Quando Rótulos Psiquiátricos Distorcem a Realidade
Em 1973, o psicólogo David Rosenhan levantou uma questão simples, mas ousada, que sacudiu a psiquiatria: Será que os médicos realmente sabem diferenciar uma pessoa saudável de uma doente mental?. Para testar isso, ele criou o Projeto Rosenhan, um experimento radical que, até hoje, é considerado um dos mais perturbadores da psicologia e que mudou a história da psiquiatria.
A Farsa da Doença
Rosenhan recrutou oito voluntários saudáveis — entre eles, psicólogos, médicos, uma dona de casa e um pintor — com o objetivo de se passarem por pacientes psiquiátricos.
Eles se apresentaram em diferentes hospitais psiquiátricos nos Estados Unidos, relatando o mesmo sintoma inventado: ouviam uma voz que dizia apenas a palavra “vazio”. Nada mais foi relatado.
O resultado inicial foi chocante: todos os oito foram internados. Sete receberam o diagnóstico de esquizofrenia, e o oitavo foi diagnosticado como psicótico maníaco.
A Percepção Distorcida
Assim que os voluntários foram internados, eles pararam de simular qualquer sintoma. Eles se comportaram com total normalidade, conversando, comendo e anotando o que viam, agindo como qualquer pessoa saudável.
No entanto, o sistema já havia decidido que eles eram doentes, e isso distorceu completamente a percepção dos profissionais. Todos os seus comportamentos normais foram reinterpretados como sintomas de doença:
Fazer anotações foi visto como “escrita obsessiva”.
Ser educado era interpretado como “necessidade patológica de agradar”.
O tempo médio de internação foi de 19 dias, e um dos voluntários permaneceu internado por 52 dias. Para conquistar a liberdade, não bastava ser saudável; eles só foram liberados depois que se declararam doentes e aceitaram tratamento.
Durante a internação, mais de 2.100 pílulas de antipsicóticos foram prescritas. Felizmente, nenhuma delas foi ingerida, pois todas foram escondidas e descartadas.
Quem Desconfiou?
Um dos aspectos mais surpreendentes do experimento foi o fato de que apenas os verdadeiros pacientes dos hospitais psiquiátricos desconfiaram dos impostores. 35 internos afirmaram que os voluntários não eram doentes, mas sim pesquisadores infiltrados.
Já os médicos e enfermeiros, mesmo diante da normalidade dos voluntários, mantiveram seus diagnósticos.
O Efeito Rosenhan e a Paranoia do Sistema
Quando o estudo foi publicado na revista Science, a psiquiatria foi sacudida, e muitos profissionais se viram questionados, pois os hospitais se sentiram expostos.
Um hospital desafiou Rosenhan, pedindo que ele enviasse mais “pacientes falsos”, garantindo que iriam identificá-los. Três meses depois, o hospital declarou ter detectado 41 impostores. O problema é que Rosenhan não havia enviado ninguém. A desconfiança do sistema virou uma paranoia, fazendo com que vissem pacientes falsos por todo lado, mesmo onde não havia infiltrados.
O estudo ficou conhecido como Efeito Rosenhan, uma demonstração poderosa de como os rótulos psiquiátricos podem distorcer a realidade, afetando tanto quem diagnostica quanto quem é diagnosticado.
A Importância da Percepção e Um Curso em Milagres
Este experimento é considerado maravilhoso porque ele prova a importância fundamental da nossa percepção. Ele ilustra que a sua percepção já decidiu o que quer ser visto no cenário.
A visão metafísica (como a ensinada em Um Curso em Milagres) explica que a sua mente e o seu inconsciente estão gerando todos os resultados no seu cenário, o que o físico Amit Goswami chama de “causação descendente” — a criação da realidade parte do metafísico (da mente) para o cenário (a física), e não o contrário. O que chamamos de realidade é, em última instância, uma projeção.
O experimento de Rosenhan mostra que, uma vez que a mente dos médicos estava “doutrinada” por uma crença ou um rótulo inicial (o diagnóstico), eles só conseguiam ver evidências para confirmar essa crença.
O sistema de pensamento do ego faz exatamente isso o tempo todo: ele busca no cenário motivos para confirmar crenças equivocadas, rotular, criticar e se separar. O sofrimento surge desse sistema que separa.
O trabalho de autoconhecimento é vital para a liberação do conteúdo equivocado que existe no inconsciente. É preciso mudar completamente o sistema de pensamento para que a percepção se ligue ao pensamento unificado, que é a verdade, o que traz paz e bem-estar. O experimento Rosenhan é um lembrete crucial para a importância de trabalhar no mais profundo da nossa mente.
Nota: O texto base deste post foi gerado através de IA (Gemini), com base no vídeo do canal Escola da Liberdade.
Texto criado com base no Clube do Livro que começa com o vídeo: Aula 1. Não começou com você! – Clube do Livro, no canal Karina Alves. O Clube do Livro está no YouTube numa playlist com 4 vídeos em que 3 psicólogas conversam e propõem exercícios sobre o livro Não Começou com Você (que apareceu na série Uma Nova Mulher). Foi muito bom pra mim ter ouvido essa playlist, por isso ela não poderia não aparecer por aqui.
Você já se sentiu preso(a) em padrões repetitivos, experimentou medos inexplicáveis ou lutou com problemas que parecem desafiar uma explicação lógica em sua própria vida? O livro perspicaz “Não começou com você!” explora uma perspectiva fascinante: muitos dos desafios que enfrentamos hoje podem não ter origem em nós, mas são traumas herdados do passado de nossa família.
Este livro oferece uma mistura única e poderosa de insights terapêuticos, baseando-se fortemente nos princípios da Constelação Familiar desenvolvida por Bert Hellinger, ao mesmo tempo em que fundamenta esses conceitos em pesquisas científicas, particularmente epigenética e física quântica. Ele fornece uma lente científica para entender como os traumas familiares herdados nos definem e como podemos finalmente quebrar esses ciclos.
O Impacto Profundo do Trauma Herdado
A premissa central de “Não começou com você!” é que nossas vidas não são apenas o resultado de nossas escolhas e ações individuais. Em vez disso, elas são profundamente impactadas pelas gerações anteriores a nós, potencialmente nos influenciando através de até sete gerações ancestrais. Essa herança vai além de características físicas como a cor do cabelo ou dos olhos; ela inclui traumas, dificuldades financeiras e desafios de relacionamento que nossos ancestrais experimentaram.
O livro destaca que, embora a psicologia há muito tempo mostre como aprendemos com nossos pais, essa herança vai além dos comportamentos aprendidos. Está vinculada ao que herdamos geneticamente, para além do aprendizado consciente. Um conceito científico chave que apoia isso é a epigenética, que estuda como a expressão gênica pode ser modificada por fatores ambientais. Pesquisadores descobriram que, embora apenas 2% do nosso DNA venha diretamente de nossos pais (os cromossomos), os outros 98% são influenciados por nosso ambiente e são mutáveis. Essa maleabilidade permite a mutação genética ao longo do tempo, explicando como as espécies evoluem e se adaptam.
Uma das explicações biológicas mais surpreendentes compartilhadas no livro descreve como o trauma é transmitido:
Imagine uma mulher grávida. Dentro dela, há três gerações presentes: ela mesma, o feto que está carregando e as futuras células reprodutivas (espermatozoides ou óvulos) desse feto.
Isso significa que quando sua avó estava grávida de sua mãe, as experiências dela estavam impactando os órgãos reprodutivos em desenvolvimento de sua mãe, que eventualmente conteriam o óvulo que formou você.
As emoções são energia, e essa energia, juntamente com as memórias e experiências de seus ancestrais, pode ser transmitida através das células. Isso explica como eventos como o medo, abuso ou luto não resolvido de um ancestral podem estar presentes em sua própria memória celular, influenciando sua vida hoje.
A Jornada Interior: Enfrentando o Que Estava Invisível
O livro enfatiza a importância de olhar para dentro. Como uma famosa citação de Jung mencionada no livro afirma: “Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta”. O próprio autor relata sua jornada pessoal, sofrendo de uma enxaqueca severa que levou à cegueira temporária. Depois de anos buscando curas externas, ele foi repetidamente aconselhado por diferentes gurus a “voltar para casa e se reconectar com seus pais”. Isso o levou a perceber que sua incapacidade de receber amor dos outros estava conectada à sua dificuldade em receber amor materno. Essa poderosa conexão com nossos cuidadores primários é crucial, pois eles são nosso primeiro elo com a vida.
O livro afirma que nosso inconsciente tenta se comunicar conosco constantemente através de padrões repetitivos, sonhos, sintomas físicos e frases recorrentes. Tornar o inconsciente consciente é o primeiro passo para a cura.
Um Mapa Prático Para o Seu Trauma: As Quatro Linguagens Centrais
“Não começou com você!” fornece uma estrutura prática, descrita como a construção de um mapa, para ajudá-lo(a) a identificar e abordar esses traumas herdados. Isso envolve um processo de quatro etapas centrado no que o livro chama de “linguagens centrais”:
Reclamação Central:
Trata-se de identificar o problema ou dificuldade mais premente em sua vida agora. Isso pode ser uma doença física, uma luta financeira, um problema de relacionamento ou um padrão negativo recorrente.
O livro incentiva a escrever essa reclamação imparcialmente e a explorar suas origens: Quando começou? O que estava acontecendo na época? Houve algum evento traumático? Às vezes, esse problema atual pode até se conectar a um ancestral que experimentou algo semelhante na mesma idade.
Descritores Centrais:
Esta etapa envolve descrever sua mãe e seu pai. Você é convidado(a) a recordar suas características durante sua infância – eles eram afetuosos, distantes, felizes, tristes? Que adjetivos ou frases vêm à mente?.
Crucialmente, também pergunta pelo que você culpa seus pais ou o que aconteceu em sua infância que você ainda carrega como um fardo. Ao observar humildemente essas descrições, você pode perceber que espelha algumas das características de seus pais, tanto positivas quanto negativas, ou que projeta essas falhas percebidas em seus parceiros atuais.
Sentença Central:
Esta etapa aprofunda-se em seu medo mais profundo, a “pior coisa que poderia acontecer com você”. Frequentemente, esse medo é mascarado por ansiedades superficiais. Por exemplo, o medo de morrer pode ser, na verdade, um medo mais profundo de ser esquecido(a) pela família.
O livro o(a) guia por um processo de perguntar “o que é o pior que pode acontecer?” repetidamente para descobrir a raiz desse medo. Às vezes, imaginar esse medo acontecendo com outra pessoa, como sua mãe, pode ajudar a acessar essas ansiedades profundas.
Trauma Central:
Após identificar sua principal reclamação, descrever seus pais e descobrir seu medo mais profundo, você investiga se isso realmente pertence a você ou se está conectado a um ancestral.
Isso envolve a criação de um “heredograma” ou árvore genealógica, onde você mapeia traumas significativos e fatalidades de seus ancestrais (por exemplo, abortos, assassinatos, ruína financeira, mortes precoces, vícios).
Ao fazer isso, você frequentemente pode encontrar um padrão ou evento específico na história de sua família que ressoa com suas lutas atuais ou medos mais profundos. Por exemplo, o medo da fome pode remontar a um ancestral que experimentou pobreza extrema ou fome. Um exemplo no livro é de um rapaz que desenvolveu insônia e uma sensação de frio intenso aos 19 anos, o que se conectava com a idade em que seu tio morreu congelado.
O Caminho Para a Cura e a Libertação
Uma vez que esses padrões e suas origens são identificados, o livro avança para o processo de integração e cura. Isso não se trata de esquecer ou negar o passado, mas de reconhecê-lo, trazê-lo à consciência e transformar seu impacto.
As principais técnicas de cura incluem:
Exploração Corporal: Conscientizar-se de onde esses traumas se manifestam fisicamente em seu corpo (por exemplo, dor crônica, problemas digestivos).
Respiração e Visualização: Praticar a respiração nas áreas afetadas do corpo, concentrando sua atenção e energia vital ali, e usando afirmações de aceitação e cura. Você também pode visualizar interações com ancestrais, perdoando-os ou recebendo suas bênçãos, o que seu cérebro processa como real, auxiliando na cura.
Linguagem de Cura: Usar “sentenças de cura” específicas para expressar aceitação, liberação e amor em relação a si mesmo(a) e a seus ancestrais, especialmente em relacionamentos difíceis com pais ou aqueles que já faleceram.
Inclusão e Aceitação: Um ensinamento central de Bert Hellinger, reforçado no livro, é a importância de aceitar seus pais e ancestrais como eles foram, sem julgamento. Isso significa reconhecer seu sofrimento, suas limitações e até mesmo suas ações prejudiciais, compreendendo que eles ofereceram o que puderam. Esse ato de aceitação, embora desafiador, cria uma profunda liberação tanto para você quanto para seus ancestrais, “curando as raízes de sua árvore genealógica”.
Abraçando Seu Papel: O livro enfatiza que você não é uma vítima, mas um(a) protagonista em sua própria vida. Ao assumir a responsabilidade por sua cura, você não apenas se liberta, mas também abre caminhos para que seus descendentes vivam vidas mais leves.
A cura é descrita não como um milagre imediato, mas como um processo contínuo de descascar camadas. Requer coragem, dedicação e disposição para confrontar verdades desconfortáveis, mas, em última análise, leva a uma profunda sensação de leveza, paz e liberdade.
Traumas Comuns Explorados
O livro detalha ainda como esses traumas herdados frequentemente se manifestam em áreas específicas da vida, muitas vezes categorizadas em quatro “linguagens centrais”:
Separação: Traumas relacionados ao vínculo inicial com a mãe, até mesmo rupturas sutis durante a infância (por exemplo, nascimento prematuro, depressão pós-parto ou momentos simples em que a mãe estava indisponível), podem levar a problemas de insegurança, instabilidade e rejeição em relacionamentos adultos.
Relacionamentos: Padrões em relacionamentos românticos frequentemente espelham dinâmicas não resolvidas com pais ou ancestrais. Isso pode surgir de lealdade inconsciente a membros da família que tiveram relacionamentos infelizes, ou da busca por resolver necessidades não atendidas da infância. O livro identifica 21 dinâmicas familiares diferentes que podem impactar os relacionamentos atuais.
Sucesso: Dificuldades com prosperidade, dinheiro ou sucesso geral na vida estão frequentemente ligadas a traumas ancestrais relacionados à pobreza, perda de bens, exploração ou ao peso de lutas sociais coletivas. Por exemplo, uma lealdade oculta a ancestrais que sofreram dificuldades financeiras pode bloquear inconscientemente o próprio caminho para a abundância.
Cura: Este conceito abrangente nos lembra que o processo de reconhecer, aceitar e transformar esses padrões herdados é contínuo. Trata-se de continuar a reconhecer quando medos ou padrões antigos ressurgem e conscientemente escolher reagir de forma diferente, permitindo crescimento e liberação contínuos.
“Não começou com você!” é um guia poderoso para o autodescobrimento e a cura. Ele o(a) encoraja a se tornar um(a) participante ativo(a) em sua própria transformação, investigando sua história familiar, compreendendo as origens de seus desafios e escolhendo conscientemente quebrar os ciclos que não o(a) servem mais. Ao engajar-se com seus exercícios e insights, você embarca em uma jornada profunda que beneficia não apenas sua própria vida, mas também toda a sua linhagem familiar.
Em um mundo que nos convida constantemente a viver na superfície, “Um Curso em Milagres” (UCEM) surge como um chamado profundo para uma viagem interior, uma experiência que promete nos reconectar com a fonte de amor que realmente somos. Longe de ser apenas um livro misterioso, o Curso é um caminho prático para a espiritualidade, um convite para abrir o coração e a mente e embarcar em uma jornada de autodescoberta e cura.
Além de ter sido estudado por professores muito queridos no campo da Espiritualidade como Lousie Hay e Eckhart Tolle, esse livro também tocou o coração de celebridades como Denzel Washington, Chris Pratt, and Marianne Williamson.
A Essência do Curso: Experiência e Prática
A principal mensagem de UCEM é que uma teologia universal é impossível, mas uma experiência universal não só é possível, como inevitável. Isso significa que o verdadeiro aprendizado não está na teoria, mas na prática e na vivência do seu conteúdo. Acredita-se que qualquer dificuldade com o livro surge da falta de prática, pois ao experienciá-lo, o que se sente é alegria e paz. A vontade de Deus para nós é a felicidade perfeita, e o Curso nos ensina a acessá-la.
Uma prática fundamental que o Curso propõe é a observação da mente. Ao longo do dia, somos convidados a perguntar a nós mesmos: “O que estou pensando agora e o que estou sentindo agora?”. Essa prática simples nos ajuda a perceber que tudo, absolutamente tudo, acontece na nossa mente. Nossos pensamentos e sentimentos são indicadores do nosso estado mental, e aprender a observá-los é o primeiro passo para o perdão e para a remoção das barreiras que nos impedem de acessar o amor e a Deus.
A História Milagrosa por Trás do Livro
“Um Curso em Milagres” veio ao mundo através de uma experiência de colaboração entre duas pessoas: Helen Schucman e William Thetford, ambos psicólogos e professores na Universidade de Columbia, em Nova York. Eles tinham uma relação de trabalho extremamente difícil e conflituosa. Cansados dessa dinâmica, Bill e Helen decidiram procurar “um outro jeito” de se relacionar, um “jeito mais amoroso, verdadeiro e carinhoso de viver”. Esse momento foi o que o livro chama de “Instante Santo”, um comprometimento interno que abre a mente e o coração para Milagres.
Após esse compromisso, Helen começou a ouvir uma voz insistente que dizia: “Este é um Curso em Milagres, tome nota”. Embora inicialmente assustada, ela seguiu o conselho de Bill e começou a escrever o que a voz ditava. Helen, que era taquígrafa, conseguia escrever rapidamente o que ouvia, mesmo podendo pausar e retomar a ditadura a qualquer momento. Esse processo durou sete anos e foi uma profunda cura para o relacionamento de Helen e Bill. O conteúdo transformou suas vidas e eles perceberam que era a resposta à sua oração.
A voz que ditou o Curso é a de Jesus. Ele se apresenta em primeira pessoa, fala de sua crucificação e se coloca como o responsável pelo processo de expiação, que é a correção da mente e o retorno à nossa conexão original.
A Linguagem Cristã e Seus Conceitos Universais
O livro utiliza uma linguagem cristã, inclusive no próprio título “Milagres”, porque, como o Curso explica, a nossa mente, especialmente no Ocidente, está repleta de conceitos cristãos, muitos deles distorcidos. O Curso vem, então, para corrigir esses conceitos e nos ajudar a acessar a verdade por trás deles, liberando-nos do medo e da rejeição. Muitas resistências ao estudar o livro vêm de se relacionar com o que se pensa sobre Jesus, milagres, pecado ou Deus, em vez de se abrir para a verdade que está além desses pensamentos.
Os Três Sistemas de Pensamento
O Curso em Milagres aborda três sistemas de pensamento que são cruciais para a nossa compreensão da mente:
A Mente Una (Céu / Mente Unificada): Representa o mundo do céu, um estado de consciência de perfeição, unidade, paz plena e felicidade perfeita. Neste lugar, somos o filho de Deus, criado à Sua imagem, com atributos de eternidade, perfeição, imutabilidade, invulnerabilidade e estabilidade. Este é o nosso estado natural, a verdade sobre nós.
A Mente Errada (Ego): Surge de um pensamento de tentativa de criar algo diferente do que Deus criou – o desejo de ser humano, triste, sozinho, separado. A mente errada é o sistema de pensamento do ego, uma ilusão baseada na crença da separação. É um sistema de medo, sofrimento, ansiedade, depressão, conflito, insegurança e vulnerabilidade, o oposto da nossa essência. O foco principal do treinamento do Curso está na correção desta mente.
A Mente Certa (Espírito Santo / Mente Corrigida): É a resposta imediata de Deus ao nosso pensamento de separação: “Não, meu filho, você não pode ser diferente do que Eu criei”. O Espírito Santo é o pedacinho da nossa mente que escutou essa resposta de Deus, que está totalmente são e conectado à verdade. É uma voz de intuição e uma sensação de resposta interior que corrige nossa mente. Este sistema de pensamento é o amor, o oposto do medo.
O estudo do livro acontece em dois níveis:
No primeiro nível, ele mostra a diferença entre a Mente Una (Verdade) e a Mente Dividida (Ilusão).
No segundo nível, que é onde se encontra o nosso trabalho prático, ele foca na diferença entre a Mente Errada (Medo) e a Mente Corrigida (Amor). O treino é reconhecer a ilusão e entregar a correção ao Espírito Santo.
O Propósito do Curso: Remover Bloqueios ao Amor
O Curso em Milagres não tem como objetivo ensinar o significado do amor, pois isso está além do que pode ser ensinado, ele é o que você é, sua herança natural. Seu propósito é remover os bloqueios à consciência da presença do amor, que é a nossa herança natural. Isso é como “descascar a cebola”, removendo cada pensamento “sem amor” (camada de ego) que bloqueia a nossa experiência do “sonho feliz”.
A frase central do livro, que resume sua essência, é:
“Nada real pode ser ameaçado. Nada irreal existe. Nisso está a paz de Deus”.
Esta frase é a definição do perdão no contexto do Curso: a capacidade de olhar para o mundo e compreender o que é verdadeiro e o que é falso, escolhendo o amor acima de qualquer ilusão. O despertar, aqui no mundo, é ter a consciência de que estamos dentro de uma ilusão, um sonho, e saber disso nos permite permanecer em paz.
A Prática Diária e a Transformação
O estudo de UCEM é cíclico, o que significa que, ao reler e praticar, sempre nos lembramos de novas verdades e abrimos a mente ainda mais. Embora seja um “curso obrigatório” em nossa jornada de retorno à verdade, o momento em que decidimos fazê-lo é voluntário.
A mente egoica, baseada na crença do tempo e do espaço, nos leva a experienciar o caminho de volta para casa de forma dolorosa. No entanto, o Curso e o Espírito Santo aceleram nosso caminho, pois o milagre é a ausência de tempo, o contato com a eternidade.
Jesus, através do Espírito Santo, quer realizar milagres através de nós de forma indiscriminada. Nossa parte é entregar nossa mente a Ele, reconhecendo os pensamentos equivocados do ego para que Ele possa corrigi-los. Ele cuida de tudo para nós no tempo e no espaço, desde problemas financeiros até de saúde, se nos preocuparmos em cultivar essa conexão.
A estrutura do livro, com seus 31 capítulos teóricos e 365 exercícios práticos, foi projetada para treinar nossa mente e nos ensinar a entregar nossas aflições ao Espírito Santo. A resistência que sentimos ao estudar o Curso é apenas o ego gritando, tentando manter seu sistema de pensamento. No entanto, a verdade é sempre alegre, leve, doce e gentil.
O Chamado e o Caminho
“Um Curso em Milagres” é um conteúdo universal, que nos ajuda a olhar para tudo em nossa vida através da lente da consciência existencial e espiritual. Ele não resolve problemas específicos, mas sim nosso único verdadeiro problema: a desconexão com a fonte, a inconsciência de quem somos de verdade.
Não é um livro para todos, e é importante sentir se o chamado em seu coração é sincero. Se for, a devoção e o comprometimento são fundamentais, pois o Curso desafiará profundamente a nossa mente. A prática do estudo pode ser feita individualmente, em grupos (como o grupo online da Frequência do Amor), ou até mesmo usando o livro como oráculo. Não há uma forma “certa” ou “errada” de estudá-lo, apenas a sua devoção.
A jornada de UCEM é um processo de desaprender o que é ilusório e despertar para nossa verdadeira natureza. É um convite para reconhecer que a mente identificada com o ego nos mantém no medo e na ilusão, e que o treino é passar a nos identificar com a verdade. Como Paulinha Oliveira compartilha de sua própria experiência, o Curso pode transformar uma vida vivida em um “quarto escuro” com poucos momentos de luz, para uma vida vivida na luz, onde os momentos de “luz apagada” são vistos como convites para acendê-la novamente, com a ajuda do Espírito Santo.
Que esta introdução inspire você a explorar “Um Curso em Milagres” e a se abrir para a transformação que ele oferece.
A Chave para a Paz e a Eficiência em Um Curso em Milagres
Em um mundo que incessantemente nos impulsiona a “fazer”, a “resolver” e a “ser proativo”, o conceito de “descansar em Deus”, explorado em profundidade por “Um Curso em Milagres” (UCEM), surge como um convite revolucionário e paradoxal. Longe de ser uma mera inatividade física, esse descanso é um estado mental poderoso que nos conecta diretamente com a nossa verdadeira natureza e com o Divino.
No vídeo DESCANSAR é escolher CONFIAR, Paulinha Oliveira nos traz reflexões importantes sobre o significado de “deixar Deus ser Deus” para encontrarmos na mente um lugar de descanso, mesmo em meio as atividades do cotidiano.
O Esforço do Ego versus a Humildade da Confiança
Frequentemente, quando nos sentimos preocupados, estressados, ansiosos ou até deprimidos, estamos, na verdade, tentando ser Deus. Estamos operando a partir do nosso ego, que insiste em resolver tudo do nosso jeito, em saber todas as respostas e em ter que dar conta de tudo. Essa mentalidade nos leva ao cansaço extremo, como se estivéssemos dizendo: “Deixa que eu resolvo, eu faço, eu preciso saber, eu tenho que dar conta”. É um movimento arrogante que bloqueia nossa conexão com o Espírito e com Deus, tornando nossa mente menos inspirada.
A escolha de descansar, por outro lado, é um passo de profunda humildade. É o ato de entregar, de reconhecer: “Não sei como resolver nada, não sei de nada”, e confiar que Deus sabe e já está cuidando de tudo. Quando escolhemos descansar, estamos escolhendo confiar que “Deus é Deus” e que Ele já tem tudo o que precisamos.
O Que Significa “Descansar em Deus”?
É crucial entender que descansar em Deus não tem nada a ver com o corpo. Não se trata da quantidade de sono que você tem, nem da quantidade de coisas que você faz ou deixa de fazer. O descanso está sempre na mente.
Uma mente descansada é o nosso estado natural. A falta de descanso é antinatural, o que explica o aumento de diagnósticos relacionados à incapacidade da mente de descansar nos últimos anos. O descanso não vem do sono, mas do despertar – do reconhecimento de que esse estado de descanso em Deus é o nosso estado natural.
Os Benefícios Poderosos do Descanso Mental
Quando a sua mente está descansada, você experimenta uma série de benefícios transformadores:
Precisão e Perfeição: Suas atitudes, palavras e pensamentos tornam-se precisos e perfeitos, porque estão alinhados com o Espírito Santo e, consequentemente, com Deus. A precisão e a perfeição do Espírito são qualidades inerentes a uma mente que confia e descansa.
Inspiração e Conexão: No estado de descanso, sua mente fica profundamente inspirada. A inspiração vem de dentro, do contato com o Espírito.
Produtividade e Eficiência: Contraintuitivamente, quanto mais descansada sua mente estiver, mais produtivo, leve, alegre, preciso e eficiente você será. O esforço, na verdade, bloqueia a inspiração, a precisão e a perfeição.
Paz e Expansão: O estado natural da mente é um lugar de descanso, precisão, perfeição, paz e expansão.
Como Praticar o Descanso em Deus no Dia a Dia
A lição 109 do livro de exercícios de Um Curso em Milagres, “Eu descanso em Deus”, é uma ferramenta poderosa para essa prática. Em situações desafiadoras, diante de um problema, ou mesmo ao ouvir um irmão compartilhar suas dificuldades, podemos internalizar “eu descanso em Deus”. Isso permite que nossa mente permaneça em um lugar amoroso e verdadeiro, aberta para aprender e compartilhar.
A experiência mostra que, mesmo fazendo muitas coisas, é possível estar em um lugar de descanso.
Artistas brilhantes, por exemplo, buscam o “ócio criativo”, que é um reflexo desse descanso em Deus. Ao invés de se esforçar para realizar uma tarefa, como escrever um e-mail importante, busque um momento de não esforço. Faça algo que te inspire – olhe para o céu, leia o Curso, ouça uma música – para que a tarefa seja realizada a partir de um lugar de inspiração e leveza, não de esforço.
Despertar para a Nossa Verdadeira Natureza
Não precisamos chegar ao limite do cansaço e do esforço para escolher descansar. Essa escolha pode ser feita a qualquer momento, aqui e agora. O mundo valoriza o esforço e a proatividade do ego, mas o Curso nos lembra que nosso verdadeiro lugar é o de repouso e confiança.
A jornada de aprender a descansar em Deus é um processo de humildade e entrega. É o convite para parar de querer ser Deus e, em vez disso, aprender a deixar Deus ser Deus. Despertar para nossa realidade como espírito e descansar em Deus é o caminho para uma vida mais leve, inspirada e verdadeiramente eficaz.
Que possamos, juntos, embarcar nesse bom descanso! 🙏
Não Agradar as Pessoas: Um Caminho para a Autenticidade e a Paz Interior
À primeira vista, a ideia de “não agradar as pessoas” pode soar egoísta e até um pouco chocante. Afinal, não somos ensinados a buscar a harmonia e a boa convivência? No entanto, o conceito explorado no contexto de “Um Curso em Milagres” nos convida a uma reflexão muito mais profunda sobre o que realmente significa agradar e, mais importante, o que está por trás dessa necessidade.
A Raiz do Desagrado (Consigo Mesmo)
Quando tentamos agradar alguém, frequentemente estamos, na verdade, tentando eliminar algum tipo de conflito ou “comprar nossa paz”. Essa é uma tática para evitar o contato com o que estamos sentindo, para suprimir emoções que vêm à tona buscando cura. É como se estivéssemos passando uma “batata quente”, fazendo as vontades do outro para não ter que lidar com os próprios sentimentos e emoções que surgiriam se fôssemos autênticos e transparentes. No fundo, há um desejo profundo de ocultar a culpa, e acreditamos que agradar os outros nos livrará do conflito e desse sentimento. Tudo isso nos tira do momento presente.
A Importância da Transparência e Integridade
O objetivo é buscar relacionamentos transparentes, onde podemos nos conectar “coração com coração”, dizendo exatamente o que queremos dizer. A integridade significa ter uma mente sem conflito, alinhada com o que é bom para todos, não apenas para o nosso ego. Se você diz “não” querendo dizer “sim”, ou vice-versa, tudo se complica.
Não agradar as pessoas, nesse sentido, significa agir a partir de um lugar de agradar a Deus ou o Espírito Santo, olhando para o todo, e não apenas para o ponto de vista do “eu pequeno”. Há uma confiança profunda de que o Espírito Santo cuidará de qualquer desconforto gerado por um “não” ou um “sim” autêntico. A transparência implica não ter partes ocultas na sua mente. Aquilo que você tenta ocultar é o que você sente culpa, e o medo de se revelar totalmente – o de que “não vai sobrar ninguém ao meu lado” – decorre da crença de que o amor de Deus é condicional.
Pensamentos, Emoções e a Verdadeira Vontade
Nossas emoções são consequências do que estamos pensando. O ego nos faz acreditar que nossas emoções são causadas por algo externo, mas a questão não é o que acontece, e sim o que pensamos sobre o que acontece. Um “não” ou um “sim” dito sem julgamentos, defesas ou a sensação de ser forçado, é o que se busca.
Entrar em contato com os sentimentos pode ser tão simples quanto estar presente para as sensações no corpo. A capacidade de sentir emoções é um treinamento, e o ego teme que, ao sentir tudo, “vamos morrer” ou ficar deprimidos. É um processo de pequenos passos, começando com situações simples para observar como nos sentimos. O treino é estar atento o tempo todo ao que estamos pensando, porque as emoções são apenas “setas” ou “termômetros” para nossos pensamentos. Não se trata de trocar cada um dos milhares de pensamentos que temos, mas sim de mudar a nossa identificação com quem está pensando.
Alinhamento com o Espírito Santo e a Autenticidade
Tudo em nossa vida depende da nossa relação com Deus. Nossa real vontade é a vontade de Deus, e não as vontades pequenas do ego. Para descobrir isso, precisamos nos abrir para ouvir e nos alinhar com essa vontade.
O Espírito Santo é uma presença serena e quieta dentro de nossa mente, um pensamento de união em contraste com o pensamento de separação do ego. É uma consciência maior que está sempre presente, observando tudo o que acontece em nossa mente. Podemos percebê-lo quando sentimos amor por alguém, quando estamos totalmente presentes, ou através de guias como músicas, conversas ou memórias.
Muitas vezes, enfrentamos uma “crise de identidade”, sem saber quem realmente somos por trás de tantas crenças e expectativas. Carregamos camadas de coisas que acreditamos que precisamos ser ou fazer. Essa jornada de não agradar as pessoas é, na verdade, um processo de descobrir e liberar a nossa autenticidade, tirando o que está bloqueando a nossa expressão verdadeira.
É importante lembrar que, neste nosso “sonho”, cumprimos papéis temporários, e nem sempre é possível ser totalmente autêntico em cada contexto (como um professor em uma sala de aula). No entanto, a meta é aliviar a rigidez e a cobrança sobre ser “falso” ou “verdadeiro”, e sim checar consigo mesmo a cada momento: “Isso que estou expressando corresponde ao que estou sentindo e pensando?”. Manter uma imagem exige muito esforço.
Todos nós somos autênticos, espontâneos e transparentes por natureza; essa verdade está apenas coberta por “deveres” e convenções. A expressão não autêntica, vinda do ego, é impulsionada pelo desejo de ser amado e aceito, mas o ego é uma ilusão que precisa da confirmação externa.
Conclusão
Não agradar as pessoas não é sobre ser grosseiro ou indiferente, mas sobre um processo de profunda autodescoberta e alinhamento com a verdade do seu ser.
É um convite à integridade, à transparência e à confiança profunda no Espírito Santo. Ao praticar a autenticidade, mesmo que gere desconforto inicial, você está convidando os outros a serem transparentes também.
Esse caminho, embora desafiador, é a fonte de Milagres e da verdadeira Paz interior.
E se tudo o que lhe foi ensinado sobre a realidade estivesse incompleto? Não errado, mas deliberadamente filtrado, oferecendo uma versão da vida limitada pelo que outros acreditavam que você estava pronto para receber. Por trás do barulho do cotidiano, sussurra uma voz mais antiga, o nome dela é Hermes Trismegisto.
Hermes não era apenas um homem, mas uma convergência atemporal do Tot egípcio e do Hermes grego, deuses da sabedoria, linguagem, magia e ciência. O que ele nos deixou não é uma religião ou filosofia, mas um conjunto de princípios universais, leis que, uma vez compreendidas, podem mudar sua vida para sempre. Esses ensinamentos nunca foram feitos para ficarem enterrados; eles foram feitos para despertar você.
Tudo É Mente: A Grande Ilusão e a Verdade Fundamental
A sabedoria hermética revela que a maior ilusão de todas é acreditar que a consciência é um efeito, e não uma causa. O primeiro e mais fundamental princípio que Hermes ensinou é: Tudo é mente. Matéria, energia, tempo, espaço e até mesmo o que você chama de “você” surgem de um único e inteligente campo de consciência. O universo não é feito de coisas, ele é feito de pensamento. O mundo material é uma projeção, não a fonte.
Isso não é metafórico, é literal. Sua mente não apenas opera dentro da realidade; ela é a formadora dela. O que você pensa, o que você sente, o que você acredita – esses não são estados internos passivos. Eles são instruções, projetos, códigos que você envia para o vasto oceano mental da existência, e o que retorna não é aleatório; é uma resposta.
Se a mente não emerge da matéria, mas a matéria emerge da mente, então você não é uma vítima da vida; você é um participante e cocriador. O poder está em você, não fora. Quando você aceita que o universo é mental, um interruptor se acende: você percebe que sua atenção é uma forma de moeda, suas crenças são geradores de frequência e suas emoções são ímãs vibracionais. Seu mundo interior é o molde; o mundo externo é o moldado.
A maioria das pessoas tenta manipular o exterior sem perceber que é o interior que importa. Você não precisa perseguir nada fora de você; você precisa alinhar sua vibração interna com a verdade e dominar o plano mental. A ferramenta mais poderosa que você tem já está dentro de você: a mente.
O Princípio da Correspondência: “Como em Cima, Assim Embaixo; Como Dentro, Assim Fora”
Há uma simetria oculta no universo que a maioria das pessoas nunca vê. Hermes Trismegisto a chamou de Princípio da Correspondência. A frase completa é: “Como em cima, assim embaixo; como dentro, assim fora”. Isso significa que sua vida externa não está desconectada de seu estado interno. O que está acontecendo ao seu redor é um reflexo – às vezes distorcido, às vezes atrasado, mas sempre relacionado ao que está acontecendo dentro de você.
O caos, os padrões, as repetições, os bloqueios não são coincidências; são ecos. A realidade reflete a consciência. É como tentar mudar sua imagem no espelho manipulando o reflexo, em vez de mudar a si mesmo. O que você está vivenciando é a projeção do seu estado interno.
Este princípio funciona como uma ferramenta de diagnóstico: se o seu mundo externo está fora de sintonia, isso significa que seu alinhamento interno está fora de sintonia. As leis que governam as estrelas governam suas células. Os padrões em seus relacionamentos refletem os padrões de sua própria autoestima. E isso acarreta responsabilidade: você não pode mais culpar os outros por sua vida. A pergunta a fazer é: “O que essa situação está me mostrando sobre mim mesmo?”. Essa pergunta transforma seu papel de vítima para criador.
O exterior está sempre tentando lhe dizer algo sobre o interior, não para puni-lo, mas para despertá-lo. É por isso que afirmações ou quadros de visão são inúteis se seu estado interno os contradiz. O universo não responde ao que você diz que quer; ele responde a quem você está sendo. Para mudar sua realidade, mude a fonte: vá para dentro.
O Princípio da Vibração: Nada Descansa, Tudo Se Move
Nada descansa; tudo se move; tudo vibra. Essa é uma verdade fundamental da existência, conhecida por Hermes há milhares de anos e agora apoiada pela ciência. Os objetos, o ar, seus pensamentos, suas emoções – nada está parado. A frequência dessa vibração determina sua forma, seu efeito e seu impacto.
Hermes ensinou que tudo é vibração, incluindo seus pensamentos e emoções. A raiva, a paz, a alegria, o medo – cada estado mental carrega uma frequência. Sua frequência dominante molda o que você atrai, o que você repele e como você vivencia o mundo. Isso não é metafórico, é mecânico.
A maioria das pessoas vive em modo de reação, permitindo que o mundo defina sua frequência. Mas o domínio começa quando você percebe que pode mudar sua vibração à vontade. Você não é uma vítima de seu estado; você é o criador dele. Sua capacidade de manter uma vibração específica, apesar das circunstâncias, é o início do poder pessoal. Pense em sua vibração como um dial de rádio: sintonize o medo e você receberá mais para temer; sintonize o amor e você começará a perceber a beleza e a oportunidade.
Hermes ofereceu uma saída, ensinando que é possível transmutar uma vibração em outra. É isso que a alquimia realmente é: não transformar chumbo em ouro físico, mas transformar estados emocionais inferiores em superiores – dor em sabedoria, ansiedade em foco, desespero em visão. Sua energia ensina as pessoas como tratá-lo; sua vibração sinaliza seus limites, suas crenças e suas expectativas. Nada muda de verdade até que sua vibração mude.
Para elevar sua vibração, Hermes diria: “Comece observando-a. Conheça a si mesmo”. Preste atenção no que o esgota e no que o carrega, e escolha seus insumos com intenção. “Entra lixo sai lixo; o sagrado entra, o sagrado sai”. Todo pensamento é alimento para seu campo, todo sentimento é combustível para seu futuro.
O Princípio da Polaridade: Transcendendo a Ilusão da Dualidade
A sociedade nos ensina a ver o mundo através das lentes dos opostos: luz e escuridão, bem e mal, sucesso e fracasso. Mas Hermes Trismegisto desfez essa ilusão com o Princípio da Polaridade. De acordo com a sabedoria hermética, esses opostos não são de fato separados; eles são duas extremidades da mesma coisa, dois polos da mesma essência vibrando em frequências diferentes. A dualidade não é a verdade; é um truque de percepção.
Calor e frio, luz e escuridão, vida e morte – são apenas graus variados ou fases de um fluxo contínuo. Seu objetivo não era escolher um lado, mas transcender a ilusão de que existem lados. A armadilha da dualidade é que, ao acreditar em duas forças separadas e opostas, você começa a lutar, a julgar e se torna incompleto.
O hermetismo ensina o caminho da unidade, não da fragmentação. Ele não pede que você elimine a polaridade, mas que a compreenda e vá além dela, para ver que as duas extremidades do polo estão conectadas. Quando você percebe que o amor e o ódio derivam da mesma raiz de conexão, ou que o medo e a excitação são a mesma vibração sintonizada de forma diferente, você ganha poder. Você encontra seu centro não apagando o contraste, mas elevando-se acima dele.
Isso leva à alquimia mental: se todas as polaridades são apenas graus, qualquer estado mental pode ser transmutado em seu oposto. Raiva em clareza, tristeza em compaixão, medo em poder. Não é supressão, é transformação. Você não luta contra a escuridão; você traz a luz. Esse princípio muda a forma como você vê tudo, convidando-o a perguntar: “Qual é o grau aqui, em vez de qual é o lado?”. Isso o torna firme, impossível de ser manipulado.
O Princípio da Transmutação Mental: A Alquimia Interior
A maioria das pessoas tenta mudar suas circunstâncias externas, acreditando que isso as completará. Mas Hermes revelou que o único poder verdadeiro que você tem é sobre sua própria mente. O Princípio da Transmutação Mental é a base oculta de toda mudança genuína e transformação duradoura. É o verdadeiro segredo por trás do que o mundo moderno chama de “manifestação”.
Transmutar é mudar a natureza de algo, de um estado para outro. A verdadeira alquimia, como Hermes deixou claro, é mental: transformar ansiedade em paz, escassez em abundância, dúvida em confiança, caos em clareza. O pensamento não é passivo; cada pensamento que você mantém envia uma frequência que atrai e dá forma. Você não apenas pensa a realidade; você a transmite.
A razão pela qual a maioria das pessoas falha na manifestação é porque tenta anular seu estado interno com ações externas. Elas tentam afirmar a riqueza enquanto vibram com a falta. Você precisa se tornar a frequência daquilo que busca, não apenas desejar. Você precisa mudar seu mundo interno até que a realidade externa não tenha outra escolha a não ser responder.
A parte que muda tudo é que você já está transmutando o tempo todo, mesmo que inconscientemente. A questão é: você está dirigindo sua mente ou deixando que ela seja dirigida pelo hábito e pela programação? A transmutação mental tem a ver com escolha: a escolha de intervir em seus próprios padrões de pensamento. Ver uma espiral de ansiedade e dizer: “Não, não estou alimentando essa frequência”. Parece simples, mas não confunda simples com fácil; esse é o caminho do iniciado.
O domínio não vem com o humor, mas com a disciplina: disciplina da mente, da energia, da percepção. Não se trata de ser perfeito, mas de ser intencional. A mente é o arquiteto da experiência. Aquilo em que você pensa se torna sua direção, o que você imagina se torna sua realidade, e o que você carrega emocionalmente se torna magnético. Alinhe todos os níveis – pensamento, sentimento e frequência – e a manifestação se torna inevitável.
O Princípio do Ritmo: A Eternidade da Alma
A sociedade nos condiciona a acreditar que nossa identidade é fixa. Mas Hermes ofereceu uma verdade radical: você não é seu nome, seu corpo, seus pensamentos ou seu passado. Você é a consciência eterna, ininterrupta e imune à morte.
O Princípio do Ritmo ensina que tudo se move em ciclos: expansão e contração, nascimento e decadência, criação e dissolução. A morte não é o fim; é a pausa entre duas batidas, um ponto de transição, uma porta de entrada. Hermes ensinou que a alma não morre; ela evolui, movendo-se através de vidas, dimensões e camadas de consciência. O corpo é apenas um veículo temporário.
Sua vida atual não é aleatória; ela é um espelho, um reflexo do que a alma ainda precisa dominar, resolver, lembrar. As pessoas que você encontra, os obstáculos que enfrenta, as lições que se repetem não são coincidências; são currículos. A alma fala em padrões, e até que você decodifique esses padrões, você continuará recebendo as mesmas lições. Não fuja dos desafios; transmute-os, pois todo desafio contém uma chave oculta.
Se sua alma é eterna, a pergunta mais importante não é “O que eu faço antes de morrer?”, mas “O que estou me tornando enquanto estou aqui?”. A alma aprende por meio do contraste, da provação, da ressonância. O sofrimento não é sem sentido, mas parte de um arco mais longo de evolução. Você não está aqui apenas para sobreviver; você está aqui para se transformar. Você não é o papel que desempenha; você é a consciência por trás de tudo isso.
A Verdade à Vista: Conhecimento vs. Aplicação
Os ensinamentos de Hermes Trismegisto foram transmitidos por sussurros, símbolos e portas secretas, não por serem fracos, mas porque eram poderosos demais para serem deixados sem proteção. Eles desafiam a ideia de que o poder vem de fora de você. O hermetismo destrói essa ilusão, ensinando que o verdadeiro templo é a mente, a verdadeira iniciação é a autoconsciência e o verdadeiro poder é o alinhamento pessoal com a lei universal.
Essa sabedoria não pode ser controlada ou monetizada, então os sistemas a enterraram, reenquadrando alquimistas como feiticeiros e místicos como hereges. No entanto, a verdade sempre encontra um caminho, velada sob alegorias em textos antigos, incluindo a Tábua de Esmeralda, o Kybalion, o Tarot e até fragmentos da Bíblia e do Alcorão.
Este ressurgimento da sabedoria antiga não é acidental; é uma reação à visão de mundo mecanicista que nos deixou vazios e desconectados. Os princípios herméticos não ensinam algo estranho; eles o lembram do que você já sabe, mas esqueceu. O motivo de você não ter ouvido falar mais sobre Hermes não é porque ele não era importante, é porque ele era importante demais. Quando as pessoas vivem de acordo com esses princípios, elas deixam de ser previsíveis e exploráveis.
O conhecimento hermético continua vivo, não apenas nos livros, mas naqueles que decidem incorporá-lo. Conhecer os princípios não é o mesmo que vivê-los; a transformação não vem do conhecimento, ela vem da aplicação. O caminho hermético exige participação. Você está assumindo a responsabilidade pela realidade que está projetando? Está lendo os reflexos de sua vida em vez de culpar o espelho? Está mudando sua frequência quando se sente em baixa? Essa é a diferença entre um consumidor espiritual e um praticante espiritual.
Você está sempre operando dentro dessas leis, quer as reconheça ou não. A verdadeira questão é: você as está usando conscientemente ou elas estão usando você?. Liberdade e responsabilidade são gêmeas; não se pode ter uma sem a outra.
Quando você começa a viver esses ensinamentos, a ✨vida deixa de ser aleatória✨.
Você começa a ver os ciclos de feedback, como cada pensamento cria sua atmosfera, como cada vibração cria um impulso, como cada padrão emocional abre ou fecha o caminho à sua frente. Você começa a viver no ritmo, não na resistência. Sua energia se torna coerente, e o mundo começa a reagir de forma diferente, não porque ele mudou, mas porque você mudou.
A vida hermética não é sobre contornar a dor, mas sobre aprender a usar a dor como um professor (visão alinhada com Ray Dalio, que cuja percepção dor + reflexão = progresso foi apresentada neste post).
“Os lábios da sabedoria estão fechados, exceto para os ouvidos do entendimento”.
Não é que a verdade esteja oculta; é que a maioria das pessoas não está pronta para ouvi-la, porque ouvi-la significa mudar, e a mudança é incômoda. Mas a liberdade está do outro lado desse desconforto.
Este caminho é sobre desfazer quem você nunca deveria ter sido – remover as camadas de programação, medo e imitação para retornar à sua essência original. Você não está aqui para seguir regras; você está aqui para seguir a VERDADE.
A escolha é sua. Você pode voltar para a versão da vida que o mantém pequeno, reativo e dependente, ou pode pegar o que foi despertado em você e transformá-lo em prática, presença e poder.
Essa é a diferença entre conhecer o caminho e percorrê-lo. ✨☯️✨
Utilizando o exemplo de Gop Krishna, que sofreu anos após uma experiência espiritual espontânea, a fonte argumenta que o corpo e o sistema nervoso são recipientes que precisam de preparação antes de lidar com grandes energias.
O verdadeiro despertar exige paciência, disciplina e o cuidado de ouvir o próprio corpo, em vez de buscar intensidade dramática. Ignorar essa preparação, segundo o texto, pode levar a colapsos e sofrimento, frequentemente redefinidos como progresso por professores irresponsáveis.
O Despertar Espiritual: A Verdade Oculta que Ninguém Quer Contar
A busca pelo crescimento espiritual e iluminação é mais popular do que nunca.
Redes sociais repletas de gurus sorridentes, retiros de fim de semana e a promessa de “ativações cósmicas” fazem parecer que a transcendência está a apenas um clique de distância. Mas e se toda essa busca por resultados instantâneos estivesse nos levando a um caminho perigoso, cheio de armadilhas e consequências devastadoras que ninguém está disposto a admitir?
O YouTube e o mercado espiritual moderno frequentemente vendem a iluminação como um “upgrade de luxo”, uma experiência rápida e sem desconforto. No entanto, as fontes revelam uma verdade mais sombria e crucial: o despertar espiritual, especialmente quando não é consentido ou preparado, pode ser uma força brutal que destrói em vez de elevar.
O Alerta de Gop Krishna: Quando a Luz Queima
A história de Gop Krishna, um funcionário público tranquilo que em 1937 teve um despertar de Kundalini espontâneo após 17 anos de meditação disciplinada, serve como um aviso perturbador. Ele não procurava euforias místicas ou fogos de artifício espirituais; ele apenas meditava. No entanto, o que deveria ser iluminação se tornou uma tragédia pessoal. Suas emoções desapareceram, seu corpo queimava, o sono o abandonou, e ele viveu 12 anos em um “inferno particular” que ninguém podia entender. Seu sistema nervoso não conseguiu lidar com a força que despertou dentro dele.
A experiência de Gop Krishna não é única, mas é um alerta que foi ignorado pela prática espiritual moderna. Ele foi um pioneiro em um campo cheio de silêncio, e seu sofrimento era um “trauma biológico desencadeado por uma força metafísica”, que acontece quando um recipiente frágil é inundado por uma voltagem para a qual nunca foi preparado. Ele sobreviveu, mas levou mais de uma década para se estabilizar, e passou o resto da vida alertando os outros para não repetirem seu caminho.
Os Perigos da Espiritualidade “Fast Food”
O problema não é a busca pelo crescimento, mas os sistemas que criamos para proporcioná-lo – atalhos sem barreiras de segurança. As tecnologias sagradas que antes eram transmitidas com reverência e restrição agora são vendidas como suplementos. Kundalini yoga é oferecida em aulas para iniciantes, “ativações” de Shakti são vendidas como sessões de cura, e o trabalho energético é realizado sem qualquer compreensão de trauma ou limites psicológicos.
A espiritualidade moderna romantiza a velocidade e o espetáculo. Você ouvirá conversas infinitas sobre “consciência”, “estados superiores” e “vibrações”, mas raramente sobre o corpo – o recipiente que transporta tudo isso. Seu corpo, seus nervos, seus hormônios, a química do seu cérebro – essa é a infraestrutura do despertar. Ignorar essa infraestrutura e empurrar energia de alta voltagem por caminhos não treinados pode levar seu sistema a queimar, assim como qualquer circuito sobrecarregado.
O Custo Humano do Despertar Forçado
Um dos aspectos mais perturbadores dessa “negligência espiritual” é como o sofrimento e o colapso são interpretados. Quando as pessoas “quebram”, se dissociam, entram em pânico ou em espiral, elas frequentemente são ditas que estão “resistindo”, que seu “ego está no caminho”, ou que precisam “se render mais”.
Essa é uma manipulação espiritual perigosa, que transforma a dor do aluno em prova de que ele está fazendo algo errado ou não é “espiritual o suficiente”. A dor não é um sinal de progresso, mas sim um sinal de que algo precisa de atenção, de mudança, ou mesmo de parar. Muitos professores, que constroem sua reputação em transformações dramáticas, se recusam a assumir a responsabilidade pelo que desencadearam, jogando a culpa de volta para o aluno.
A Verdadeira Preparação: Paciência e Respeito pelo Recipiente
As tradições antigas sabiam disso e dedicavam muito tempo a preparar os alunos, não para controlar o acesso, mas para protegê-los. Elas entendiam que o despertar não é apenas uma vibração, mas uma “reestruturação completa do seu ser”. Eles não davam mantras e mandavam você se fundir com o cosmos; eles observavam, testavam e quebravam o ego antes de entregar as ferramentas reais.
A verdadeira preparação significa:
Construir uma base sólida: O corpo não está separado da consciência; é o recipiente. Antigos sábios praticavam “kriyas físicas”, limpavam órgãos, ajustavam a dieta e disciplinavam a respiração e a postura por anos antes de mergulhar em práticas mais poderosas.
Aceitar que o crescimento é lento e repetitivo: A preparação não é empolgante, mas humilhante. Exige limpar a “casa interior” antes de convidar o transcendente. A profundidade não pode ser apressada.
Ouvir o corpo: O sistema nervoso não mente. Se tremores, ansiedade e insônia surgem, não são prova de que você está “quase lá”, mas sinais de que seu sistema está sobrecarregado. A preparação é crucial porque, sem ela, você não está “encontrando o divino”, mas “colidindo com ele”.
Consentimento e soberania: Você tem o direito de questionar o que lhe é dito, de fazer uma pausa, de se afastar e de dizer “não”. 👉O despertar não é um contrato de submissão👈. Você não deve seu colapso a ninguém, nem sua confiança a um professor que diz que a dor significa progresso.
A Profundidade Acima do Espetáculo
O verdadeiro despertar é muitas vezes silencioso, desconfortável e sem glamour. Ele não oferece uma fuga, mas pede que você integre as partes de si mesmo que não se encaixam na imagem espiritual – sua mesquinhez, seu medo, seu julgamento, sua dor. Não há fogos de artifício ou depoimentos emocionantes, apenas um desdobramento gradual da presença.
A intensidade é sedutora, mas nem todo fogo é sagrado; alguns apenas queimam. Se sua prática espiritual o deixa fragmentado e sem apoio, não é despertar, é ferimento. Se seu crescimento é medido apenas pela intensidade de suas experiências, você não está evoluindo, está perseguindo.
O caminho mais sagrado acontece na quietude. Significa enfrentar o que é real – a dor, a confusão, a frustração – e permanecer presente sem fugir. É sobre construir resiliência e a capacidade de sentir sem ser dominado.
A iluminação não é um prêmio a ser ganho, mas uma responsabilidade a ser conquistada através do cuidado, da disciplina e da escuta profunda. Seu ritmo é sagrado, seu processo é válido, e você tem o direito de despertar gentilmente, deliberadamente e em seus próprios termos.
Se você está buscando o despertar, lembre-se: a luz não é o objetivo; a luz é o teste.
Certifique-se de que sua base esteja sólida, porque quando a consciência finalmente se expande, ela não pergunta o quanto você queria, mas o quão bem você se preparou.
A Desconexão Inconsciente e o Condicionamento Social
Desde o momento em que nascemos, nossos sentidos são moldados para acreditar que a realidade se limita ao tangível. Fomos ensinados a buscar respostas externas – diplomas, gurus, figuras de autoridade – enquanto a verdadeira fonte da verdade permanece silenciosamente dentro de nós.
O custo? Esquecemos como ouvir não com os ouvidos, mas com o nosso ser.
O Que São os Registros Akáshicos?
Os Registros Akáshicos são descritos como um campo de consciência que contém todos os pensamentos, sentimentos e intenções em todas as linhas do tempo. Não são mitologia, religião, texto religioso ou metáfora espiritual. Em vez disso, são uma estrutura da própria realidade, um campo de consciência codificada que existe além do espaço e do tempo, onde todas as possibilidades e escolhas existem de forma sutil e vibrante. Místicos e sábios acessam esse campo há milênios, e a ciência moderna começa a descrevê-lo em termos como teoria holográfica, energia de ponto zero e entrelaçamento quântico. É como uma “internet” da consciência, onde cada alma tem seu próprio fluxo de dados, e tudo é pura consciência, sem filtros, crua e precisa.
Você já tocou nesse campo mesmo sem saber. Aquele déjà vu inexplicável, a visão em um sonho que se tornou realidade, a certeza inexplicável de que algo ou alguém estava destinado a cruzar seu caminho – tudo isso pode ser um sinal de que você esteve momentaneamente sintonizado com os Registros Akáshicos.
Como Acessar/Lembrar dos Registros Akáshicos?
Você não precisa de décadas de silêncio no topo de uma montanha para acessá-los. Os Registros Akáshicos não exigem sofrimento, lealdade, rituais ou currículo. Eles respondem apenas a uma coisa: ressonância. E a ressonância não leva anos, leva presença – uma mudança, uma escolha, um momento em que você para de sintonizar o caos e começa a sintonizar a corrente.
A Chave é a Quietude: Não se alcança correndo, mas desacelerando, sintonizando-se e combinando sua ressonância. A quietude é perigosa para o sistema, pois nela você ouve coisas que nunca quiseram que você ouvisse: clareza, memórias, sua própria alma falando através do silêncio.
O Som e as Frequências: Frequências, sons e batidas binaurais podem recalibrar sua consciência para corresponder ao campo onde os registros vivem. Eles não são mágicos, são matemáticos.
Sua Intenção e Presença: A chave não está fora; ela nunca esteve. O diapasão é sua intenção, o portal é sua quietude e a senha é o silêncio. Seu corpo é o dispositivo de sintonia mais antigo que existe, seu coração o amplificador e sua intenção o sinal. Comece com a sua respiração, sentindo-a como a ponte entre os mundos.
Acessar os registros não é como acessar um arquivo; é como se lembrar deles, porque sempre fizeram parte de você.
A Experiência e a Transformação
Quando você acessa os Registros Akáshicos, não parece que está aprendendo algo novo, mas sim um reconhecimento. Você não recebe informações novas, mas uma verdade que parece estranhamente familiar. Não se trata de ouvir uma voz estrondosa ou ver luzes piscando; na maioria das vezes, é sutil – uma emoção repentina, uma imagem mental, uma frase com certeza inabalável.
Esse acesso permite que você se lembre de quem você era antes que lhe dissessem quem você deveria ser. Você se lembra dos contratos de sua alma, das lições que está aqui para incorporar e dos futuros que pode escolher criar ou destruir. Seus desafios atuais deixam de parecer aleatórios e se tornam significativos.
A cura não é consertar o que está quebrado, mas lembrar o que foi esquecido.
Quando você ouve a resposta real, não pode mais fingir que não ouviu. A vida não é mais a mesma, não porque mudou externamente, mas porque você mudou.
O Legado de uma Consciência Despertada
O mundo precisa de pessoas que se lembrem dessa clareza e que vivam como se já estivessem conectadas, porque elas estão. Sua voz interior não é irracional; é o contato com uma verdade mais profunda.
Desligue o ruído, sente-se consigo mesmo, não porque é moda, mas porque é assim que você retorna ao que é real. Os Registros Akáshicos não são para “uma elite da Espiritualidade”; são um direito de nascença.
Você não precisa da aprovação do mundo inteiro, apenas do seu próprio “sim” interior.
Suas respostas já estão vivas dentro de você; tudo o que você precisa fazer é parar de correr o tempo suficiente para ouvi-las.
ATENÇÃO: Este texto contém spoilers sobre vídeo “O Ovo – Um Conto”
“O Ovo”: Uma Perspectiva Inesperada Sobre a Vida, Morte e o Universo
Você já parou para pensar sobre o que acontece depois que morremos? E se tudo o que você conhece sobre a vida após a morte, o céu e o inferno, fosse apenas uma parte de uma verdade muito maior e mais profunda? O vídeo O Ovo – Um conto, do canal Em Poucas Palavras – Kurzgesagt, nos leva a uma jornada fascinante que desafia todas as nossas concepções.
A história começa de forma bastante direta: você está voltando para casa quando morre em um acidente de carro, sem dor e fatal. É nesse momento que você encontra uma entidade que se revela como Deus. Surpreendentemente, essa figura não tem a aparência que você imaginaria, parecendo “um homem qualquer, ou talvez uma mulher”. Sua primeira preocupação, mesmo após a morte, é com sua família, o que agrada a essa entidade. Eles estarão bem, e sua esposa, embora chore, sentirá um alívio por dentro, pois o casamento já estava “desmoronando”.
A grande revelação vem logo em seguida: você não vai para o céu nem para o inferno, mas sim reencarnar. A história sugere que “todas as religiões têm razão à sua maneira”. Curiosamente, você não se lembrará de suas vidas passadas como um “bebê” ou uma “folha em branco”. Na verdade, você possui “todo o conhecimento e experiência de todas as suas vidas passadas”, apenas não se lembra disso conscientemente. O narrador explica que sua alma é “mais magnífica, bela e gigantesca do que você pode imaginar”, e que uma mente humana só consegue conter uma pequena fração do que você realmente é. Você foi um ser humano por 48 anos, mas ainda não se “expandiu o bastante para sentir toda a sua imensa consciência”.
A reencarnação, no entanto, não é linear como se poderia pensar. Você já reencarnou “muitas e muitas” vezes, e em “várias formas de vida diferentes”. A próxima vida do protagonista será a de uma camponesa chinesa em 540 d.C.. Isso implica que o tempo, como o conhecemos em nosso universo, não é o mesmo de onde Deus vem. E mais, a história revela que é possível interagir consigo mesmo em diferentes épocas, embora as “vidas conscientes” não percebam que isso está acontecendo.
Então, qual é o sentido de tudo isso? O propósito da vida e a razão pela qual o universo foi criado são para você amadurecer. E quando o narrador diz “você”, ele não se refere à humanidade em geral, mas sim apenas a você, o indivíduo. A cada nova vida, você irá “crescer, e amadurecer, e sua inteligência vai ficar cada vez maior e mais incrível”.
A revelação mais impactante de todas é que “não existe mais ninguém” neste universo, “somos apenas você e eu”. Isso significa que todas as pessoas na Terra são, na verdade, “diferentes encarnações de você”. Sim, você é todos os seres humanos que já viveram e que ainda viverão. Você é Abraão Lincoln e também John Wilkes Booth; você é Hitler e também os milhões que ele matou; você é Jesus e todos os que o seguiram.
Essa epifania tem profundas implicações: “Cada vez que você agrediu alguém, você agrediu a si mesmo. Cada boa ação que você fez, fez para si mesmo.”. Cada momento de felicidade e tristeza vivenciado por qualquer ser humano foi ou será vivenciado por você.
E por que toda essa experiência? Porque um dia, você será como Deus. Você é da mesma “espécie” de Deus, você é o “filho” de Deus. No momento, você é como um “feto”, ainda crescendo. Somente “quando você tiver vivido todas as vidas humanas ao longo de todos os tempos, então você terá crescido o suficiente para nascer”. E assim, todo o universo é, na verdade, “Um Ovo”.
“O Ovo” nos oferece uma perspectiva transformadora sobre nossa conexão uns com os outros e com o cosmos. Ele sugere que cada experiência, cada encontro, cada alegria e cada dor são partes de uma jornada imensa de crescimento pessoal, onde o próprio universo serve como um berçário para nossa evolução em direção à divindade.
Notas:
O texto base deste post foi gerado através de IA (NotebookLM) e, pra mim, resumiu de maneira muito satisfatória os insights sobre o vídeo.
ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.
Como o Abandono de Si Transforma Sua Vida e Relações
Vivemos imersos em costumes e valores que, muitas vezes, nos ensinam a anular-nos em função dos outros. Somos treinados a focar nas necessidades, sentimentos e felicidade alheias, enquanto ignoramos completamente as nossas próprias. Essa autodesconsideração e o abandono de si não são meros hábitos, mas uma “doença gravíssima” que impacta profundamente nossa existência e a qualidade de nossas relações.
Pobreza de Condições e Inconsciência de Si: A desconsideração é um processo que “reprime”, “dificulta” e “recalca”, deixando a pessoa com uma “pobreza de condições para lidar com as coisas”. Gera uma “inconsciência da gente”, onde não se sabe o que quer ou sente, perdendo-se de si.
Condenação Internalizada e Medo de Viver: Muitas vezes, repetimos para nós mesmos as condenações que nos foram impostas na infância. Isso nos faz sentir “inadequados”, “o errado”, “o rejeitado”, “um incapaz”. O resultado é um “medo tremendo de viver, de agir, de tentar”, com a crença de que somos “uma criatura deficiente” ou “uma porcaria”.
Autoexigência Irrealista e Autotormento: Tendemos a nos cobrar e exigir coisas para as quais não temos condição, gerando insatisfação e um constante sentimento de fracasso. Essa “ignorância das suas condições” e a falta de respeito consigo mesmo levam a um “autotormento”.
Criação da Própria Realidade Negativa: A energia da autodesvalorização se materializa em problemas. Quando nos condenamos e desprezamos, as “coisas começam a criar problema”, e podemos até “perder coisa, perder dinheiro”, pois “nós fazemos a nossa realidade”.
Vida Limitada e Sem Prazer: A vida pode se tornar “cheia de tarefa, cheia de peso” e uma “luta imensa para conseguir muito pouco”. Parece “proibido ter prazer”, e a pessoa “não ama porcaria nenhuma” da vida, cortando oportunidades e não fazendo as mudanças necessárias por “não aguentar a barra”.
Perda de Energia e Bloqueio de Caminhos: A falta de energia impede a alegria de viver, o entusiasmo e a concretização de boas ideias. Internamente, a mente “se fecha” e “fecha os caminhos” para evitar sofrimento, deixando a pessoa “empacada” na vida.
Impactos nas Relações: Dependência e Mágoa
Busca por Consideração Externa e Dependência: A profunda carência interna leva a pessoa a “fazer tudo para os outros para os outros te dar um pouco de consideração”, transformando-se em um “capacho da vida dos outros”. Essa dependência gera “muita aflição, ansiedades, cobranças, tensões”.
Mágoas Profundas: Quando os outros não retribuem a expectativa de “abençoar” ou considerar, o resultado é “mágoa para o resto da vida”.
Dificuldade de Comunicação Autêntica: A pessoa que se perdeu de si “não sabe o que quer, não sabe o que sente”. Tendem a dizer “o esperado” em vez de serem sinceras, pois não estão em contato com seus próprios sentimentos.
Falta de Respeito Recíproco: Se não nos respeitamos, fazemos as coisas para agradar e não percebemos a falta de respeito alheio. Mesmo fazendo tarefas corretamente no trabalho, pode-se “só receber queixa” por falta de “auto consideração”.
Relações de Cobrança e Expectativas Irreais: Pessoas com essa carência “grudam nos parentes” ou em seus parceiros, exigindo deles o que não fazem por si mesmas. Há uma expectativa irreal de que os outros “arrumem” e “acertem” suas vidas, gerando frustrações.
Inimizade Consigo Mesmo: A autodesconsideração é tão severa que a pessoa “não gosta nem de ficar sozinha” consigo mesma, porque se vê como “uma inimiga”.
O Caminho da Positivação: O Resgate de Si
A boa notícia é que é possível reverter esse quadro. O caminho é a “positivação”: tornar-se consciente desses padrões negativos herdados e fazer uma mudança para o positivo. Isso significa ter “consideração por você, do seu apoio, do seu respeito por si mesmo”.
Quando cultivamos a autoconfiança e a autocompreensão, nossa energia muda. As manifestações de consideração começam a surgir de forma natural nas relações, pois o outro “sente que você mudou” e reage a isso.
A base para um amor e respeito saudáveis, tanto por si quanto pelos outros, começa com a autoconsideração.
É um compromisso consigo mesmo, uma jornada de autoconhecimento que nos permite não apenas ter uma vida mais plena e com mais prazer, mas também construir relações mais autênticas e recíprocas.
Aqui estão os principais ensinamentos listados com ajuda do NotebookLM:
Sua Realidade é um Reflexo do Seu Interior
A principal mensagem é clara: a realidade não existe por si só; ela é um reflexo do que vivemos por dentro. Se você lida com as coisas de uma certa maneira internamente, elas se projetam e sua vida pode se tornar ótima. Isso significa que se sentir bem é a coisa mais importante que você pode fazer por si mesmo. O que te interessa em seus pensamentos é o que você vai sentir.
O Poder da Escolha e da Percepção
Nós temos um poder impressionante: escolhemos 24 horas por dia como vemos as coisas. Nada é como você está olhando simplesmente; você filtra a realidade. Pessoas que acreditam em problemas sempre verão problemas, mesmo que para outros não existam. Até mesmo a crença de “não poder” é uma escolha. O palestrante compartilha sua própria experiência de perceber que “posso” é muito maior do que acreditamos.
Diga Não ao Drama e à Negatividade
Entrar em drama, copiar comportamentos alheios ou ficar com uma “cara azeda” não faz nada pelo seu bem-estar. É inútil entrar em drama ou se preocupar, pois isso só piora a situação. Podemos escolher não levar as coisas a sério e até rir de nossas próprias tragédias, diluindo situações com humor. A decisão de “ficar bem” é uma escolha pessoal e intransferível.
Sua Energia Molda o Ambiente
Quando você se sente bem, você vibra bem, e as coisas ao seu redor são influenciadas por isso, melhorando. Essa sintonia positiva produz ondas que mudam a sua programação e, consequentemente, a sua realidade. Além disso, estar em uma energia melhor faz com que as pessoas ao seu redor respondam de forma positiva. Cuidar da sua energia é cuidar de você mesmo, e isso se reflete em bons relacionamentos em todas as áreas da vida.
A Presença do Eu Superior e a Alma como Guia
Sentir-se bem favorece a presença do nosso Eu Superior ou Espírito, que é um “gênio” e opera a mil por hora. Essa presença traz carisma e faz com que tudo funcione perfeitamente. A parte mais evidente do espírito é a alma, e quando você pensa e sente coisas que seu peito e sua alma aprovam, você entra em uma dinâmica onde as coisas acontecem “milagrosamente”. É fundamental aprender a ouvir sua alma, pois ela entende o que é bom para você e te orienta.
A Fé Inabalável: O Conceito de “Não Erro”
Este foi um dos pontos mais impactantes. Gasparetto sugere que a lei da vida não é a mesma da justiça ou “moral humana”. Pessoas que têm fé inabalável em suas ações, que creem que estão “certas” e que “não erram”, mesmo que socialmente suas ações sejam vistas como desonestas ou problemáticas, muitas vezes têm sucesso…. Essa fé no “não erro” e a falta de dúvida sobre suas escolhas são o que as impulsiona… É sobre não alimentar o medo de errar ou de que algo dê errado.
Seja o Filtro da Sua Vida
Você é o filtro, a porta para o que entra em sua mente e se manifesta em sua realidade. Você pode escolher o que não desce, o que não te afeta. Não deixe que a opinião alheia, as críticas ou a negatividade dos outros o envenenem. É um poder imenso ser capaz de dizer “não passa” ao que não te serve. O mundo é “dos mais fortes” no sentido daquele que mantém sua convicção e fé.
Viva o Agora e Cuide de Si
Não se preocupe com o amanhã. A ansiedade tira o prazer de viver. A vida é um pontinho no agora, e você deve se colocar no presente para gozar a vida. Cuidar de si 24 horas por dia é essencial.
Em resumo, este episódio nos convida a uma profunda jornada de autoconhecimento e empoderamento.
A chave para uma vida bem-sucedida e feliz não está em fatores externos, mas em nossa capacidade de escolher o bem-estar, manter uma fé inabalável em nós mesmos e em nossas ações, e filtrar a negatividade do mundo, sempre ouvindo a voz da nossa alma.
É uma questão de decisão e de um compromisso contínuo com a nossa própria felicidade.
Do canal oficial de Wagner Borges, uma conversa sobre Sensibilidade Energética que aconteceu no podcast Vá Além, com Marisa Oliveira.
A partir das valiosas informações que Wagner Borges e Marisa Oliveira compartilharam, podemos mergulhar em temas que transformam nossa percepção do mundo e de nós mesmos.
Espiritualidade: Um Estado de Consciência, Não Apenas um Conceito
Muitas vezes, confundimos espiritualidade com doutrinas, locais específicos ou rituais. No entanto, Wagner Borges nos lembra que “melhoria da consciência é isso que é espiritualidade”. Trata-se de um “estado de consciência”, e “o importante é ser feliz”.
É fundamental compreender que “conhecimento não é sabedoria”, e que o mundo está “cheio de gente com muito conhecimento sem sabedoria nenhuma”. A verdadeira “expansão da consciência” vem da soma do conhecimento com “alegria, ética e amor”, formando um “combo” que leva a um “estado de consciência maior”. A espiritualidade não é sobre se abstrair, mas sobre encontrar o “equilíbrio que você tem entre lá e aqui dentro de você”.
Sua Energia: O Reflexo de Quem Você É e Sua Responsabilidade
A Energia Reflete Você: “A energia reflete o que a gente é, o que a gente pensa e sente se reflete na energia“. Isso significa que nossos pensamentos e sentimentos têm uma manifestação tangível em nosso campo energético.
O Campo Energético dos Ambientes: Seja em um podcast, em um estúdio com programação espiritual ou em uma reunião, todo ambiente possui um campo de energia específico…. Quando entramos nesses locais, é crucial estar “dentro daquela vibe”, evitando descarregar “toda a porcaria mental e emocional que elas carregam, poluindo o ambiente”.
Mentores e Colaboração, Não Dependência: Existem mentores e guias espirituais que criam um campo de energia para favorecer a transmissão de informações e assistência. Eles podem “abrir portas” para experiências que, sozinhos, não conseguiríamos. No entanto, a relação com eles deve ser de “colaboração e da responsabilidade que eu tenho de estudar e crescer independente deles”. Não devemos trabalhar “sob um grupo espiritual”, apenas fazendo o que eles pedem, pois isso impede o nosso próprio crescimento. Os mentores focam na “luz que cada um leva na reunião” e na “intenção”, não em doutrinas.
O Poder da Intenção Pessoal: Ao assistir a uma entrevista ou palestra espiritual, podemos aproveitar mais se nos conectarmos e “elevar o pensamento” a uma “força maior”. Se, além disso, você “colocar uma intenção de o que eu recebi que isso possa chegar para mais pessoas também”, isso se torna um “trabalho de assistência”.
Sensibilidade Bioenergética: De Vulnerabilidade à Força
Definindo Sensibilidade: A “sensibilidade é a maneira como você sente as energias em você ou no meio”. A confusão surge quando essa sensibilidade não é “gerenciada, não educada, não desenvolvida”.
Discernimento Contra o Medo: A falta de “discernimento” transforma sensações naturais em “vitimismo emocional e vulnerabilidade”. Por exemplo, a sensação de mãos crescendo durante a aplicação de energia é, na verdade, a dilatação da aura das mãos, um fenômeno normal e esperado, mas que pode causar medo se não for compreendido.
Reforçando Seu Campo Energético: Pessoas hipersensíveis muitas vezes se tornam “fracas diante da sensibilidade” por não “trabalhar para o poder de reação”. A “autoestima elevada mantém a aura num padrão mais forte”, assim como o “grande amor”. O negativismo, por outro lado, comprime a aura, tornando-a mais suscetível a energias pesadas. O objetivo não é evitar ambientes, mas sim “reforçar o campo energético” e “aprender maneiras de fazer isso”.
Superando o Medo e a Obsessão: O Foco na Sua Luz Interna
O Culto ao Medo: Wagner Borges aponta que o medo de obsessores é um “culto ao medo” e um “condicionamento”. Quando você foca no “agressor”, você está “dando força para ele”.
Onde Focar a Atenção: A solução é “manter atenção tem algo ali deixa aumentar a luz não foca nele foca em você”. Irradiar luz de dentro para fora, sem agressão ou clima bélico, melhora a si mesmo e o ambiente, permitindo que um “poder maior” equilibre tudo.
Diferentes Tipos de Obsessão: Além da obsessão de espíritos desencarnados sobre encarnados, existe a “obsessão do encarnado em cima do desencarnado”, muitas vezes confundida com amor. Isso se manifesta como apego, cobrança ou julgamento excessivo em relação a entes queridos que já partiram. “Viva pela própria vida, não por causa de alguém”. O amor verdadeiro é incondicional e permite a progressão do outro.
Karma é Individual: “Karma é algo individual”, uma “lei da natureza”. Não é possível “pegar o karma do outro”. No entanto, “eu posso alterar o meu te ajudando”. Ajudar alguém transforma sua própria consciência e fortalece o outro para superar seus desafios, sem alterar o caminho cármico individual.
Práticas para o Dia a Dia e a Busca da Iluminação
Movimento e Energia: Para quem trabalha com energias, a atividade física, como caminhar, é essencial para movimentar a energia no corpo e evitar acúmulos.
Gratidão como Conexão: A “gratidão é um estado de consciência”. Ela nos mantém conectados às presenças que nos auxiliam. É uma necessidade nossa agradecer, e não uma dependência deles.
Viver o Presente: Podemos aprender com os animais a estarmos “inteiro no que ele tá fazendo”, seja comendo ou dormindo, sem autoculpa ou julgamento.
Humor e Leveza: “Bom humor não é leviandade, bom humor é estado de consciência saudável”. A seriedade no trabalho espiritual não significa rigidez ou mau humor; é a responsabilidade com o que se abraçou.
Discernimento ao Falar: Nem tudo que se percebe precisa ser dito. É preciso “discernimento para saber filtrar essa sens”, sabendo “qual é o momento de você falar, qual é o momento de você ficar quieto”.
E sobre a iluminação? O desejo por ela já é o ego desejando algo. O conselho é: “desenvolve tudo que você puder e deixa a iluminação surgir esquece dela porque se ficar pensando nela já é um desejo a mais para vencer”. Foque em “melhorar tua consciência”, e a iluminação acontecerá naturalmente, sem que você a busque ativamente.
Que possamos caminhar com mais consciência, leveza e responsabilidade, transformando nossa própria vida e contribuindo para um mundo mais iluminado!
Notas:
O texto deste post foi gerado através de IA (NotebookLM) e traz algumas lições importantes desta baita aula do Wagner Borges. Mantive as aspas (“”) que são citações do vídeo.
ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.
Como “Um Curso em Milagres” Explora Nosso Conflito com Deus
É natural, em momentos de dor, frustração ou injustiça percebida, sentir-se revoltado. Mas e se essa revolta se volta contra a própria ideia de Deus? Sentimentos de raiva, ressentimento ou até mesmo ódio em relação ao Divino são, para muitos, emoções “feias”, inconfessáveis, que preferimos esconder até de nós mesmos. Admitir que nutrimos tais sentimentos em relação à fonte de tudo o que é bom pode parecer uma heresia. No entanto, “Um Curso em Milagres” (UCEM) não só reconhece essa revolta, como a explora profundamente, oferecendo um caminho para sua superação.
Por Que Nos Revoltamos Contra Deus?
UCEM postula que nossa raiva ou “ódio” de Deus não é uma rejeição do amor perfeito, mas sim uma manifestação da nossa culpa inconsciente e da nossa crença na separação. O Curso ensina que, em algum nível, acreditamos ter nos separado de Deus, e essa separação é vista como um “ataque” à Sua perfeição. Para lidar com a imensa culpa que essa crença gera, projetamos a “culpa” em Deus, vendo-O como punitivo, exigente ou até mesmo ausente.
Essa projeção se manifesta em:
Sentimento de injustiça: “Por que isso está acontecendo comigo se Deus é bom?”
Percepção de abandono: “Deus me esqueceu, Ele não se importa.”
Medo de punição: “Se eu cometer erros, Deus me castigará.”
É crucial entender que esses sentimentos não são sobre Deus, mas sobre a nossa própria percepção distorcida Dele. Eles são um reflexo do nosso ego, que se esforça para manter a ilusão da separação, pois é nela que ele encontra sua própria identidade.
A Dificuldade de Admitir Esses Sentimentos “Feios”
A sociedade, em grande parte, nos ensina que “amar a Deus” é um imperativo moral. Sentir raiva ou ódio Dele é, portanto, um tabu, algo que nos faz sentir pecadores, indignos. Essa condenação interna nos leva a reprimir esses sentimentos, empurrando-os para o inconsciente. No entanto, o que é reprimido não desaparece; ele continua a operar, influenciando nossas ações e percepções de forma sutil, mas poderosa.
UCEM nos convida a uma honestidade radical. Não podemos curar o que não reconhecemos. O primeiro passo para superar essa revolta é admitir sua existência, mesmo que isso seja desconfortável. O Curso nos assegura que Deus não se ofende com nossos pensamentos. Ele nos ama incondicionalmente, independentemente do que nossa mente dividida possa projetar.
O Caminho da Superação Segundo UCEM
A superação da revolta com Deus, de acordo com “Um Curso em Milagres”, não é um processo de “parar de sentir” esses sentimentos, mas sim de reinterpretar sua origem e propósito. O caminho passa por:
Reconhecimento da Projeção: Entender que a raiva que sentimos de Deus é, na verdade, uma projeção da nossa própria culpa e medo. Não é Deus que é punitivo, mas nossa crença na punição que nos faz vê-Lo assim.
Perdão ao Mundo e a Si Mesmo: O Curso enfatiza o perdão como o milagre central. Ao perdoar o mundo e, mais importante, a nós mesmos por nossas “ilusões” e “erros”, começamos a dissolver a culpa que alimenta a revolta. Cada ato de perdão desfaz um pedaço da crença na separação.
Entrega ao Espírito Santo: UCEM nos apresenta o Espírito Santo como a Voz da verdade em nossa mente, o elo com Deus. Ao entregar nossos pensamentos de raiva, medo e culpa ao Espírito Santo, permitimos que Ele os corrija, substituindo a percepção do ego pela percepção amorosa de Deus.
Reconhecimento da Inocência: O Curso ensina que somos, em essência, inocentes. A ideia de que “pecamos” e “atacamos” Deus é uma ilusão. Ao abraçar nossa verdadeira inocência, a necessidade de projetar culpa diminui, e a percepção de um Deus amoroso e perdoador emerge.
A Prática Diária: Os exercícios de UCEM, presentes em seu Livro de Exercícios, são desenhados para nos guiar nessa reinterpretação. Frases como “Meu ataque à minha invulnerabilidade é meu ataque a Deus” ou “Minha mente está preocupada apenas com pensamentos passados” nos ajudam a desconstruir as crenças que geram a revolta.
Sentimentos de revolta com Deus são um sinal de que estamos em conflito com nossa própria verdade. “Um Curso em Milagres” nos oferece uma perspectiva radicalmente diferente, convidando-nos a olhar para esses sentimentos não como falhas morais, mas como sintomas de uma percepção equivocada que pode ser corrigida. Ao nos permitirmos sentir e, em seguida, entregar esses sentimentos ao Espírito Santo, abrimos caminho para uma experiência de Deus que é pura e simplesmente Amor.
Você já se permitiu explorar esses sentimentos “feios” em relação a Deus? Qual foi sua experiência ao fazer isso?
Pra mim, foi a experiência mais LIBERTADORA da VIDA, um RENASCIMENTO.
Recomendo. 🙏🤍🕊️✨
Notas:
O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e expressa o que gostaria de compartilhar sobre minha experiência com o UCEM.
ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.
Outros posts relacionados ao livro Um Curso em Milagres (UCEM):
O filme Lucy (2014), dirigido por Luc Besson, é muito mais do que um thriller de ação eletrizante. Ele nos convida a uma reflexão profunda sobre o potencial humano, a consciência e a natureza da existência. Para além da ficção científica, a incrível transformação da protagonista, Lucy, pode ser lida como uma poderosa metáfora do processo de individuação proposto pelo renomado psiquiatra suíço Carl Jung.
Resumo do Filme Lucy
O filme começa com Lucy (Scarlett Johansson), uma jovem americana vivendo em Taiwan, sendo forçada a atuar como mula para uma perigosa máfia. Uma nova droga sintética, o CPH4, é cirurgicamente implantada em seu abdômen para ser transportada. No entanto, um incidente inesperado faz com que a droga vaze para seu sistema. Em vez de morrer, Lucy começa a experimentar um aumento extraordinário e progressivo de sua capacidade cerebral.
Inicialmente, ela adquire habilidades físicas e mentais sobre-humanas: controle total de seu corpo, superforça, telepatia, telecinese e a capacidade de acessar memórias e conhecimentos de forma instantânea. À medida que o percentual de uso de seu cérebro aumenta, Lucy transcende as limitações humanas, perdendo gradualmente suas emoções e sua percepção do tempo e espaço como os conhecemos. Sua busca se torna a de entender e transmitir o conhecimento que está adquirindo, culminando em uma fusão com o universo e a transformação em uma entidade de pura consciência.
Lucy e o Caminho da Individuação Junguiana
Carl Jung descreveu a individuação como um processo psíquico inato de desenvolvimento em direção à totalidade e à auto-realização. É uma jornada de autodescoberta e integração dos diferentes aspectos da psique, tanto conscientes quanto inconscientes. Embora Lucy não esteja conscientemente buscando a individuação no sentido terapêutico, sua jornada forçada de expansão da consciência espelha muitos dos estágios e conceitos junguianos:
1. O Encontro com a Sombra
No início do filme, Lucy é uma jovem comum, talvez até um tanto ingênua e em uma situação perigosa. O incidente com a droga CPH4 a força a confrontar o “lado escuro” da vida – o perigo, a violência, a brutalidade da máfia. Essa experiência traumática, embora externa, atua como um catalisador, rompendo sua persona e a empurrando para fora de sua zona de conforto. De certa forma, a droga e a situação a forçam a encarar seus instintos de sobrevivência mais primários, uma espécie de encontro com a sombra em um nível existencial.
2. A Ativação do Self e a Expansão da Consciência
À medida que Lucy utiliza mais de seu cérebro, ela começa a transcender as limitações do ego. Ela não está mais agindo puramente por motivações pessoais ou desejos mundanos. Sua percepção se expande, e ela se torna capaz de ver padrões complexos e conexões que antes eram invisíveis. Essa expansão de consciência pode ser vista como a ativação gradual do Self, o arquétipo central da psique em Jung, que representa a totalidade e a unificação dos opostos. O Self emerge como a força diretriz por trás de sua busca por conhecimento e sua eventual união com a totalidade.
3. A Integração do Inconsciente Coletivo
Com o aumento da capacidade cerebral, Lucy acessa não apenas suas próprias memórias e conhecimentos, mas também a vasta teia de informações da humanidade e até mesmo do universo. Ela consegue “ver” o passado distante, a evolução da vida e as leis fundamentais que regem a existência. Isso lembra o conceito junguiano do inconsciente coletivo, um reservatório de experiências e imagens arquetípicas compartilhadas por toda a humanidade. Lucy, em sua jornada, parece acessar esse vasto banco de dados transpersonal, superando os limites da memória individual.
4. Transcending a Persona e o Ego
À medida que Lucy avança, ela se distancia cada vez mais de sua identidade humana comum. Suas emoções diminuem, suas preocupações sociais desaparecem, e ela se torna menos identificada com a “Lucy” que conhecemos no início. Isso reflete a transcendência da persona (a máscara social que usamos) e uma diminuição da primazia do ego (o centro da consciência pessoal). Ela se move para além das distinções individuais, tornando-se um canal para algo maior do que ela mesma.
5. A União dos Opostos e a Totalidade
O clímax do filme mostra Lucy se transformando em uma entidade de pura consciência, dissolvendo-se no fluxo do tempo e do espaço, e se fundindo com o conhecimento universal. Essa união dos opostos – matéria e espírito, individual e coletivo, finito e infinito – é a essência da individuação. O objetivo não é se tornar “perfeito”, mas sim tornar-se “completo”, integrando todas as facetas da existência. A mensagem final de Lucy, “Estou em todo lugar”, ressoa com a ideia de que a consciência individual pode se expandir para abraçar a totalidade.
Conclusão
Embora Lucy seja uma obra de ficção científica com elementos fantásticos, a jornada da protagonista oferece uma lente fascinante para explorar o conceito de individuação de Carl Jung. O filme nos convida a questionar os limites da mente humana e a considerar o potencial inexplorado dentro de cada um de nós. A transformação de Lucy, de uma vítima vulnerável a uma entidade cósmica, serve como uma poderosa metáfora para o potencial de auto-realização e a busca pela totalidade que Jung tanto enfatizou.
O que você achou da conexão entre Lucy e a individuação?
Notas:
O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e encantou a CoAutora com as reflexões trazidas sobre esse filme tão… impactante!
ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.
Como Um Curso em Milagres e a TCC Cultivam a Presença para a Saúde Mental e Emocional
Você já se sentiu arrastado por preocupações do futuro ou remoendo arrependimentos do passado? Em um mundo cada vez mais acelerado, cultivar o estado de presença se tornou um pilar fundamental para nossa saúde mental e emocional. Curiosamente, a sabedoria espiritual de Um Curso em Milagres (UCEM) e as técnicas comprovadas da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), embora com abordagens distintas, convergem poderosamente nesse objetivo, oferecendo um caminho prático para a paz interior.
A Presença em Um Curso em Milagres: Liberando a Mente do Ego
Para UCEM, a presença é o estado natural da mente quando ela está alinhada com o Amor, a única realidade. O Curso nos ensina que o medo, a culpa e o julgamento são criações da mente separada, do ego, que nos aprisiona em ilusões de escassez, ataque e defesa. Estar presente, nesse contexto, significa desfazer as barreiras que impedem a consciência do Amor, que já reside em nós.
UCEM enfatiza a ideia de que “Nada real pode ser ameaçado. Nada irreal existe. Nisso está a paz de Deus.” Isso significa que a verdadeira paz e segurança só podem ser encontradas na aceitação do que é real, que é o Amor, e na liberação do que é ilusório, que são nossos pensamentos e crenças baseados no medo. Ao praticar o perdão, não apenas aos outros, mas a nós mesmos por aceitarmos pensamentos de separação, nos abrimos para a experiência da presença, onde o passado e o futuro perdem seu poder sobre nós.
A TCC e o Poder do Aqui e Agora
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por sua vez, é uma abordagem terapêutica que se concentra em identificar e modificar padrões de pensamento e comportamento disfuncionais. Embora não use a terminologia espiritual de UCEM, a TCC naturalmente promove o estado de presença de várias maneiras:
Identificação de Pensamentos Automáticos: A TCC ensina a reconhecer os “pensamentos automáticos” – aqueles pensamentos rápidos e muitas vezes negativos que surgem em nossa mente e influenciam nossas emoções e comportamentos. Ao nos tornarmos conscientes desses pensamentos no momento em que surgem, somos capazes de questioná-los e reestruturá-los, em vez de sermos arrastados por eles. Isso é um exercício direto de presença.
Reestruturação Cognitiva: Uma vez identificados, a TCC nos capacita a desafiar a validade desses pensamentos automáticos e a substituí-los por pensamentos mais realistas e adaptativos. Essa prática de “observar e mudar” exige um foco no presente, no que está acontecendo agora em nossa mente.
Técnicas de Mindfulness: Muitas abordagens da TCC incorporam elementos de mindfulness (atenção plena), que é a prática de focar a atenção intencionalmente no momento presente, sem julgamento. Exercícios de respiração, observação das sensações corporais e foco nos cinco sentidos são ferramentas da TCC que ancoram a pessoa no aqui e agora.
A Sinergia para a Saúde Mental e Emocional
Quando combinamos os ensinamentos de UCEM com as técnicas da TCC, criamos um caminho poderoso para melhorar nossa saúde mental e emocional:
Consciência Aumentada: Tanto UCEM quanto a TCC nos incentivam a uma maior consciência do nosso mundo interior. UCEM nos convida a questionar a fonte de nossos pensamentos (ego ou Espírito Santo/Amor), enquanto a TCC nos ajuda a mapear os caminhos desses pensamentos e suas consequências. Essa consciência aprimorada é o primeiro passo para a mudança.
Liberação do Sofrimento: UCEM nos ensina que o sofrimento surge da crença na separação e na ilusão. A TCC, por sua vez, oferece ferramentas para identificar e modificar os pensamentos que causam esse sofrimento. Ao nos tornarmos presentes, percebemos que muitos de nossos medos e ansiedades são projeções do ego sobre o futuro ou resíduos do passado, e não verdades sobre o momento presente.
Maior Regulação Emocional: Ao estar presente, tanto na perspectiva de UCEM (alinhando-se com o Amor) quanto da TCC (reestruturando pensamentos), somos capazes de responder às emoções de forma mais consciente e menos reativa. Em vez de sermos dominados pela raiva, tristeza ou ansiedade, podemos observá-las, entender sua origem e escolher uma resposta mais saudável.
Perdão e Aceitação: A prática do perdão em UCEM é um poderoso catalisador para a presença, pois libera a mente de ressentimentos passados. Na TCC, a aceitação (de pensamentos e emoções) é um passo crucial antes da mudança. Ambas as abordagens nos guiam para uma maior aceitação do que é, permitindo-nos avançar com leveza.
Paz Duradoura: Em última análise, a busca pela presença, seja através da lente espiritual de UCEM ou da metodologia prática da TCC, visa uma paz interior mais profunda e duradoura. Não é a ausência de desafios, mas a capacidade de enfrentá-los a partir de um lugar de calma e clareza, ancorados no momento presente.
Comece Sua Jornada
Integrar os ensinamentos de Um Curso em Milagres com as ferramentas da TCC é uma jornada transformadora. Comece prestando atenção aos seus pensamentos e emoções ao longo do dia. Pergunte-se: “Estou no presente? O que estou pensando e como isso está me fazendo sentir?”
Ao cultivar o estado de presença, você não apenas melhora sua saúde mental e emocional, mas também se abre para uma forma mais plena e significativa de viver. A paz não é um destino distante, mas uma escolha que você pode fazer a cada momento, aqui e agora.
Qual ensinamento de Um Curso em Milagres ou técnica da TCC você considera mais desafiador ou gratificante de aplicar em sua vida diária para cultivar a presença?
Notas:
O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e satisfaz a VONTADE da CoAutora deste blog de compartilhar sobre um pedacinho da sua jornada de Autoconhecimento.
ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.
Você já assistiu à série “Uma Nova Mulher” (Another Self) na Netflix?
Se sim, provavelmente se emocionou com a jornada de autodescoberta e cura das protagonistas. A trama, que mergulha nas constelações familiares e na forma como as experiências de nossos ancestrais nos afetam, é um excelente ponto de partida para refletir sobre um tema poderoso: o trauma familiar herdado. E é exatamente isso que Mark Wolynn explora de forma tão profunda em seu livro “Não Começou com Você: Como o Trauma Familiar Herdado nos Define e Como dar um fim a Esse Ciclo“.
Wolynn, assim como a série nos mostra, defende a ideia de que muitos dos nossos desafios atuais – ansiedade, depressão, problemas de relacionamento, dificuldades financeiras e até mesmo doenças físicas – podem ter suas raízes em traumas vividos por nossos pais, avós ou até mesmo gerações anteriores. Parece complexo, certo? Mas pense bem: assim como herdamos características físicas, também podemos herdar padrões emocionais e comportamentais.
As Dificuldades de Ignorar o Passado
Se não lidamos com esses traumas herdados, a vida adulta pode se tornar um labirinto de repetições e sofrimento. Imagine viver com:
Padrões de relacionamento disfuncionais: Você se vê repetindo os mesmos erros nos relacionamentos, atraindo pessoas com as mesmas características problemáticas, ou vivendo dinâmicas que parecem familiarmente dolorosas? Pode ser um eco de casamentos ou relacionamentos mal resolvidos de seus ancestrais.
Dificuldade em prosperar: Luta para ter sucesso financeiro, mesmo com muito esforço? Sente que sempre há um obstáculo invisível entre você e seus objetivos? Perdas financeiras ou dificuldades de sobrevivência de gerações passadas podem estar ecoando em sua vida.
Ansiedade e medos inexplicáveis: Você se sente constantemente ansioso, com medos que não fazem sentido para sua realidade atual? Traumas de guerra, perdas abruptas ou situações de perigo vividas por seus antepassados podem se manifestar como ansiedade crônica em você.
Sensação de não pertencimento ou de carregar um peso: Sente-se sempre deslocado, como se não encontrasse seu lugar no mundo, ou carrega uma tristeza profunda sem motivo aparente? Muitas vezes, esses sentimentos estão ligados a exclusões, segredos ou perdas significativas na história da sua família.
Problemas de saúde crônicos sem causa aparente: Embora a medicina tradicional seja essencial, em alguns casos, doenças e dores crônicas podem ter um componente psicossomático ligado a traumas não processados que se manifestam no corpo.
“Não Começou com Você” nos convida a olhar para trás, não com culpa, mas com curiosidade e compaixão. Ao identificar e reconhecer esses elos invisíveis com o passado, abrimos caminho para a cura e a possibilidade de viver uma vida mais plena e autêntica, rompendo os ciclos que nos aprisionam. Assim como Ada, Sevgi e Leyla em “Uma Nova Mulher” encontram novas perspectivas, nós também podemos.
Você já sentiu que algo em sua vida “não começou com você”?
* Nota: O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e satisfaz o que eu, CoAutora, gostaria de compartilhar dos aprendizados que tive com o filme e livro mencionado.
Muitas vezes, em nossa jornada de autoconhecimento, nos deparamos com a frustração de não conseguir mudar padrões ou resolver problemas que parecem nos aprisionar. Gasparetto nos oferece uma perspectiva profunda e libertadora para isso: a chave é a auto-observação, um processo que nos permite distinguir a realidade das ilusões, e consequentemente, assumir a verdadeira auto-responsabilidade.
Ele nos convida a entender a diferença crucial entre “viver na cabeça” e “viver dentro do corpo”.
O Perigo de “Viver na Cabeça”: A Ilusão e o Sofrimento
Gasparetto explica que a maioria das pessoas vive no pensamento e não no corpo. Isso significa que estamos constantemente operando a partir de uma mente que, quando desconectada das sensações, cria apenas ilusões e fantasias. Para ele, a “cabeça” ou a “mente” são aparelhos sofisticados, mas que muitas vezes processam informações que não são realmente nossas.
Absorção de Energias Externas: A mente, sem discernimento, absorve pensamentos, críticas, medos e ideais de outras pessoas, do ambiente ou até do plano astral, como se fossem próprios. Por exemplo, aquela sensação de pena ou raiva que você sente pode não ser sua, mas sim a energia projetada por outra pessoa. Essa absorção de “lixo energético” nos leva a construir uma personalidade baseada em influências alheias, perdendo o contato com quem realmente somos.
A Tirania do “Deveria” e do “Ideal”: Vivemos cercados por ideais de como deveríamos ser: o ideal de mãe, de pai, de profissional, de parceiro. Essas fantasias nos levam a uma constante autocrítica e auto-depreciação, pois nunca alcançamos o “perfeito” ou o “ideal”. Essa busca incessante pelo que “deveria ser” e não pelo que “é” ou “pode ser” nos aprisiona em um ciclo de frustração e sofrimento.
Conflito Interno e Alienação: Essa desconexão com o real, vivendo em um mundo de “maionese” mental, gera conflitos internos e uma sensação de estar “desencaixado” de si. Isso leva a problemas na saúde, nas finanças, nos relacionamentos, pois a pessoa perde o controle e a consciência de si mesma. É como estar perdido, sem saber o que quer ou para onde ir.
A Verdade de “Viver Dentro do Corpo”: Conectando-se com o Espírito
Gasparetto enfatiza que “viver é sentir”. Nossas sensações e nosso corpo são a manifestação do nosso espírito, a nossa verdade mais profunda e o verdadeiro centro coordenador da nossa vida. Ele nos lembra que somos seres “psicoastrais”, e que nossa sensibilidade para as coisas, para os objetos, para o ambiente, é uma capacidade astral, não apenas física.
O Corpo como Espelho do Espírito: O corpo e as sensações são o que nos conectam ao nosso espírito, que sabe o que é bom para nós e se manifesta através do “gostar” e das sensações. O espírito tem seus próprios objetivos, potenciais e um jeito único de ser. Ele coordena a vida e atua para que as coisas aconteçam com fluidez quando estamos alinhados com ele.
O Poder do “Bicho” Interior: Gasparetto refere-se a essa essência verdadeira como o “bicho”. Esse “bicho” possui a força para “comer” (devorar, destruir, eliminar) as energias negativas e os pensamentos que não nos servem. Essa energia de destruição é comparável ao sistema imunológico ou à febre que combate males. Ao nos centrarmos nas sensações e darmos ordens claras ao nosso “bicho”, podemos nos libertar dessas cargas.
Distinguir o que é “Seu”: A auto-observação sem julgamento é a chave para discernir o que é genuinamente “seu” (do espírito) do que é “dos outros” (absorvido). Ele ilustra com exemplos claros: a diferença entre emoção (que vem de baixo, instintiva) e sentimento (que vem do peito, da alma); ou como a roupa que escolhemos pode nos causar mal-estar se o espírito não a aceita. Quando uma sensação ou pensamento não é seu, você pode desidentificar-se e rejeitá-lo.
Auto-Responsabilidade: O Capitão da Sua Vida
A auto-observação, ao nos permitir essa distinção e ação, nos leva à verdadeira auto-responsabilidade.
Assumindo o Comando: Você é o “capitão” da sua vida. A realidade que você vive depende de como seu “bicho” (seu espírito/essência) está agindo. Responsabilidade não é sobre culpar-se pelo que passou, mas sobre a “capacidade de criar uma resposta”.
Libertação de Cargas e Padrões: Ao parar de absorver e se desidentificar de pensamentos e sensações que não são seus, você se liberta de cargas e padrões limitantes. Isso é um ato de “educar a si mesmo para não absorver”.
Viver o Seu Jeito e Prosperar: A lei número um da prosperidade, segundo Gasparetto, é: “faça tudo do seu jeito ou não vai funcionar”. Isso significa seguir seus próprios instintos e seu verdadeiro eu, sem se preocupar com a opinião alheia ou com ideais impostos. É abraçar a sua individualidade.
Paz e Autenticidade: A libertação de ilusões traz uma sensação de leveza, alegria, conforto e paz. É quando você aceita a realidade — o que é, o que se pode — em vez de viver em função de um “deveria” irreal.
Em suma, a auto-observação é o caminho para o autoconhecimento profundo. Ao nos conectarmos com nossas sensações e com a voz do nosso espírito (o “bicho”), aprendemos a discernir o que é real e o que é ilusão. Esse discernimento nos capacita a rejeitar o que não nos pertence e a viver de acordo com nossa verdadeira essência, assumindo a auto-responsabilidade e criando uma vida autêntica, próspera e feliz.
Então, que tal começar a observar mais o que se passa “dentro do corpo” e menos o “barulho da cabeça”? A sua liberdade está esperando por essa mudança!
* Nota: O texto deste post foi gerado através de IA (Google Notebook LM) e reflete um pouco do que tenho aprendido com o legado do nosso queridíssimo Gasparetto.
Ah, o vídeo do Wagner Borges… Um tapa na cara, mesmo!
E não falo isso de forma negativa, muito pelo contrário. Para a espiritualista arrogante e fanática que, confesso, ainda mora em algum cantinho dentro de mim, ouvir o Wagner falar sobre espiritualidade como um caminho para a felicidade foi um verdadeiro chacoalhão.
Wagner Borges, no vídeo sobre Projeção Astral — que ele prefere chamar de “experiência fora do corpo” —, fala sobre a naturalidade dessas experiências, relatando suas próprias vivências desde os 15 anos. Mas o que realmente me pegou foi a forma como ele conecta tudo isso à nossa busca por bem-estar. Ele menciona que uma pessoa feliz não incomoda os outros, compreende as diferenças e vê uma unidade em tudo.E a conclusão é cirúrgica: se não for para ser feliz, não adianta mexer com essas coisas.
Ele foi direto ao ponto: se não for para ser feliz, não adianta perder tempo com essas coisas. Essa frase ecoou forte. Quantas vezes a gente não se perde em rituais, dogmas, leituras complexas, buscando uma “iluminação” que parece sempre distante, enquanto a vida real, com suas alegrias e desafios, passa batido?
Espiritualidade: Fuga ou Plenitude?
Essa é a grande lição para mim: a espiritualidade não pode ser uma fuga. Não adianta querer “sair do corpo” se a gente não consegue estar plenamente “no corpo”, vivendo e desfrutando da nossa realidade material. Por muito tempo, usei a espiritualidade como um escudo, uma forma de me desvincular das dores e frustrações do dia a dia. Era mais fácil mergulhar em livros e meditações do que encarar os problemas de frente.
Mas o Wagner Borges me lembrou que a verdadeira espiritualidade se manifesta na alegria de viver, na capacidade de encontrar beleza e propósito em cada detalhe, mesmo nos mais mundanos. É sobre trazer a luz do espírito para a matéria, e não o contrário. É sobre ser feliz aqui e agora, com os pés no chão e o coração aberto.
O Termômetro da Felicidade
Então, sim, o vídeo foi um tapa na cara, mas um tapa que me despertou.
Passei a me observar mais e considerar meu termômetro espiritual a minha conexão com felicidade, com a PAZ.
Se algo que eu esteja fazendo em nome da espiritualidade não me trouxer mais alegria, mais leveza, mais conexão com a vida, então, talvez seja hora de repensar.
Afinal, como ele bem disse, se não for para ser feliz, não adianta perder tempo.
E tempo, meus amigos, é o nosso bem mais precioso.
E para você, a espiritualidade tem sido um caminho para a felicidade ou uma forma de fuga?
* Nota: O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e satisfaz a VONTADE da CoAutora deste blog de compartilhar sobre este vídeo.