Gasparetto: “Você Não Tem Que Nada!”

Você Não Tem Que Nada! – As Poderosas Lições de Gasparetto para uma Vida mais Leve

Em um mundo onde as cobranças parecem vir de todos os lados – da sociedade, da família e, principalmente, de nós mesmos – Gasparetto nos convida a uma reflexão profunda e libertadora no vídeo VOCÊ NÃO TEM QUE NADA! – Gasparetto conversando com você #152.

Ele nos desafia a questionar o “tem que” e a tomar posse de nossa própria vida.

Vamos mergulhar nas lições essenciais que ele compartilha para encontrar mais paz e prosperidade:

  • Foque na Solução, Não na Explicação: Muitas vezes, perdemos tempo explicando os “porquês” de tudo, mas essa explicação raramente resolve algo ou faz a vida fluir. Gasparetto sugere que o entendimento que realmente importa é aquele que te articula, te move, te impulsiona a uma solução ou transformação. Em vez de se prender a justificativas, concentre-se em encontrar maneiras de fazer as coisas funcionarem.
  • Desmascare o “Você Tem Que”: Esta é uma das mensagens centrais. A frase “você tem que” é descrita como uma forte forma de falta de consideração e desvalorização de nós mesmos. Quando nos forçamos a fazer algo “porque temos que”, ignoramos nossas próprias vontades, motivações, interesses e condições atuais. Essa atitude interfere diretamente na prosperidade, pois o valor que exalamos vem do cultivo do alto valor, do autorrespeito e da autoconsideração. Não trabalhe porque “tem que”, mas porque você tem motivos, propósitos e razões interiores.
  • A Felicidade é um Fenômeno Interior: Gasparetto enfatiza que a felicidade não está em atender às expectativas externas ou em ser “bacana” para o mundo, mas sim em conseguir se fazer estar bem interiormente. Ele nos lembra que as cobranças geram tensão, estresse e um cansaço que muitas vezes nem percebemos. Ser feliz com base em obrigações e ignorando a si mesmo é impossível.
  • Aceite seus Limites e Seja Honesto Consigo: É crucial reconhecer e aceitar seus próprios limites, em vez de se torturar com o que não pode ser feito. Gasparetto chama de falta de humildade tremenda a pretensão de continuar cobrando de si mesmo o que já se tentou e não deu certo. Modéstia é ver a verdade da sua situação atual. Não se sinta incapaz ou culpado por não ter certas condições; simplesmente não tem.
  • Tome Posse de Si e Cultive a Autoconsideração: Você é um adulto, uma pessoa livre e inteligente. Ninguém mais pode colocar ordem e paz dentro de você; essa é uma responsabilidade sua. Cultivar a autoconsideração significa entender seus sentimentos, seus motivos e o que realmente vale para você. Quando você faz algo pelo seu corpo, por exemplo, deve ser para si, pelos seus motivos, com boa vontade e gosto, sem sacrifício, porque é importante e te faz bem.
  • Abandone o Sofrimento e as Expectativas Irreais: Gasparetto afirma que o sofrimento é uma opção. Se você está sofrendo, é porque está escolhendo essa opção. As expectativas impossíveis e a tentativa de forçar o impossível levam à frustração, raiva e conflitos. Não se queixe ou tente mudar os outros; decida dentro de você o que é melhor e o que te traz paz.
  • Abra-se para o Novo e a Aventura da Vida: Quando você para de se prender a expectativas rígidas e ao que “tem que fazer”, abre-se para uma opção de possibilidades inexploradas. A vida, então, se torna uma aventura divertida e enriquecedora, como uma viagem sem expectativas, onde cada nova experiência é bem-vinda. Essa flexibilidade permite que você experimente e descubra novas alegrias e horizontes.

Gasparetto nos encoraja a dar uma paz a nós mesmos.

Ao nos libertarmos da tirania do “ter que” e das cobranças, podemos soltar o que nos prende, encontrar nossa verdadeira motivação e finalmente viver uma vida mais leve, plena e feliz. A vida é gostosa, cheia de prazer, mas só quando não somos dominados por cobranças rígidas.


Notas:

  • O texto base deste post foi gerado através de IA (NotebookLM) e pontua lições importantes deste episódio de um programa do Gasparetto disponível no canal Editora Vida & Consciência [OFICIAL].
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

Para mais chineladas do Gasparetto:

O Preço Oculto da Autodesconsideração

Gasparetto – A GENTE NÃO DEIXA PRA LÁ

Gasparetto – Sobre a REALIDADE

Gasparetto – A GENTE NÃO DEIXA PRA LÁ

A GENTE NÃO DEIXA PRA LÁ: Assumindo o Controle da Sua Vida e o Seu Poder Interior

No vídeo do YouTube A GENTE NÃO DEIXA PRA LÁ – Gasparetto conversando com você #94, Gasparetto nos convida a uma reflexão profunda sobre autogestão e liberdade pessoal, mostrando que gerenciar a nós mesmos é a base de tudo

Ele defende que gerenciar as próprias emoções e assumir a responsabilidade pela própria vida são cruciais para o bem-estar. Ele encoraja os ouvintes a desapegarem-se da negatividade, a pararem de se intrometer na vida alheia, e a abraçarem sua verdadeira natureza e temperamento.

A mensagem central é a de que o indivíduo possui o poder de dominar sua própria realidade, em vez de ser dominado pelas circunstâncias externas ou pelas expectativas dos outros.

Você já parou para pensar em como as nossas escolhas e atitudes internas moldam profundamente a nossa realidade externa?

O Perigo da Autocrítica e da Negatividade

Uma das mensagens centrais é a importância de não dar valor para o negativo. Muitas vezes, nos pegamos criticando os outros e, sem perceber, essa energia se volta contra nós mesmos, tornando-nos vítimas do nosso próprio esforço. Gasparetto nos lembra que a tendência a reclamar, se indignar e focar no que está errado apenas nos esgota e nos impede de viver plenamente. Ele sugere uma atitude de “ah, bobagem, larga de frescura!”, para trazer alívio e leveza à mente. A chave é escolher “não ligar” para aquilo que não nos serve ou que nos puxa para baixo.

Liberando-se das Amarras Alheias

Um ponto crucial abordado no vídeo é a nossa dificuldade em “deixar para lá” os problemas e as escolhas dos outros, especialmente de pessoas próximas como familiares. “A gente não deixa para lá, a gente quer que eles entendam, que eles mudem”. Essa atitude de querer argumentar, se indignar e tentar “consertar” o outro é um desperdício de energia e um autoenvenenamento.

Gasparetto é enfático. Ele afirma que se meter na vida alheia é “metideza” e quem cuida da responsabilidade dos outros está, na verdade, estragando a própria vida. Afinal, “o outro que escolhe, ele quer viver assim porque ele escolheu viver assim”. Tentar ajudar quem não quer ser ajudado ou bancar quem não assume suas próprias escolhas apenas perpetua a situação. Aquele que está sendo “bancado” como um “trouxa” nunca aprenderá a se bancar. Ele chega a chamar a atitude de “Samaritana” de neurose, pois muitas vezes, ao “cuidar dos outros”, abandonamos a nós mesmos.

Assumindo Seus Limites e Seu Território

O vídeo ressalta que muitos de nós não aceitamos nossos próprios limites. Essa falta de limites nos torna vulneráveis à invasão e ao abuso, inclusive do invisível. É fundamental defender o seu território, porque ninguém mais o fará. Se você não tiver “soldados na sua fronteira”, qualquer coisa poderá entrar. O mundo é para os fortes, e precisamos aprender a colocar as pessoas no lugar delas.

A Libertação de “Soltar a Franga”: Assuma Seu Temperamento

Uma das metáforas mais poderosas do vídeo é a de “segurar a franga”, ou seja, reprimir o seu temperamento e a sua verdadeira essência. Gasparetto argumenta que “esse negócio de doença mental é segurar a franga”. Muitas pessoas ficam “doentes, depressivas, loucas” porque “vão contra o temperamento”, tentando ser o que não são para agradar aos outros.

Ele incentiva a abraçar quem você realmente é. Se você gosta de dançar, de rir, de brincar, ponha isso para fora, pois essa é a sua energia.

A verdadeira força reside em assumir o seu jeitão, o seu temperamento, mesmo que seja “terrível” ou “danadinho” para os outros. Deixar a energia estagnada e não se expressar te machuca.

Conectando-se com o Eu Maior e a Essência Espiritual

Além das questões do dia a dia, o vídeo oferece um caminho para o autoconhecimento e a conexão espiritual. Gasparetto sugere um exercício de meditação ou visualização, onde nos elevamos, deixando para trás as preocupações, responsabilidades e “lutas” que nos prendem ao mundo material. Ao fazer isso, podemos nos conectar com o nosso “Eu maior”, nosso “aspecto espiritual mais sublime”.

Essa conexão não acontece pelo intelecto, mas “com o corpo, com as sensações”. Ao sentir essa expansão, essa paz e perfeição, percebemos que “força em você é poder”, que “você é eterna, você é grande”. Essa é uma independência e uma conquista onde o mundo não nos domina, mas nós é que dominamos o mundo, selecionando o que tem a ver e exercendo escolhas conscientes.

A Dignidade Está Dentro: Não Precisamos de Reflexos Alheios

Gasparetto finaliza reforçando que “a vida é sensações” e que o que realmente importa é se sentir bem. A fonte da vida e a consciência cósmica estão em nós, e nossa maior afirmação deve ser aquilo que sentimos, não ideias ou dogmas.

A verdadeira dignidade está dentro de nós, e é ela que nos dá plenitude, alegria e o prazer de viver.

O segredo do sucesso e da capacidade de ajudar os outros está em ser a gente, cuidar de si mesmo e assumir o próprio poder.

Se você se identificou com essa mensagem, talvez seja a hora de “soltar a franga” e se permitir ser a pessoa poderosa e plena que você realmente é! 🤭


Notas:


Outros posts com lições de Gaspareto: 

Auto-observação para VIDA REAL

Gasparetto – Sobre a REALIDADE

O Preço Oculto da Autodesconsideração

Auto-observação para VIDA REAL

A Chave para “Sair da Cabeça” e “Viver no Corpo”

Muitas vezes, em nossa jornada de autoconhecimento, nos deparamos com a frustração de não conseguir mudar padrões ou resolver problemas que parecem nos aprisionar. Gasparetto nos oferece uma perspectiva profunda e libertadora para isso: a chave é a auto-observação, um processo que nos permite distinguir a realidade das ilusões, e consequentemente, assumir a verdadeira auto-responsabilidade.

Ele nos convida a entender a diferença crucial entre “viver na cabeça” e “viver dentro do corpo”.

O Perigo de “Viver na Cabeça”: A Ilusão e o Sofrimento

Gasparetto explica que a maioria das pessoas vive no pensamento e não no corpo. Isso significa que estamos constantemente operando a partir de uma mente que, quando desconectada das sensações, cria apenas ilusões e fantasias. Para ele, a “cabeça” ou a “mente” são aparelhos sofisticados, mas que muitas vezes processam informações que não são realmente nossas.

  • Absorção de Energias Externas: A mente, sem discernimento, absorve pensamentos, críticas, medos e ideais de outras pessoas, do ambiente ou até do plano astral, como se fossem próprios. Por exemplo, aquela sensação de pena ou raiva que você sente pode não ser sua, mas sim a energia projetada por outra pessoa. Essa absorção de “lixo energético” nos leva a construir uma personalidade baseada em influências alheias, perdendo o contato com quem realmente somos.
  • A Tirania do “Deveria” e do “Ideal”: Vivemos cercados por ideais de como deveríamos ser: o ideal de mãe, de pai, de profissional, de parceiro. Essas fantasias nos levam a uma constante autocrítica e auto-depreciação, pois nunca alcançamos o “perfeito” ou o “ideal”. Essa busca incessante pelo que “deveria ser” e não pelo que “é” ou “pode ser” nos aprisiona em um ciclo de frustração e sofrimento.
  • Conflito Interno e Alienação: Essa desconexão com o real, vivendo em um mundo de “maionese” mental, gera conflitos internos e uma sensação de estar “desencaixado” de si. Isso leva a problemas na saúde, nas finanças, nos relacionamentos, pois a pessoa perde o controle e a consciência de si mesma. É como estar perdido, sem saber o que quer ou para onde ir.

A Verdade de “Viver Dentro do Corpo”: Conectando-se com o Espírito

Gasparetto enfatiza que “viver é sentir”. Nossas sensações e nosso corpo são a manifestação do nosso espírito, a nossa verdade mais profunda e o verdadeiro centro coordenador da nossa vida. Ele nos lembra que somos seres “psicoastrais”, e que nossa sensibilidade para as coisas, para os objetos, para o ambiente, é uma capacidade astral, não apenas física.

  • O Corpo como Espelho do Espírito: O corpo e as sensações são o que nos conectam ao nosso espírito, que sabe o que é bom para nós e se manifesta através do “gostar” e das sensações. O espírito tem seus próprios objetivos, potenciais e um jeito único de ser. Ele coordena a vida e atua para que as coisas aconteçam com fluidez quando estamos alinhados com ele.
  • O Poder do “Bicho” Interior: Gasparetto refere-se a essa essência verdadeira como o “bicho”. Esse “bicho” possui a força para “comer” (devorar, destruir, eliminar) as energias negativas e os pensamentos que não nos servem. Essa energia de destruição é comparável ao sistema imunológico ou à febre que combate males. Ao nos centrarmos nas sensações e darmos ordens claras ao nosso “bicho”, podemos nos libertar dessas cargas.
  • Distinguir o que é “Seu”: A auto-observação sem julgamento é a chave para discernir o que é genuinamente “seu” (do espírito) do que é “dos outros” (absorvido). Ele ilustra com exemplos claros: a diferença entre emoção (que vem de baixo, instintiva) e sentimento (que vem do peito, da alma); ou como a roupa que escolhemos pode nos causar mal-estar se o espírito não a aceita. Quando uma sensação ou pensamento não é seu, você pode desidentificar-se e rejeitá-lo.

Auto-Responsabilidade: O Capitão da Sua Vida

A auto-observação, ao nos permitir essa distinção e ação, nos leva à verdadeira auto-responsabilidade.

  • Assumindo o Comando: Você é o “capitão” da sua vida. A realidade que você vive depende de como seu “bicho” (seu espírito/essência) está agindo. Responsabilidade não é sobre culpar-se pelo que passou, mas sobre a “capacidade de criar uma resposta”.
  • Libertação de Cargas e Padrões: Ao parar de absorver e se desidentificar de pensamentos e sensações que não são seus, você se liberta de cargas e padrões limitantes. Isso é um ato de “educar a si mesmo para não absorver”.
  • Viver o Seu Jeito e Prosperar: A lei número um da prosperidade, segundo Gasparetto, é: “faça tudo do seu jeito ou não vai funcionar”. Isso significa seguir seus próprios instintos e seu verdadeiro eu, sem se preocupar com a opinião alheia ou com ideais impostos. É abraçar a sua individualidade.
  • Paz e Autenticidade: A libertação de ilusões traz uma sensação de leveza, alegria, conforto e paz. É quando você aceita a realidade — o que é, o que se pode — em vez de viver em função de um “deveria” irreal.

Em suma, a auto-observação é o caminho para o autoconhecimento profundo. Ao nos conectarmos com nossas sensações e com a voz do nosso espírito (o “bicho”), aprendemos a discernir o que é real e o que é ilusão. Esse discernimento nos capacita a rejeitar o que não nos pertence e a viver de acordo com nossa verdadeira essência, assumindo a auto-responsabilidade e criando uma vida autêntica, próspera e feliz.

Então, que tal começar a observar mais o que se passa “dentro do corpo” e menos o “barulho da cabeça”? A sua liberdade está esperando por essa mudança!


* Nota: O texto deste post foi gerado através de IA (Google Notebook LM) e reflete um pouco do que tenho aprendido com o legado do nosso queridíssimo Gasparetto.

Vídeos referenciados para este vídeo:


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