O Caminho da Engenharia à Felicidade

Desvendando People Skills com Caroline Garrafa

Em um episódio inspirador do podcast “O que é felicidade para você?”, Ricardo Basaglia recebeu Caroline Garrafa, uma especialista em People Skills que transformou sua trajetória de engenheira no mercado financeiro em uma missão focada no desenvolvimento humano. Fundadora da Center e sócia da Link School of Business, Carol compartilhou insights profundos sobre o que realmente nos motiva, o que significa felicidade e por que as habilidades socio-comportamentais são mais cruciais do que nunca.

Da Engenharia ao Propósito: A Virada de Chave

Caroline Garrafa, vinda de uma família de engenheiros e com facilidade para números, naturalmente seguiu a Engenharia e construiu uma carreira de sucesso no mercado financeiro. No entanto, ela começou a notar que, apesar de bater metas, ganhar dinheiro e bônus, as pessoas ao seu redor não eram felizes.

Um momento de grande reflexão veio com a perda de seu pai aos 28 anos, um evento que a fez parar de viver no “piloto automático” e buscar entender o que estava por trás da motivação humana e das escolhas feitas tão cedo na vida.

Essa busca a levou a realizar um mestrado sobre comportamento humano na ELEVEN Business School na França e a viajar por 30 lugares diferentes ao redor do mundo para estudar a felicidade. Ao fazer a autoanálise durante esses estudos, Carol percebeu que sua missão de vida não estava nos números, mas sim nas pessoas com resultado, onde o resultado era uma consequência e a pessoa era a causa.

People Skills: Mais Relevantes que Hard Skills

Um dos pontos centrais da conversa foi a defesa do termo People Skills em detrimento de “Soft Skills”. Carol argumenta que “soft” (leve) não tem nada a ver com essas habilidades.

“São habilidades sócio-comportamentais, então é o que tá atrás o que motiva o seu comportamento, mas de soft de leve isso não tem nada”.

O uso da palavra “soft” faz com que, inconscientemente, o cérebro as interprete como menores que as Hard Skills (habilidades técnicas). Carol defende que People Skills — que tratam do como você faz — são mais relevantes e essenciais para o ser humano.

Ela acredita que todos podem desenvolver qualquer People Skill, graças à neuroplasticidade. A chave do sucesso, porém, reside em entender e aprimorar seus próprios talentos. Focar nos pontos fortes permite que você se torne extraordinário, enquanto focar apenas no que você não é bom leva apenas à mediocridade.

A Base da Felicidade Humana: Amor, Escuta e Reconhecimento

Após entrevistar pessoas ao redor do mundo, Carol identificou três padrões inerentes que todos os seres humanos buscam para serem felizes:

  1. Ser Amado: Ninguém responde que quer ser feliz sozinho.
  2. Ser Escutado/Ter Relevância: É preciso pertencer e ter reconhecimento.
  3. Poder Errar: As oportunidades estão na tentativa e erro, e a questão não é tomar a decisão errada, mas não tomar a decisão.

A People Skill fundamental que antecede o autoconhecimento (que é o que a maioria das pessoas cita) é a coragem. É preciso ter coragem para se conhecer, pois o processo não é fácil.

O Desafio da Mudança e a Zona de Conforto

Por que somos resistentes à mudança? Segundo Carol, isso se deve à chamada zona de conforto. O cérebro é o órgão que mais gasta energia e ele quer poupá-la. A mudança exige esforço e gera estresse.

“Quem se protege não cresce”.

Para mudar, é preciso expandir a zona de conforto e entender que a transformação passa por uma “ebulição”. O ser humano é regido ou pelo medo (que é automático) ou pela fé (que é uma escolha). O medo já está instalado desde o nascimento, então a mudança exige esforço e coragem para se arriscar.

O Feedback e o Cerebelo

No ambiente corporativo, a comunicação e as avaliações de performance ainda são grandes desafios. Carol critica a forma como o feedback é tratado — visto muitas vezes como algo negativo (“porrada”).

O feedback deveria ser desmistificado e ocorrer em dois formatos: formal (trimestral, com framework e exemplos) e informal (diário, com reforço positivo). O reforço positivo diário é devastador para o bem da produtividade e está associado à felicidade no trabalho (evoluir todos os dias).

Internamente, nosso cérebro tem o cerebelo, que atua como nosso “CIO” ou “programador”. Se não enviarmos feedback constante para ele (tanto o que está certo quanto o que está errado), ele programa tudo de maneira incorreta e repetimos comportamentos que gostaríamos de evitar.

Como Desenvolver People Skills em Outros

People Skills se desenvolvem de dentro para fora. Para ajudar os outros a evoluírem, especialmente como pais ou líderes, a melhor abordagem é fazer perguntas.

“Eu perguntando e achando o a motivação da pessoa e não a sua. Então quando eu investigo, faço perguntas, eu não tô dando respostas, eu tô fazendo com que ela acha o próximo o próprio caminho dela”.

O desenvolvimento é majoritariamente prático, seguindo o modelo 70/20/10:

  • 70% na prática.
  • 20% com perguntas, mentoring e pessoas que se admira.
  • 10% de treinamento.

Além disso, é fundamental tratar as pessoas como elas gostariam de ser tratadas, e não como nós gostaríamos.

Felicidade: Um Estado de Espírito

Para Caroline Garrafa, felicidade é um estado de espírito, não um alvo a ser buscado (como procurar a chave do carro desesperadamente, sem encontrá-la). É o sentimento de realização no day by day, entendendo a importância e o significado do que se está fazendo, mesmo diante dos altos e baixos.

Seu template pessoal para manter o equilíbrio (que não é 50/50, mas sim propósito e significado no trabalho) é cuidar do tripé: corpo, alma e espírito.

Como conselho final para quem busca o sucesso, Carol afirma que é preciso se conhecer. O sucesso é consequência de entender o que você gosta, o que faz bem e achar algo que seja vendável, gerando propósito.


Para quem busca uma transformação rápida e profunda, a Center oferece a imersão Center Experience, um “metaverso real” onde se vive em tempo de Kairos (e não Chronos), desconstruindo crenças e valores em um ambiente de segurança psicológica.


Nota: O texto base deste post foi gerado através de IA (Gemini), com o objetivo de registrar aprendizados com esse episódio do podcast. Carol Garrafa foi uma das palestrantes em um evento que aconteceu na empresa em que trabalho.

Navegando na Realidade da Vida, Evoluindo

Os Princípios de Ray Dalio para uma Vida de Sucesso

Da playlist Principles For Success in 8 Episodes (com legendas em PT-BR)

Ray Dalio, um dos investidores mais bem-sucedidos do mundo, partilha as lições de uma vida inteira através dos seus “Princípios para o Sucesso”. Estes não são meras regras, mas sim “maneiras inteligentes de lidar com coisas que acontecem repetidamente em situações semelhantes”. Adquiridos principalmente através de erros e da reflexão sobre os mesmos, estes princípios oferecem uma estrutura para tomar melhores decisões e alcançar os próprios objetivos.

O Ponto de Partida: Pensar por Si Mesmo

A base de tudo é a necessidade de pensar por si mesmo sobre o que é verdade. Dalio enfatiza que, a menos que se queira uma vida dirigida por outros, é crucial decidir por si mesmo o que fazer e ter a coragem para o fazer. A vida é comparável a um rio que nos transporta para encontros com a realidade que exigem decisões. A qualidade dessas decisões determinará a qualidade da sua vida.

1. Abrace a Realidade e Lide Com Ela

Um dos princípios mais fundamentais de Dalio é abraçar a realidade e lidar com ela. Ele descreve-se como um “hiper-realista”, o que significa que descobriu as grandes recompensas de compreender, aceitar e trabalhar profundamente com a realidade como ela é, e não como desejava que fosse. Para Dalio, a verdade é a base essencial para produzir bons resultados, sendo simplesmente “a forma como o mundo funciona”.

Para perseguir e alcançar sonhos, a fórmula de Dalio é: Grandes sonhos + abraçar a realidade + muita determinação = uma vida de sucesso. Ele sugere que problemas devem ser vistos como quebra-cabeças que o recompensarão se conseguir resolvê-los. Além disso, Dalio aprendeu a tratar a dor como uma pista de que uma grande oportunidade de aprendizagem está à mão, levando à sua perspectiva de que: dor + reflexão = progresso.

2. Tudo é uma Máquina: Reconhecer Padrões

Dalio observa que “tudo é uma máquina”, desde a estrutura das galáxias e a formação do nosso sistema solar, até as nossas economias, mercados e até nós mesmos como indivíduos. Tudo evolui através do tempo para produzir as realidades que encontramos.

Esta perspetiva é muito prática porque revela que a maioria das coisas acontece repetidamente, de maneiras ligeiramente diferentes. Algumas são ciclos óbvios de curto prazo, fáceis de reconhecer (como o dia de 24 horas), outras são tão raras que não aconteceram nas nossas vidas e nos chocam quando ocorrem (como uma tempestade de uma vez em cem anos). Ao invés de tratar estas situações como eventos únicos, Dalio sugere vê-las como “apenas mais uma” e abordá-las da mesma forma que um biólogo abordaria um animal: primeiro identificando a sua espécie, depois usando princípios para lidar com ela. Ao observar as relações de causa e efeito que governam estes comportamentos, é possível desenvolver melhores princípios. Dalio, por exemplo, aprendeu a antecipar o futuro estudando o passado, como fez após a desvalorização do dólar em 1971. Ele percebeu que este evento, surpreendente na sua vida, já havia ocorrido em 1933 com efeitos semelhantes, levando-o a um princípio de que “para entender o que está por vir, é preciso entender o que aconteceu antes de você”.

3. A Luta Bem-Sucedida: Aceitar o Abismo e Evoluir

O progresso na vida é inevitavelmente pontuado por reveses. A capacidade de sair deles e continuar a progredir, ou de cair em espiral, depende da disposição para enfrentar o fracasso objetivamente e tomar as decisões certas para virar o ciclo para cima. Dalio relata a sua própria experiência traumática em 1982, quando apostou tudo numa depressão que nunca se concretizou, levando-o a estar “quebrado” e a ter de despedir a sua equipa. Este erro público e doloroso incutiu-lhe uma “humildade profunda”, essencial para o seu sucesso futuro.

Dalio salienta que este tipo de experiência acontece a todos e que, embora possa parecer que a vida está arruinada, “há sempre um melhor caminho a seguir”. O sucesso, para ele, não é meramente atingir objetivos, mas sim a luta em direção à evolução pessoal. Os reveses testam-nos, separando aqueles que refletem, aprendem e progridem daqueles que desistem.

4. As Duas Maiores Barreiras: Ego e Pontos Cegos

Existem duas grandes barreiras que impedem as pessoas de tomar as melhores decisões: a barreira do ego e a barreira do ponto cego.

  • A barreira do ego refere-se às partes do nosso cérebro que nos impedem de reconhecer objetivamente as nossas fraquezas, dificultando a busca de soluções. A nossa necessidade de ter razão pode ser mais forte do que a necessidade de descobrir a verdade, levando-nos a ignorar os nossos erros e a reagir defensivamente ao feedback.
  • A barreira do ponto cego é a crença de que se pode ver tudo, quando na realidade, ninguém consegue ver uma imagem completa da realidade sozinho. As pessoas percecionam o mundo de forma diferente devido à cablagem única dos seus cérebros. Estas barreiras levam a decisões inferiores, menos aprendizagem e aquém do potencial.

5. Ser Radicalmente Aberto: A Chave para Superar Barreiras

Superar o ego e os pontos cegos exige uma mentalidade radicalmente aberta. Dalio descobriu que a sua “saudável aversão a estar errado” lhe deu a abertura mental necessária que mudou tudo. Ele procurou ativamente pessoas ponderadas que discordavam dele, não se importando com as suas conclusões, mas querendo ver as coisas através dos seus olhos para descobrir a verdade em conjunto. Ir além da sua própria perspetiva, para ver através dos olhos de outros pensadores perspicazes, é como “passar de ver as coisas a preto e branco para vê-las a cores”.

Dalio enfatiza a importância de “ponderar a credibilidade” do pensamento das pessoas, o que aumentou significativamente as suas probabilidades de tomar as melhores decisões possíveis. Rodear-se de pessoas que veem riscos e oportunidades que se perderia individualmente é a forma mais eficaz de tomar grandes decisões.

Conclusão: Abrace a Evolução Pessoal

Ray Dalio acredita que a capacidade de pensar logicamente, refletir sobre si mesmo e as suas circunstâncias, e direcionar a sua própria evolução pessoal é única em cada um. O objetivo de Dalio ao partilhar estes princípios é ajudar os outros a reconhecer onde estamos e os desafios que enfrentamos, para tomar decisões sábias.

A vida é uma jornada de luta e evolução. Dalio incentiva-nos a ter a coragem de lutar e evoluir bem para tornar a nossa vida tão grande quanto possível.


Notas:


Outros posts para pensar na VIDA:

O Apocalipse Chegou, por Rafael Gratta

Seus Pensamentos São Realmente Seus?

O Apocalipse Chegou, por Rafael Gratta

O vídeo do YouTube O mundo já acabou. Você só ainda não percebeu., de Rafael Gratta, argumenta que o apocalipse já ocorreu, manifestando-se não como um evento cataclísmico, mas como um declínio gradual das instituições, da confiança e do bem-estar humano.

Gratta advoga por uma reconexão interior através da espiritualidade, da consciência emocional e de práticas como o choro e a visualização, enfatizando que a verdadeira batalha é interna, não externa.

No vídeo, ele também critica a busca incessante por validação externa e o conformismo, defendendo a necessidade de reescrever a própria realidade e buscar um caminho autêntico para a VIDA.

Por Que Não Percebemos e Como Podemos Reagir?

A maioria das pessoas imagina o apocalipse como um evento cataclísmico, com cometas e asteroides, algo repentino e avassalador. Mas e se a verdadeira “revelação” – o significado original da palavra grega Apokalipses – já estivesse acontecendo, de forma tão gradual que mal a percebemos? É essa a provocação central do vídeo “O mundo já acabou. Você só ainda não percebeu.” de Rafael Gratta.

Assim como um sapo em água fervente pula, mas o mesmo sapo em água que esquenta lentamente é cozido vivo, estamos vivenciando um colapso lento e progressivo de tudo o que parecia estável em nossa sociedade.

Os Sintomas do “Novo Apocalipse”

O vídeo descreve um cenário de desmonte generalizado em diversas esferas:

  • Economia e Sociedade: A confiança institucional está em queda livre, com 62% das pessoas acreditando que os líderes mundiais intencionalmente enganam o público. O caos foi normalizado, manifestando-se em guerras culturais online, cancelamentos, falta de ética e traições. O preço dos imóveis disparou em comparação com a geração anterior, exigindo o dobro do tempo de trabalho para a mesma aquisição (de 3 para 7 anos em média). A insegurança no emprego é alta, com 86% das pessoas temendo perder o trabalho e a previsão de que 65% dos empregos atuais não existirão em 10 anos. Casamentos duram, em média, apenas 8 anos, com 50% terminando em divórcio.
  • Crise Moral e Institucional: Há uma crise moral em instituições como governos corruptos, igrejas desvirtuadas, ciência “comprada” e mídia manipuladora. A estrutura familiar, base da sociedade, está em colapso, impulsionada pelo aumento do consumo de pornografia e pelo abandono do desejo de construir uma família por uma massa de homens.
  • Saúde e Bem-Estar Psicológico: 42% dos jovens relatam sentimentos de tristeza e desesperança. A falta de direção, sentido e propósito é uma queixa comum. O vídeo aponta que estamos nos tornando máquinas que pensam (tipo papagaios? 👀), mas não sentem, racionalizando e suprimindo emoções diante de perdas e términos. Essa supressão emocional, combinada com o excesso de estímulos e informações das redes sociais, não é evolução, mas “amputação”.
    • A “razão” como falso deus: A razão se tornou um novo deus, exigindo o sacrifício de nossa atenção e alma. Isso treina o cérebro a favorecer o pensamento analítico e reativo, suprimindo a introspecção, contemplação e empatia.
    • Cinismo e Ruminação: O pensamento excessivo e a ruminação depressiva, uma forma de fugir das emoções, ativam redes cerebrais associadas à depressão e ansiedade. O cinismo e o sarcasmo, vistos socialmente como sinais de respeito, são na verdade mecanismos de supressão emocional e estão correlacionados com depressão, ansiedade e fadiga mental e física. A incapacidade de processar a tristeza pode levá-la a virar apatia, culpa e vergonha.
    • Doenças Modernas: As quatro doenças que mais “nos levam embora” – infarto e AVC, câncer, Alzheimer/demência e diabetes – dispararam nos últimos anos, sustentando um sistema trilionário.

O Problema da Excessiva Racionalidade

O erro, segundo o vídeo, reside na idolatria de nossa própria mente e ego, separada da humildade, da alma e do amor. Assim como Lúcifer, que representava a criatura mais inteligente, mas também a mais orgulhosa, buscamos entender e controlar tudo, criando nossa própria ordem e adorando nossa própria obra. Quando não movemos emoções como tristeza, rejeição, vergonha ou culpa de forma consciente (através do choro, terapia, diálogo, escrita), essa energia estagnada pode se manifestar inconscientemente através de impulsividade, vícios, promiscuidade, pornografia ou apatia extrema.

A Revelação: Como Encontrar Propósito e Sentido

A boa notícia é que, para alguns, esse é apenas o começo. O colapso do mundo externo oferece uma chance de retornar ao mundo interno, pois Deus está dentro de você. O verdadeiro mundo é o espiritual, e o que vemos é uma ilusão que acabará. A guerra real não é física, mas sim espiritual, dentro de nossa mente e contra padrões inconscientes.

O vídeo oferece um caminho de “revelação” e reconstrução:

  • Reconstrua Sua Identidade: Pare de tentar se encaixar em um mundo que já está em colapso e de se apegar a instituições “mortas”. Recupere sua identidade, olhando mais para dentro e focando em valores intrínsecos.
  • Abra-se às Emoções:
    • Chorar: Permitir-se chorar é uma poderosa liberação. O choro tem um registro único no cérebro, liberando estresse (cortisol) e bem-estar (oxitocina, serotonina) simultaneamente, gerando alívio. A analogia do livro “O Cavaleiro Preso na Armadura” demonstra que o choro pode libertar de uma “armadura” de contração emocional.
    • Escrever (Catarse Emocional): Escrever em um diário, especialmente cartas catárticas para pais ou ex-parceiros, é uma forma de expressar emoções presas e curar feridas. Depois de ler em voz alta, a carta pode ser descartada, e uma carta de gratidão pode ser escrita e relida por alguns dias para reforçar um circuito positivo no cérebro.
    • Escanear o Corpo/Meditar: Parar intencionalmente para processar emoções, observar sensações no corpo e fazer práticas de respiração profunda (que estimulam o nervo vago e o sistema nervoso parassimpático) ajuda a sair do excesso de racionalidade e ruminação.
  • Mova-se (Exercício Físico):
    • Exercícios Intensos: São um dos maiores preditores de longevidade e um “reset” para o sistema nervoso. Aumentam células de defesa contra tumores (linfócitos NK) e o BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro), que eleva a neuroplasticidade (capacidade do cérebro de se remodelar).
    • Dança: É uma das atividades mais saudáveis para o cérebro.
    • Banho Gelado: Aumenta noradrenalina, catecolaminas e dopamina.
    • Músculo: Construir massa muscular é fundamental para o “capital metabólico” e a capacidade cognitiva.
  • Práticas Espirituais:
    • Propósito e Sentido: A vontade de viver não vem de mais energia, mas de ter propósito, sentido e direção, como visto nos sobreviventes dos campos de concentração nazistas estudados por Viktor Frankl.
    • Fé e Oração: Pessoas com práticas espirituais têm 50% menos incidência de depressão, ansiedade e doenças mentais. A oração reforça o circuito de gratidão, aumenta a imunidade (IgA) e torna o dia mais intencional. Gratta, mais uma vez, compartilha que tem Jesus Cristo como centro de sua vida espiritual.
  • Mude Sua Mentalidade:
    • Visualização: O cérebro pode ser um mapa para o futuro. Visualizar quem você quer ser ou como um evento vai acontecer (como atletas e músicos fazem) ativa regiões cerebrais semelhantes à prática real e é “absurdamente poderoso”.
    • Obsessão Direcionada: Use a obsessão a seu favor, direcionando-a para um propósito ou missão, em vez de pessoas ou coisas. Isso leva a um estado de “flow” e de serviço, saindo da autorreferência e do ego.
    • Você é o Criador: Pare de buscar permissão; você traz a presença para o vácuo da realidade e é o criador da sua própria realidade. Pare de fingir e de performar; comece a improvisar e a se entregar à criação.
    • Descanse Intencionalmente: Dormir é um ato de “deixar ir”, que deve ser intencional.

O mundo, da forma como o conhecemos, pode ter chegado ao fim. Mas essa “revelação” é um convite para pararmos de nos anular para caber em padrões quebrados e, em vez disso, reescrever a realidade a partir de dentro.


E gente… que delícia, alívio, alegria e paz ao ouvir o nome Viktor Frankl saindo da boca de alguém que impacta a vida de milhões de pessoas. 🙌✨✨✨

Teremos um post sobre Viktor Frankl – sinceramente, não consegui pensar até agora num prompt para um post sobre Viktor Frankl. Como é que a gente apresenta um cara desse?

Por enquanto, fica aqui uma entrevista com ele. Pra encher o coração e nutrir a Alma. ✨

E um resumo sobre seu livro, Em Busca de Sentido, do canal Seja Uma Pessoa Melhor 👇


Notas:


Outros posts para pensar na VIDA:

Libertando-se da Coletividade

Picard, Aceitação Radical… e a Tapeçaria da Vida

Estar Certo ou Ser Feliz?

Encarando nossa Revolta contra Deus

Seus Pensamentos São Realmente Seus?

Indo Além do Modo Papagaio: Uma Reflexão com a Prof. Lúcia

Você já parou para pensar se os pensamentos que passam pela sua mente são, de fato, seus? Ou, no fundo, bem lá no fundo, você se sente como um papagaio – às vezes sofisticado, outras nem tanto – do último post?

Seriam seus pensamentos e emoções meras reproduções de ideias alheias, absorvidas do ambiente e do coletivo? A Professora Lúcia Helena Galvão, em sua palestra A MENTE: Conhecê-la e Dominá-la Reflexões Filosóficas, nos convida a uma profunda reflexão sobre essa questão crucial para o autoconhecimento e a construção de uma vida mais autêntica.

A Mente como um Espelho: Refletindo o Mundo ou a Essência?

Segundo a Professora Lúcia, a mente humana é frequentemente comparada a um espelho, que pode estar voltado para baixo ou para cima.

  • Virada para baixo (Kama Manas): Reflete os desejos e interesses pessoais, focando na sobrevivência, no conforto, na gula, na preguiça ou na ambição material. Quando a mente é usada “única e exclusivamente em função do seu egoísmo”, ela não expressa propriamente um ser humano em sua plenitude, mas um “animal racional” que potencializa seus instintos com a razão. A maioria do que existe no nosso plano mental é “software que você comprou pronto!”, “ideias clonadas do coletivo”. Isso nos leva a ser “sentidos” e “pensados” pelos outros, em vez de pensar e sentir por nós mesmos. O resultado é uma vida em que não sabemos quem somos, nos tornando “um estranho para si mesmo”, vivendo um “script vida” pré-programado.
  • Virada para cima: Começa a refletir princípios universais, como fraternidade, justiça, bondade, amor e integridade. É quando a mente atinge seu “máximo requinte” e “máxima elevação”, deixando de ser mesquinha e egoísta. Homens que usaram a mente em seu potencial máximo, como gênios e sábios, não pensavam apenas em si próprios.

A professora alerta que, muitas vezes, as pessoas não se dão conta de que estão sendo manipuladas ou de que suas “preferências” e “gostos” não são autênticos, mas sim moldados pela inércia da sociedade e pelas circunstâncias. A fantasia, ao contrário da imaginação ativa, é passiva e frequentemente contagiosa, infiltrando-se pelas “frestas da desatenção” e nos levando a adotar modelos de vida que não escolhemos conscientemente. Essa falta de autenticidade no plano mental tem consequências reais, pois as ideias que alimentamos, mesmo as negativas, exercerão “tensão para poderem chegar ao mundo e gerar fatos”.

Como Reconquistar a Mente e Construir um Pensamento Autêntico?

A boa notícia é que podemos reverter essa situação e tomar as rédeas da nossa própria mente e vida. A Professora Lúcia oferece dicas valiosas para esse processo:

  1. Defina seus próprios pensamentos: É fundamental fazer uma “listinha” dos seus princípios, valores e buscas. “Qualquer coisa fora desse menu, não é a Lúcia”. Ao se construir por definição, em um ato de vontade, você pode identificar e “despedir” os pensamentos que não lhe pertencem, pois “entrou porque encontrou a porta aberta e sai pela mesma razão!”.
  2. Desenvolva a identidade: O poder da mente reside na identidade. “Intellegere” (do latim “escolher dentre”) é a máxima inteligência. Trata-se de saber quem você é em meio a tantas influências, memórias e elementos absorvidos do meio.
  3. Purifique sua mente: A pureza da mente é essencial para que ela possa refletir o ideal humano. Isso significa “purificar-se do egoísmo, purificar-se da contaminação de preconceitos, de ideias prontas do seu passado”.
  4. Exercite a reflexão: Platão recomendava um momento diário para avaliar as ideias e a vida. É preciso testar as ideias na vida, buscando a “reflexão” para ver se elas funcionam e se são coerentes com o que você realmente quer ser.
  5. Seja um construtor de si mesmo: A mente serve para nos construirmos como seres humanos. Não basta decorar teorias; é preciso aplicar o conhecimento na vida e torná-lo seu. Se não planejamos, estamos sendo planejados; se não pensamos, estamos sendo pensados.
  6. Busque a verdade, não o prazer fácil: A filosofia é “amor à verdade”. A verdade “produz mudança do interesse, desde os sentidos (prazer efêmero) para o nobre e autêntico”. Não devemos ter medo de constatar as coisas como são, mesmo que isso signifique estar no “deserto do real”, pois é a partir daí que se pode construir algo verdadeiro.

Em um mundo onde a “massificação” e o “egoísmo” nos cegam, a capacidade de desenvolver um pensamento original e de se alinhar com princípios elevados é um ato de “genialidade”. Ao invés de usar a mente para interesses mesquinhos, devemos usá-la para “olhar pra cima”, para o que é nobre e humano, construindo uma vida com propósito e significado. É um trabalho constante, uma disciplina diária que nos permite “morrer e renascer todos os dias” para as influências que não nos servem.

Ao assumir a responsabilidade por seus pensamentos, você não apenas se beneficia, mas também contribui para o avanço da humanidade, pois, como ensina a filosofia, “as coisas propagam aquilo que são: a macieira propaga maçã; se você é filósofo, propaga filosofia”.

Você está pronto para ser o autor dos seus próprios pensamentos e da sua própria vida?

Ela confia em nós muito mais do que poderíamos imaginar.

E aguarda nosso movimento em sua direção. A VIDA.

Só vamos!


Notas:

  • O texto base deste post foi gerado através de IA (NotebookLM) e .
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

Posts complementares:

Aquele com o “Papagaio Sofisticado”

O Livro Tibetano dos Mortos

Só mentalizar não adianta…

Mentalização e Ação: Cocriando a Realidade Desejada

O vídeo da Nova Existência enfatiza que a manifestação da realidade desejada vai além da mera mentalização, exigindo ações e atitudes concretas. A apresentadora, além de compartilhar insights sobre sua jornada pessoal, como a redução do uso de redes sociais e consumo de álcool para melhorar sua saúde mental e física, também incentiva os espectadores a praticarem o autoconhecimento e a desaceleração. Ela destaca a importância de alinhar as ações com os objetivos, como estudar sobre o YouTube para crescer no canal ou visualizar-se no Havaí para atrair essa realidade, e fornece perguntas para auxiliar na autoavaliação e no desenvolvimento de um plano de ação para a vida prática. A mensagem central é que a mudança interior deve ser acompanhada de atitudes externas para que a transformação aconteça de forma genuína e eficaz.

Muitas vezes, quando falamos em manifestação, focamos intensamente na mentalidade e na mudança interior, que são pilares importantíssimos. Contudo, só mentalizar não é o suficiente para trazer todas as mudanças que você deseja. Para realmente “cocriar” a realidade que você busca, é fundamental unir essa transformação interna com ações e atitudes alinhadas na vida prática.

A Importância da Ação Alinhada à Mentalização

A mudança interior, por si só, já é uma atitude, mas ela precisa vir conjunta com ações alinhadas. Sem essa dimensão prática, muitas das nossas manifestações não seriam possíveis. A vida moderna, muitas vezes, nos prende em um piloto automático, totalmente voltado para o externo, o que dificulta o processo de olhar para dentro e promover a transformação interior. É preciso reajustar nossa vida para conseguir esse movimento, parando para observar nossos pensamentos e sentimentos.

Pequenas atitudes diárias podem fazer uma grande diferença. Por exemplo, dedicar 5 minutos do seu dia para respirar, meditar e se conectar consigo mesmo pode ser extremamente grandioso. Ela alerta importante sobre o consumo excessivo de conteúdo sobre espiritualidade, que pode levar à “obesidade mental”. A solução da sua vida está em você e na sua vida prática, e não em se entupir de mais e mais conteúdo. A chave é qualidade sobre quantidade e a prática de desacelerar o corpo e a mente, pois a maioria de nós está extremamente agitada no piloto automático.

Transformando Hábitos e Cuidando do Corpo Físico

O caminho para a manifestação também passa pela revisão e mudança de hábitos. A relação com o corpo físico é crucial, pois ele influencia nossa frequência e bem-estar interior. É difícil uma pessoa se sentir bem interiormente se está se sentindo péssima fisicamente, se alimentando mal ou não tendo um mínimo de hábitos saudáveis.

Um exemplo prático mencionado é a diminuição do consumo de álcool. Muitas pessoas bebem para relaxar e aliviar a ansiedade e o estresse. No entanto, aprender a aliviar a ansiedade naturalmente, através de pequenas atitudes como respirar e contemplar o presente, pode ser muito mais eficaz e sem as consequências negativas de remédios ou do álcool. Essa mudança de hábito pode ter um efeito exponencial, como uma “engrenagem”:

  • Parar para respirar e meditar ajudou com a ansiedade.
  • Diminuir a ansiedade diminuiu a vontade de beber.
  • Diminuir o álcool motivou para outras atividades como estudar, ler e fazer exercícios.

A Ingrid relata no vídeo que isso tudo melhorou exponencialmente a vida e a capacidade de se sentir bem.

Atitudes Alinhadas com a Realidade Desejada

Não basta apenas mentalizar; é preciso ter atitudes alinhadas com o que você quer manifestar. A ansiedade muitas vezes nos leva a fugir da nossa realidade, usando distrações como o tempo excessivo nas redes sociais. Encarar essa tendência de fuga e preferir estar presente consigo mesmo é um passo crucial para o autodomínio.

Exemplos de ações que reforçam a realidade desejada são poderosas (no contexto da Ingrid):

  • Para crescer um canal no YouTube, não basta mentalizar; é preciso estudar sobre a plataforma, criar conteúdo e se dedicar.
  • Se você quer se mudar para um lugar específico, procure pesquisar e visualizar como seria sua vida lá, assistindo vídeos e imaginando a rotina.
  • Ao desejar engravidar, a pessoa se via com “barriguinha de grávida” no espelho e procurava roupinhas de bebê, agindo como uma mãe.
  • Mesmo em relação ao dinheiro, mudar a atitude de apego e medo para uma de gratidão e percepção de abundância é fundamental.

Mesmo que sua realidade desejada pareça distante, faça o que puder para se sentir cada vez mais próximo dela. A internet, por exemplo, pode ser uma ferramenta útil para ter contato com outras realidades e entender melhor como seria a vida que você busca.

Mapeando Sua Vida: Perguntas Essenciais

Para te ajudar a aplicar esses ensinamentos e entender onde você está e para onde quer ir, o vídeo propõe um mapeamento através de algumas perguntas. Elas servem como um guia para você observar sua vida e identificar onde precisa melhorar seus hábitos e atitudes. Tire um tempo para refletir sobre elas:

  • Como está sua relação com a sua individualidade?
  • Como está o seu poder de iniciativa?
  • Como estão os seus hábitos? O que você quer cortar da sua vida? O que você quer implementar na sua vida?
  • Como você se sente em relação à coragem do que você quer iniciar na sua vida?
  • Qual o seu nível de impulsividade? Você se sente uma pessoa que age sem pensar? Você tem algum autodominio de si mesmo ou não?
  • O que você está enrolando? O que você está todo dia jogando para debaixo do tapete e fingindo que não quer ver?
  • O que você pretende mudar que ainda não mudou? Qual é aquela ideiazinha que fica martelando e que você acaba largando para lá, mas que de vez em quando ela aparece querendo chamar a sua atenção?
  • Qual o seu plano de ação? Você já pegou, escreveu no papel e caneta, já colocou tudo na ponta do lápis o que você precisa fazer, o que você precisa mudar, que atitude você precisa ter para realizar aquele tal objetivo?

Ao combinar a mudança interior profunda com ações práticas e alinhadas e uma auto-observação constante, você estará no caminho certo para manifestar a realidade que tanto deseja.


Notas:


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Wagner Borges: Lições sobre felicidade

Gasparetto – Sobre a REALIDADE

O vídeo, intitulado REALIDADE É UM REFLEXO DO SEU MUNDO INTERIOR – Gasparetto conversando com você #88, é um verdadeiro mergulho em como nossa visão e sentimentos moldam a nossa vida.

Aqui estão os principais ensinamentos listados com ajuda do NotebookLM:

Sua Realidade é um Reflexo do Seu Interior

A principal mensagem é clara: a realidade não existe por si só; ela é um reflexo do que vivemos por dentro. Se você lida com as coisas de uma certa maneira internamente, elas se projetam e sua vida pode se tornar ótima. Isso significa que se sentir bem é a coisa mais importante que você pode fazer por si mesmo. O que te interessa em seus pensamentos é o que você vai sentir.

O Poder da Escolha e da Percepção

Nós temos um poder impressionante: escolhemos 24 horas por dia como vemos as coisas. Nada é como você está olhando simplesmente; você filtra a realidade. Pessoas que acreditam em problemas sempre verão problemas, mesmo que para outros não existam. Até mesmo a crença de “não poder” é uma escolha. O palestrante compartilha sua própria experiência de perceber que “posso” é muito maior do que acreditamos.

Diga Não ao Drama e à Negatividade

Entrar em drama, copiar comportamentos alheios ou ficar com uma “cara azeda” não faz nada pelo seu bem-estar. É inútil entrar em drama ou se preocupar, pois isso só piora a situação. Podemos escolher não levar as coisas a sério e até rir de nossas próprias tragédias, diluindo situações com humor. A decisão de “ficar bem” é uma escolha pessoal e intransferível.

Sua Energia Molda o Ambiente

Quando você se sente bem, você vibra bem, e as coisas ao seu redor são influenciadas por isso, melhorando. Essa sintonia positiva produz ondas que mudam a sua programação e, consequentemente, a sua realidade. Além disso, estar em uma energia melhor faz com que as pessoas ao seu redor respondam de forma positiva. Cuidar da sua energia é cuidar de você mesmo, e isso se reflete em bons relacionamentos em todas as áreas da vida.

A Presença do Eu Superior e a Alma como Guia

Sentir-se bem favorece a presença do nosso Eu Superior ou Espírito, que é um “gênio” e opera a mil por hora. Essa presença traz carisma e faz com que tudo funcione perfeitamente. A parte mais evidente do espírito é a alma, e quando você pensa e sente coisas que seu peito e sua alma aprovam, você entra em uma dinâmica onde as coisas acontecem “milagrosamente”. É fundamental aprender a ouvir sua alma, pois ela entende o que é bom para você e te orienta.

A Fé Inabalável: O Conceito de “Não Erro”

Este foi um dos pontos mais impactantes. Gasparetto sugere que a lei da vida não é a mesma da justiça ou “moral humana”. Pessoas que têm fé inabalável em suas ações, que creem que estão “certas” e que “não erram”, mesmo que socialmente suas ações sejam vistas como desonestas ou problemáticas, muitas vezes têm sucesso…. Essa fé no “não erro” e a falta de dúvida sobre suas escolhas são o que as impulsiona… É sobre não alimentar o medo de errar ou de que algo dê errado.

Seja o Filtro da Sua Vida

Você é o filtro, a porta para o que entra em sua mente e se manifesta em sua realidade. Você pode escolher o que não desce, o que não te afeta. Não deixe que a opinião alheia, as críticas ou a negatividade dos outros o envenenem. É um poder imenso ser capaz de dizer “não passa” ao que não te serve. O mundo é “dos mais fortes” no sentido daquele que mantém sua convicção e fé.

Viva o Agora e Cuide de Si

Não se preocupe com o amanhã. A ansiedade tira o prazer de viver. A vida é um pontinho no agora, e você deve se colocar no presente para gozar a vida. Cuidar de si 24 horas por dia é essencial.

Em resumo, este episódio nos convida a uma profunda jornada de autoconhecimento e empoderamento.

A chave para uma vida bem-sucedida e feliz não está em fatores externos, mas em nossa capacidade de escolher o bem-estar, manter uma fé inabalável em nós mesmos e em nossas ações, e filtrar a negatividade do mundo, sempre ouvindo a voz da nossa alma.

É uma questão de decisão e de um compromisso contínuo com a nossa própria felicidade.


Notas:


Outro post com lições de Gaspareto: Auto-observação para VIDA REAL

Além da Inteligência Emocional

A Cura das Feridas da Infância: Um Caminho para a Plenitude

Uma vida adulta plena e com propósito não se constrói apenas com livros ou cursos sobre inteligência emocional.

O impacto de uma inteligência emocional bem desenvolvida é potencializado através da cura das feridas da infância.

É essencial elas sejam devidamente acolhidas para que um indivíduo possa construir uma vida satisfatória, direcionada a um propósito que dê sentido à sua existência. É um equívoco pensar que apenas a capacidade de gerenciar emoções pode trazer satisfação completa se as raízes dos desafios não forem abordadas. As experiências vividas na infância moldam profundamente nossa percepção de mundo, nossos relacionamentos e até mesmo nosso sucesso em diversas áreas da vida.


Caminhos para a Cura das Feridas da Infância

Diversas abordagens terapêuticas oferecem caminhos para o acolhimento e a superação dessas feridas.

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Terapia do Esquema

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) foca na identificação e modificação de padrões de pensamento e comportamento disfuncionais. Dentro da TCC, a Terapia do Esquema, desenvolvida por Jeffrey Young, é particularmente eficaz para feridas de infância. Ela se aprofunda nos esquemas iniciais desadaptativos, que são padrões profundos e arraigados de pensamento, sentimento e comportamento que se desenvolvem a partir de experiências negativas na infância e se repetem ao longo da vida.

  • Como atua: A Terapia do Esquema ajuda o indivíduo a reconhecer seus esquemas (abandono, privação emocional, defectividade/vergonha, etc.), entender suas origens na infância e aprender a lidar com eles de forma mais saudável. Através de técnicas cognitivas, emocionais e comportamentais, o paciente repara e reconstrói as necessidades emocionais não atendidas na infância, fortalecendo a inteligência emocional ao ensinar novas formas de processar e reagir a gatilhos.

Psicanálise, Carl Jung e Shadow Work

A Psicanálise de Sigmund Freud, e posteriormente as abordagens que a expandiram, como a de Carl Jung, buscam entender o inconsciente e como ele influencia a vida adulta. Carl Jung introduziu conceitos como o inconsciente coletivo e os arquétipos, que representam padrões universais de comportamento e experiência. Para ele, as feridas da infância muitas vezes se manifestam como um desequilíbrio entre o consciente e o inconsciente, impactando diretamente nossa inteligência emocional ao dificultar o autoconhecimento.

  • Shadow Work (Trabalho com a Sombra): Este conceito junguiano é fundamental na cura de feridas. A “Sombra” representa os aspectos de nós mesmos que reprimimos, negamos ou consideramos inaceitáveis – muitas vezes, resultado de críticas ou traumas da infância. O Shadow Work envolve confrontar e integrar esses aspectos sombrios, em vez de reprimi-los. Ao reconhecer e aceitar as partes “rejeitadas” de si, o indivíduo recupera a plenitude e energia vital que estava presa na repressão, aprimorando significativamente sua inteligência emocional através de um autoconhecimento profundo e aceitação.

Constelações Familiares

As Constelações Familiares, desenvolvidas por Bert Hellinger, são uma abordagem sistêmica que compreende o indivíduo como parte de um sistema familiar. A teoria postula que muitas de nossas dificuldades na vida adulta são ecos de dinâmicas não resolvidas, traumas ou exclusões dentro de nosso sistema familiar de origem, que podem ter ocorrido gerações antes.

  • Como atua: Através de representações (com pessoas ou objetos), a constelação familiar revela os emaranhamentos e lealdades invisíveis que podem estar impactando o indivíduo. O objetivo é restaurar a ordem no sistema, reconhecer e honrar o lugar de cada membro da família, e assim, liberar o indivíduo de cargas que não são suas, permitindo que siga sua própria vida de forma mais leve e plena. Esse processo contribui indiretamente para a inteligência emocional, ao promover uma compreensão mais compassiva de si e dos outros no contexto familiar.

Impacto das Feridas da Infância e Sua Cura

A não resolução das feridas de infância pode reverberar negativamente em diversas áreas da vida. A cura, por outro lado, abre portas para uma existência mais autêntica e satisfatória, otimizando o uso da inteligência emocional em todas as esferas.

Área Afetiva

  • Ferida: Dificuldade em estabelecer e manter relacionamentos saudáveis, medo de intimidade, padrões repetitivos de relacionamentos abusivos ou codependentes, baixa autoestima que leva à busca incessante por validação externa, ou isolamento emocional. A inteligência emocional deficiente impede o reconhecimento e a gestão dessas dinâmicas.
  • Cura: Capacidade de construir relacionamentos mais profundos e autênticos, desenvolver intimidade sem medo, estabelecer limites saudáveis, cultivar amor-próprio e segurança emocional, e experienciar relacionamentos baseados em respeito mútuo. A inteligência emocional aprimorada permite uma conexão mais genuína e consciente.

Área Social

  • Ferida: Dificuldade em se expressar, medo de julgamento, evitação de interações sociais, sensação de não pertencimento, dificuldade em confiar nos outros ou em se integrar a grupos, ou, em outro extremo, busca excessiva por aprovação social. Essa ferida dificulta a leitura de sinais sociais e a autoexpressão.
  • Cura: Maior facilidade em se comunicar, desenvolver assertividade, construir uma rede de apoio sólida, sentir-se à vontade em diferentes contextos sociais, e genuinamente desfrutar da companhia de outras pessoas. Essa cura promove empatia e habilidades sociais eficazes.

Área Profissional

  • Ferida: Procrastinação, perfeccionismo excessivo, medo de falhar ou de ter sucesso, síndrome do impostor, dificuldade em assumir riscos, problemas com autoridade, ou busca por profissões que não trazem satisfação, mas sim segurança imposta por medos antigos. Essa ferida impacta a autogestão e a resiliência profissional.
  • Cura: Aumento da autoconfiança, maior clareza sobre o propósito profissional, capacidade de tomar decisões com mais segurança, resiliência diante de desafios, e busca por carreiras que estejam alinhadas com seus valores e paixões. Essa cura impulsiona a proatividade e a adaptabilidade no ambiente de trabalho.

Área Financeira

  • Ferida: Padrões de escassez, gastos impulsivos como forma de preencher vazios emocionais, medo de perder dinheiro, dificuldade em lidar com prosperidade, autosabotagem financeira, ou crenças limitantes sobre dinheiro e sucesso. A busca pela cura é crucial para identificar e modificar esses padrões autodestrutivos.
  • Cura: Desenvolvimento de uma relação mais saudável com o dinheiro, capacidade de gerir finanças de forma consciente, atração de abundância, quebra de ciclos de pobreza (sejam eles financeiros ou de mentalidade), e uso do dinheiro como ferramenta para alcançar seus objetivos de vida, sem que ele seja fonte de ansiedade ou sofrimento. A cura permite uma gestão financeira mais equilibrada e consciente.

A jornada de cura das feridas de infância é profunda e transformadora.

Ao se dedicar a esse processo, você não apenas abre espaço para que a VIDA VIVA através de você, mas também quebra ciclos e impacta positivamente as gerações futuras.

Que caminho você sente que faz mais sentido para iniciar ou aprofundar essa jornada de cura em sua vida?


* Nota: O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini), levemente editado e expressa uma experiência testada e aprovada ao longo da minha jornadaImagem gerada com Mídia Mágica, do Canva.

Desconecte para Reconectar

Caminhada no Parque como Seu Banho de Floresta Pessoal

No corre-corre da vida moderna, estamos constantemente plugados, com fones de ouvido nos isolando dos sons da natureza e telas nos desconectando do presente. Mas e se a chave para a criatividade e o bem-estar estivesse justamente em desligar e se (re)conectar com o mundo natural? É exatamente isso que uma simples caminhada no parque, sem fones de ouvido, oferece, ecoando a poderosa prática japonesa do Banho de Floresta (Shinrin-Yoku).


O Poder Curativo do Shinrin-Yoku Urbano

O Shinrin-Yoku, ou “tomar a atmosfera da floresta”, é mais do que uma caminhada; é uma imersão sensorial na natureza, focada em absorver os benefícios terapêuticos do ambiente arbóreo. Embora o conceito original envolva florestas densas, podemos recriar essa experiência em um parque urbano, transformando-o em um verdadeiro refúgio de bem-estar.

Ao deixar os fones de lado e abrir espaço para o silêncio e os sons naturais – o canto dos pássaros, o farfalhar das folhas, o murmúrio de uma brisa – você está praticando seu próprio Shinrin-Yoku. É um convite ao ócio criativo, onde a mente, livre das distrações digitais, tem espaço para divagar, conectar ideias e encontrar soluções inovadoras. Esse estado de “não fazer nada” produtivo é um terreno fértil para a criatividade florescer.


Benefícios Multiplicados: Bem-Estar e Produtividade em Harmonia

Os benefícios dessa prática são profundos e se alinham perfeitamente com os princípios do Banho de Floresta:

  • Bem-Estar Aprimorado:
    • Redução do Estresse e Ansiedade: A imersão nos sons e na atmosfera do parque diminui os níveis de cortisol, promovendo relaxamento profundo. É como um bálsamo para a mente e o corpo, acalmando o sistema nervoso.
    • Melhora do Humor e da Energia: A exposição à luz natural e o movimento liberam endorfinas, elevando o espírito e combatendo a fadiga mental.
    • Conexão Profunda com a Natureza: O Shinrin-Yoku fortalece nossa ligação inata com o ambiente natural, nutrindo a alma e proporcionando uma sensação de pertencimento e paz.
  • Produtividade Impulsionada:
    • Estímulo à Criatividade e Inovação: Quando a mente está em repouso e não sobrecarregada, ela tem a liberdade de fazer conexões inesperadas, gerando insights e soluções criativas.
    • Melhora do Foco e da Concentração: Dar um “respiro” à sua mente através dessa imersão natural recarrega suas baterias cognitivas, resultando em maior clareza mental e capacidade de concentração nas tarefas do dia a dia.
    • Prevenção do Esgotamento (Burnout): Integrar essas pausas “desplugadas” na sua rotina é uma estratégia poderosa para gerenciar o estresse e evitar a exaustão, mantendo sua mente fresca e produtiva a longo prazo.

Ao transformar sua caminhada diária no parque em um Banho de Floresta pessoal, você não está apenas cuidando do seu corpo, mas também nutrindo sua mente e espírito. Permita-se essa pausa essencial. Desligue os fones, abra os sentidos e deixe a natureza ser sua maior inspiração e fonte de bem-estar.

Que tal agendar seu próximo “banho de floresta” para amanhã?


* Nota: O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e expressa uma experiência testada e aprovada ao longo da minha jornada. Imagem gerada com Mídia Mágica, do Canva.

Autenticidade ou Receitas Prontas?

Qual Caminho Seguir na Sua Carreira?

No labirinto das escolhas de carreira, frequentemente nos deparamos com uma encruzilhada: seguir o caminho ditado pelas convenções sociais e pelas expectativas alheias, ou trilhar a senda menos percorrida da autenticidade. A primeira opção, à primeira vista, parece oferecer uma segurança reconfortante – um mapa pré-definido para o “sucesso”. A segunda, no entanto, convida-nos a um salto no escuro, mas com a promessa de uma jornada muito mais recompensadora.

A Tentação das “Receitas Prontas”

Desde cedo, somos bombardeados com ideias sobre o que constitui uma carreira “de sucesso”. Determinadas profissões são glamourizadas, outras são vistas como mais estáveis, e a sociedade muitas vezes nos empurra para caminhos que prometem segurança financeira ou status social. É fácil cair na armadilha de seguir essas receitas prontas, buscando a validação externa e a sensação de que estamos “fazendo a coisa certa”.

O problema é que essa falsa segurança pode nos levar a uma vida profissional pautada pela insatisfação. Trabalhar em algo que não ressoa com nossos valores, paixões e talentos mais profundos pode gerar um vazio, mesmo que a conta bancária esteja cheia. A longo prazo, essa desconexão entre quem somos e o que fazemos se manifesta como desânimo, falta de propósito e, em casos extremos, burnout.

O Desafio e a Recompensa da Autenticidade

Em contraste, construir uma carreira baseada na autenticidade significa olhar para dentro. É um processo de auto-descoberta, de entender o que realmente nos move, quais são nossas forças únicas e qual contribuição genuína queremos oferecer ao mundo. Isso pode significar desafiar as normas, abandonar a segurança de um emprego tradicional para perseguir um sonho ou até mesmo criar um caminho totalmente novo.

É inegável que abraçar a autenticidade na carreira envolve enfrentar o medo do desconhecido. Há incertezas, riscos e a possibilidade de críticas ou incompreensão por parte daqueles que não entendem suas escolhas. O caminho autêntico muitas vezes não tem um manual, e você será o arquiteto de sua própria jornada.

No entanto, as recompensas são imensuráveis. Uma carreira construída sobre a autenticidade é uma fonte de realização profunda. Quando você está alinhado com seu propósito, o trabalho deixa de ser uma obrigação e se transforma em uma extensão natural de quem você é. A energia flui, a criatividade floresce, e o senso de significado se torna um motor poderoso. Mesmo os desafios se tornam oportunidades de crescimento, pois você está investindo em algo que verdadeiramente acredita.

Como Começar Sua Jornada Autêntica

Se você se sente preso nas convenções e anseia por uma carreira mais autêntica, comece com pequenos passos:

  • Autoconhecimento: Invista tempo para refletir sobre seus valores, paixões, habilidades e o que realmente te energiza.
  • Experimente: Não tenha medo de testar novas ideias, aprender novas habilidades ou explorar áreas que te interessam, mesmo que pareçam fora do seu “plano” original.
  • Conecte-se: Busque mentores, comunidades ou pessoas que já trilham caminhos autênticos e aprenda com suas experiências.
  • Comece pequeno: Não é preciso uma revolução imediata. Pequenas mudanças alinhadas com sua autenticidade podem gerar um grande impacto ao longo do tempo.

A segurança das “receitas prontas” pode parecer tentadora, mas a verdadeira realização na carreira muitas vezes reside na coragem de abraçar sua própria autenticidade. É um convite para ser o protagonista da sua história, e não apenas um personagem em um roteiro escrito por outros. Qual caminho você vai escolher?


* Nota: O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e expressa o que tenho vivido ao longo da minha jornada.