros acreditavam que você estava pronto para receber. Por trás do barulho do cotidiano, sussurra uma voz mais antiga, o nome dela é Hermes Trismegisto.

Este texto foi criado com base no vídeo: Ouça Hermes Trismegisto Por 57 Minutos, Isso Vai Mudar Sua VIDA Para Sempre – vale a pena assistir. 👇

Hermes não era apenas um homem, mas uma convergência atemporal do Tot egípcio e do Hermes grego, deuses da sabedoria, linguagem, magia e ciência. O que ele nos deixou não é uma religião ou filosofia, mas um conjunto de princípios universais, leis que, uma vez compreendidas, podem mudar sua vida para sempre. Esses ensinamentos nunca foram feitos para ficarem enterrados; eles foram feitos para despertar você.

Tudo É Mente: A Grande Ilusão e a Verdade Fundamental

A sabedoria hermética revela que a maior ilusão de todas é acreditar que a consciência é um efeito, e não uma causa. O primeiro e mais fundamental princípio que Hermes ensinou é: Tudo é mente. Matéria, energia, tempo, espaço e até mesmo o que você chama de “você” surgem de um único e inteligente campo de consciência. O universo não é feito de coisas, ele é feito de pensamento. O mundo material é uma projeção, não a fonte.

Isso não é metafórico, é literal. Sua mente não apenas opera dentro da realidade; ela é a formadora dela. O que você pensa, o que você sente, o que você acredita – esses não são estados internos passivos. Eles são instruções, projetos, códigos que você envia para o vasto oceano mental da existência, e o que retorna não é aleatório; é uma resposta.

Se a mente não emerge da matéria, mas a matéria emerge da mente, então você não é uma vítima da vida; você é um participante e cocriador. O poder está em você, não fora. Quando você aceita que o universo é mental, um interruptor se acende: você percebe que sua atenção é uma forma de moeda, suas crenças são geradores de frequência e suas emoções são ímãs vibracionais. Seu mundo interior é o molde; o mundo externo é o moldado.

A maioria das pessoas tenta manipular o exterior sem perceber que é o interior que importa. Você não precisa perseguir nada fora de você; você precisa alinhar sua vibração interna com a verdade e dominar o plano mental. A ferramenta mais poderosa que você tem já está dentro de você: a mente.

O Princípio da Correspondência: “Como em Cima, Assim Embaixo; Como Dentro, Assim Fora”

Há uma simetria oculta no universo que a maioria das pessoas nunca vê. Hermes Trismegisto a chamou de Princípio da Correspondência. A frase completa é: “Como em cima, assim embaixo; como dentro, assim fora”. Isso significa que sua vida externa não está desconectada de seu estado interno. O que está acontecendo ao seu redor é um reflexo – às vezes distorcido, às vezes atrasado, mas sempre relacionado ao que está acontecendo dentro de você.

O caos, os padrões, as repetições, os bloqueios não são coincidências; são ecos. A realidade reflete a consciência. É como tentar mudar sua imagem no espelho manipulando o reflexo, em vez de mudar a si mesmo. O que você está vivenciando é a projeção do seu estado interno.

Este princípio funciona como uma ferramenta de diagnóstico: se o seu mundo externo está fora de sintonia, isso significa que seu alinhamento interno está fora de sintonia. As leis que governam as estrelas governam suas células. Os padrões em seus relacionamentos refletem os padrões de sua própria autoestima. E isso acarreta responsabilidade: você não pode mais culpar os outros por sua vida. A pergunta a fazer é: “O que essa situação está me mostrando sobre mim mesmo?”. Essa pergunta transforma seu papel de vítima para criador.

O exterior está sempre tentando lhe dizer algo sobre o interior, não para puni-lo, mas para despertá-lo. É por isso que afirmações ou quadros de visão são inúteis se seu estado interno os contradiz. O universo não responde ao que você diz que quer; ele responde a quem você está sendo. Para mudar sua realidade, mude a fonte: vá para dentro.

O Princípio da Vibração: Nada Descansa, Tudo Se Move

Nada descansa; tudo se move; tudo vibra. Essa é uma verdade fundamental da existência, conhecida por Hermes há milhares de anos e agora apoiada pela ciência. Os objetos, o ar, seus pensamentos, suas emoções – nada está parado. A frequência dessa vibração determina sua forma, seu efeito e seu impacto.

Hermes ensinou que tudo é vibração, incluindo seus pensamentos e emoções. A raiva, a paz, a alegria, o medo – cada estado mental carrega uma frequência. Sua frequência dominante molda o que você atrai, o que você repele e como você vivencia o mundo. Isso não é metafórico, é mecânico.

A maioria das pessoas vive em modo de reação, permitindo que o mundo defina sua frequência. Mas o domínio começa quando você percebe que pode mudar sua vibração à vontade. Você não é uma vítima de seu estado; você é o criador dele. Sua capacidade de manter uma vibração específica, apesar das circunstâncias, é o início do poder pessoal. Pense em sua vibração como um dial de rádio: sintonize o medo e você receberá mais para temer; sintonize o amor e você começará a perceber a beleza e a oportunidade.

Hermes ofereceu uma saída, ensinando que é possível transmutar uma vibração em outra. É isso que a alquimia realmente é: não transformar chumbo em ouro físico, mas transformar estados emocionais inferiores em superiores – dor em sabedoria, ansiedade em foco, desespero em visão. Sua energia ensina as pessoas como tratá-lo; sua vibração sinaliza seus limites, suas crenças e suas expectativas. Nada muda de verdade até que sua vibração mude.

Para elevar sua vibração, Hermes diria: “Comece observando-a. Conheça a si mesmo”. Preste atenção no que o esgota e no que o carrega, e escolha seus insumos com intenção. “Entra lixo sai lixo; o sagrado entra, o sagrado sai”. Todo pensamento é alimento para seu campo, todo sentimento é combustível para seu futuro.

O Princípio da Polaridade: Transcendendo a Ilusão da Dualidade

A sociedade nos ensina a ver o mundo através das lentes dos opostos: luz e escuridão, bem e mal, sucesso e fracasso. Mas Hermes Trismegisto desfez essa ilusão com o Princípio da Polaridade. De acordo com a sabedoria hermética, esses opostos não são de fato separados; eles são duas extremidades da mesma coisa, dois polos da mesma essência vibrando em frequências diferentes. A dualidade não é a verdade; é um truque de percepção.

Calor e frio, luz e escuridão, vida e morte – são apenas graus variados ou fases de um fluxo contínuo. Seu objetivo não era escolher um lado, mas transcender a ilusão de que existem lados. A armadilha da dualidade é que, ao acreditar em duas forças separadas e opostas, você começa a lutar, a julgar e se torna incompleto.

O hermetismo ensina o caminho da unidade, não da fragmentação. Ele não pede que você elimine a polaridade, mas que a compreenda e vá além dela, para ver que as duas extremidades do polo estão conectadas. Quando você percebe que o amor e o ódio derivam da mesma raiz de conexão, ou que o medo e a excitação são a mesma vibração sintonizada de forma diferente, você ganha poder. Você encontra seu centro não apagando o contraste, mas elevando-se acima dele.

Isso leva à alquimia mental: se todas as polaridades são apenas graus, qualquer estado mental pode ser transmutado em seu oposto. Raiva em clareza, tristeza em compaixão, medo em poder. Não é supressão, é transformação. Você não luta contra a escuridão; você traz a luz. Esse princípio muda a forma como você vê tudo, convidando-o a perguntar: “Qual é o grau aqui, em vez de qual é o lado?”. Isso o torna firme, impossível de ser manipulado.

O Princípio da Transmutação Mental: A Alquimia Interior

A maioria das pessoas tenta mudar suas circunstâncias externas, acreditando que isso as completará. Mas Hermes revelou que o único poder verdadeiro que você tem é sobre sua própria mente. O Princípio da Transmutação Mental é a base oculta de toda mudança genuína e transformação duradoura. É o verdadeiro segredo por trás do que o mundo moderno chama de “manifestação”.

Transmutar é mudar a natureza de algo, de um estado para outro. A verdadeira alquimia, como Hermes deixou claro, é mental: transformar ansiedade em paz, escassez em abundância, dúvida em confiança, caos em clareza. O pensamento não é passivo; cada pensamento que você mantém envia uma frequência que atrai e dá forma. Você não apenas pensa a realidade; você a transmite.

A razão pela qual a maioria das pessoas falha na manifestação é porque tenta anular seu estado interno com ações externas. Elas tentam afirmar a riqueza enquanto vibram com a falta. Você precisa se tornar a frequência daquilo que busca, não apenas desejar. Você precisa mudar seu mundo interno até que a realidade externa não tenha outra escolha a não ser responder.

A parte que muda tudo é que você já está transmutando o tempo todo, mesmo que inconscientemente. A questão é: você está dirigindo sua mente ou deixando que ela seja dirigida pelo hábito e pela programação? A transmutação mental tem a ver com escolha: a escolha de intervir em seus próprios padrões de pensamento. Ver uma espiral de ansiedade e dizer: “Não, não estou alimentando essa frequência”. Parece simples, mas não confunda simples com fácil; esse é o caminho do iniciado.

O domínio não vem com o humor, mas com a disciplina: disciplina da mente, da energia, da percepção. Não se trata de ser perfeito, mas de ser intencional. A mente é o arquiteto da experiência. Aquilo em que você pensa se torna sua direção, o que você imagina se torna sua realidade, e o que você carrega emocionalmente se torna magnético. Alinhe todos os níveis – pensamento, sentimento e frequência – e a manifestação se torna inevitável.

O Princípio do Ritmo: A Eternidade da Alma

A sociedade nos condiciona a acreditar que nossa identidade é fixa. Mas Hermes ofereceu uma verdade radical: você não é seu nome, seu corpo, seus pensamentos ou seu passado. Você é a consciência eterna, ininterrupta e imune à morte.

O Princípio do Ritmo ensina que tudo se move em ciclos: expansão e contração, nascimento e decadência, criação e dissolução. A morte não é o fim; é a pausa entre duas batidas, um ponto de transição, uma porta de entrada. Hermes ensinou que a alma não morre; ela evolui, movendo-se através de vidas, dimensões e camadas de consciência. O corpo é apenas um veículo temporário.

Sua vida atual não é aleatória; ela é um espelho, um reflexo do que a alma ainda precisa dominar, resolver, lembrar. As pessoas que você encontra, os obstáculos que enfrenta, as lições que se repetem não são coincidências; são currículos. A alma fala em padrões, e até que você decodifique esses padrões, você continuará recebendo as mesmas lições. Não fuja dos desafios; transmute-os, pois todo desafio contém uma chave oculta.

Se sua alma é eterna, a pergunta mais importante não é “O que eu faço antes de morrer?”, mas “O que estou me tornando enquanto estou aqui?”. A alma aprende por meio do contraste, da provação, da ressonância. O sofrimento não é sem sentido, mas parte de um arco mais longo de evolução. Você não está aqui apenas para sobreviver; você está aqui para se transformar. Você não é o papel que desempenha; você é a consciência por trás de tudo isso.

A Verdade à Vista: Conhecimento vs. Aplicação

Os ensinamentos de Hermes Trismegisto foram transmitidos por sussurros, símbolos e portas secretas, não por serem fracos, mas porque eram poderosos demais para serem deixados sem proteção. Eles desafiam a ideia de que o poder vem de fora de você. O hermetismo destrói essa ilusão, ensinando que o verdadeiro templo é a mente, a verdadeira iniciação é a autoconsciência e o verdadeiro poder é o alinhamento pessoal com a lei universal.

Essa sabedoria não pode ser controlada ou monetizada, então os sistemas a enterraram, reenquadrando alquimistas como feiticeiros e místicos como hereges. No entanto, a verdade sempre encontra um caminho, velada sob alegorias em textos antigos, incluindo a Tábua de Esmeralda, o Kybalion, o Tarot e até fragmentos da Bíblia e do Alcorão.

Este ressurgimento da sabedoria antiga não é acidental; é uma reação à visão de mundo mecanicista que nos deixou vazios e desconectados. Os princípios herméticos não ensinam algo estranho; eles o lembram do que você já sabe, mas esqueceu. O motivo de você não ter ouvido falar mais sobre Hermes não é porque ele não era importante, é porque ele era importante demais. Quando as pessoas vivem de acordo com esses princípios, elas deixam de ser previsíveis e exploráveis.

O conhecimento hermético continua vivo, não apenas nos livros, mas naqueles que decidem incorporá-lo. Conhecer os princípios não é o mesmo que vivê-los; a transformação não vem do conhecimento, ela vem da aplicação. O caminho hermético exige participação. Você está assumindo a responsabilidade pela realidade que está projetando? Está lendo os reflexos de sua vida em vez de culpar o espelho? Está mudando sua frequência quando se sente em baixa? Essa é a diferença entre um consumidor espiritual e um praticante espiritual.

Você está sempre operando dentro dessas leis, quer as reconheça ou não. A verdadeira questão é: você as está usando conscientemente ou elas estão usando você?. Liberdade e responsabilidade são gêmeas; não se pode ter uma sem a outra.

Quando você começa a viver esses ensinamentos, a ✨vida deixa de ser aleatória✨.

Você começa a ver os ciclos de feedback, como cada pensamento cria sua atmosfera, como cada vibração cria um impulso, como cada padrão emocional abre ou fecha o caminho à sua frente. Você começa a viver no ritmo, não na resistência. Sua energia se torna coerente, e o mundo começa a reagir de forma diferente, não porque ele mudou, mas porque você mudou.

A vida hermética não é sobre contornar a dor, mas sobre aprender a usar a dor como um professor (visão alinhada com Ray Dalio, que cuja percepção dor + reflexão = progresso foi apresentada neste post).

“Os lábios da sabedoria estão fechados, exceto para os ouvidos do entendimento”.

Não é que a verdade esteja oculta; é que a maioria das pessoas não está pronta para ouvi-la, porque ouvi-la significa mudar, e a mudança é incômoda. Mas a liberdade está do outro lado desse desconforto.

Este caminho é sobre desfazer quem você nunca deveria ter sido – remover as camadas de programação, medo e imitação para retornar à sua essência original. Você não está aqui para seguir regras; você está aqui para seguir a VERDADE.

A escolha é sua. Você pode voltar para a versão da vida que o mantém pequeno, reativo e dependente, ou pode pegar o que foi despertado em você e transformá-lo em prática, presença e poder.

Essa é a diferença entre conhecer o caminho e percorrê-lo. ✨☯️


Notas:


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Os Princípios de Ray Dalio para uma Vida de Sucesso

Da playlist Principles For Success in 8 Episodes (com legendas em PT-BR)

Ray Dalio, um dos investidores mais bem-sucedidos do mundo, partilha as lições de uma vida inteira através dos seus “Princípios para o Sucesso”. Estes não são meras regras, mas sim “maneiras inteligentes de lidar com coisas que acontecem repetidamente em situações semelhantes”. Adquiridos principalmente através de erros e da reflexão sobre os mesmos, estes princípios oferecem uma estrutura para tomar melhores decisões e alcançar os próprios objetivos.

O Ponto de Partida: Pensar por Si Mesmo

A base de tudo é a necessidade de pensar por si mesmo sobre o que é verdade. Dalio enfatiza que, a menos que se queira uma vida dirigida por outros, é crucial decidir por si mesmo o que fazer e ter a coragem para o fazer. A vida é comparável a um rio que nos transporta para encontros com a realidade que exigem decisões. A qualidade dessas decisões determinará a qualidade da sua vida.

1. Abrace a Realidade e Lide Com Ela

Um dos princípios mais fundamentais de Dalio é abraçar a realidade e lidar com ela. Ele descreve-se como um “hiper-realista”, o que significa que descobriu as grandes recompensas de compreender, aceitar e trabalhar profundamente com a realidade como ela é, e não como desejava que fosse. Para Dalio, a verdade é a base essencial para produzir bons resultados, sendo simplesmente “a forma como o mundo funciona”.

Para perseguir e alcançar sonhos, a fórmula de Dalio é: Grandes sonhos + abraçar a realidade + muita determinação = uma vida de sucesso. Ele sugere que problemas devem ser vistos como quebra-cabeças que o recompensarão se conseguir resolvê-los. Além disso, Dalio aprendeu a tratar a dor como uma pista de que uma grande oportunidade de aprendizagem está à mão, levando à sua perspectiva de que: dor + reflexão = progresso.

2. Tudo é uma Máquina: Reconhecer Padrões

Dalio observa que “tudo é uma máquina”, desde a estrutura das galáxias e a formação do nosso sistema solar, até as nossas economias, mercados e até nós mesmos como indivíduos. Tudo evolui através do tempo para produzir as realidades que encontramos.

Esta perspetiva é muito prática porque revela que a maioria das coisas acontece repetidamente, de maneiras ligeiramente diferentes. Algumas são ciclos óbvios de curto prazo, fáceis de reconhecer (como o dia de 24 horas), outras são tão raras que não aconteceram nas nossas vidas e nos chocam quando ocorrem (como uma tempestade de uma vez em cem anos). Ao invés de tratar estas situações como eventos únicos, Dalio sugere vê-las como “apenas mais uma” e abordá-las da mesma forma que um biólogo abordaria um animal: primeiro identificando a sua espécie, depois usando princípios para lidar com ela. Ao observar as relações de causa e efeito que governam estes comportamentos, é possível desenvolver melhores princípios. Dalio, por exemplo, aprendeu a antecipar o futuro estudando o passado, como fez após a desvalorização do dólar em 1971. Ele percebeu que este evento, surpreendente na sua vida, já havia ocorrido em 1933 com efeitos semelhantes, levando-o a um princípio de que “para entender o que está por vir, é preciso entender o que aconteceu antes de você”.

3. A Luta Bem-Sucedida: Aceitar o Abismo e Evoluir

O progresso na vida é inevitavelmente pontuado por reveses. A capacidade de sair deles e continuar a progredir, ou de cair em espiral, depende da disposição para enfrentar o fracasso objetivamente e tomar as decisões certas para virar o ciclo para cima. Dalio relata a sua própria experiência traumática em 1982, quando apostou tudo numa depressão que nunca se concretizou, levando-o a estar “quebrado” e a ter de despedir a sua equipa. Este erro público e doloroso incutiu-lhe uma “humildade profunda”, essencial para o seu sucesso futuro.

Dalio salienta que este tipo de experiência acontece a todos e que, embora possa parecer que a vida está arruinada, “há sempre um melhor caminho a seguir”. O sucesso, para ele, não é meramente atingir objetivos, mas sim a luta em direção à evolução pessoal. Os reveses testam-nos, separando aqueles que refletem, aprendem e progridem daqueles que desistem.

4. As Duas Maiores Barreiras: Ego e Pontos Cegos

Existem duas grandes barreiras que impedem as pessoas de tomar as melhores decisões: a barreira do ego e a barreira do ponto cego.

  • A barreira do ego refere-se às partes do nosso cérebro que nos impedem de reconhecer objetivamente as nossas fraquezas, dificultando a busca de soluções. A nossa necessidade de ter razão pode ser mais forte do que a necessidade de descobrir a verdade, levando-nos a ignorar os nossos erros e a reagir defensivamente ao feedback.
  • A barreira do ponto cego é a crença de que se pode ver tudo, quando na realidade, ninguém consegue ver uma imagem completa da realidade sozinho. As pessoas percecionam o mundo de forma diferente devido à cablagem única dos seus cérebros. Estas barreiras levam a decisões inferiores, menos aprendizagem e aquém do potencial.

5. Ser Radicalmente Aberto: A Chave para Superar Barreiras

Superar o ego e os pontos cegos exige uma mentalidade radicalmente aberta. Dalio descobriu que a sua “saudável aversão a estar errado” lhe deu a abertura mental necessária que mudou tudo. Ele procurou ativamente pessoas ponderadas que discordavam dele, não se importando com as suas conclusões, mas querendo ver as coisas através dos seus olhos para descobrir a verdade em conjunto. Ir além da sua própria perspetiva, para ver através dos olhos de outros pensadores perspicazes, é como “passar de ver as coisas a preto e branco para vê-las a cores”.

Dalio enfatiza a importância de “ponderar a credibilidade” do pensamento das pessoas, o que aumentou significativamente as suas probabilidades de tomar as melhores decisões possíveis. Rodear-se de pessoas que veem riscos e oportunidades que se perderia individualmente é a forma mais eficaz de tomar grandes decisões.

Conclusão: Abrace a Evolução Pessoal

Ray Dalio acredita que a capacidade de pensar logicamente, refletir sobre si mesmo e as suas circunstâncias, e direcionar a sua própria evolução pessoal é única em cada um. O objetivo de Dalio ao partilhar estes princípios é ajudar os outros a reconhecer onde estamos e os desafios que enfrentamos, para tomar decisões sábias.

A vida é uma jornada de luta e evolução. Dalio incentiva-nos a ter a coragem de lutar e evoluir bem para tornar a nossa vida tão grande quanto possível.


Notas:


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Sobre a Produtização do Caminho para Iluminação

O vídeo CENSURADO: Como Você Foi Forçado ao Despertar Sem Consentimento é um alerta sobre a busca apressada e despreparada pela iluminação espiritual na era moderna, onde práticas profundas são mercantilizadas e simplificadas.

Utilizando o exemplo de Gop Krishna, que sofreu anos após uma experiência espiritual espontânea, a fonte argumenta que o corpo e o sistema nervoso são recipientes que precisam de preparação antes de lidar com grandes energias.

O verdadeiro despertar exige paciênciadisciplina e o cuidado de ouvir o próprio corpo, em vez de buscar intensidade dramática. Ignorar essa preparação, segundo o texto, pode levar a colapsos e sofrimento, frequentemente redefinidos como progresso por professores irresponsáveis.

O Despertar Espiritual: A Verdade Oculta que Ninguém Quer Contar

A busca pelo crescimento espiritual e iluminação é mais popular do que nunca.

Redes sociais repletas de gurus sorridentes, retiros de fim de semana e a promessa de “ativações cósmicas” fazem parecer que a transcendência está a apenas um clique de distância. Mas e se toda essa busca por resultados instantâneos estivesse nos levando a um caminho perigoso, cheio de armadilhas e consequências devastadoras que ninguém está disposto a admitir?

O YouTube e o mercado espiritual moderno frequentemente vendem a iluminação como um “upgrade de luxo”, uma experiência rápida e sem desconforto. No entanto, as fontes revelam uma verdade mais sombria e crucial: o despertar espiritual, especialmente quando não é consentido ou preparado, pode ser uma força brutal que destrói em vez de elevar.

O Alerta de Gop Krishna: Quando a Luz Queima

A história de Gop Krishna, um funcionário público tranquilo que em 1937 teve um despertar de Kundalini espontâneo após 17 anos de meditação disciplinada, serve como um aviso perturbador. Ele não procurava euforias místicas ou fogos de artifício espirituais; ele apenas meditava. No entanto, o que deveria ser iluminação se tornou uma tragédia pessoal. Suas emoções desapareceram, seu corpo queimava, o sono o abandonou, e ele viveu 12 anos em um “inferno particular” que ninguém podia entender. Seu sistema nervoso não conseguiu lidar com a força que despertou dentro dele.

A experiência de Gop Krishna não é única, mas é um alerta que foi ignorado pela prática espiritual moderna. Ele foi um pioneiro em um campo cheio de silêncio, e seu sofrimento era um “trauma biológico desencadeado por uma força metafísica”, que acontece quando um recipiente frágil é inundado por uma voltagem para a qual nunca foi preparado. Ele sobreviveu, mas levou mais de uma década para se estabilizar, e passou o resto da vida alertando os outros para não repetirem seu caminho.

Os Perigos da Espiritualidade “Fast Food”

O problema não é a busca pelo crescimento, mas os sistemas que criamos para proporcioná-lo – atalhos sem barreiras de segurança. As tecnologias sagradas que antes eram transmitidas com reverência e restrição agora são vendidas como suplementos. Kundalini yoga é oferecida em aulas para iniciantes, “ativações” de Shakti são vendidas como sessões de cura, e o trabalho energético é realizado sem qualquer compreensão de trauma ou limites psicológicos.

A espiritualidade moderna romantiza a velocidade e o espetáculo. Você ouvirá conversas infinitas sobre “consciência”, “estados superiores” e “vibrações”, mas raramente sobre o corpo – o recipiente que transporta tudo isso. Seu corpo, seus nervos, seus hormônios, a química do seu cérebro – essa é a infraestrutura do despertar. Ignorar essa infraestrutura e empurrar energia de alta voltagem por caminhos não treinados pode levar seu sistema a queimar, assim como qualquer circuito sobrecarregado.

O Custo Humano do Despertar Forçado

Um dos aspectos mais perturbadores dessa “negligência espiritual” é como o sofrimento e o colapso são interpretados. Quando as pessoas “quebram”, se dissociam, entram em pânico ou em espiral, elas frequentemente são ditas que estão “resistindo”, que seu “ego está no caminho”, ou que precisam “se render mais”.

Essa é uma manipulação espiritual perigosa, que transforma a dor do aluno em prova de que ele está fazendo algo errado ou não é “espiritual o suficiente”. A dor não é um sinal de progresso, mas sim um sinal de que algo precisa de atenção, de mudança, ou mesmo de parar. Muitos professores, que constroem sua reputação em transformações dramáticas, se recusam a assumir a responsabilidade pelo que desencadearam, jogando a culpa de volta para o aluno.

A Verdadeira Preparação: Paciência e Respeito pelo Recipiente

As tradições antigas sabiam disso e dedicavam muito tempo a preparar os alunos, não para controlar o acesso, mas para protegê-los. Elas entendiam que o despertar não é apenas uma vibração, mas uma “reestruturação completa do seu ser”. Eles não davam mantras e mandavam você se fundir com o cosmos; eles observavam, testavam e quebravam o ego antes de entregar as ferramentas reais.

A verdadeira preparação significa:

  • Construir uma base sólida: O corpo não está separado da consciência; é o recipiente. Antigos sábios praticavam “kriyas físicas”, limpavam órgãos, ajustavam a dieta e disciplinavam a respiração e a postura por anos antes de mergulhar em práticas mais poderosas.
  • Aceitar que o crescimento é lento e repetitivo: A preparação não é empolgante, mas humilhante. Exige limpar a “casa interior” antes de convidar o transcendente. A profundidade não pode ser apressada.
  • Ouvir o corpo: O sistema nervoso não mente. Se tremores, ansiedade e insônia surgem, não são prova de que você está “quase lá”, mas sinais de que seu sistema está sobrecarregado. A preparação é crucial porque, sem ela, você não está “encontrando o divino”, mas “colidindo com ele”.
  • Consentimento e soberania: Você tem o direito de questionar o que lhe é dito, de fazer uma pausa, de se afastar e de dizer “não”. 👉O despertar não é um contrato de submissão👈. Você não deve seu colapso a ninguém, nem sua confiança a um professor que diz que a dor significa progresso.

A Profundidade Acima do Espetáculo

O verdadeiro despertar é muitas vezes silencioso, desconfortável e sem glamour. Ele não oferece uma fuga, mas pede que você integre as partes de si mesmo que não se encaixam na imagem espiritual – sua mesquinhez, seu medo, seu julgamento, sua dor. Não há fogos de artifício ou depoimentos emocionantes, apenas um desdobramento gradual da presença.

A intensidade é sedutora, mas nem todo fogo é sagrado; alguns apenas queimam. Se sua prática espiritual o deixa fragmentado e sem apoio, não é despertar, é ferimento. Se seu crescimento é medido apenas pela intensidade de suas experiências, você não está evoluindo, está perseguindo.

O caminho mais sagrado acontece na quietude. Significa enfrentar o que é real – a dor, a confusão, a frustração – e permanecer presente sem fugir. É sobre construir resiliência e a capacidade de sentir sem ser dominado.

A iluminação não é um prêmio a ser ganho, mas uma responsabilidade a ser conquistada através do cuidado, da disciplina e da escuta profunda. Seu ritmo é sagrado, seu processo é válido, e você tem o direito de despertar gentilmente, deliberadamente e em seus próprios termos.

Se você está buscando o despertar, lembre-se: a luz não é o objetivo; a luz é o teste.

Certifique-se de que sua base esteja sólida, porque quando a consciência finalmente se expande, ela não pergunta o quanto você queria, mas o quão bem você se preparou.


Notas:


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Gasparetto – A GENTE NÃO DEIXA PRA LÁ

A GENTE NÃO DEIXA PRA LÁ: Assumindo o Controle da Sua Vida e o Seu Poder Interior

No vídeo do YouTube A GENTE NÃO DEIXA PRA LÁ – Gasparetto conversando com você #94, Gasparetto nos convida a uma reflexão profunda sobre autogestão e liberdade pessoal, mostrando que gerenciar a nós mesmos é a base de tudo

Ele defende que gerenciar as próprias emoções e assumir a responsabilidade pela própria vida são cruciais para o bem-estar. Ele encoraja os ouvintes a desapegarem-se da negatividade, a pararem de se intrometer na vida alheia, e a abraçarem sua verdadeira natureza e temperamento.

A mensagem central é a de que o indivíduo possui o poder de dominar sua própria realidade, em vez de ser dominado pelas circunstâncias externas ou pelas expectativas dos outros.

Você já parou para pensar em como as nossas escolhas e atitudes internas moldam profundamente a nossa realidade externa?

O Perigo da Autocrítica e da Negatividade

Uma das mensagens centrais é a importância de não dar valor para o negativo. Muitas vezes, nos pegamos criticando os outros e, sem perceber, essa energia se volta contra nós mesmos, tornando-nos vítimas do nosso próprio esforço. Gasparetto nos lembra que a tendência a reclamar, se indignar e focar no que está errado apenas nos esgota e nos impede de viver plenamente. Ele sugere uma atitude de “ah, bobagem, larga de frescura!”, para trazer alívio e leveza à mente. A chave é escolher “não ligar” para aquilo que não nos serve ou que nos puxa para baixo.

Liberando-se das Amarras Alheias

Um ponto crucial abordado no vídeo é a nossa dificuldade em “deixar para lá” os problemas e as escolhas dos outros, especialmente de pessoas próximas como familiares. “A gente não deixa para lá, a gente quer que eles entendam, que eles mudem”. Essa atitude de querer argumentar, se indignar e tentar “consertar” o outro é um desperdício de energia e um autoenvenenamento.

Gasparetto é enfático. Ele afirma que se meter na vida alheia é “metideza” e quem cuida da responsabilidade dos outros está, na verdade, estragando a própria vida. Afinal, “o outro que escolhe, ele quer viver assim porque ele escolheu viver assim”. Tentar ajudar quem não quer ser ajudado ou bancar quem não assume suas próprias escolhas apenas perpetua a situação. Aquele que está sendo “bancado” como um “trouxa” nunca aprenderá a se bancar. Ele chega a chamar a atitude de “Samaritana” de neurose, pois muitas vezes, ao “cuidar dos outros”, abandonamos a nós mesmos.

Assumindo Seus Limites e Seu Território

O vídeo ressalta que muitos de nós não aceitamos nossos próprios limites. Essa falta de limites nos torna vulneráveis à invasão e ao abuso, inclusive do invisível. É fundamental defender o seu território, porque ninguém mais o fará. Se você não tiver “soldados na sua fronteira”, qualquer coisa poderá entrar. O mundo é para os fortes, e precisamos aprender a colocar as pessoas no lugar delas.

A Libertação de “Soltar a Franga”: Assuma Seu Temperamento

Uma das metáforas mais poderosas do vídeo é a de “segurar a franga”, ou seja, reprimir o seu temperamento e a sua verdadeira essência. Gasparetto argumenta que “esse negócio de doença mental é segurar a franga”. Muitas pessoas ficam “doentes, depressivas, loucas” porque “vão contra o temperamento”, tentando ser o que não são para agradar aos outros.

Ele incentiva a abraçar quem você realmente é. Se você gosta de dançar, de rir, de brincar, ponha isso para fora, pois essa é a sua energia.

A verdadeira força reside em assumir o seu jeitão, o seu temperamento, mesmo que seja “terrível” ou “danadinho” para os outros. Deixar a energia estagnada e não se expressar te machuca.

Conectando-se com o Eu Maior e a Essência Espiritual

Além das questões do dia a dia, o vídeo oferece um caminho para o autoconhecimento e a conexão espiritual. Gasparetto sugere um exercício de meditação ou visualização, onde nos elevamos, deixando para trás as preocupações, responsabilidades e “lutas” que nos prendem ao mundo material. Ao fazer isso, podemos nos conectar com o nosso “Eu maior”, nosso “aspecto espiritual mais sublime”.

Essa conexão não acontece pelo intelecto, mas “com o corpo, com as sensações”. Ao sentir essa expansão, essa paz e perfeição, percebemos que “força em você é poder”, que “você é eterna, você é grande”. Essa é uma independência e uma conquista onde o mundo não nos domina, mas nós é que dominamos o mundo, selecionando o que tem a ver e exercendo escolhas conscientes.

A Dignidade Está Dentro: Não Precisamos de Reflexos Alheios

Gasparetto finaliza reforçando que “a vida é sensações” e que o que realmente importa é se sentir bem. A fonte da vida e a consciência cósmica estão em nós, e nossa maior afirmação deve ser aquilo que sentimos, não ideias ou dogmas.

A verdadeira dignidade está dentro de nós, e é ela que nos dá plenitude, alegria e o prazer de viver.

O segredo do sucesso e da capacidade de ajudar os outros está em ser a gente, cuidar de si mesmo e assumir o próprio poder.

Se você se identificou com essa mensagem, talvez seja a hora de “soltar a franga” e se permitir ser a pessoa poderosa e plena que você realmente é! 🤭


Notas:


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Mentalização e Ação: Cocriando a Realidade Desejada

O vídeo da Nova Existência enfatiza que a manifestação da realidade desejada vai além da mera mentalização, exigindo ações e atitudes concretas. A apresentadora, além de compartilhar insights sobre sua jornada pessoal, como a redução do uso de redes sociais e consumo de álcool para melhorar sua saúde mental e física, também incentiva os espectadores a praticarem o autoconhecimento e a desaceleração. Ela destaca a importância de alinhar as ações com os objetivos, como estudar sobre o YouTube para crescer no canal ou visualizar-se no Havaí para atrair essa realidade, e fornece perguntas para auxiliar na autoavaliação e no desenvolvimento de um plano de ação para a vida prática. A mensagem central é que a mudança interior deve ser acompanhada de atitudes externas para que a transformação aconteça de forma genuína e eficaz.

Muitas vezes, quando falamos em manifestação, focamos intensamente na mentalidade e na mudança interior, que são pilares importantíssimos. Contudo, só mentalizar não é o suficiente para trazer todas as mudanças que você deseja. Para realmente “cocriar” a realidade que você busca, é fundamental unir essa transformação interna com ações e atitudes alinhadas na vida prática.

A Importância da Ação Alinhada à Mentalização

A mudança interior, por si só, já é uma atitude, mas ela precisa vir conjunta com ações alinhadas. Sem essa dimensão prática, muitas das nossas manifestações não seriam possíveis. A vida moderna, muitas vezes, nos prende em um piloto automático, totalmente voltado para o externo, o que dificulta o processo de olhar para dentro e promover a transformação interior. É preciso reajustar nossa vida para conseguir esse movimento, parando para observar nossos pensamentos e sentimentos.

Pequenas atitudes diárias podem fazer uma grande diferença. Por exemplo, dedicar 5 minutos do seu dia para respirar, meditar e se conectar consigo mesmo pode ser extremamente grandioso. Ela alerta importante sobre o consumo excessivo de conteúdo sobre espiritualidade, que pode levar à “obesidade mental”. A solução da sua vida está em você e na sua vida prática, e não em se entupir de mais e mais conteúdo. A chave é qualidade sobre quantidade e a prática de desacelerar o corpo e a mente, pois a maioria de nós está extremamente agitada no piloto automático.

Transformando Hábitos e Cuidando do Corpo Físico

O caminho para a manifestação também passa pela revisão e mudança de hábitos. A relação com o corpo físico é crucial, pois ele influencia nossa frequência e bem-estar interior. É difícil uma pessoa se sentir bem interiormente se está se sentindo péssima fisicamente, se alimentando mal ou não tendo um mínimo de hábitos saudáveis.

Um exemplo prático mencionado é a diminuição do consumo de álcool. Muitas pessoas bebem para relaxar e aliviar a ansiedade e o estresse. No entanto, aprender a aliviar a ansiedade naturalmente, através de pequenas atitudes como respirar e contemplar o presente, pode ser muito mais eficaz e sem as consequências negativas de remédios ou do álcool. Essa mudança de hábito pode ter um efeito exponencial, como uma “engrenagem”:

  • Parar para respirar e meditar ajudou com a ansiedade.
  • Diminuir a ansiedade diminuiu a vontade de beber.
  • Diminuir o álcool motivou para outras atividades como estudar, ler e fazer exercícios.

A Ingrid relata no vídeo que isso tudo melhorou exponencialmente a vida e a capacidade de se sentir bem.

Atitudes Alinhadas com a Realidade Desejada

Não basta apenas mentalizar; é preciso ter atitudes alinhadas com o que você quer manifestar. A ansiedade muitas vezes nos leva a fugir da nossa realidade, usando distrações como o tempo excessivo nas redes sociais. Encarar essa tendência de fuga e preferir estar presente consigo mesmo é um passo crucial para o autodomínio.

Exemplos de ações que reforçam a realidade desejada são poderosas (no contexto da Ingrid):

  • Para crescer um canal no YouTube, não basta mentalizar; é preciso estudar sobre a plataforma, criar conteúdo e se dedicar.
  • Se você quer se mudar para um lugar específico, procure pesquisar e visualizar como seria sua vida lá, assistindo vídeos e imaginando a rotina.
  • Ao desejar engravidar, a pessoa se via com “barriguinha de grávida” no espelho e procurava roupinhas de bebê, agindo como uma mãe.
  • Mesmo em relação ao dinheiro, mudar a atitude de apego e medo para uma de gratidão e percepção de abundância é fundamental.

Mesmo que sua realidade desejada pareça distante, faça o que puder para se sentir cada vez mais próximo dela. A internet, por exemplo, pode ser uma ferramenta útil para ter contato com outras realidades e entender melhor como seria a vida que você busca.

Mapeando Sua Vida: Perguntas Essenciais

Para te ajudar a aplicar esses ensinamentos e entender onde você está e para onde quer ir, o vídeo propõe um mapeamento através de algumas perguntas. Elas servem como um guia para você observar sua vida e identificar onde precisa melhorar seus hábitos e atitudes. Tire um tempo para refletir sobre elas:

  • Como está sua relação com a sua individualidade?
  • Como está o seu poder de iniciativa?
  • Como estão os seus hábitos? O que você quer cortar da sua vida? O que você quer implementar na sua vida?
  • Como você se sente em relação à coragem do que você quer iniciar na sua vida?
  • Qual o seu nível de impulsividade? Você se sente uma pessoa que age sem pensar? Você tem algum autodominio de si mesmo ou não?
  • O que você está enrolando? O que você está todo dia jogando para debaixo do tapete e fingindo que não quer ver?
  • O que você pretende mudar que ainda não mudou? Qual é aquela ideiazinha que fica martelando e que você acaba largando para lá, mas que de vez em quando ela aparece querendo chamar a sua atenção?
  • Qual o seu plano de ação? Você já pegou, escreveu no papel e caneta, já colocou tudo na ponta do lápis o que você precisa fazer, o que você precisa mudar, que atitude você precisa ter para realizar aquele tal objetivo?

Ao combinar a mudança interior profunda com ações práticas e alinhadas e uma auto-observação constante, você estará no caminho certo para manifestar a realidade que tanto deseja.


Notas:


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