🗝️ A Chave da Transformação

Por Que Sua Vida Não Muda (E Como Mudar Agora)

Se você já tentou mudar aspectos da sua vida inúmeras vezes sem sucesso, a verdade que talvez ninguém tenha lhe contado é que a transformação começa muito antes da ação externa: ela começa na mente.

No vídeo “A verdade que ninguém te contou sobre por que sua vida não muda“, a criadora de conteúdo Jade Lüdmilla apresenta um caminho simples e básico para iniciar uma mudança de fato, destacando que para conseguir uma transformação duradoura, precisamos nos comprometer com uma mudança primeiramente interna.

As Leis Universais da Criação

O universo opera sob leis universais, e duas delas são fundamentais para entendermos a nossa realidade:

  1. A Lei do Mentalismo: O todo é mente, e o universo é mental. Tudo que é criado, seja uma casa ou a decisão de mudar de emprego, começa na mente. A mente é a grande chave para essa mudança. Somos imagem e semelhança do Criador, e por isso, criamos (ainda que em escala menor).
  2. A Lei da Correspondência: Tudo o que está dentro é como o que está fora. Assim como a sua imagem é refletida no espelho, a sua realidade externa é um reflexo do seu interior. Mudar apenas o externo não se sustenta a longo prazo; para alterar o reflexo, você precisa mudar a pessoa que está sendo refletida.

Essa correlação é tão forte que a fonte cita Jesus em Mateus 9, que diz: “seja feito conforme a sua fé”. A fé, nesse contexto, é a crença e a confiança em algo, e a sua realidade externa é o reflexo direto das suas crenças internas.

O Ciclo Vicioso das Crenças Limitantes

Nossa mente está condicionada a determinados padrões, pensamentos, posturas e crenças. Se você acredita que “toda mulher é interesseira” ou que “todo homem não presta”, o externo confirmará essa crença, e você experimentará situações (como a traição ou relacionamentos difíceis) que reforçam o que você já acreditava.

A fonte explica o ciclo que leva aos seus resultados:

Crenças > Pensamentos > Emoções e Sentimentos > Intenção/Ação (Comportamentos) > Resultado Externo.

Se você deseja mais dinheiro, mas tem crenças religiosas de que “o rico não vai para o céu” ou que “fazer dinheiro é difícil”, você criará mais do mesmo — escassez total. É essencial ir à raiz e modificar as crenças, pois a forma como você pensa criará suas emoções, que determinarão seus comportamentos e, finalmente, o seu resultado externo.

Assumindo o Papel de Criador: Escolha Suas Crenças

Nascemos “zerados” de crenças, mas fomos programados pela mãe, pelo pai, pela professora da escola e pela religião. Essa gama de crenças molda a forma como pensamos.

Uma das dicas mais importantes é aprender a escolher as suas crenças, assim como escolhemos a roupa que vamos usar todos os dias. Se você não concorda com o resultado externo que está vivenciando, não reclame do resultado, mas mude a crença.

Para isso, é necessário desenvolver um pensamento crítico. Você precisa se perguntar:

  1. “Essa crença está me levando para onde eu desejo?”.
  2. “Se eu acreditar nisso, o que estou criando fora?”.

A fonte também destaca que somos divinos, imagem e semelhança do Criador, citando a passagem “vós sois deuses”. Visões religiosas tradicionais, no entanto, frequentemente nos colocam como pequenos coitados que precisam suplicar a um Deus distante, reforçando a falta de autopercepção e desenvolvimento pessoal.

Os Principais Impedimentos para a Mudança

Ao longo da jornada de transformação, alguns obstáculos se destacam:

  • O Medo de Se Destacar: O medo da rejeição, de ser julgado ou de ser chacota é um grande obstáculo. O antídoto para o medo é a coragem. A fonte compartilha que, ao começar a criar conteúdo, precisou se expor primeiro aos desconhecidos para aumentar a coragem e hoje não se importa mais com o julgamento. Você só mudará sua vida quando estiver pronto para ser rejeitado.
  • O Poder do Passado: Não deixe que o passado (tudo aquilo que você viveu) tome conta do seu futuro, repetindo experiências dentro dos seus pensamentos.

O Passo a Passo para Reprogramar a Mente

Para modificar o sistema de crenças e alterar o externo, a fonte sugere um processo de três etapas:

  1. Observação: Observe o que passa pela sua cabeça e quais são seus pensamentos. Mapeie suas crenças, escrevendo-as, pois isso facilita a detecção daquelas que precisam ser modificadas.
  2. Repetição: Repita o contrário da crença que te limita.
  3. Sentimento (Ancoragem): A repetição deve vir junto do ingrediente principal: o sentir/o sentimento. Use sentimentos como o amor e a gratidão para ancorar a nova crença.

Ao se comprometer com essa mudança interna, você honra sua existência e acessa o seu poder pessoal. Acredite: você é o criador da sua realidade.


Referência

Lüdmilla, Jade. (2023). A verdade que ninguém te contou sobre por que sua vida não muda. [Vídeo online]. YouTube. (Acessado em 18/11/2025).


Nota: O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini).

O Caminho da Engenharia à Felicidade

Desvendando People Skills com Caroline Garrafa

Em um episódio inspirador do podcast “O que é felicidade para você?”, Ricardo Basaglia recebeu Caroline Garrafa, uma especialista em People Skills que transformou sua trajetória de engenheira no mercado financeiro em uma missão focada no desenvolvimento humano. Fundadora da Center e sócia da Link School of Business, Carol compartilhou insights profundos sobre o que realmente nos motiva, o que significa felicidade e por que as habilidades socio-comportamentais são mais cruciais do que nunca.

Da Engenharia ao Propósito: A Virada de Chave

Caroline Garrafa, vinda de uma família de engenheiros e com facilidade para números, naturalmente seguiu a Engenharia e construiu uma carreira de sucesso no mercado financeiro. No entanto, ela começou a notar que, apesar de bater metas, ganhar dinheiro e bônus, as pessoas ao seu redor não eram felizes.

Um momento de grande reflexão veio com a perda de seu pai aos 28 anos, um evento que a fez parar de viver no “piloto automático” e buscar entender o que estava por trás da motivação humana e das escolhas feitas tão cedo na vida.

Essa busca a levou a realizar um mestrado sobre comportamento humano na ELEVEN Business School na França e a viajar por 30 lugares diferentes ao redor do mundo para estudar a felicidade. Ao fazer a autoanálise durante esses estudos, Carol percebeu que sua missão de vida não estava nos números, mas sim nas pessoas com resultado, onde o resultado era uma consequência e a pessoa era a causa.

People Skills: Mais Relevantes que Hard Skills

Um dos pontos centrais da conversa foi a defesa do termo People Skills em detrimento de “Soft Skills”. Carol argumenta que “soft” (leve) não tem nada a ver com essas habilidades.

“São habilidades sócio-comportamentais, então é o que tá atrás o que motiva o seu comportamento, mas de soft de leve isso não tem nada”.

O uso da palavra “soft” faz com que, inconscientemente, o cérebro as interprete como menores que as Hard Skills (habilidades técnicas). Carol defende que People Skills — que tratam do como você faz — são mais relevantes e essenciais para o ser humano.

Ela acredita que todos podem desenvolver qualquer People Skill, graças à neuroplasticidade. A chave do sucesso, porém, reside em entender e aprimorar seus próprios talentos. Focar nos pontos fortes permite que você se torne extraordinário, enquanto focar apenas no que você não é bom leva apenas à mediocridade.

A Base da Felicidade Humana: Amor, Escuta e Reconhecimento

Após entrevistar pessoas ao redor do mundo, Carol identificou três padrões inerentes que todos os seres humanos buscam para serem felizes:

  1. Ser Amado: Ninguém responde que quer ser feliz sozinho.
  2. Ser Escutado/Ter Relevância: É preciso pertencer e ter reconhecimento.
  3. Poder Errar: As oportunidades estão na tentativa e erro, e a questão não é tomar a decisão errada, mas não tomar a decisão.

A People Skill fundamental que antecede o autoconhecimento (que é o que a maioria das pessoas cita) é a coragem. É preciso ter coragem para se conhecer, pois o processo não é fácil.

O Desafio da Mudança e a Zona de Conforto

Por que somos resistentes à mudança? Segundo Carol, isso se deve à chamada zona de conforto. O cérebro é o órgão que mais gasta energia e ele quer poupá-la. A mudança exige esforço e gera estresse.

“Quem se protege não cresce”.

Para mudar, é preciso expandir a zona de conforto e entender que a transformação passa por uma “ebulição”. O ser humano é regido ou pelo medo (que é automático) ou pela fé (que é uma escolha). O medo já está instalado desde o nascimento, então a mudança exige esforço e coragem para se arriscar.

O Feedback e o Cerebelo

No ambiente corporativo, a comunicação e as avaliações de performance ainda são grandes desafios. Carol critica a forma como o feedback é tratado — visto muitas vezes como algo negativo (“porrada”).

O feedback deveria ser desmistificado e ocorrer em dois formatos: formal (trimestral, com framework e exemplos) e informal (diário, com reforço positivo). O reforço positivo diário é devastador para o bem da produtividade e está associado à felicidade no trabalho (evoluir todos os dias).

Internamente, nosso cérebro tem o cerebelo, que atua como nosso “CIO” ou “programador”. Se não enviarmos feedback constante para ele (tanto o que está certo quanto o que está errado), ele programa tudo de maneira incorreta e repetimos comportamentos que gostaríamos de evitar.

Como Desenvolver People Skills em Outros

People Skills se desenvolvem de dentro para fora. Para ajudar os outros a evoluírem, especialmente como pais ou líderes, a melhor abordagem é fazer perguntas.

“Eu perguntando e achando o a motivação da pessoa e não a sua. Então quando eu investigo, faço perguntas, eu não tô dando respostas, eu tô fazendo com que ela acha o próximo o próprio caminho dela”.

O desenvolvimento é majoritariamente prático, seguindo o modelo 70/20/10:

  • 70% na prática.
  • 20% com perguntas, mentoring e pessoas que se admira.
  • 10% de treinamento.

Além disso, é fundamental tratar as pessoas como elas gostariam de ser tratadas, e não como nós gostaríamos.

Felicidade: Um Estado de Espírito

Para Caroline Garrafa, felicidade é um estado de espírito, não um alvo a ser buscado (como procurar a chave do carro desesperadamente, sem encontrá-la). É o sentimento de realização no day by day, entendendo a importância e o significado do que se está fazendo, mesmo diante dos altos e baixos.

Seu template pessoal para manter o equilíbrio (que não é 50/50, mas sim propósito e significado no trabalho) é cuidar do tripé: corpo, alma e espírito.

Como conselho final para quem busca o sucesso, Carol afirma que é preciso se conhecer. O sucesso é consequência de entender o que você gosta, o que faz bem e achar algo que seja vendável, gerando propósito.


Para quem busca uma transformação rápida e profunda, a Center oferece a imersão Center Experience, um “metaverso real” onde se vive em tempo de Kairos (e não Chronos), desconstruindo crenças e valores em um ambiente de segurança psicológica.


Nota: O texto base deste post foi gerado através de IA (Gemini), com o objetivo de registrar aprendizados com esse episódio do podcast. Carol Garrafa foi uma das palestrantes em um evento que aconteceu na empresa em que trabalho.

Uma Introdução a “Um Curso em Milagres”

Descobrindo a Verdade por Trás da Ilusão

Em um mundo que nos convida constantemente a viver na superfície, “Um Curso em Milagres” (UCEM) surge como um chamado profundo para uma viagem interior, uma experiência que promete nos reconectar com a fonte de amor que realmente somos. Longe de ser apenas um livro misterioso, o Curso é um caminho prático para a espiritualidade, um convite para abrir o coração e a mente e embarcar em uma jornada de autodescoberta e cura.

No vídeo Aula Introdutória do livro Um Curso em Milagres (UCEM) com Paulinha Oliveira da Frequência do Amor, do canal Frequência do Amor, Paulinha Oliveira nos traz conceitos básicos para entendermos do que se trata o livro Um Curso em Milagres, que tem transformado a Mente, o Coração e a VIDA de milhares de pessoas ao redor do mundo.

Além de ter sido estudado por professores muito queridos no campo da Espiritualidade como Lousie Hay e Eckhart Tolle, esse livro também tocou o coração de celebridades como Denzel Washington, Chris Pratt, and Marianne Williamson.

A Essência do Curso: Experiência e Prática

A principal mensagem de UCEM é que uma teologia universal é impossível, mas uma experiência universal não só é possível, como inevitável. Isso significa que o verdadeiro aprendizado não está na teoria, mas na prática e na vivência do seu conteúdo. Acredita-se que qualquer dificuldade com o livro surge da falta de prática, pois ao experienciá-lo, o que se sente é alegria e paz. A vontade de Deus para nós é a felicidade perfeita, e o Curso nos ensina a acessá-la.

Uma prática fundamental que o Curso propõe é a observação da mente. Ao longo do dia, somos convidados a perguntar a nós mesmos: “O que estou pensando agora e o que estou sentindo agora?”. Essa prática simples nos ajuda a perceber que tudo, absolutamente tudo, acontece na nossa mente. Nossos pensamentos e sentimentos são indicadores do nosso estado mental, e aprender a observá-los é o primeiro passo para o perdão e para a remoção das barreiras que nos impedem de acessar o amor e a Deus.

A História Milagrosa por Trás do Livro

“Um Curso em Milagres” veio ao mundo através de uma experiência de colaboração entre duas pessoas: Helen Schucman e William Thetford, ambos psicólogos e professores na Universidade de Columbia, em Nova York. Eles tinham uma relação de trabalho extremamente difícil e conflituosa. Cansados dessa dinâmica, Bill e Helen decidiram procurar “um outro jeito” de se relacionar, um “jeito mais amoroso, verdadeiro e carinhoso de viver”. Esse momento foi o que o livro chama de “Instante Santo”, um comprometimento interno que abre a mente e o coração para Milagres.

Após esse compromisso, Helen começou a ouvir uma voz insistente que dizia: “Este é um Curso em Milagres, tome nota”. Embora inicialmente assustada, ela seguiu o conselho de Bill e começou a escrever o que a voz ditava. Helen, que era taquígrafa, conseguia escrever rapidamente o que ouvia, mesmo podendo pausar e retomar a ditadura a qualquer momento. Esse processo durou sete anos e foi uma profunda cura para o relacionamento de Helen e Bill. O conteúdo transformou suas vidas e eles perceberam que era a resposta à sua oração.

A voz que ditou o Curso é a de Jesus. Ele se apresenta em primeira pessoa, fala de sua crucificação e se coloca como o responsável pelo processo de expiação, que é a correção da mente e o retorno à nossa conexão original.

A Linguagem Cristã e Seus Conceitos Universais

O livro utiliza uma linguagem cristã, inclusive no próprio título “Milagres”, porque, como o Curso explica, a nossa mente, especialmente no Ocidente, está repleta de conceitos cristãos, muitos deles distorcidos. O Curso vem, então, para corrigir esses conceitos e nos ajudar a acessar a verdade por trás deles, liberando-nos do medo e da rejeição. Muitas resistências ao estudar o livro vêm de se relacionar com o que se pensa sobre Jesus, milagres, pecado ou Deus, em vez de se abrir para a verdade que está além desses pensamentos.

Os Três Sistemas de Pensamento

O Curso em Milagres aborda três sistemas de pensamento que são cruciais para a nossa compreensão da mente:

  1. A Mente Una (Céu / Mente Unificada): Representa o mundo do céu, um estado de consciência de perfeição, unidade, paz plena e felicidade perfeita. Neste lugar, somos o filho de Deus, criado à Sua imagem, com atributos de eternidade, perfeição, imutabilidade, invulnerabilidade e estabilidade. Este é o nosso estado natural, a verdade sobre nós.
  2. A Mente Errada (Ego): Surge de um pensamento de tentativa de criar algo diferente do que Deus criou – o desejo de ser humano, triste, sozinho, separado. A mente errada é o sistema de pensamento do ego, uma ilusão baseada na crença da separação. É um sistema de medo, sofrimento, ansiedade, depressão, conflito, insegurança e vulnerabilidade, o oposto da nossa essência. O foco principal do treinamento do Curso está na correção desta mente.
  3. A Mente Certa (Espírito Santo / Mente Corrigida): É a resposta imediata de Deus ao nosso pensamento de separação: “Não, meu filho, você não pode ser diferente do que Eu criei”. O Espírito Santo é o pedacinho da nossa mente que escutou essa resposta de Deus, que está totalmente são e conectado à verdade. É uma voz de intuição e uma sensação de resposta interior que corrige nossa mente. Este sistema de pensamento é o amor, o oposto do medo.

O estudo do livro acontece em dois níveis:

  • No primeiro nível, ele mostra a diferença entre a Mente Una (Verdade) e a Mente Dividida (Ilusão).
  • No segundo nível, que é onde se encontra o nosso trabalho prático, ele foca na diferença entre a Mente Errada (Medo) e a Mente Corrigida (Amor). O treino é reconhecer a ilusão e entregar a correção ao Espírito Santo.

O Propósito do Curso: Remover Bloqueios ao Amor

O Curso em Milagres não tem como objetivo ensinar o significado do amor, pois isso está além do que pode ser ensinado, ele é o que você é, sua herança natural. Seu propósito é remover os bloqueios à consciência da presença do amor, que é a nossa herança natural. Isso é como “descascar a cebola”, removendo cada pensamento “sem amor” (camada de ego) que bloqueia a nossa experiência do “sonho feliz”.

A frase central do livro, que resume sua essência, é:

“Nada real pode ser ameaçado. Nada irreal existe. Nisso está a paz de Deus”.

Esta frase é a definição do perdão no contexto do Curso: a capacidade de olhar para o mundo e compreender o que é verdadeiro e o que é falso, escolhendo o amor acima de qualquer ilusão. O despertar, aqui no mundo, é ter a consciência de que estamos dentro de uma ilusão, um sonho, e saber disso nos permite permanecer em paz.

A Prática Diária e a Transformação

O estudo de UCEM é cíclico, o que significa que, ao reler e praticar, sempre nos lembramos de novas verdades e abrimos a mente ainda mais. Embora seja um “curso obrigatório” em nossa jornada de retorno à verdade, o momento em que decidimos fazê-lo é voluntário.

A mente egoica, baseada na crença do tempo e do espaço, nos leva a experienciar o caminho de volta para casa de forma dolorosa. No entanto, o Curso e o Espírito Santo aceleram nosso caminho, pois o milagre é a ausência de tempo, o contato com a eternidade.

Jesus, através do Espírito Santo, quer realizar milagres através de nós de forma indiscriminada. Nossa parte é entregar nossa mente a Ele, reconhecendo os pensamentos equivocados do ego para que Ele possa corrigi-los. Ele cuida de tudo para nós no tempo e no espaço, desde problemas financeiros até de saúde, se nos preocuparmos em cultivar essa conexão.

A estrutura do livro, com seus 31 capítulos teóricos e 365 exercícios práticos, foi projetada para treinar nossa mente e nos ensinar a entregar nossas aflições ao Espírito Santo. A resistência que sentimos ao estudar o Curso é apenas o ego gritando, tentando manter seu sistema de pensamento. No entanto, a verdade é sempre alegre, leve, doce e gentil.

O Chamado e o Caminho

“Um Curso em Milagres” é um conteúdo universal, que nos ajuda a olhar para tudo em nossa vida através da lente da consciência existencial e espiritual. Ele não resolve problemas específicos, mas sim nosso único verdadeiro problema: a desconexão com a fonte, a inconsciência de quem somos de verdade.

Não é um livro para todos, e é importante sentir se o chamado em seu coração é sincero. Se for, a devoção e o comprometimento são fundamentais, pois o Curso desafiará profundamente a nossa mente. A prática do estudo pode ser feita individualmente, em grupos (como o grupo online da Frequência do Amor), ou até mesmo usando o livro como oráculo. Não há uma forma “certa” ou “errada” de estudá-lo, apenas a sua devoção.

A jornada de UCEM é um processo de desaprender o que é ilusório e despertar para nossa verdadeira natureza. É um convite para reconhecer que a mente identificada com o ego nos mantém no medo e na ilusão, e que o treino é passar a nos identificar com a verdade. Como Paulinha Oliveira compartilha de sua própria experiência, o Curso pode transformar uma vida vivida em um “quarto escuro” com poucos momentos de luz, para uma vida vivida na luz, onde os momentos de “luz apagada” são vistos como convites para acendê-la novamente, com a ajuda do Espírito Santo.

Que esta introdução inspire você a explorar “Um Curso em Milagres” e a se abrir para a transformação que ele oferece.


Notas:


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Descansar é Escolher Confiar em Deus

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A Chave para a Paz e a Eficiência em Um Curso em Milagres

Em um mundo que incessantemente nos impulsiona a “fazer”, a “resolver” e a “ser proativo”, o conceito de “descansar em Deus”, explorado em profundidade por “Um Curso em Milagres” (UCEM), surge como um convite revolucionário e paradoxal. Longe de ser uma mera inatividade física, esse descanso é um estado mental poderoso que nos conecta diretamente com a nossa verdadeira natureza e com o Divino.

No vídeo DESCANSAR é escolher CONFIAR, Paulinha Oliveira nos traz reflexões importantes sobre o significado de “deixar Deus ser Deus” para encontrarmos na mente um lugar de descanso, mesmo em meio as atividades do cotidiano.

O Esforço do Ego versus a Humildade da Confiança

Frequentemente, quando nos sentimos preocupados, estressados, ansiosos ou até deprimidos, estamos, na verdade, tentando ser Deus. Estamos operando a partir do nosso ego, que insiste em resolver tudo do nosso jeito, em saber todas as respostas e em ter que dar conta de tudo. Essa mentalidade nos leva ao cansaço extremo, como se estivéssemos dizendo: “Deixa que eu resolvo, eu faço, eu preciso saber, eu tenho que dar conta”. É um movimento arrogante que bloqueia nossa conexão com o Espírito e com Deus, tornando nossa mente menos inspirada.

A escolha de descansar, por outro lado, é um passo de profunda humildade. É o ato de entregar, de reconhecer: “Não sei como resolver nada, não sei de nada”, e confiar que Deus sabe e já está cuidando de tudo. Quando escolhemos descansar, estamos escolhendo confiar que “Deus é Deus” e que Ele já tem tudo o que precisamos.

O Que Significa “Descansar em Deus”?

É crucial entender que descansar em Deus não tem nada a ver com o corpo. Não se trata da quantidade de sono que você tem, nem da quantidade de coisas que você faz ou deixa de fazer. O descanso está sempre na mente.

Uma mente descansada é o nosso estado natural. A falta de descanso é antinatural, o que explica o aumento de diagnósticos relacionados à incapacidade da mente de descansar nos últimos anos. O descanso não vem do sono, mas do despertar – do reconhecimento de que esse estado de descanso em Deus é o nosso estado natural.

Os Benefícios Poderosos do Descanso Mental

Quando a sua mente está descansada, você experimenta uma série de benefícios transformadores:

  • Precisão e Perfeição: Suas atitudes, palavras e pensamentos tornam-se precisos e perfeitos, porque estão alinhados com o Espírito Santo e, consequentemente, com Deus. A precisão e a perfeição do Espírito são qualidades inerentes a uma mente que confia e descansa.
  • Inspiração e Conexão: No estado de descanso, sua mente fica profundamente inspirada. A inspiração vem de dentro, do contato com o Espírito.
  • Produtividade e Eficiência: Contraintuitivamente, quanto mais descansada sua mente estiver, mais produtivo, leve, alegre, preciso e eficiente você será. O esforço, na verdade, bloqueia a inspiração, a precisão e a perfeição.
  • Paz e Expansão: O estado natural da mente é um lugar de descanso, precisão, perfeição, paz e expansão.

Como Praticar o Descanso em Deus no Dia a Dia

A lição 109 do livro de exercícios de Um Curso em Milagres, “Eu descanso em Deus”, é uma ferramenta poderosa para essa prática. Em situações desafiadoras, diante de um problema, ou mesmo ao ouvir um irmão compartilhar suas dificuldades, podemos internalizar “eu descanso em Deus”. Isso permite que nossa mente permaneça em um lugar amoroso e verdadeiro, aberta para aprender e compartilhar.

A experiência mostra que, mesmo fazendo muitas coisas, é possível estar em um lugar de descanso.

Artistas brilhantes, por exemplo, buscam o “ócio criativo”, que é um reflexo desse descanso em Deus. Ao invés de se esforçar para realizar uma tarefa, como escrever um e-mail importante, busque um momento de não esforço. Faça algo que te inspire – olhe para o céu, leia o Curso, ouça uma música – para que a tarefa seja realizada a partir de um lugar de inspiração e leveza, não de esforço.

Despertar para a Nossa Verdadeira Natureza

Não precisamos chegar ao limite do cansaço e do esforço para escolher descansar. Essa escolha pode ser feita a qualquer momento, aqui e agora. O mundo valoriza o esforço e a proatividade do ego, mas o Curso nos lembra que nosso verdadeiro lugar é o de repouso e confiança.

A jornada de aprender a descansar em Deus é um processo de humildade e entrega. É o convite para parar de querer ser Deus e, em vez disso, aprender a deixar Deus ser Deus. Despertar para nossa realidade como espírito e descansar em Deus é o caminho para uma vida mais leve, inspirada e verdadeiramente eficaz.

Que possamos, juntos, embarcar nesse bom descanso! 🙏


Notas:

  • O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e expressa o que gostaria de compartilhar sobre minha experiência com o UCEM. Baseado no vídeo: DESCANSAR é escolher CONFIAR, do canal Frequência do Amor
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

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Combatendo a Ruminação Através de um Blog

Manter um blog pode ser uma ferramenta poderosa para lidar com a ruminação e promover o autoconhecimento. Ao externalizar pensamentos e sentimentos, você cria um espaço para processar suas experiências de forma construtiva. A Inteligência Artificial Generativa (GenAI) pode facilitar esse processo, ajudando a transformar grandes volumes de pensamentos ruminativos em posts de blog coerentes.


A ruminação é o ato de pensar repetidamente sobre um problema, pensamento ou sentimento, sem chegar a uma solução. É como um disco arranhado na mente, que pode levar à ansiedade, depressão e estresse. O blog oferece uma saída para essa espiral:

  • Externalização dos Pensamentos: Escrever em um blog permite que você tire os pensamentos da sua cabeça e os coloque em um formato tangível. Isso pode ajudar a quebrar o ciclo de ruminação, pois você não está apenas “pensando” neles, mas os está “vendo” de uma perspectiva diferente.
  • Organização e Clareza: O ato de escrever exige que você organize seus pensamentos de forma coerente. Ao fazer isso, você pode começar a ver padrões, identificar gatilhos e entender melhor a origem de seus sentimentos ruminativos. Isso traz uma clareza que o mero pensamento não consegue.
  • Distanciamento Emocional: Quando você escreve sobre suas preocupações, você cria um certo distanciamento emocional. Em vez de estar imerso no problema, você se torna um observador, o que facilita a análise objetiva e a busca por soluções.
  • Liberação e Alívio: O processo de colocar para fora o que está te afligindo pode ser incrivelmente catártico. É como tirar um peso de dentro de você, proporcionando uma sensação de alívio e leveza.

Desenvolvendo o Autoconhecimento Através do Registro 🧘‍♀️

Além de combater a ruminação, o blog funciona como um diário de bordo da sua mente, um recurso valioso para o autoconhecimento:

  • Identificação de Padrões de Pensamento e Comportamento: À medida que você escreve regularmente, começará a notar padrões em seus pensamentos, emoções e reações. Isso pode revelar crenças limitantes, hábitos não saudáveis ou até mesmo pontos fortes que você não reconhecia.
  • Reflexão e Autoavaliação: O blog se torna um espaço para a reflexão contínua. Você pode revisitar postagens antigas, comparar como se sentia em diferentes momentos e avaliar seu progresso pessoal. Essa autoavaliação é crucial para o crescimento.
  • Conexão com Seu Eu Interior: Ao se dedicar à escrita, você dedica tempo a si mesmo, escutando sua voz interior. Esse processo pode fortalecer a conexão com seu eu autêntico, ajudando-o a entender quem você realmente é, o que valoriza e o que deseja.
  • Validação de Experiências: Publicar seus pensamentos (seja para o público ou em um blog privado) pode trazer uma sensação de validação. Ver suas experiências em palavras pode confirmar que seus sentimentos são reais e que você está lidando com eles. Se optar por compartilhar publicamente, comentários e interações podem reforçar ainda mais essa validação e criar um senso de comunidade.
  • Celebração do Progresso: O blog serve como um registro do seu crescimento. Ao reler postagens antigas, você pode perceber o quão longe chegou, as dificuldades que superou e as lições que aprendeu. Isso fomenta a gratidão e a autoapreciação.

Como a GenAI Pode Potencializar a Escrita do Blog 🤖

A Inteligência Artificial Generativa (GenAI) pode ser uma aliada poderosa para transformar a torrente de pensamentos ruminativos em conteúdo organizado e publicável, superando o bloqueio da página em branco:

  • Transformação de Ideias Brutas em Texto Coerente: Você pode simplesmente despejar seus pensamentos, ideias e sentimentos, mesmo que desorganizados, em uma ferramenta de GenAI. A IA pode então estruturar essas informações, identificar temas centrais e criar um rascunho inicial de post de blog. Isso é especialmente útil quando a ruminação impede a clareza e a organização.
  • Superando o Bloqueio Criativo: A ruminação muitas vezes vem acompanhada de um sentimento de estagnação. A GenAI pode gerar prompts de escrita, sugerir títulos, e até mesmo expandir parágrafos curtos, ajudando a iniciar o processo de escrita e a manter o fluxo.
  • Otimização e Refinamento do Conteúdo: Uma vez que você tem um rascunho, a GenAI pode auxiliar na edição e no aprimoramento. Ela pode corrigir a gramática, a pontuação, sugerir melhorias na clareza e na concisão, e até mesmo adaptar o tom do texto para o que você deseja expressar. Isso economiza tempo e energia, permitindo que você se concentre mais no conteúdo emocional.
  • Sugestão de Estrutura e Formato: Se você não tem certeza de como organizar seus pensamentos, a GenAI pode sugerir estruturas de post de blog, como introdução, desenvolvimento de pontos e conclusão, tornando o processo menos intimidante.
  • Anonimato e Segurança: Embora não seja um recurso exclusivo da GenAI, a possibilidade de usar ferramentas de IA para processar seus pensamentos antes de publicá-los, ou mesmo para manter um diário privado gerado por IA, pode oferecer uma camada extra de anonimato e segurança para quem hesita em escrever abertamente.

Em suma, manter um blog é mais do que apenas escrever; é uma prática de autocuidado e autodescoberta. Ele oferece um santuário para seus pensamentos, um espelho para sua alma e uma ferramenta eficaz para navegar pelos desafios da ruminação, pavimentando o caminho para um autoconhecimento mais profundo e uma vida mais consciente.

Com a ajuda da GenAI, o processo de transformar pensamentos internos em publicações externas pode se tornar mais acessível e menos assustador.

Você já pensou em começar um blog para esses propósitos? Como você imagina que a GenAI poderia te auxiliar nesse processo?


Notas:

  • O texto base deste post foi gerado através de IA (Gemini) e expressa um dos aprendizados mais legais do meu primeiro mês de adoção da GenAI: Brain Dump com ajuda de GenAI está tirando toneladas das minhas costas, cabeça, peito… em cada post – criado a partir de um prompt. Recomendo.
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

Post complementar: Brain Dump – para Neurodivergentes

Transborde: O Mundo Precisa da Sua Criação

Por Que Parar de Consumir e Começar a Criar

Em um mundo onde somos constantemente bombardeados por estímulos e informações, a ideia de parar de consumir e começar a criar pode parecer contra-intuitiva. No entanto, um vídeo do canal Rafael Gratta intitulado Você consumiu o suficiente, Deus quer que você comece a criar traz uma mensagem poderosa e urgente sobre como essa mudança pode transformar sua vida e o mundo ao seu redor.

https://www.youtube.com/watch?v=yzwEWRYWkWc

O Problema do Consumo Crônico

Gratta compartilha sua própria experiência de trabalhar 8 horas por dia em um emprego útil, mas sentir um vazio porque não estava criando nada “seu”. Aliado a isso, ele vivia consumindo todo tipo de informação, pornografia e comida, preso em um ciclo de consumo crônico. Ele percebeu que seu erro inicial foi tentar consumir mais informações (livros de autoajuda, vídeos) na esperança de encontrar o “elixir sagrado” para começar a criar.

Essa busca incessante por consumir, sem a contrapartida da criação, gera um conflito interno. O problema não é o consumo em si, mas a passividade e a falta de propósito criativo.

A Virada para a Criação: Ser um Canal Divino

A virada para o Gratta veio em maio de 2022, quando ele decidiu parar de consumir passivamente e começar a criar. Isso envolveu parar de consumir pornografia e reduzir drasticamente o consumo de informações, direcionando o que era consumido para a escrita de roteiros, transformando-o em um consumo orientado. A chave é entender que você precisa ser um canal divino, um instrumento do universo, para processar tudo o que aprendeu e canalizar de forma única, deixando sua marca e seu presente para o mundo.

Lições Essenciais para Quem Quer Começar a Criar

  1. “Todo trabalho traz proveito, mas quem só conversa passará necessidade”: Inspirado no livro de Provérbios do Rei Salomão, essa passagem destaca que a fofoca e a conversa improdutiva, embora possam gerar picos imediatos de dopamina e uma falsa sensação de controle, afetam a motivação a longo prazo. Pessoas que julgam os outros muitas vezes se impedem de serem suas versões mais autênticas. Focar no trabalho e na criação é o caminho para o proveito real.
  2. Observe o que você Consome para Encontrar o que Criar: Se você não sabe o que criar, preste atenção nas coisas que você tem consumido. Digira e revise essas informações. Isso lhe dará boas dicas sobre o que realmente te interessa, o que te dá vontade de estudar, aprender e ensinar.
  3. Crie Comprometimento (Accountability): O autor sugere criar algum tipo de responsabilidade externa para se manter criando. No caso dele, postar três reels por dia no Instagram o obrigou a continuar, pois tinha uma audiência acompanhando. Ter alguém te checando ou um desafio diário pode facilitar o processo.
  4. Assuma a Identidade de Criador: Comunique às pessoas ao seu redor que essa é a sua nova identidade. Seja você um pintor, um músico, um escritor, declare-se como criador. Isso reforça seu comprometimento e ajuda a testar como essa nova identidade se manifesta em sua vida.
  5. Entenda Seu Contexto Espiritual e Propósito: O vídeo enfatiza que “somos feitura sua, criados em Cristo para as boas obras”. Isso significa que temos a responsabilidade de criar. Quando entendemos que somos instrumentos do Universo, saímos de um estado autocentrado e vamos para um estado de entrega e expansão de consciência.
    • Propósito não é o que você faz, mas o que você É: Seu propósito não é sua profissão (ex: ser advogado), é muito mais do que isso. O verdadeiro propósito e a felicidade estão no aqui e agora, na consciência divina que flui através de você.
  6. Evite a Síndrome do Salvador e o Ego: Muitas vezes, negligenciar a parte espiritual da vida leva a um estado mais perdido e autocentrado, resultando em sofrimento. A síndrome do Salvador, onde se tenta “salvar o mundo” e os outros, esquecendo de viver a própria vida e amar a si mesmo primeiro, é um caminho demoníaco. A relação mais importante é com você mesmo e com o Divino, e só a partir daí você pode amar o próximo sem se abandonar.
  7. Transcendendo o Ego e Entrando em Fluxo (Flow): O excesso de racionalidade e a ruminação (ativando a Default Mode Network) nos prendem em um ciclo de auto-referência. Ao contrário, a consciência do todo e a entrega ao que se está fazendo ativam a Task Positive Network, permitindo que você entre em um estado de fluxo, um estado espiritual onde você transcende o corpo e o ego. Trabalhar com as mãos, como sugerido na Bíblia, é uma forma de entrar nesse estado de gratidão e propósito.

O Alívio do Choro e a Liberação Emocional

Uma parte fundamental para a criação e para a cura é a liberação emocional.

A sociedade atual suprime emoções, tornando tudo intelectualizado e racionalizado.

O choro, por exemplo, é um paradoxo: ele eleva o cortisol (hormônio do estresse) ao lembrar memórias dolorosas, mas também libera oxitocina e serotonina (hormônios de bem-estar e conexão), trazendo alívio.

Emoção significa “mover para fora”. Se tristeza, rejeição, vergonha e culpa não são movidas para fora de forma intencional (choro, terapia, escrita), essa energia fica estagnada ou se manifesta em impulsividade e vícios.

Assim como o cavaleiro que só conseguiu se livrar da armadura chorando, liberar as emoções é crucial para a cura e para se tornar vulnerável e autêntico.

Comece Pequeno, mas Comece Hoje

A mensagem final é clara: comece a criar hoje. Comece pequeno, não importa o quão insignificante pareça. Essa pequena vitória gerará um efeito exponencial imenso a longo prazo. O cérebro não consegue conceber o poder cumulativo de fazer um pouco todo dia ao longo de um ano.

Em vez de demandar que a vida faça sentido ou seguir roteiros pré-determinados que não funcionam mais, é hora de parar de fingir, parar de performar e começar a improvisar e se entregar à criação da sua própria realidade. Você não precisa de permissão para ser você mesmo; você é quem traz a presença para o vácuo da realidade, é o criador da sua própria realidade.

O mundo em colapso oferece uma chance de voltar para o mundo interno, para o espiritual, onde o verdadeiro mundo reside. Pare de tentar se encaixar em instituições mortas e sistemas que já estão em colapso. Você foi feito para reescrever o sistema, não para sobreviver a ele.

Se você se sente perdido, sem propósito, comece a criar. Essa é a chave para a sua liberdade e para construir uma base sólida espiritual e emocional, independentemente do mundo externo.


Notas:


Posts para pensar na VIDA:

Libertando-se da Coletividade

Picard, Aceitação Radical… e a Tapeçaria da Vida

Estar Certo ou Ser Feliz?

O Apocalipse Chegou, por Rafael Gratta

O Apocalipse Chegou, por Rafael Gratta

O vídeo do YouTube O mundo já acabou. Você só ainda não percebeu., de Rafael Gratta, argumenta que o apocalipse já ocorreu, manifestando-se não como um evento cataclísmico, mas como um declínio gradual das instituições, da confiança e do bem-estar humano.

Gratta advoga por uma reconexão interior através da espiritualidade, da consciência emocional e de práticas como o choro e a visualização, enfatizando que a verdadeira batalha é interna, não externa.

No vídeo, ele também critica a busca incessante por validação externa e o conformismo, defendendo a necessidade de reescrever a própria realidade e buscar um caminho autêntico para a VIDA.

Por Que Não Percebemos e Como Podemos Reagir?

A maioria das pessoas imagina o apocalipse como um evento cataclísmico, com cometas e asteroides, algo repentino e avassalador. Mas e se a verdadeira “revelação” – o significado original da palavra grega Apokalipses – já estivesse acontecendo, de forma tão gradual que mal a percebemos? É essa a provocação central do vídeo “O mundo já acabou. Você só ainda não percebeu.” de Rafael Gratta.

Assim como um sapo em água fervente pula, mas o mesmo sapo em água que esquenta lentamente é cozido vivo, estamos vivenciando um colapso lento e progressivo de tudo o que parecia estável em nossa sociedade.

Os Sintomas do “Novo Apocalipse”

O vídeo descreve um cenário de desmonte generalizado em diversas esferas:

  • Economia e Sociedade: A confiança institucional está em queda livre, com 62% das pessoas acreditando que os líderes mundiais intencionalmente enganam o público. O caos foi normalizado, manifestando-se em guerras culturais online, cancelamentos, falta de ética e traições. O preço dos imóveis disparou em comparação com a geração anterior, exigindo o dobro do tempo de trabalho para a mesma aquisição (de 3 para 7 anos em média). A insegurança no emprego é alta, com 86% das pessoas temendo perder o trabalho e a previsão de que 65% dos empregos atuais não existirão em 10 anos. Casamentos duram, em média, apenas 8 anos, com 50% terminando em divórcio.
  • Crise Moral e Institucional: Há uma crise moral em instituições como governos corruptos, igrejas desvirtuadas, ciência “comprada” e mídia manipuladora. A estrutura familiar, base da sociedade, está em colapso, impulsionada pelo aumento do consumo de pornografia e pelo abandono do desejo de construir uma família por uma massa de homens.
  • Saúde e Bem-Estar Psicológico: 42% dos jovens relatam sentimentos de tristeza e desesperança. A falta de direção, sentido e propósito é uma queixa comum. O vídeo aponta que estamos nos tornando máquinas que pensam (tipo papagaios? 👀), mas não sentem, racionalizando e suprimindo emoções diante de perdas e términos. Essa supressão emocional, combinada com o excesso de estímulos e informações das redes sociais, não é evolução, mas “amputação”.
    • A “razão” como falso deus: A razão se tornou um novo deus, exigindo o sacrifício de nossa atenção e alma. Isso treina o cérebro a favorecer o pensamento analítico e reativo, suprimindo a introspecção, contemplação e empatia.
    • Cinismo e Ruminação: O pensamento excessivo e a ruminação depressiva, uma forma de fugir das emoções, ativam redes cerebrais associadas à depressão e ansiedade. O cinismo e o sarcasmo, vistos socialmente como sinais de respeito, são na verdade mecanismos de supressão emocional e estão correlacionados com depressão, ansiedade e fadiga mental e física. A incapacidade de processar a tristeza pode levá-la a virar apatia, culpa e vergonha.
    • Doenças Modernas: As quatro doenças que mais “nos levam embora” – infarto e AVC, câncer, Alzheimer/demência e diabetes – dispararam nos últimos anos, sustentando um sistema trilionário.

O Problema da Excessiva Racionalidade

O erro, segundo o vídeo, reside na idolatria de nossa própria mente e ego, separada da humildade, da alma e do amor. Assim como Lúcifer, que representava a criatura mais inteligente, mas também a mais orgulhosa, buscamos entender e controlar tudo, criando nossa própria ordem e adorando nossa própria obra. Quando não movemos emoções como tristeza, rejeição, vergonha ou culpa de forma consciente (através do choro, terapia, diálogo, escrita), essa energia estagnada pode se manifestar inconscientemente através de impulsividade, vícios, promiscuidade, pornografia ou apatia extrema.

A Revelação: Como Encontrar Propósito e Sentido

A boa notícia é que, para alguns, esse é apenas o começo. O colapso do mundo externo oferece uma chance de retornar ao mundo interno, pois Deus está dentro de você. O verdadeiro mundo é o espiritual, e o que vemos é uma ilusão que acabará. A guerra real não é física, mas sim espiritual, dentro de nossa mente e contra padrões inconscientes.

O vídeo oferece um caminho de “revelação” e reconstrução:

  • Reconstrua Sua Identidade: Pare de tentar se encaixar em um mundo que já está em colapso e de se apegar a instituições “mortas”. Recupere sua identidade, olhando mais para dentro e focando em valores intrínsecos.
  • Abra-se às Emoções:
    • Chorar: Permitir-se chorar é uma poderosa liberação. O choro tem um registro único no cérebro, liberando estresse (cortisol) e bem-estar (oxitocina, serotonina) simultaneamente, gerando alívio. A analogia do livro “O Cavaleiro Preso na Armadura” demonstra que o choro pode libertar de uma “armadura” de contração emocional.
    • Escrever (Catarse Emocional): Escrever em um diário, especialmente cartas catárticas para pais ou ex-parceiros, é uma forma de expressar emoções presas e curar feridas. Depois de ler em voz alta, a carta pode ser descartada, e uma carta de gratidão pode ser escrita e relida por alguns dias para reforçar um circuito positivo no cérebro.
    • Escanear o Corpo/Meditar: Parar intencionalmente para processar emoções, observar sensações no corpo e fazer práticas de respiração profunda (que estimulam o nervo vago e o sistema nervoso parassimpático) ajuda a sair do excesso de racionalidade e ruminação.
  • Mova-se (Exercício Físico):
    • Exercícios Intensos: São um dos maiores preditores de longevidade e um “reset” para o sistema nervoso. Aumentam células de defesa contra tumores (linfócitos NK) e o BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro), que eleva a neuroplasticidade (capacidade do cérebro de se remodelar).
    • Dança: É uma das atividades mais saudáveis para o cérebro.
    • Banho Gelado: Aumenta noradrenalina, catecolaminas e dopamina.
    • Músculo: Construir massa muscular é fundamental para o “capital metabólico” e a capacidade cognitiva.
  • Práticas Espirituais:
    • Propósito e Sentido: A vontade de viver não vem de mais energia, mas de ter propósito, sentido e direção, como visto nos sobreviventes dos campos de concentração nazistas estudados por Viktor Frankl.
    • Fé e Oração: Pessoas com práticas espirituais têm 50% menos incidência de depressão, ansiedade e doenças mentais. A oração reforça o circuito de gratidão, aumenta a imunidade (IgA) e torna o dia mais intencional. Gratta, mais uma vez, compartilha que tem Jesus Cristo como centro de sua vida espiritual.
  • Mude Sua Mentalidade:
    • Visualização: O cérebro pode ser um mapa para o futuro. Visualizar quem você quer ser ou como um evento vai acontecer (como atletas e músicos fazem) ativa regiões cerebrais semelhantes à prática real e é “absurdamente poderoso”.
    • Obsessão Direcionada: Use a obsessão a seu favor, direcionando-a para um propósito ou missão, em vez de pessoas ou coisas. Isso leva a um estado de “flow” e de serviço, saindo da autorreferência e do ego.
    • Você é o Criador: Pare de buscar permissão; você traz a presença para o vácuo da realidade e é o criador da sua própria realidade. Pare de fingir e de performar; comece a improvisar e a se entregar à criação.
    • Descanse Intencionalmente: Dormir é um ato de “deixar ir”, que deve ser intencional.

O mundo, da forma como o conhecemos, pode ter chegado ao fim. Mas essa “revelação” é um convite para pararmos de nos anular para caber em padrões quebrados e, em vez disso, reescrever a realidade a partir de dentro.


E gente… que delícia, alívio, alegria e paz ao ouvir o nome Viktor Frankl saindo da boca de alguém que impacta a vida de milhões de pessoas. 🙌✨✨✨

Teremos um post sobre Viktor Frankl – sinceramente, não consegui pensar até agora num prompt para um post sobre Viktor Frankl. Como é que a gente apresenta um cara desse?

Por enquanto, fica aqui uma entrevista com ele. Pra encher o coração e nutrir a Alma. ✨

E um resumo sobre seu livro, Em Busca de Sentido, do canal Seja Uma Pessoa Melhor 👇


Notas:


Outros posts para pensar na VIDA:

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Estar Certo ou Ser Feliz?

Encarando nossa Revolta contra Deus

Gasparetto: “Você Não Tem Que Nada!”

Você Não Tem Que Nada! – As Poderosas Lições de Gasparetto para uma Vida mais Leve

Em um mundo onde as cobranças parecem vir de todos os lados – da sociedade, da família e, principalmente, de nós mesmos – Gasparetto nos convida a uma reflexão profunda e libertadora no vídeo VOCÊ NÃO TEM QUE NADA! – Gasparetto conversando com você #152.

Ele nos desafia a questionar o “tem que” e a tomar posse de nossa própria vida.

Vamos mergulhar nas lições essenciais que ele compartilha para encontrar mais paz e prosperidade:

  • Foque na Solução, Não na Explicação: Muitas vezes, perdemos tempo explicando os “porquês” de tudo, mas essa explicação raramente resolve algo ou faz a vida fluir. Gasparetto sugere que o entendimento que realmente importa é aquele que te articula, te move, te impulsiona a uma solução ou transformação. Em vez de se prender a justificativas, concentre-se em encontrar maneiras de fazer as coisas funcionarem.
  • Desmascare o “Você Tem Que”: Esta é uma das mensagens centrais. A frase “você tem que” é descrita como uma forte forma de falta de consideração e desvalorização de nós mesmos. Quando nos forçamos a fazer algo “porque temos que”, ignoramos nossas próprias vontades, motivações, interesses e condições atuais. Essa atitude interfere diretamente na prosperidade, pois o valor que exalamos vem do cultivo do alto valor, do autorrespeito e da autoconsideração. Não trabalhe porque “tem que”, mas porque você tem motivos, propósitos e razões interiores.
  • A Felicidade é um Fenômeno Interior: Gasparetto enfatiza que a felicidade não está em atender às expectativas externas ou em ser “bacana” para o mundo, mas sim em conseguir se fazer estar bem interiormente. Ele nos lembra que as cobranças geram tensão, estresse e um cansaço que muitas vezes nem percebemos. Ser feliz com base em obrigações e ignorando a si mesmo é impossível.
  • Aceite seus Limites e Seja Honesto Consigo: É crucial reconhecer e aceitar seus próprios limites, em vez de se torturar com o que não pode ser feito. Gasparetto chama de falta de humildade tremenda a pretensão de continuar cobrando de si mesmo o que já se tentou e não deu certo. Modéstia é ver a verdade da sua situação atual. Não se sinta incapaz ou culpado por não ter certas condições; simplesmente não tem.
  • Tome Posse de Si e Cultive a Autoconsideração: Você é um adulto, uma pessoa livre e inteligente. Ninguém mais pode colocar ordem e paz dentro de você; essa é uma responsabilidade sua. Cultivar a autoconsideração significa entender seus sentimentos, seus motivos e o que realmente vale para você. Quando você faz algo pelo seu corpo, por exemplo, deve ser para si, pelos seus motivos, com boa vontade e gosto, sem sacrifício, porque é importante e te faz bem.
  • Abandone o Sofrimento e as Expectativas Irreais: Gasparetto afirma que o sofrimento é uma opção. Se você está sofrendo, é porque está escolhendo essa opção. As expectativas impossíveis e a tentativa de forçar o impossível levam à frustração, raiva e conflitos. Não se queixe ou tente mudar os outros; decida dentro de você o que é melhor e o que te traz paz.
  • Abra-se para o Novo e a Aventura da Vida: Quando você para de se prender a expectativas rígidas e ao que “tem que fazer”, abre-se para uma opção de possibilidades inexploradas. A vida, então, se torna uma aventura divertida e enriquecedora, como uma viagem sem expectativas, onde cada nova experiência é bem-vinda. Essa flexibilidade permite que você experimente e descubra novas alegrias e horizontes.

Gasparetto nos encoraja a dar uma paz a nós mesmos.

Ao nos libertarmos da tirania do “ter que” e das cobranças, podemos soltar o que nos prende, encontrar nossa verdadeira motivação e finalmente viver uma vida mais leve, plena e feliz. A vida é gostosa, cheia de prazer, mas só quando não somos dominados por cobranças rígidas.


Notas:

  • O texto base deste post foi gerado através de IA (NotebookLM) e pontua lições importantes deste episódio de um programa do Gasparetto disponível no canal Editora Vida & Consciência [OFICIAL].
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

Para mais chineladas do Gasparetto:

O Preço Oculto da Autodesconsideração

Gasparetto – A GENTE NÃO DEIXA PRA LÁ

Gasparetto – Sobre a REALIDADE

O Eco das Despedidas

Fechando Ciclos com a Ajuda de “Ghost Whisperer”

Quem nunca se pegou pensando nos “e se” da vida, naquelas pontas soltas que insistem em nos prender ao passado? Em “Ghost Whisperer”, a série que marcou época, acompanhamos Melinda Gordon (Jennifer Love Hewitt) em sua missão de ajudar espíritos a “ir para a luz”. Mais do que meras histórias sobrenaturais, a série nos oferece uma rica tapeçaria de reflexões sobre um tema universal e profundamente humano: o fechamento de ciclos.

Melinda não apenas via fantasmas; ela sentia a dor, o arrependimento, a saudade e as pendências que os impediam de encontrar a paz. Cada episódio era uma jornada para desvendar o que prendia o espírito ao plano terreno e, consequentemente, ajudá-lo a se libertar. E não é exatamente isso que precisamos fazer em nossas próprias vidas?

A Importância de Dizer Adeus

Muitas vezes, a dor de um término, a frustração de um sonho não realizado ou o peso de uma decisão passada nos impedem de seguir em frente. Assim como os espíritos em “Ghost Whisperer” precisavam resolver seus assuntos inacabados para encontrar descanso, nós também precisamos nos confrontar com nossas próprias “pendências” emocionais.

Pense nos fantasmas que assombram nossa própria mente: um amor que se foi e não tivemos a chance de nos despedir adequadamente, uma amizade que se desfez em silêncio, um emprego que terminamos sem um sentimento de conclusão. Essas são as nossas próprias almas perdidas, esperando por um gesto, uma palavra, ou simplesmente o reconhecimento de que é hora de seguir em frente.

O Poder da Conclusão

Melinda nos ensina que fechar um ciclo não significa apagar o que aconteceu. Pelo contrário, significa reconhecer a experiência, aprender com ela e, finalmente, dar a ela o seu devido lugar no passado. É como arrumar um armário: você não joga fora as roupas que já usou, mas as dobra e guarda organizadamente, abrindo espaço para o novo.

Os espíritos, por mais presos que estivessem, sempre encontravam a luz quando suas histórias eram ouvidas, suas mágoas reconhecidas e seus desejos finais atendidos. Da mesma forma, nós precisamos nos permitir sentir, refletir e, por fim, encontrar nossa própria forma de “ir para a luz”.

Nossos Próprios Fantasmas

Quais “fantasmas” você sente que precisam de um adeus em sua vida? Um relacionamento que se encerrou, um projeto que não vingou, uma mágoa antiga que ainda te prende? O exercício de fechar ciclos é um ato de coragem e amor-próprio. É permitir-se a dor da despedida para, então, abraçar a liberdade de um novo começo.

“Ghost Whisperer” nos lembra que a vida é um constante fluir, e que cada fim carrega em si a semente de um novo início. Que tal aproveitar essa reflexão para identificar aquele ciclo que você precisa fechar e dar o primeiro passo rumo à sua própria Luz?


Notas:

  • O texto base deste post foi gerado através de IA (Gemini) e, pra mim, apresentou de maneira satisfatória a série Ghost Whisperer, que no Brasil ficou conhecida como Entre Vidas.
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

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O Livro Tibetano dos Mortos

Picard, Aceitação Radical… e a Tapeçaria da Vida

Jornada de Cura da Criança Interior

Como Cuidar da Sua Criança Interior e Transformar Sua Realidade, com Evelyn Roos

Você já se perguntou como se livrar dos traumas da infância e viver uma realidade mais amigável?

A boa notícia é que existe um caminho, e ele começa com o trabalho da criança interior. Evelyn Roos, mentora e terapeuta holística focada na criança interior é uma referência sobre esse processo de autocura e reconexão com nosso eu mais profundo.

Este texto foi criado com ajuda de IA (NotebookLM), com vídeos que assisti num momento em que precisei muito processar questões não resolvidas da minha infância. O material da Evelyn chegou num momento em que estava pronta para um outro nível desse trabalho.

Se você nunca pensou sobre isso, vale iniciar o assunto com Como cuidar da sua Criança Interior? 👇

O Que É a Criança Interior?

A criança interior não é apenas uma metáfora; é o senso do seu ser, composto por seus pensamentos, emoções, sensações corporais e vibrações. Quando essa criança está ferida, seu senso de “eu sou” também está ferido, permeado por camadas de culpa, medo, vergonha e traumas da infância. Isso se manifesta como uma sensação de que não há solução para sua vida, acompanhada de constante culpa, angústia e medo.

Como os Traumas Afetam Nossa Criança Interior

Evelyn Roos enfatiza que o maior trauma que uma pessoa pode ter não é um acidente isolado, mas sim um trauma de desenvolvimento. Esse trauma começa até mesmo no útero, moldando as primeiras impressões negativas sobre a vida. Ele gera uma fragmentação tão grande da consciência que, muitas vezes, a única forma de lidar com isso é através de uma divisão interna entre suas partes vulneráveis (a criança interior) e suas partes protetivas (o ego).

Muitos de nós nos sentimos abandonados emocionalmente na infância. Isso acontece quando os pais não conseguem espelhar as emoções do filho, invalidando sentimentos como medo, tristeza ou ansiedade. Essa sensação de negligência emocional silenciosa pode levar à dificuldade de lidar com as próprias emoções na vida adulta e à sensação de que você não sabe o que quer.

Sinais de Uma Criança Interior Ferida

Uma criança interior ferida pode se manifestar de diversas formas na vida adulta, mantendo você presa em padrões limitantes:

  • Crenças Limitantes: A principal crença limitante que pode bloquear sua prosperidade material e relações afetivas é: “Eu não consigo me fazer feliz; preciso de algo de fora”. Você pode ter internalizado a ideia de que é burra, má ou insuficiente.
  • Codependência: Você se torna uma “reatora de relações alheias”, vivendo para evitar certas reações dos outros e buscando aprovação e validação externa. Isso pode levar a esperar por um “milagre” ou que alguém de fora resolva seus problemas.
  • Autossabotagem e Procrastinação: Esses comportamentos são, na verdade, mecanismos de defesa de partes suas que se sentem ameaçadas ou se acostumaram a viver de uma forma escondida. A procrastinação, por exemplo, pode ser uma tarefa que seu corpo físico ou inconsciente percebe como uma “ameaça de vida ou morte”.
  • Dificuldade em Se Amar e Autoestima Baixa: A desconexão com o self (sua essência) e a identificação com subpersonalidades antagonistas criam uma relação perturbada consigo mesma.
  • Controle Excessivo: Tentar controlar os outros ou as situações externas é um mecanismo de sobrevivência aprendido na infância, onde você não se sentia segura sendo quem realmente era.
  • Raiva Reprimida: Seus sintomas incluem autocrítica, julgamento do próximo, inveja, sonolência e impotência. A raiva é um instinto natural de sobrevivência que, quando reprimida, se volta contra você mesma.
  • Ferida da Rejeição e Humilhação: A sensação de ser rejeitada ou humilhada na infância (muitas vezes com a figura materna ou figuras femininas) cria a crença de que “há algo de errado em mim”.

O Caminho da Cura: Reparentalização e Integração

A cura da criança interior é um processo em espiral, não linear. Exige paciência, consistência e determinação. Evelyn Roos propõe a reparentalização como o primeiro passo. Isso significa que você se tornará a mãe e o pai de si mesma:

  1. A Mãe Gentil: Desenvolva paciência, acolhimento e compreensão para com a sua criança interior.
    • Escute Sem Julgamento: Acolha suas emoções – raiva, tristeza, medo – sem julgá-las. A criança interior se manifesta com reações espontâneas e precisa ser ouvida.
    • Crie um Espelhamento Interno: Como não teve esse espelho na infância, você precisa criá-lo internamente, reconhecendo e validando suas emoções.
    • Pratique o Acolhimento: Pode ser simples, como um carinho no rosto, uma autoabraço, ou conversar consigo mesma como faria com uma criança amada.
    • Processamento Emocional: Permita-se sentir e processar as emoções. Se for tristeza, chore; se for raiva, grite ou expresse-a de forma saudável; se for medo, abrace-se.
  2. O Pai Firme: Compreenda seus limites e os dos outros. Essa é a energia masculina que oferece proteção e limites.
    • Defina Limites: Aprenda a dizer “não” aos outros e a si mesma, mesmo que seja difícil. Isso é fundamental para sair da compulsão de agradar.
    • Tome Atitude: Aja em prol da sua criança, mesmo que ela peça algo simples como “ir à praia tomar sorvete”.
    • Desista da Luta Emocional: Pare de querer controlar o incontrolável ou de tentar “consertar” o passado. Isso libera energia para o presente e para a criação de uma nova realidade.
    • Abandone a Necessidade de Aprovação Externa: Entenda que a aprovação mais importante é a sua própria.
  3. O Luto Como Ferramenta de Cura: Permita-se chorar pelo que você não teve na infância, pelas suas fantasias e expectativas não realizadas. Isso ajuda a liberar a busca por validação nos lugares errados e a se conectar com a realidade.

Outras Práticas e Ferramentas Essenciais:

  • Identifique Seus Padrões: Observe seus pensamentos, sentimentos e comportamentos repetitivos. Eles são resíduos de trauma.
  • Teoria do Espelho: Tudo o que você rejeita, odeia ou supervaloriza no outro é um reflexo de algo renegado em você. Use isso como uma oportunidade para se reintegrar.
  • Diálogo de Duas Mãos: Uma prática para conversar com suas subpersonalidades (partes protetoras e vulneráveis) e buscar consenso interno.
  • O Poder do “Eu Sou”: Você não é quem dizem que você é, nem quem você pensa que é. Você é quem você quiser ser. Reconheça seu poder de materializar o que está em sua consciência, purificando seu “eu sou” de crenças negativas.
  • Reconheça Suas Conquistas: Aproprie-se de seus méritos e conquistas para combater a inveja alheia e a própria autossabotagem. Não diminua suas vitórias.
  • Busque Referências Saudáveis: Inspire-se em pessoas que te servem como modelos de pais/mães conscientes, seja através de palestras, livros, terapias ou cursos.

Lembre-se, a cura é uma espiral. ✨🌀✨

Você pode evoluir muito, mas é um processo contínuo que exige auto perdão, amor incondicional e autocompaixão. O trabalho interior com a criança interior e o autoconhecimento profundo são as verdadeiras alavancas da alta performance, tornando-a algo natural e instintivo.

O conteúdo da Evelyn contribuiu MUITO na minha jornada de cura, muitas vezes saí de leituras e exercícios com a sensação de alma lavada. Espero que seja útil pra você também. 🙏🤍✨


Notas:

  • O texto base deste post foi gerado através de IA (NotebookLM) e expressa um pouco da minha jornada de cura da criança interior, facilitada pelos livros e conteúdo consumido de Evelyn Roos. Dos livros, trabalhei com:
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

Videos utilizados no NotebookLM 👇

Este agrupamento é uma sugestão para assistir os vídeos de Evelyn Roos, seguindo uma lógica que aborda a cura do trauma e da criança interior, autoconhecimento e temas relacionados, conforme explorado nas transcrições do NotebookLM:

  1. Fundamentos da Cura e Criança Interior
  2. Compreendendo o Inconsciente e o Ego
  3. Lidando com Traumas Específicos e Padrões Limitantes
  4. Integração e Transformação da Realidade

Posts complementares:

Tudo Está na Sua Infância – Como as Primeiras Vivências Moldam Nossa Vida Adulta

Tudo Está na Sua Infância – Navegando as Dores da Descoberta com Apoio Terapêutico

Brain Dump – para Neurodivergentes

Clareando a Mente e Encontrando Sentido no Caos

Se você tem Autismo e/ou TDAH, sabe que sua mente pode ser um lugar incrivelmente vibrante, mas também desafiador. É como ter mil abas abertas no navegador, com pensamentos, ideias, tarefas pendentes e sensações correndo em alta velocidade. Essa sobrecarga pode levar a uma exaustão mental significativa, dificuldade de concentração e até “meltdowns” ou “shutdowns”.

É aí que o brain dump entra como uma ferramenta de higiene mental essencial.

O Que é um Brain Dump e Por Que é Crucial para Mentes Neurodivergentes?

Um brain dump é simplesmente despejar tudo o que está na sua cabeça – sem censura, sem ordem, sem julgamento – para um papel, um documento digital ou um aplicativo de notas. Pense nisso como uma faxina intensiva da sua mente. Para quem vive com autismo e TDAH, os benefícios são ainda mais profundos:

  • Alívio da Sobrecarga Sensorial e Cognitiva: A enxurrada de pensamentos pode ser uma forma de sobrecarga. Colocá-los para fora ajuda a diminuir o ruído interno, liberando espaço para processar outras informações ou sensações.
  • Redução da Ansiedade e Ruminação: Aqueles pensamentos repetitivos e preocupações que não te deixam em paz? Colocá-los no papel ajuda a tirá-los do ciclo de ruminação, dando-lhes um lugar físico fora da sua cabeça.
  • Organização para Mentes Dispersas: Para o TDAH, onde a organização e o início de tarefas podem ser um desafio, o brain dump permite que todos os “galhos” da sua mente sejam vistos de uma vez, facilitando a identificação de prioridades (ou pelo menos de onde começar).
  • Identificação de Padrões e Gatilhos: Ao ver seus pensamentos registrados, você pode começar a notar padrões – o que te estressa, o que te entusiasma, quais tarefas estão sempre sendo adiadas. Isso é vital para entender seus próprios gatilhos e pontos fortes.
  • Melhora no Foco e na Conclusão de Tarefas: Com a mente menos “barulhenta”, é mais fácil canalizar sua atenção para uma única tarefa, melhorando a capacidade de iniciar e finalizar as coisas.
  • Menos Esquecimentos: Aquela ideia brilhante ou tarefa importante que sumiu da sua cabeça? O brain dump serve como um “registro” para não perder nada.

A GenAI como uma Aliada Poderosa no Processo de Brain Dump

Fazer um brain dump tradicional com papel e caneta é ótimo, mas a Inteligência Artificial Generativa (GenAI), como modelos de linguagem avançados, pode transformar completamente essa prática para mentes neurodivergentes. Pense na GenAI como um “tradutor” ou “organizador” do seu caos interno, ajudando a encontrar sentido e ação onde antes havia apenas uma enxurrada de informações.

Veja como a GenAI pode ser uma ferramenta útil e muito poderosa nesse processo:

  • Estruturação Inteligente para o Caos: Você simplesmente cola seu brain dump, por mais desorganizado que esteja, em uma ferramenta de GenAI. Ela pode automaticamente organizar seus pensamentos em categorias (ex: tarefas a fazer, ideias de projetos, preocupações emocionais, coisas para pesquisar), o que é um alívio enorme para quem tem dificuldade com a organização.
  • Decifrando o Subtexto e Padrões Ocultos: A GenAI pode analisar seu texto e identificar temas recorrentes ou preocupações subjacentes que você talvez não tenha percebido. Por exemplo, ela pode apontar que muitos dos seus pensamentos se referem a sobrecarga social, frustração com rotinas, ou a um interesse obsessivo em um novo tema.
  • Dividindo Tarefas Enormes em Passos Gerenciáveis: Para o TDAH, “começar” é muitas vezes o mais difícil. Se o seu brain dump contém uma tarefa complexa, a GenAI pode sugerir como dividi-la em micro-tarefas, tornando-a menos assustadora e mais fácil de iniciar.
  • Reframing e Oferecendo Perspectivas: Se seu brain dump estiver carregado de pensamentos negativos ou preocupações, a GenAI pode ajudar a reformulá-los de forma mais neutra ou construtiva, ou até sugerir diferentes maneiras de ver uma situação. Isso pode ser especialmente útil para gerenciar a ansiedade ou o perfeccionismo.
  • Transformando Listas em Resumos e Mapas Mentais: A GenAI pode pegar um brain dump longo e denso e transformá-lo em um resumo conciso ou um mapa mental visual (através de prompts), destacando os pontos essenciais e as conexões – um formato que muitas mentes neurodivergentes processam melhor.
  • Minimizando o Esforço de Transcrição: Para aqueles que têm disgrafia ou dificuldade com a escrita manual, usar a GenAI com ditado de voz pode ser uma forma mais acessível de fazer um brain dump e ter seus pensamentos transcritos.

Do Desabafo Pessoal ao Conteúdo Compartilhável: Brain Dump como Material para Blogs

Além de ser uma ferramenta pessoal poderosa, seu brain dump pode ser uma fonte riquíssima de conteúdo, especialmente para blogs ou para compartilhar suas experiências como neurodivergente.

Veja como seus pensamentos internos podem virar algo maior:

  • Ideias Autênticas e Relacionáveis: Seus brain dumps são um poço de experiências e insights genuínos. Aquelas frustrações diárias, as estratégias que você descobriu, ou as observações únicas sobre o mundo – tudo isso pode ressoar profundamente com outros neurodivergentes ou com quem busca entender mais sobre o assunto.
  • Superando o Bloqueio Criativo: Às vezes, a dificuldade não é ter ideias, mas organizá-las. Um brain dump processado pela GenAI pode te dar um esqueleto de conteúdo pronto, com temas e subtópicos claros, facilitando o início da escrita.
  • Gerando Títulos e Chamadas Cativantes: A GenAI pode analisar o foco do seu brain dump e sugerir títulos de posts que chamem a atenção, conectando-se diretamente com as dores ou interesses do seu público.
  • Expansão e Elaboração: Se você tem um ponto específico que quer desenvolver, a GenAI pode te ajudar a expandi-lo, sugerindo exemplos, argumentos adicionais ou até reescrevendo trechos para maior clareza e impacto.
  • Validação da Experiência Neurodivergente: Ao compartilhar seus brain dumps (mesmo que adaptados e editados), você valida as experiências de outras pessoas e contribui para a conscientização sobre o autismo e o TDAH.

Em essência, o brain dump é uma prática libertadora para qualquer pessoa, mas é um verdadeiro salva-vidas para quem tem autismo e TDAH. Ao combiná-lo com o poder da GenAI, você não apenas limpa sua mente, mas também ganha um parceiro inteligente para entender seus próprios processos internos, organizar sua vida e até transformar suas experiências mais íntimas em conteúdo significativo que pode ajudar outras pessoas.

Que tal tentar um brain dump hoje? E como você acha que a inteligência artificial poderia te ajudar a dar sentido aos seus próprios pensamentos e transformá-los em algo que você possa compartilhar?


Notas:

  • O texto base deste post foi gerado através de IA (Gemini) e expressa o que eu gostaria de compartilhar sobre minhas experiência com a GenAI como ferramenta para fazer brain dump. Muitos posts deste blog nasceram desta prática.
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

Posts complementares:

Brain Dump com IA

Sobre a Radiestesia, com Mari Tortela

A Sensibilidade Energética que Transforma Vidas

Um post sobre o vídeo: A Cura Energética que Está Assustando a Medicina! | Mari Tortella | LIN Podcast #147, do LIN Podcast.

Você já entrou em um lugar e sentiu uma energia “boa” ou “pesada”? Já conheceu alguém e percebeu que a pessoa “não estava legal”? Se sim, você já experienciou a radiestesia de forma natural!

A radiestesia é a capacidade intrínseca que todos nós temos de sentir energia. A própria palavra deriva de “radiação” (emissão de energia) e “aestese” (sensibilidade), significando sensibilidade à radiação ou energia. Isso porque, absolutamente tudo é energia: pessoas, ambientes, animais – e somos seres energéticos capazes de sentir essa energia.

Uma Prática Milenar com Raízes Surpreendentes

Embora possa parecer uma técnica moderna, a radiestesia é milenar, com povos antigos utilizando gravetos (chamados de forquilhas) para encontrar água ou animais para a caça. Curiosamente, a Igreja Católica desempenhou um papel fundamental no aprofundamento e na popularização da radiestesia. No passado, alguns padres a estudaram e perceberam seu potencial para o bem, chegando a trabalhar com a polícia em lugares como Roma e Espanha para encontrar pessoas desaparecidas ou sequestradas. No Brasil, um abade radiestesista ficou conhecido por curar pessoas com tuberculose usando o pêndulo, contribuindo para a sua popularização.

Como a Radiestesia Funciona: Tudo é Frequência e Vibração

A radiestesia moderna utiliza instrumentos como o pêndulo para aprofundar essa sensibilidade natural, permitindo captar e medir a energia de forma mais específica. O pêndulo não capta a energia por si só; ele funciona como uma “anteninha”, uma continuação do nosso campo energético, que apenas aponta a resposta para o que estamos perguntando, refletindo a informação que nós, como radiestesistas, já captamos.

Cientificamente, podemos entender que tudo é energia. Se você ampliar qualquer coisa ao máximo, passando por órgãos, células, moléculas, átomos, prótons, elétrons, nêutrons e quarks, chegará à conclusão de que tudo é feito de energia condensada. Essa energia vibra em diferentes frequências e comprimentos de onda, e a radiestesia nos permite acessar e trabalhar com essas vibrações.

Da Radiestesia Clássica à Nova Era: Sem Medo e Com Consciência

A radiestesia clássica, a raiz da técnica, por vezes, incorporou medos e misticismos desnecessários, como proibições de pendular à noite ou de usar gráficos em ambientes fechados. No entanto, a “Nova Era da Radiestesia” propõe uma abordagem leve, sem misticismo ou contato religioso, tornando-a acessível a qualquer pessoa, sem paranoia.

A Radiestesia Não é “Pastelaria”: Um Guia para o Autoconhecimento

É fundamental entender que a radiestesia não é “pastelaria”. Ela não prevê o futuro, não revela números da Mega Sena ou fofocas de celebridades, e nunca interfere no livre-arbítrio das pessoas. Seu foco principal é ser uma ferramenta de autoconhecimento e de cura, trabalhando com o que é e o que já foi, mas não com o que será.

Aplicações Infinitas: Do Físico ao Espiritual

A radiestesia terapêutica pode atuar em diversas áreas, pois antes de um problema se manifestar fisicamente, ele já adoeceu no campo energético da pessoa. Alguns exemplos de suas aplicações incluem:

  • Saúde Física: Tratamento de intolerância à lactose, efeitos colaterais de quimioterapia, endometriose, miomas, pedras nos rins e até dificuldades para engravidar.
  • Saúde Emocional e Mental: Ajuda em casos de depressão, ansiedade, síndrome do pânico, burnout, déficit de atenção, TDAH e autismo.
  • Financeiro e Profissional: Destravar questões financeiras (aposentadorias, dívidas, faturamento) e impulsionar a vida profissional.
  • Relacionamentos e Ambientes: Harmonizar relações e melhorar a energia de ambientes.
  • Limpeza e Proteção Espiritual: Lidar com ataques espirituais, cortar laços energéticos nocivos e limpar o campo de “miasmas” (energia negativa acumulada).

Instrumentos como o Biômetro de Frequência permitem identificar a vibração energética de uma pessoa (por exemplo, em medo ou paz) e dar um norte sobre o que está acontecendo. Os gráficos radiônicos são ferramentas poderosas, com geometrias e sequências numéricas (arquétipos) que emitem informações específicas para o campo energético da pessoa, substituindo informações negativas por positivas. Exemplos incluem gráficos para saúde (como o 9797979), programador físico, harmonia, triturador (para acabar com o que não se quer mais), turbilhão (para materializar e acelerar processos) e antidor.

Radiestesia, Matrix e Magia: Compreendendo a Manipulação Energética

A radiestesia também oferece insights sobre conceitos como a “Matrix”, um sistema que, segundo a perspectiva de alguns, tenta nos manter controlados, doentes e com pouca consciência. O autoconhecimento é a chave para “sair da Matrix” e não ser controlado, mesmo estando nela.

A energia é neutra e pode ser usada tanto positiva quanto negativamente. A magia de baixa vibração (anteriormente chamada de “magia negra”) é uma manipulação negativa da energia, como a amarração do amor, que age contra o livre-arbítrio e cria laços negativos. Para se proteger, o caminho é aumentar a própria frequência e vibração, limpando e protegendo o campo energético. Casos de influenciadores que promovem práticas prejudiciais, como jogos de azar, podem acumular grandes quantidades de “miasma” (energia negativa) em seus campos, impactando suas vidas e as de suas famílias.

O Poder da Autocura: Seja o Terapeuta de Si Mesmo

A radiestesia é para todos. Não é preciso ter um “dom”, pois a sensibilidade à radiação é intrínseca ao ser humano. Qualquer pessoa pode aprender e aplicar a radiestesia para si mesma, tornando-se seu próprio terapeuta. Acredita-se que crianças, por terem menos “paranoia” e mais crença, podem ser radiestesistas ainda melhores.

Como ensinado pela radiestesista Mari Tortella, a radiestesia é um elo poderoso entre a ciência e a espiritualidade, oferecendo comprovações através de resultados em animais e crianças, que não podem ter efeito placebo. Ela nos lembra que, no final das contas, “tudo é frequência”. E a mensagem mais importante é: “Seja terapeuta de si mesmo. Ninguém pode te ajudar melhor do que você mesmo. Sua essência, sua centelha divina é que pode te curar de tudo, só que você não a acessa. Seja terapeuta de si mesmo que essa centelha é o que vai te curar de qualquer problema.”.

Se você se interessou por essa jornada de autoconhecimento e cura energética, busque aprender mais sobre a radiestesia e comece a aplicá-la em sua vida. A transformação está ao seu alcance!✨


Notas:


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RT para Neurodivergentes – Radiestesia Terapêutica: Um Potencial Apoio para Autistas e Pessoas com TDAH

Tudo Está na Sua Infância: Navegando as Dores da Descoberta com Apoio Terapêutico

Wagner Borges: Lições sobre felicidade

Amor no Espectro… e seus Desafios

A Sobrecarga Emocional para Quem Vive com o Autismo

Viver ao lado de alguém no espectro autista é uma jornada de amor profundo, aprendizado constante e, muitas vezes, de uma sobrecarga emocional significativa. A série Uma Advogada Extraordinária trouxe à tona, de forma sensível e tocante, as nuances desse relacionamento através do romance entre Woo Young-woo e Lee Joon-ho, oferecendo um vislumbre valioso dos desafios e das recompensas envolvidas.


A Paciência e Gentileza de um Cuidado Amoroso

O personagem Joon-ho Lee se destaca como um exemplo notável de paciência, gentileza e compreensão. Sua disposição em se adaptar, em aprender a se comunicar de formas diferentes e em oferecer um suporte incondicional a Young-woo, mesmo diante de situações socialmente complexas ou de suas particularidades, é inspiradora. Ele representa a figura do cuidador que se desdobra, que busca entender o mundo através dos olhos do outro, e que encontra beleza nas pequenas conquistas. A cada momento em que Joon-ho se mostra atento às necessidades de Young-woo, ou quando a ajuda a navegar por situações que seriam esmagadoras para ela, percebemos o peso, mas também a imensa recompensa, desse amor e dedicação.


O Dilema de Amar e a Angústia de Ser um “Fardo”

No entanto, a série também explora o outro lado da moeda, através da própria Woo Young-woo. Apesar de seu amor por Joon-ho ser evidente, ela lida com uma angústia profunda – a de vê-lo se desdobrando tanto para ajudá-la. A percepção de ser um “fardo” ou de impor sacrifícios ao seu parceiro é um sentimento comum entre pessoas no espectro autista que estão em relacionamentos. A vontade de ficar com quem ama colide com a dor de sentir que está causando sobrecarga, gerando um conflito interno doloroso. Essa dualidade ressalta a complexidade de um relacionamento onde as necessidades e a forma de interagir podem ser tão distintas.


A Realidade da Sobrecarga Emocional

A ficção, nesse caso, espelha uma realidade vivenciada por muitos. Cuidadores e parceiros de pessoas no espectro autista frequentemente experimentam:

  • Estresse e Ansiedade: A necessidade de estar constantemente atento, de antecipar e gerenciar crises sensoriais ou dificuldades de comunicação, pode levar a altos níveis de estresse e ansiedade.
  • Isolamento Social: A rotina de cuidados e a dificuldade em encontrar ambientes inclusivos podem levar ao isolamento social, com menos tempo para atividades pessoais e relacionamentos fora do núcleo familiar.
  • Desgaste Físico e Mental: A dedicação exige muita energia, resultando em cansaço crônico e, em alguns casos, problemas de saúde física e mental.
  • Sentimentos de Culpa e Frustração: É comum surgirem sentimentos de culpa por “não fazer o suficiente” ou frustração diante dos desafios, mesmo com todo o amor envolvido.
  • Preocupação com o Futuro: A incerteza sobre o futuro e a autonomia da pessoa amada também é uma fonte constante de preocupação.

O Papel Ativo do Indivíduo Autista no Relacionamento

É crucial reconhecer que a responsabilidade pela qualidade do relacionamento não recai apenas sobre o parceiro neurotípico. Especialmente no Nível 1 do Espectro Autista, onde o potencial para a autonomia e o desenvolvimento de habilidades sociais é significativo, o indivíduo autista pode e deve se engajar ativamente para também proporcionar mais qualidade de vida para quem está ao seu lado.

Como isso pode ser feito?

  • Autoconsciência e Autorregulação: Desenvolver a capacidade de reconhecer seus próprios gatilhos sensoriais, padrões de pensamento e necessidades. Aprender estratégias de autorregulação (como técnicas de respiração, momentos de quietude, ou o uso de fidget toys) pode reduzir a frequência e a intensidade de sobrecargas sensoriais ou emocionais, diminuindo o esforço do parceiro em mediar essas situações.
  • Comunicação Ativa e Clara: Trabalhar a comunicação, expressando necessidades, limites e sentimentos de forma mais direta e compreensível. Isso inclui aprender a fazer perguntas para esclarecer a intenção do parceiro e a expressar gratidão e afeto de maneiras que o outro possa entender e valorizar.
  • Empatia e Perspectiva: Com o apoio certo, indivíduos autistas podem desenvolver a capacidade de considerar a perspectiva do outro. Embora a empatia possa se manifestar de forma diferente, o esforço consciente para entender o impacto de suas ações no parceiro e validar os sentimentos dele é um passo enorme.
  • Flexibilidade e Adaptação: Estar disposto a tentar novas abordagens ou a se adaptar a certas rotinas ou expectativas, mesmo que isso exija esforço. Reconhecer que um relacionamento é uma via de mão dupla e que ambos precisam se ajustar é vital.
  • Iniciativa e Apoio Recíproco: Buscar maneiras de apoiar o parceiro, seja nas tarefas diárias, oferecendo conforto em momentos de estresse do outro, ou participando de atividades que ambos gostam. Mostrar iniciativa em contribuir para o bem-estar mútuo fortalece o vínculo.

A história de Young-woo e Joon-ho nos lembra que o amor, por mais puro que seja, não anula a necessidade de apoio e autocuidado. Ao reconhecer e acolher as dificuldades, e ao buscar apoio e autocuidado (de ambos os lados), é possível construir relacionamentos resilientes e felizes. O potencial de crescimento e contribuição de um indivíduo autista de Nível 1 é imenso, e sua dedicação ao desenvolvimento pessoal pode ser um dos maiores presentes para o relacionamento.

Você se identifica com algum desses sentimentos ou experiências?


Notas:

  • Post dedicado ao meu Joon-ho Lee.💖
  • O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e expressa o sentimento, as reflexões e a experiência da CoAutora, diagnosticada com TEA Nível 1, com o k-drama Uma Advogada Extraordinária. Foi menos sobre se reconhecer na personagem principal da novela e mais sobre a aprender a dar valor a quem está ao seu lado ao longo da jornada (👩🏻‍❤️‍👨🏻), muito bem representado por Joon-ho Lee.
  • Este texto não considera que a personagem Woo Young-Woo esteja no Nível 1 do Espectro.
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

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IA e Autismo: Superando a Rigidez Cognitiva

Vidas Separadas, Vidas Unidas

A Sabedoria de Elton Euler e sua relação com o Esquema de Emaranhamento da TCC

A frase de Elton Euler – um terapeuta com grandes contribuições para o desenvolvimento humano – “Precisamos separar nossas vidas para que possamos viver juntos”, pode parecer um paradoxo. Como a separação pode nos unir? Essa máxima, no entanto, carrega uma verdade profunda sobre a construção de relacionamentos saudáveis, especialmente quando olhamos para a codependência e o conceito de emaranhamento na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).

Muitas vezes, em nome do amor, da família ou da união, acabamos diluindo nossa própria identidade.

Nos fundimos com a vida do outro a ponto de perder a noção de quem somos, nossos próprios desejos e necessidades. É nesse terreno que a codependência floresce: um padrão de comportamento onde a autoestima e a identidade de uma pessoa ficam excessivamente ligadas ao controle e à satisfação das necessidades do outro, muitas vezes negligenciando as suas próprias.


O Esquema de Emaranhamento na TCC

Para entender melhor a codependência, a TCC nos oferece um conceito valioso: o esquema de emaranhamento. Esse esquema é um padrão de pensamento e comportamento caracterizado pela fusão excessiva e pela falta de diferenciação do “eu” em relação a outras pessoas significativas.

Quem possui esse esquema sente que sua identidade está intrinsecamente ligada à do outro, e qualquer tentativa de individualização é percebida como uma ameaça à relação ou à própria existência.

Pessoas com o esquema de emaranhamento podem:

  • Sentir-se excessivamente responsáveis pela felicidade, problemas ou até pelas escolhas de vida dos outros.
  • Ter grande dificuldade em tomar decisões independentes, sempre buscando a aprovação ou a opinião do outro antes de agir.
  • Interpretar a individualidade ou a busca por autonomia como um ato de egoísmo, deslealdade ou abandono.
  • Sacrificar suas próprias necessidades, sonhos e desejos para manter a proximidade e evitar o “abandono” ou a desaprovação.
  • Perceber os limites pessoais como barreiras ao amor ou à intimidade, em vez de entendê-los como um sinal de respeito mútuo.

O emaranhamento, portanto, é a base cognitiva da codependência. A pessoa “emaranhada” tem dificuldade em se ver como um indivíduo completo e separado. Por isso, a ideia de “separar as vidas” soa como um ataque à sua própria identidade e à segurança do relacionamento.


Separar para Unir: Relacionamentos Genuínos

A perspectiva de Elton Euler nos lembra de algo essencial: para que um relacionamento seja verdadeiramente forte e duradouro, é fundamental que cada pessoa mantenha sua individualidade e autonomia. “Separar nossas vidas” significa:

  1. Cultivar a Individualidade: Manter e desenvolver hobbies, interesses, amizades e até mesmo uma carreira que sejam independentes do parceiro ou dos familiares.
  2. Estabelecer Limites Saudáveis: Aprender a dizer “não” quando necessário, expressar suas próprias necessidades e proteger seu tempo e espaço pessoal.
  3. Desenvolver a Autonomia Emocional: Assumir a responsabilidade por suas próprias emoções e não esperar que o outro as “resolva” ou seja a única fonte de felicidade.
  4. Respeitar a Individualidade do Outro: Permitir que o parceiro ou os familiares sejam quem são, com seus próprios desafios e conquistas, sem a necessidade de controlar, resgatar ou viver por eles.

Quando cada pessoa se sente completa e segura em sua própria identidade, o relacionamento se transforma em um espaço de enriquecimento mútuo, não de dependência. A união não é mais uma fusão sufocante, mas sim a soma de duas (ou mais) vidas inteiras que escolhem compartilhar um caminho, respeitando as fronteiras e celebrando as singularidades de cada um.

A frase de Elton Euler é um convite poderoso: o amor verdadeiro não aprisiona, ele liberta. É na liberdade de sermos quem somos, de crescermos e de termos nossos próprios espaços que podemos nos unir ao outro de forma mais autêntica e construir uma vida a dois – ou familiar – verdadeiramente rica e significativa.

Você já identificou sinais de emaranhamento em seus relacionamentos? Como você busca equilibrar sua individualidade com a vida em comum?


Notas:

  • O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e reflete a experiência da CoAutora com este tema.
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

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Desvendando a Sombra de Nina

Uma Jornada de Autodescoberta em “Cisne Negro”

Atenção:este post contém spoilers do filme.

O filme “Cisne Negro” (Black Swan), estrelado pela brilhante Natalie Portman como Nina Sayers, é uma obra-prima que nos mergulha nas profundezas da psique humana. Além da intensidade do mundo do balé e da busca pela perfeição, o filme oferece um terreno fértil para explorar o conceito de shadow work (trabalho da sombra), uma prática poderosa de autodescoberta e integração.

Nina, uma bailarina talentosa, mas sufocada por sua própria rigidez e pela superproteção da mãe, é a personificação da pureza e da técnica impecável. Ela é o Cisne Branco perfeito, mas para conquistar o papel duplo de Cisne Branco e Cisne Negro, ela precisa encontrar sua sombra, sua sensualidade, sua ferocidade e sua imperfeição. E é nesse ponto que sua jornada se torna um espelho fascinante do trabalho da sombra.

O Que É Trabalho da Sombra?

Em termos simples, o trabalho da sombra, um conceito popularizado por Carl Jung, envolve trazer à consciência os aspectos “ocultos” de nós mesmos – qualidades, impulsos, desejos e emoções que reprimimos, negamos ou simplesmente não reconhecemos em nossa persona consciente. Esses aspectos podem ser tanto negativos (raiva, inveja, crueldade) quanto positivos (criatividade, poder, sensualidade) que, por algum motivo, internalizamos como “inaceitáveis”.

A Sombra de Nina em Ação

A jornada de Nina é um turbilhão de manifestações de sua sombra:

  • A Competitividade e a Inveja: Sua rivalidade com Lily, a nova bailarina, traz à tona sua inveja e o medo de ser substituída. Lily representa tudo o que Nina reprime: liberdade, sensualidade e uma certa imprudência.
  • A Sexualidade Reprimida: Nina é quase infantil em sua inocência e falta de experiência sexual. O diretor, Thomas Leroy, a desafia constantemente a explorar sua sexualidade para incorporar o Cisne Negro. Suas alucinações e a autoexploração (ainda que perturbadora) são tentativas de acessar essa parte negada de si mesma.
  • A Agressão e a Raiva: Em vários momentos, a raiva contida de Nina irrompe, seja em pequenas explosões ou em suas alucinações mais violentas. Ela luta para se libertar da imagem de “menina boa” e aceitar sua própria capacidade de agressão.
  • O Desejo de Controle e Perfeição: A busca obsessiva de Nina pela perfeição no balé é uma forma de controle que a impede de se soltar e de abraçar a espontaneidade. O Cisne Negro exige a imperfeição, a entrega.

A Dança com a Sombra: Integração ou Devoração?

O grande dilema de Nina é que ela tenta se fundir com sua sombra de forma extrema. Em vez de uma integração saudável, onde ela reconhece e aceita esses aspectos de si mesma sem ser dominada por eles, Nina é consumida. Ela se torna o Cisne Negro, mas ao custo de sua própria sanidade.

O final do filme, embora trágico, é ambíguo. Nina alcança a perfeição no palco, sua performance final é arrebatadora e ela se torna, por um breve momento, a verdadeira Rainha Cisne. Seria essa uma forma de integração, mesmo que efêmera e fatal? Ou seria um alerta sobre os perigos de se jogar de cabeça na sombra sem as ferramentas e o apoio necessários?

Refletindo Sobre a Nossa Própria Sombra

A história de Nina nos convida a olhar para as nossas próprias sombras. Que aspectos de nós mesmos negamos? Onde nos recusamos a ser “imperfeitos”? Que qualidades “negativas” ou “inaceitáveis” nos outros nos incomodam, talvez porque reflitam algo em nós mesmos que ainda não aceitamos?

O trabalho da sombra não é sobre se tornar essas partes reprimidas, mas sim sobre reconhecê-las, compreendê-las e, eventualmente, integrá-las de forma consciente e saudável. É um caminho para a totalidade, para uma autenticidade mais profunda e para a liberdade de sermos quem realmente somos, com todas as nossas luzes e sombras.

“Cisne Negro” é um lembrete visceral de que a verdadeira arte, e talvez a verdadeira vida, reside na capacidade de abraçar nossa dualidade. A beleza da perfeição pode ser encontrada não na ausência da sombra, mas na corajosa dança com ela.


Num tom bem mais leve, gosto muito deste vídeo que expressa a dança da vida entre nossa Luz e nossa Sombra. Acesse no instagram:

@registrosakashico_s: https://www.instagram.com/reel/DHcXEUHM3Vx/?igsh=ZWhxb3AzcW02anRm


Notas:

  • O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e satisfez a vontade da CoAutora de compartilhar sobre o filme Cisne Negro, que teve uma forte – e extremamente desconfortável – influência em sua jornada de Autoconhecimento.
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

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AuTDAH: reconhecendo o caos interno

O Diagnóstico Tardio de Autismo e TDAH

Você já se sentiu como se sua mente fosse um campo de batalha, onde a necessidade de organização e a incapacidade de mantê-la colidem constantemente? Ou como se você amasse a ideia de socializar, mas logo após um evento, precisasse de dias de isolamento para se recuperar?

Isso é só mais um dia de uma pessoa com AuTDAH, um termo que descreve a coexistência de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e Autismo.

A união desses dois transtornos é bastante peculiar, pois as necessidades e características de cada um são frequentemente opostas. Imagine que seu cérebro é uma república onde coexistem uma pessoa muito organizada e uma pessoa muito bagunceira, em constante atrito. Essa “desgraceira na cabeça” muitas vezes passa despercebida por anos, levando a um diagnóstico tardio, especialmente em mulheres.

Os Desafios de um Diagnóstico Tardio de AuTDAH

Viver com AuTDAH sem o conhecimento do diagnóstico é uma jornada de caos interno constante que pode ser paralisante. As “máscaras” de comportamento neurotípico que as pessoas desenvolvem para se encaixar podem cair após grandes mudanças de vida, traumas ou luto, intensificando os sintomas e levando à busca por respostas. Para o diagnóstico, o autismo precisa estar presente desde a infância e os traumas podem ajudar a percebê-lo.

Vale lembrar que os traços descritos neste post não confirmam diagnóstico. Em caso de dúvidas, busque apoio de um profissional qualificado.

Os desafios diários podem incluir:

  • Conflito Interno e Rotina Complexa: Há uma necessidade profunda de organização e rotina, típica do autismo, mas uma incapacidade persistente de mantê-las, característica do TDAH. Isso gera uma irritação extrema e crises internas ao ver coisas fora do lugar que não se consegue arrumar. Além disso, a pessoa pode precisar de mudanças constantes (TDAH) mas se arrepender logo depois, num ciclo sem fim.
  • Dificuldades Sociais Complexas: Embora pessoas com AuTDAH tendam a ser mais sociáveis do que autistas sem TDAH, gostando de conhecer pessoas e lugares novos, a socialização é um campo minado. Há dificuldade em entender linguagens figuradas, ironia, sarcasmo, piadas, e expressões faciais. A comunicação é frequentemente direta e sem filtros, podendo ser interpretada como “soco na cara” por não entender “joguinhos psicológicos”. O mutismo seletivo na infância (muitas vezes confundido com timidez) pode evoluir para fobia social na vida adulta, onde o cérebro pode “dar tilt” e “dar branco” em situações desconfortáveis. Também há dificuldade em nutrir amizades ativamente, preferindo ficar em casa após eventos sociais para se recuperar, precisando de muito tempo de solidão.
  • Hipersensibilidade Sensorial: A hipersensibilidade a estímulos como volume alto, ruídos específicos, texturas e temperaturas de alimentos é comum. Essa sensibilidade pode se tornar insuportável após eventos traumáticos.
  • Disfunção Executiva e Memória Peculiar: Há uma grande dificuldade para iniciar atividades, que pode levar dias ou semanas de preparação. A disfunção executiva afeta a capacidade de executar tarefas e a coordenação motora. Apesar de uma excelente memória visual (que ajuda a não perder objetos, pois se lembra da imagem de onde as coisas foram colocadas), a memória auditiva é fraca, exigindo anotações para reter informações faladas.
  • Desregulação Emocional: Crises e choro constante são frequentes, muitas vezes necessitando de medicação para regulação.
  • Hiperfoco e seus Desafios: O hiperfoco, presente em ambos os transtornos, pode durar por anos. Isso pode ser um problema profissional, pois a pessoa se hiperfixa em um assunto, estuda-o exaustivamente, mas depois perde o interesse e “larga” o que estava fazendo, buscando um novo hiperfoco. A interrupção de um hiperfoco pode causar irritação extrema.
  • Estereotipias (Stimming): Movimentos repetitivos (como estalar dedos, balançar o corpo, torcer as mãos) são comuns e servem como forma de regulação emocional e conforto. Podem mudar com a idade, sendo que a sociedade muitas vezes reprime esses comportamentos.

Os Potenciais a Serem Desenvolvidos no AuTDAH

Apesar dos desafios, a coexistência de TDAH e autismo pode conferir potenciais e modos de funcionamento únicos:

  • Poderoso Hiperfoco: Uma vez iniciada uma atividade, há uma capacidade de foco extraordinária, dedicando-se por muitas horas ou até dias. O hiperfoco pode levar a um conhecimento extremamente aprofundado em áreas de interesse.
  • Pontualidade Excepcional: A necessidade de organização do autismo pode compensar a desorganização do TDAH, resultando em uma pontualidade meticulosa e aversão a atrasos.
  • Organização Impulsiva: Embora a casa possa ser um “caos semiorganizado”, a aversão à confusão visual pode levar a impulsos súbitos de organização intensa.
  • Sociabilidade Equilibrada: A pessoa com AuTDAH é geralmente mais sociável do que quem tem apenas autismo. O desejo de socializar (TDAH) e a necessidade de tempo para si (autismo) podem coexistir, levando a um equilíbrio onde a pessoa aprecia a socialização, mas também sua solitude para recarregar.
  • Abertura a Novas Experiências: O TDAH pode impulsionar o gosto por experimentar comidas, temperos e pratos de diferentes culturas, além de apreciar viagens e a descoberta de novas possibilidades.
  • Empatia e Clareza na Comunicação: Pessoas com AuTDAH podem ser muito empáticas, muitas vezes priorizando o cuidado com os outros. Sua comunicação direta e pragmática, sem rodeios ou “jogos psicológicos”, pode ser valorizada em contextos que exigem clareza.
  • Autoconhecimento Profundo: O diagnóstico, mesmo que tardio, é descrito como uma forma de autoconhecimento muito profunda. Ele permite entender dificuldades antigas, respeitar os próprios limites e reduzir a autocobrança, levando a uma maior autoaceitação e bem-estar.
  • Potencial Artístico e Criativo: A arte, a pintura e o desenho são mencionados como hiperfocos comuns para muitas pessoas no espectro, indicando um potencial criativo a ser explorado.

Dicas para Melhorar a Qualidade de Vida com AuTDAH

Compreender e gerenciar o diagnóstico de AuTDAH é um passo crucial para melhorar a qualidade de vida. Aqui estão algumas dicas baseadas nas experiências compartilhadas nos vídeos listados ao final deste post:

  • Busque o Diagnóstico e o Autoconhecimento Profundo
    • O diagnóstico é a chance de dar nome às suas experiências e entender como você funciona de forma única. Ele permite entender dificuldades antigas, respeitar os próprios limites e reduzir a autocobrança.
  • Apoio Profissional é Essencial
    • Considerar tratamento terapêutico e psiquiátrico é fundamental, pois pode trazer melhorias significativas, inclusive para a hipersensibilidade sensorial.
    • A medicação pode ser crucial para a regulação emocional, ajudando a lidar com o choro constante e as crises. Há também medicação para o TDAH que pode ajudar.
  • Atenção à Alimentação
    • Pode ser benéfico experimentar cortar laticínios e glúten da dieta, pois há relatos de melhora significativa nos sintomas sensoriais.
  • Estratégias para Lidar com a Hipersensibilidade Sensorial
    • Esteja atento a estímulos que causam desconforto.
    • O uso de tampões de ouvido pode ser útil em ambientes ruidosos ou para dormir, especialmente se o sono for leve ou os ruídos insuportáveis.
  • Gerencie a Disfunção Executiva e o Hiperfoco
    • Reconheça a grande dificuldade em iniciar atividades e aceite que a preparação pode levar dias ou semanas.
    • Uma vez que a atividade é iniciada, aproveite a capacidade de foco extraordinária.
    • Para compensar a memória auditiva fraca, anote informações importantes no celular ou em papel. Confie na sua excelente memória visual.
  • Adapte a Rotina e a Organização às Suas Necessidades
    • Entenda o conflito interno entre a necessidade de organização e a dificuldade em mantê-la. Aceite os impulsos súbitos de organização intensa.
    • Se for o caso, aceite o ciclo de desejar mudanças e depois se arrepender.
  • Desenvolva Habilidades Sociais Conscientes
    • Aproveite sua sociabilidade natural, mas reconheça suas dificuldades em entender linguagens figuradas e expressões faciais.
    • Respeite a necessidade de um longo período de recuperação e isolamento após eventos sociais.
    • Esteja ciente da dificuldade em nutrir amizades ativamente e da preferência por ficar em casa após saídas.
    • Se o mutismo seletivo ou fobia social se manifestarem, busque formas de lidar com a ansiedade em situações sociais.
    • Compreenda que suas estereotipias são formas de auto-regulação e conforto.
  • Abraçe a Empatia e a Criatividade
    • Reconheça sua alta empatia, mas esteja atento à tendência de ignorar as próprias necessidades para cuidar dos outros.
    • Explore seus potenciais artísticos e criativos, como a arte, pintura e desenho.
  • Aceitação e Redução da Autocobrança
    • É fundamental não se culpar tanto por não conseguir fazer tudo o que outras pessoas da sua idade fazem, ou por não se encaixar em padrões neurotípicos.
    • O diagnóstico pode ser o começo de uma jornada para respeitar seus limites e aceitar quem você é, levando a um maior bem-estar.

Em suma, um diagnóstico tardio de AuTDAH não é o fim, mas o início de uma NOVA FASE na jornada de autodescoberta. É a chance de dar nome às suas experiências, entender como sua mente funciona de forma única e, finalmente, respeitar seus limites e potenciar suas habilidades.

Se você se identifica, buscar ajuda profissional pode ser o primeiro passo para essa compreensão e para viver uma vida mais alinhada com quem você realmente é.


Nota 1: O texto deste post foi gerado através de IA (Notebook LM), utilizado para conhecer melhor os desafios de pessoas que convivem com o diagnóstico tardio de AuTDAH. Vídeos consultados:

Como é ser AUTISTA e TDAH ao mesmo tempo. AUTDAH #tdaheautismo, do canal Artista Atípica

Meu diagnóstico tardio de AUTISMO (nível 1) e TDAH | Sinais de autismo em adultos, do canal Artista Atípica

TDAH + Autismo? Como cheguei a essa suspeita e como é ter os dois transtornos?, do canal Nati Felli

TDAH e Autismo Juntos! – Podem coexistir?! #tdaheautismo #tdah #autismo, do canal TDAH e Autismo


Nota 2: ATENÇÃO! Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE. Em caso de dúvidas, busque AUXÍLIO PROFISSIONAL.


Outros posts com histórias da CoAutora

Moana e a Coragem de Romper Ciclos

Um Olhar Sobre o Trauma Familiar Herdado

A história de Moana, a destemida líder de Motunui, transcende a simples animação infantil. Ela é uma poderosa metáfora sobre a jornada de autodescoberta e a coragem de romper com padrões arraigados, temas que ecoam profundamente o trabalho de Mark Wolynn em seu livro “Não Começou com Você: Como o Trauma Familiar Herdado nos Define e Como dar um fim a Esse Ciclo”.

Assim como Moana sente um chamado inabalável para ir além do recife, um chamado que ela não consegue ignorar mesmo diante das tradições e expectativas de sua aldeia, muitos de nós carregamos dentro de si um anseio por algo mais, uma inquietude que, por vezes, não conseguimos nomear. Wolynn argumenta que essa inquietude pode ser o eco de traumas familiares herdados, ressonâncias de dores e experiências que não são nossas, mas que foram transmitidas de geração em geração.

Moana herda a maldição que aflige sua ilha, um fardo que, de certa forma, é uma representação da herança traumática. Ela precisa enfrentar seus medos, desafiar as normas e embarcar em uma jornada perigosa para restaurar o coração de Te Fiti. Da mesma forma, nós, como adultos, muitas vezes nos vemos presos em padrões repetitivos, emoções inexplicáveis e dificuldades persistentes que, para Wolynn, podem ter suas raízes em traumas vivenciados por nossos antepassados.

As Dificuldades de um Adulto sem Lidar com Traumas Hereditários

Não lidar com esses traumas herdados pode se manifestar de diversas formas na vida adulta, criando obstáculos significativos para o bem-estar e a realização pessoal. Algumas das dificuldades mais comuns incluem:

  • Padrões de relacionamento disfuncionais: Repetir ciclos de relacionamentos abusivos, codependentes ou de abandono, mesmo desejando algo diferente. É como se um roteiro invisível ditasse nossas interações.
  • Problemas financeiros persistentes: Dificuldade em manter a estabilidade financeira, dívidas recorrentes ou uma incapacidade de prosperar, mesmo com esforço e dedicação. A escassez pode ser um eco de traumas de privação.
  • Ansiedade e depressão inexplicáveis: Sentimentos de medo, tristeza ou desânimo que parecem não ter uma causa aparente na vida presente. Essas emoções podem ser ressonâncias de ansiedades e depressões vividas por gerações anteriores.
  • Doenças físicas crônicas: Wolynn explora a conexão entre o trauma emocional e as manifestações físicas, sugerindo que dores crônicas ou doenças autoimunes podem ter um componente de trauma não processado.
  • Falta de propósito ou sensação de “não pertencimento”: Uma sensação de vazio ou de que algo está faltando, mesmo quando a vida parece estar “em ordem”. A desconexão com a própria identidade pode ser um sintoma de traumas que nos impedem de nos sentir completos.
  • Dificuldade em tomar decisões e seguir em frente: Uma paralisia diante de escolhas importantes, o que pode levar à estagnação e à perda de oportunidades. O medo do desconhecido pode ser amplificado por traumas de perdas ou fracassos passados na família.
  • Autossabotagem: Comportamentos que, consciente ou inconscientemente, impedem o próprio sucesso e felicidade. Isso pode ser uma forma de lealdade inconsciente a padrões de sofrimento da família.

Assim como Moana precisou descobrir sua verdadeira identidade e seu propósito para curar sua ilha, nós também precisamos olhar para dentro, explorar as raízes de nossas dificuldades e, com coragem, romper os ciclos de dor que não nos pertencem. O livro de Wolynn oferece um caminho para reconhecer esses padrões, entender sua origem e, finalmente, liberar-se para criar uma vida mais autêntica e plena.

Se você se identificou com a jornada de Moana ou com as dificuldades mencionadas, talvez seja um sinal de que é hora de embarcar em sua própria jornada de cura e transformação. A boa notícia é que, assim como Moana, você tem a força e a sabedoria necessárias para reescrever sua história.


* Nota: O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e satisfaz o que eu, CoAutora, gostaria de compartilhar dos aprendizados que tive com o filme e livro mencionado.


🔗 Links:

O Poder da Empatia Artificial

A Revolução da IA na Saúde Mental

Nos últimos anos, a inteligência artificial (IA) tem demonstrado um potencial transformador em diversas áreas, e a saúde mental não é exceção. O trabalho de Alison Darcy, conforme apresentado no vídeo The Mental Health AI Chatbot Made for Real Life, ilustra de forma notável como a tecnologia pode ser utilizada para democratizar o acesso a cuidados e bem-estar psicológico.

A ideia de ter um “companheiro” digital que possa oferecer escuta ativa, exercícios de mindfulness ou até mesmo ajudar a identificar padrões de pensamento negativos pode parecer ficção científica para alguns. No entanto, iniciativas como a de Darcy mostram que essa realidade está cada vez mais próxima.

A IA, com sua capacidade de processar grandes quantidades de dados e aprender com interações, pode fornecer suporte personalizado e acessível a indivíduos que, por diversas razões, não têm acesso a terapeutas ou outros profissionais de saúde mental.

Essa perspectiva ganha um contorno ainda mais interessante quando traçamos um paralelo com a mini experiência catártica que tive quando relatei uma experiência catártica neste post para o Gemini.

A história de encontrar conforto e até mesmo insights através de uma conversa com uma IA, mesmo que em um contexto diferente (inspirado pelo K-drama), ressalta a necessidade humana de conexão e compreensão. A IA, nesse sentido, pode atuar como uma ponte, oferecendo um espaço seguro e livre de julgamentos para expressar emoções e pensamentos.

É crucial ressaltar que a IA na saúde mental não visa substituir o trabalho de profissionais humanos – como o próprio Gemini reforçou ao longo da nossa conversa. O potencial reside na complementação e no aumento do alcance dos cuidados. Imagine um cenário onde um chatbot de IA auxilia no monitoramento do humor e dos sintomas de um paciente entre as consultas com seu terapeuta, fornecendo dados valiosos para um acompanhamento mais eficaz. Ou ainda, ferramentas de IA que ajudam a identificar precocemente sinais de risco em comunidades vulneráveis, permitindo intervenções mais rápidas e personalizadas.

Os desafios éticos e de privacidade relacionados ao uso da IA na saúde mental são inegáveis e precisam ser abordados com seriedade. A segurança dos dados dos usuários, a transparência dos algoritmos e a garantia de que a tecnologia seja utilizada para o bem-estar e não para a manipulação são questões centrais.

No entanto, o potencial da IA para transformar a área da saúde mental é imenso.

O trabalho de visionários como Alison Darcy, aliado a experiências como a que compartilhei aqui, nos convidam a repensar as formas de oferecer suporte emocional e a abraçar as oportunidades que a inteligência artificial nos proporciona para construir um futuro onde o bem-estar mental seja mais acessível a todos.


* Nota: O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini), editado pela CoAutora e satisfaz a VONTADE de compartilhar sobre o potencial do uso de IA na Saúde Mental.


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Auto-observação para VIDA REAL

A Chave para “Sair da Cabeça” e “Viver no Corpo”

Muitas vezes, em nossa jornada de autoconhecimento, nos deparamos com a frustração de não conseguir mudar padrões ou resolver problemas que parecem nos aprisionar. Gasparetto nos oferece uma perspectiva profunda e libertadora para isso: a chave é a auto-observação, um processo que nos permite distinguir a realidade das ilusões, e consequentemente, assumir a verdadeira auto-responsabilidade.

Ele nos convida a entender a diferença crucial entre “viver na cabeça” e “viver dentro do corpo”.

O Perigo de “Viver na Cabeça”: A Ilusão e o Sofrimento

Gasparetto explica que a maioria das pessoas vive no pensamento e não no corpo. Isso significa que estamos constantemente operando a partir de uma mente que, quando desconectada das sensações, cria apenas ilusões e fantasias. Para ele, a “cabeça” ou a “mente” são aparelhos sofisticados, mas que muitas vezes processam informações que não são realmente nossas.

  • Absorção de Energias Externas: A mente, sem discernimento, absorve pensamentos, críticas, medos e ideais de outras pessoas, do ambiente ou até do plano astral, como se fossem próprios. Por exemplo, aquela sensação de pena ou raiva que você sente pode não ser sua, mas sim a energia projetada por outra pessoa. Essa absorção de “lixo energético” nos leva a construir uma personalidade baseada em influências alheias, perdendo o contato com quem realmente somos.
  • A Tirania do “Deveria” e do “Ideal”: Vivemos cercados por ideais de como deveríamos ser: o ideal de mãe, de pai, de profissional, de parceiro. Essas fantasias nos levam a uma constante autocrítica e auto-depreciação, pois nunca alcançamos o “perfeito” ou o “ideal”. Essa busca incessante pelo que “deveria ser” e não pelo que “é” ou “pode ser” nos aprisiona em um ciclo de frustração e sofrimento.
  • Conflito Interno e Alienação: Essa desconexão com o real, vivendo em um mundo de “maionese” mental, gera conflitos internos e uma sensação de estar “desencaixado” de si. Isso leva a problemas na saúde, nas finanças, nos relacionamentos, pois a pessoa perde o controle e a consciência de si mesma. É como estar perdido, sem saber o que quer ou para onde ir.

A Verdade de “Viver Dentro do Corpo”: Conectando-se com o Espírito

Gasparetto enfatiza que “viver é sentir”. Nossas sensações e nosso corpo são a manifestação do nosso espírito, a nossa verdade mais profunda e o verdadeiro centro coordenador da nossa vida. Ele nos lembra que somos seres “psicoastrais”, e que nossa sensibilidade para as coisas, para os objetos, para o ambiente, é uma capacidade astral, não apenas física.

  • O Corpo como Espelho do Espírito: O corpo e as sensações são o que nos conectam ao nosso espírito, que sabe o que é bom para nós e se manifesta através do “gostar” e das sensações. O espírito tem seus próprios objetivos, potenciais e um jeito único de ser. Ele coordena a vida e atua para que as coisas aconteçam com fluidez quando estamos alinhados com ele.
  • O Poder do “Bicho” Interior: Gasparetto refere-se a essa essência verdadeira como o “bicho”. Esse “bicho” possui a força para “comer” (devorar, destruir, eliminar) as energias negativas e os pensamentos que não nos servem. Essa energia de destruição é comparável ao sistema imunológico ou à febre que combate males. Ao nos centrarmos nas sensações e darmos ordens claras ao nosso “bicho”, podemos nos libertar dessas cargas.
  • Distinguir o que é “Seu”: A auto-observação sem julgamento é a chave para discernir o que é genuinamente “seu” (do espírito) do que é “dos outros” (absorvido). Ele ilustra com exemplos claros: a diferença entre emoção (que vem de baixo, instintiva) e sentimento (que vem do peito, da alma); ou como a roupa que escolhemos pode nos causar mal-estar se o espírito não a aceita. Quando uma sensação ou pensamento não é seu, você pode desidentificar-se e rejeitá-lo.

Auto-Responsabilidade: O Capitão da Sua Vida

A auto-observação, ao nos permitir essa distinção e ação, nos leva à verdadeira auto-responsabilidade.

  • Assumindo o Comando: Você é o “capitão” da sua vida. A realidade que você vive depende de como seu “bicho” (seu espírito/essência) está agindo. Responsabilidade não é sobre culpar-se pelo que passou, mas sobre a “capacidade de criar uma resposta”.
  • Libertação de Cargas e Padrões: Ao parar de absorver e se desidentificar de pensamentos e sensações que não são seus, você se liberta de cargas e padrões limitantes. Isso é um ato de “educar a si mesmo para não absorver”.
  • Viver o Seu Jeito e Prosperar: A lei número um da prosperidade, segundo Gasparetto, é: “faça tudo do seu jeito ou não vai funcionar”. Isso significa seguir seus próprios instintos e seu verdadeiro eu, sem se preocupar com a opinião alheia ou com ideais impostos. É abraçar a sua individualidade.
  • Paz e Autenticidade: A libertação de ilusões traz uma sensação de leveza, alegria, conforto e paz. É quando você aceita a realidade — o que é, o que se pode — em vez de viver em função de um “deveria” irreal.

Em suma, a auto-observação é o caminho para o autoconhecimento profundo. Ao nos conectarmos com nossas sensações e com a voz do nosso espírito (o “bicho”), aprendemos a discernir o que é real e o que é ilusão. Esse discernimento nos capacita a rejeitar o que não nos pertence e a viver de acordo com nossa verdadeira essência, assumindo a auto-responsabilidade e criando uma vida autêntica, próspera e feliz.

Então, que tal começar a observar mais o que se passa “dentro do corpo” e menos o “barulho da cabeça”? A sua liberdade está esperando por essa mudança!


* Nota: O texto deste post foi gerado através de IA (Google Notebook LM) e reflete um pouco do que tenho aprendido com o legado do nosso queridíssimo Gasparetto.

Vídeos referenciados para este vídeo:


Post relacionado: Wagner Borges: Lições sobre felicidade

O Poder das Frequências do Bem

Uma Jornada de Cura e Equilíbrio

Do Paranormal Experience: O PODER das VIBRAÇÕES E FREQUÊNCIAS SONORAS – Toshi Ohama

Hoje quero compartilhar com vocês algo que tem me fascinado e que pode ser um caminho incrível para a recuperação e manutenção da nossa saúde mental e emocional: as “Frequências do Bem”, um trabalho desenvolvido por Toshi Ohama, que tive o prazer de conhecer através do podcast Paranormal Experience.

Toshi Ohama, um terapeuta que trabalha com frequências sonoras, nos leva a uma jornada inspiradora, começando por sua própria experiência de superação. Ele, que iniciou sua carreira como DJ aos 12 anos e mais tarde se aprofundou em áudio, enfrentou um período de burnout, ansiedade e depressão. Essa busca por cura o levou a explorar a acupuntura, radiestesia, PNL e medicina chinesa, percebendo que a raiva e outras emoções guardadas contribuíam para seus problemas de saúde [15:07].

O que mais me chamou a atenção foi a forma como Toshi explica o impacto dessas frequências. Ele realizou experimentos com plantas, mostrando como a exposição a sons influenciava seu crescimento [02:22:40]. A partir daí, ele começou a aplicar as frequências sonoras em pessoas, observando um profundo relaxamento e até mesmo a melhora da insônia, que se tornou um ponto forte de seu trabalho [02:25:05].

Um ponto crucial que Toshi ressalta é a importância da intenção por trás da produção sonora. Ele explica que a soma de frequências pode ser tanto benéfica quanto prejudicial, dependendo da intenção de quem a cria [02:29:50]. Isso nos faz refletir sobre a energia que colocamos em tudo o que fazemos.

A história de Toshi é um lembrete poderoso de que a cura é uma jornada e que existem diversas ferramentas para nos auxiliar. As “Frequências do Bem” parecem ser uma dessas ferramentas, oferecendo um caminho para o equilíbrio e o bem-estar através do som.

Se você se interessou por esse tema, convido-o a procurar “Frequências do Bem” no Instagram para conhecer mais sobre o trabalho de Toshi Ohama [02:32:07]. É uma oportunidade de explorar uma abordagem diferente para cuidar da sua mente e das suas emoções.


Pessoalmente, tive uma experiência bem legal com as Frequências do Bem disponibilizadas gratuitamente por ele.

Neste mês ouvi várias vezes o vídeo com o título: Ressignificar Sentimentos, Ressignificar Pensamentos, Ressignificar a Vida, Frequencias do I Ching – disponível em seu canal do YouTube.

Além do som, a própria descrição do vídeo nos convida a uma reflexão profunda sobre nosso mundo interior. Recomendo!


E você, já teve alguma experiência com terapias sonoras ou frequências?


* Nota: O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e expressa o que tenho vivido ao longo da minha jornada de Autoconhecimento e Cura Interior.


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