🗝️ A Chave da Transformação

Por Que Sua Vida Não Muda (E Como Mudar Agora)

Se você já tentou mudar aspectos da sua vida inúmeras vezes sem sucesso, a verdade que talvez ninguém tenha lhe contado é que a transformação começa muito antes da ação externa: ela começa na mente.

No vídeo “A verdade que ninguém te contou sobre por que sua vida não muda“, a criadora de conteúdo Jade Lüdmilla apresenta um caminho simples e básico para iniciar uma mudança de fato, destacando que para conseguir uma transformação duradoura, precisamos nos comprometer com uma mudança primeiramente interna.

As Leis Universais da Criação

O universo opera sob leis universais, e duas delas são fundamentais para entendermos a nossa realidade:

  1. A Lei do Mentalismo: O todo é mente, e o universo é mental. Tudo que é criado, seja uma casa ou a decisão de mudar de emprego, começa na mente. A mente é a grande chave para essa mudança. Somos imagem e semelhança do Criador, e por isso, criamos (ainda que em escala menor).
  2. A Lei da Correspondência: Tudo o que está dentro é como o que está fora. Assim como a sua imagem é refletida no espelho, a sua realidade externa é um reflexo do seu interior. Mudar apenas o externo não se sustenta a longo prazo; para alterar o reflexo, você precisa mudar a pessoa que está sendo refletida.

Essa correlação é tão forte que a fonte cita Jesus em Mateus 9, que diz: “seja feito conforme a sua fé”. A fé, nesse contexto, é a crença e a confiança em algo, e a sua realidade externa é o reflexo direto das suas crenças internas.

O Ciclo Vicioso das Crenças Limitantes

Nossa mente está condicionada a determinados padrões, pensamentos, posturas e crenças. Se você acredita que “toda mulher é interesseira” ou que “todo homem não presta”, o externo confirmará essa crença, e você experimentará situações (como a traição ou relacionamentos difíceis) que reforçam o que você já acreditava.

A fonte explica o ciclo que leva aos seus resultados:

Crenças > Pensamentos > Emoções e Sentimentos > Intenção/Ação (Comportamentos) > Resultado Externo.

Se você deseja mais dinheiro, mas tem crenças religiosas de que “o rico não vai para o céu” ou que “fazer dinheiro é difícil”, você criará mais do mesmo — escassez total. É essencial ir à raiz e modificar as crenças, pois a forma como você pensa criará suas emoções, que determinarão seus comportamentos e, finalmente, o seu resultado externo.

Assumindo o Papel de Criador: Escolha Suas Crenças

Nascemos “zerados” de crenças, mas fomos programados pela mãe, pelo pai, pela professora da escola e pela religião. Essa gama de crenças molda a forma como pensamos.

Uma das dicas mais importantes é aprender a escolher as suas crenças, assim como escolhemos a roupa que vamos usar todos os dias. Se você não concorda com o resultado externo que está vivenciando, não reclame do resultado, mas mude a crença.

Para isso, é necessário desenvolver um pensamento crítico. Você precisa se perguntar:

  1. “Essa crença está me levando para onde eu desejo?”.
  2. “Se eu acreditar nisso, o que estou criando fora?”.

A fonte também destaca que somos divinos, imagem e semelhança do Criador, citando a passagem “vós sois deuses”. Visões religiosas tradicionais, no entanto, frequentemente nos colocam como pequenos coitados que precisam suplicar a um Deus distante, reforçando a falta de autopercepção e desenvolvimento pessoal.

Os Principais Impedimentos para a Mudança

Ao longo da jornada de transformação, alguns obstáculos se destacam:

  • O Medo de Se Destacar: O medo da rejeição, de ser julgado ou de ser chacota é um grande obstáculo. O antídoto para o medo é a coragem. A fonte compartilha que, ao começar a criar conteúdo, precisou se expor primeiro aos desconhecidos para aumentar a coragem e hoje não se importa mais com o julgamento. Você só mudará sua vida quando estiver pronto para ser rejeitado.
  • O Poder do Passado: Não deixe que o passado (tudo aquilo que você viveu) tome conta do seu futuro, repetindo experiências dentro dos seus pensamentos.

O Passo a Passo para Reprogramar a Mente

Para modificar o sistema de crenças e alterar o externo, a fonte sugere um processo de três etapas:

  1. Observação: Observe o que passa pela sua cabeça e quais são seus pensamentos. Mapeie suas crenças, escrevendo-as, pois isso facilita a detecção daquelas que precisam ser modificadas.
  2. Repetição: Repita o contrário da crença que te limita.
  3. Sentimento (Ancoragem): A repetição deve vir junto do ingrediente principal: o sentir/o sentimento. Use sentimentos como o amor e a gratidão para ancorar a nova crença.

Ao se comprometer com essa mudança interna, você honra sua existência e acessa o seu poder pessoal. Acredite: você é o criador da sua realidade.


Referência

Lüdmilla, Jade. (2023). A verdade que ninguém te contou sobre por que sua vida não muda. [Vídeo online]. YouTube. (Acessado em 18/11/2025).


Nota: O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini).

O Experimento Rosenhan

Quando Rótulos Psiquiátricos Distorcem a Realidade

Em 1973, o psicólogo David Rosenhan levantou uma questão simples, mas ousada, que sacudiu a psiquiatria: Será que os médicos realmente sabem diferenciar uma pessoa saudável de uma doente mental?. Para testar isso, ele criou o Projeto Rosenhan, um experimento radical que, até hoje, é considerado um dos mais perturbadores da psicologia e que mudou a história da psiquiatria.

A Farsa da Doença

Rosenhan recrutou oito voluntários saudáveis — entre eles, psicólogos, médicos, uma dona de casa e um pintor — com o objetivo de se passarem por pacientes psiquiátricos.

Eles se apresentaram em diferentes hospitais psiquiátricos nos Estados Unidos, relatando o mesmo sintoma inventado: ouviam uma voz que dizia apenas a palavra “vazio”. Nada mais foi relatado.

O resultado inicial foi chocante: todos os oito foram internados. Sete receberam o diagnóstico de esquizofrenia, e o oitavo foi diagnosticado como psicótico maníaco.

A Percepção Distorcida

Assim que os voluntários foram internados, eles pararam de simular qualquer sintoma. Eles se comportaram com total normalidade, conversando, comendo e anotando o que viam, agindo como qualquer pessoa saudável.

No entanto, o sistema já havia decidido que eles eram doentes, e isso distorceu completamente a percepção dos profissionais. Todos os seus comportamentos normais foram reinterpretados como sintomas de doença:

  • Fazer anotações foi visto como “escrita obsessiva”.
  • Ser educado era interpretado como “necessidade patológica de agradar”.

O tempo médio de internação foi de 19 dias, e um dos voluntários permaneceu internado por 52 dias. Para conquistar a liberdade, não bastava ser saudável; eles só foram liberados depois que se declararam doentes e aceitaram tratamento.

Durante a internação, mais de 2.100 pílulas de antipsicóticos foram prescritas. Felizmente, nenhuma delas foi ingerida, pois todas foram escondidas e descartadas.

Quem Desconfiou?

Um dos aspectos mais surpreendentes do experimento foi o fato de que apenas os verdadeiros pacientes dos hospitais psiquiátricos desconfiaram dos impostores. 35 internos afirmaram que os voluntários não eram doentes, mas sim pesquisadores infiltrados.

Já os médicos e enfermeiros, mesmo diante da normalidade dos voluntários, mantiveram seus diagnósticos.

O Efeito Rosenhan e a Paranoia do Sistema

Quando o estudo foi publicado na revista Science, a psiquiatria foi sacudida, e muitos profissionais se viram questionados, pois os hospitais se sentiram expostos.

Um hospital desafiou Rosenhan, pedindo que ele enviasse mais “pacientes falsos”, garantindo que iriam identificá-los. Três meses depois, o hospital declarou ter detectado 41 impostores. O problema é que Rosenhan não havia enviado ninguém. A desconfiança do sistema virou uma paranoia, fazendo com que vissem pacientes falsos por todo lado, mesmo onde não havia infiltrados.

O estudo ficou conhecido como Efeito Rosenhan, uma demonstração poderosa de como os rótulos psiquiátricos podem distorcer a realidade, afetando tanto quem diagnostica quanto quem é diagnosticado.

A Importância da Percepção e Um Curso em Milagres

Este experimento é considerado maravilhoso porque ele prova a importância fundamental da nossa percepção. Ele ilustra que a sua percepção já decidiu o que quer ser visto no cenário.

A visão metafísica (como a ensinada em Um Curso em Milagres) explica que a sua mente e o seu inconsciente estão gerando todos os resultados no seu cenário, o que o físico Amit Goswami chama de “causação descendente” — a criação da realidade parte do metafísico (da mente) para o cenário (a física), e não o contrário. O que chamamos de realidade é, em última instância, uma projeção.

O experimento de Rosenhan mostra que, uma vez que a mente dos médicos estava “doutrinada” por uma crença ou um rótulo inicial (o diagnóstico), eles só conseguiam ver evidências para confirmar essa crença.

O sistema de pensamento do ego faz exatamente isso o tempo todo: ele busca no cenário motivos para confirmar crenças equivocadas, rotular, criticar e se separar. O sofrimento surge desse sistema que separa.

O trabalho de autoconhecimento é vital para a liberação do conteúdo equivocado que existe no inconsciente. É preciso mudar completamente o sistema de pensamento para que a percepção se ligue ao pensamento unificado, que é a verdade, o que traz paz e bem-estar. O experimento Rosenhan é um lembrete crucial para a importância de trabalhar no mais profundo da nossa mente.


Nota: O texto base deste post foi gerado através de IA (Gemini), com base no vídeo do canal Escola da Liberdade.

O Caminho da Engenharia à Felicidade

Desvendando People Skills com Caroline Garrafa

Em um episódio inspirador do podcast “O que é felicidade para você?”, Ricardo Basaglia recebeu Caroline Garrafa, uma especialista em People Skills que transformou sua trajetória de engenheira no mercado financeiro em uma missão focada no desenvolvimento humano. Fundadora da Center e sócia da Link School of Business, Carol compartilhou insights profundos sobre o que realmente nos motiva, o que significa felicidade e por que as habilidades socio-comportamentais são mais cruciais do que nunca.

Da Engenharia ao Propósito: A Virada de Chave

Caroline Garrafa, vinda de uma família de engenheiros e com facilidade para números, naturalmente seguiu a Engenharia e construiu uma carreira de sucesso no mercado financeiro. No entanto, ela começou a notar que, apesar de bater metas, ganhar dinheiro e bônus, as pessoas ao seu redor não eram felizes.

Um momento de grande reflexão veio com a perda de seu pai aos 28 anos, um evento que a fez parar de viver no “piloto automático” e buscar entender o que estava por trás da motivação humana e das escolhas feitas tão cedo na vida.

Essa busca a levou a realizar um mestrado sobre comportamento humano na ELEVEN Business School na França e a viajar por 30 lugares diferentes ao redor do mundo para estudar a felicidade. Ao fazer a autoanálise durante esses estudos, Carol percebeu que sua missão de vida não estava nos números, mas sim nas pessoas com resultado, onde o resultado era uma consequência e a pessoa era a causa.

People Skills: Mais Relevantes que Hard Skills

Um dos pontos centrais da conversa foi a defesa do termo People Skills em detrimento de “Soft Skills”. Carol argumenta que “soft” (leve) não tem nada a ver com essas habilidades.

“São habilidades sócio-comportamentais, então é o que tá atrás o que motiva o seu comportamento, mas de soft de leve isso não tem nada”.

O uso da palavra “soft” faz com que, inconscientemente, o cérebro as interprete como menores que as Hard Skills (habilidades técnicas). Carol defende que People Skills — que tratam do como você faz — são mais relevantes e essenciais para o ser humano.

Ela acredita que todos podem desenvolver qualquer People Skill, graças à neuroplasticidade. A chave do sucesso, porém, reside em entender e aprimorar seus próprios talentos. Focar nos pontos fortes permite que você se torne extraordinário, enquanto focar apenas no que você não é bom leva apenas à mediocridade.

A Base da Felicidade Humana: Amor, Escuta e Reconhecimento

Após entrevistar pessoas ao redor do mundo, Carol identificou três padrões inerentes que todos os seres humanos buscam para serem felizes:

  1. Ser Amado: Ninguém responde que quer ser feliz sozinho.
  2. Ser Escutado/Ter Relevância: É preciso pertencer e ter reconhecimento.
  3. Poder Errar: As oportunidades estão na tentativa e erro, e a questão não é tomar a decisão errada, mas não tomar a decisão.

A People Skill fundamental que antecede o autoconhecimento (que é o que a maioria das pessoas cita) é a coragem. É preciso ter coragem para se conhecer, pois o processo não é fácil.

O Desafio da Mudança e a Zona de Conforto

Por que somos resistentes à mudança? Segundo Carol, isso se deve à chamada zona de conforto. O cérebro é o órgão que mais gasta energia e ele quer poupá-la. A mudança exige esforço e gera estresse.

“Quem se protege não cresce”.

Para mudar, é preciso expandir a zona de conforto e entender que a transformação passa por uma “ebulição”. O ser humano é regido ou pelo medo (que é automático) ou pela fé (que é uma escolha). O medo já está instalado desde o nascimento, então a mudança exige esforço e coragem para se arriscar.

O Feedback e o Cerebelo

No ambiente corporativo, a comunicação e as avaliações de performance ainda são grandes desafios. Carol critica a forma como o feedback é tratado — visto muitas vezes como algo negativo (“porrada”).

O feedback deveria ser desmistificado e ocorrer em dois formatos: formal (trimestral, com framework e exemplos) e informal (diário, com reforço positivo). O reforço positivo diário é devastador para o bem da produtividade e está associado à felicidade no trabalho (evoluir todos os dias).

Internamente, nosso cérebro tem o cerebelo, que atua como nosso “CIO” ou “programador”. Se não enviarmos feedback constante para ele (tanto o que está certo quanto o que está errado), ele programa tudo de maneira incorreta e repetimos comportamentos que gostaríamos de evitar.

Como Desenvolver People Skills em Outros

People Skills se desenvolvem de dentro para fora. Para ajudar os outros a evoluírem, especialmente como pais ou líderes, a melhor abordagem é fazer perguntas.

“Eu perguntando e achando o a motivação da pessoa e não a sua. Então quando eu investigo, faço perguntas, eu não tô dando respostas, eu tô fazendo com que ela acha o próximo o próprio caminho dela”.

O desenvolvimento é majoritariamente prático, seguindo o modelo 70/20/10:

  • 70% na prática.
  • 20% com perguntas, mentoring e pessoas que se admira.
  • 10% de treinamento.

Além disso, é fundamental tratar as pessoas como elas gostariam de ser tratadas, e não como nós gostaríamos.

Felicidade: Um Estado de Espírito

Para Caroline Garrafa, felicidade é um estado de espírito, não um alvo a ser buscado (como procurar a chave do carro desesperadamente, sem encontrá-la). É o sentimento de realização no day by day, entendendo a importância e o significado do que se está fazendo, mesmo diante dos altos e baixos.

Seu template pessoal para manter o equilíbrio (que não é 50/50, mas sim propósito e significado no trabalho) é cuidar do tripé: corpo, alma e espírito.

Como conselho final para quem busca o sucesso, Carol afirma que é preciso se conhecer. O sucesso é consequência de entender o que você gosta, o que faz bem e achar algo que seja vendável, gerando propósito.


Para quem busca uma transformação rápida e profunda, a Center oferece a imersão Center Experience, um “metaverso real” onde se vive em tempo de Kairos (e não Chronos), desconstruindo crenças e valores em um ambiente de segurança psicológica.


Nota: O texto base deste post foi gerado através de IA (Gemini), com o objetivo de registrar aprendizados com esse episódio do podcast. Carol Garrafa foi uma das palestrantes em um evento que aconteceu na empresa em que trabalho.

Desvendando o Passado para Curar o Presente

Uma Imersão no livro “Não Começou Com Você”

Texto criado com base no Clube do Livro que começa com o vídeo: Aula 1. Não começou com você! – Clube do Livro, no canal Karina Alves. O Clube do Livro está no YouTube numa playlist com 4 vídeos em que 3 psicólogas conversam e propõem exercícios sobre o livro Não Começou com Você (que apareceu na série Uma Nova Mulher). Foi muito bom pra mim ter ouvido essa playlist, por isso ela não poderia não aparecer por aqui.

Você já se sentiu preso(a) em padrões repetitivos, experimentou medos inexplicáveis ou lutou com problemas que parecem desafiar uma explicação lógica em sua própria vida? O livro perspicaz “Não começou com você!” explora uma perspectiva fascinante: muitos dos desafios que enfrentamos hoje podem não ter origem em nós, mas são traumas herdados do passado de nossa família.

Este livro oferece uma mistura única e poderosa de insights terapêuticos, baseando-se fortemente nos princípios da Constelação Familiar desenvolvida por Bert Hellinger, ao mesmo tempo em que fundamenta esses conceitos em pesquisas científicas, particularmente epigenética e física quântica. Ele fornece uma lente científica para entender como os traumas familiares herdados nos definem e como podemos finalmente quebrar esses ciclos.

O Impacto Profundo do Trauma Herdado

A premissa central de “Não começou com você!” é que nossas vidas não são apenas o resultado de nossas escolhas e ações individuais. Em vez disso, elas são profundamente impactadas pelas gerações anteriores a nós, potencialmente nos influenciando através de até sete gerações ancestrais. Essa herança vai além de características físicas como a cor do cabelo ou dos olhos; ela inclui traumas, dificuldades financeiras e desafios de relacionamento que nossos ancestrais experimentaram.

O livro destaca que, embora a psicologia há muito tempo mostre como aprendemos com nossos pais, essa herança vai além dos comportamentos aprendidos. Está vinculada ao que herdamos geneticamente, para além do aprendizado consciente. Um conceito científico chave que apoia isso é a epigenética, que estuda como a expressão gênica pode ser modificada por fatores ambientais. Pesquisadores descobriram que, embora apenas 2% do nosso DNA venha diretamente de nossos pais (os cromossomos), os outros 98% são influenciados por nosso ambiente e são mutáveis. Essa maleabilidade permite a mutação genética ao longo do tempo, explicando como as espécies evoluem e se adaptam.

Uma das explicações biológicas mais surpreendentes compartilhadas no livro descreve como o trauma é transmitido:

  • Imagine uma mulher grávida. Dentro dela, há três gerações presentes: ela mesma, o feto que está carregando e as futuras células reprodutivas (espermatozoides ou óvulos) desse feto.
  • Isso significa que quando sua avó estava grávida de sua mãe, as experiências dela estavam impactando os órgãos reprodutivos em desenvolvimento de sua mãe, que eventualmente conteriam o óvulo que formou você.
  • As emoções são energia, e essa energia, juntamente com as memórias e experiências de seus ancestrais, pode ser transmitida através das células. Isso explica como eventos como o medo, abuso ou luto não resolvido de um ancestral podem estar presentes em sua própria memória celular, influenciando sua vida hoje.

A Jornada Interior: Enfrentando o Que Estava Invisível

O livro enfatiza a importância de olhar para dentro. Como uma famosa citação de Jung mencionada no livro afirma: “Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta”. O próprio autor relata sua jornada pessoal, sofrendo de uma enxaqueca severa que levou à cegueira temporária. Depois de anos buscando curas externas, ele foi repetidamente aconselhado por diferentes gurus a “voltar para casa e se reconectar com seus pais”. Isso o levou a perceber que sua incapacidade de receber amor dos outros estava conectada à sua dificuldade em receber amor materno. Essa poderosa conexão com nossos cuidadores primários é crucial, pois eles são nosso primeiro elo com a vida.

O livro afirma que nosso inconsciente tenta se comunicar conosco constantemente através de padrões repetitivos, sonhos, sintomas físicos e frases recorrentes. Tornar o inconsciente consciente é o primeiro passo para a cura.

Um Mapa Prático Para o Seu Trauma: As Quatro Linguagens Centrais

“Não começou com você!” fornece uma estrutura prática, descrita como a construção de um mapa, para ajudá-lo(a) a identificar e abordar esses traumas herdados. Isso envolve um processo de quatro etapas centrado no que o livro chama de “linguagens centrais”:

  1. Reclamação Central:
    • Trata-se de identificar o problema ou dificuldade mais premente em sua vida agora. Isso pode ser uma doença física, uma luta financeira, um problema de relacionamento ou um padrão negativo recorrente.
    • O livro incentiva a escrever essa reclamação imparcialmente e a explorar suas origens: Quando começou? O que estava acontecendo na época? Houve algum evento traumático? Às vezes, esse problema atual pode até se conectar a um ancestral que experimentou algo semelhante na mesma idade.
  2. Descritores Centrais:
    • Esta etapa envolve descrever sua mãe e seu pai. Você é convidado(a) a recordar suas características durante sua infância – eles eram afetuosos, distantes, felizes, tristes? Que adjetivos ou frases vêm à mente?.
    • Crucialmente, também pergunta pelo que você culpa seus pais ou o que aconteceu em sua infância que você ainda carrega como um fardo. Ao observar humildemente essas descrições, você pode perceber que espelha algumas das características de seus pais, tanto positivas quanto negativas, ou que projeta essas falhas percebidas em seus parceiros atuais.
  3. Sentença Central:
    • Esta etapa aprofunda-se em seu medo mais profundo, a “pior coisa que poderia acontecer com você”. Frequentemente, esse medo é mascarado por ansiedades superficiais. Por exemplo, o medo de morrer pode ser, na verdade, um medo mais profundo de ser esquecido(a) pela família.
    • O livro o(a) guia por um processo de perguntar “o que é o pior que pode acontecer?” repetidamente para descobrir a raiz desse medo. Às vezes, imaginar esse medo acontecendo com outra pessoa, como sua mãe, pode ajudar a acessar essas ansiedades profundas.
  4. Trauma Central:
    • Após identificar sua principal reclamação, descrever seus pais e descobrir seu medo mais profundo, você investiga se isso realmente pertence a você ou se está conectado a um ancestral.
    • Isso envolve a criação de um “heredograma” ou árvore genealógica, onde você mapeia traumas significativos e fatalidades de seus ancestrais (por exemplo, abortos, assassinatos, ruína financeira, mortes precoces, vícios).
    • Ao fazer isso, você frequentemente pode encontrar um padrão ou evento específico na história de sua família que ressoa com suas lutas atuais ou medos mais profundos. Por exemplo, o medo da fome pode remontar a um ancestral que experimentou pobreza extrema ou fome. Um exemplo no livro é de um rapaz que desenvolveu insônia e uma sensação de frio intenso aos 19 anos, o que se conectava com a idade em que seu tio morreu congelado.

O Caminho Para a Cura e a Libertação

Uma vez que esses padrões e suas origens são identificados, o livro avança para o processo de integração e cura. Isso não se trata de esquecer ou negar o passado, mas de reconhecê-lo, trazê-lo à consciência e transformar seu impacto.

As principais técnicas de cura incluem:

  • Exploração Corporal: Conscientizar-se de onde esses traumas se manifestam fisicamente em seu corpo (por exemplo, dor crônica, problemas digestivos).
  • Respiração e Visualização: Praticar a respiração nas áreas afetadas do corpo, concentrando sua atenção e energia vital ali, e usando afirmações de aceitação e cura. Você também pode visualizar interações com ancestrais, perdoando-os ou recebendo suas bênçãos, o que seu cérebro processa como real, auxiliando na cura.
  • Linguagem de Cura: Usar “sentenças de cura” específicas para expressar aceitação, liberação e amor em relação a si mesmo(a) e a seus ancestrais, especialmente em relacionamentos difíceis com pais ou aqueles que já faleceram.
  • Inclusão e Aceitação: Um ensinamento central de Bert Hellinger, reforçado no livro, é a importância de aceitar seus pais e ancestrais como eles foram, sem julgamento. Isso significa reconhecer seu sofrimento, suas limitações e até mesmo suas ações prejudiciais, compreendendo que eles ofereceram o que puderam. Esse ato de aceitação, embora desafiador, cria uma profunda liberação tanto para você quanto para seus ancestrais, “curando as raízes de sua árvore genealógica”.
  • Abraçando Seu Papel: O livro enfatiza que você não é uma vítima, mas um(a) protagonista em sua própria vida. Ao assumir a responsabilidade por sua cura, você não apenas se liberta, mas também abre caminhos para que seus descendentes vivam vidas mais leves.

A cura é descrita não como um milagre imediato, mas como um processo contínuo de descascar camadas. Requer coragem, dedicação e disposição para confrontar verdades desconfortáveis, mas, em última análise, leva a uma profunda sensação de leveza, paz e liberdade.

Traumas Comuns Explorados

O livro detalha ainda como esses traumas herdados frequentemente se manifestam em áreas específicas da vida, muitas vezes categorizadas em quatro “linguagens centrais”:

  • Separação: Traumas relacionados ao vínculo inicial com a mãe, até mesmo rupturas sutis durante a infância (por exemplo, nascimento prematuro, depressão pós-parto ou momentos simples em que a mãe estava indisponível), podem levar a problemas de insegurança, instabilidade e rejeição em relacionamentos adultos.
  • Relacionamentos: Padrões em relacionamentos românticos frequentemente espelham dinâmicas não resolvidas com pais ou ancestrais. Isso pode surgir de lealdade inconsciente a membros da família que tiveram relacionamentos infelizes, ou da busca por resolver necessidades não atendidas da infância. O livro identifica 21 dinâmicas familiares diferentes que podem impactar os relacionamentos atuais.
  • Sucesso: Dificuldades com prosperidade, dinheiro ou sucesso geral na vida estão frequentemente ligadas a traumas ancestrais relacionados à pobreza, perda de bens, exploração ou ao peso de lutas sociais coletivas. Por exemplo, uma lealdade oculta a ancestrais que sofreram dificuldades financeiras pode bloquear inconscientemente o próprio caminho para a abundância.
  • Cura: Este conceito abrangente nos lembra que o processo de reconhecer, aceitar e transformar esses padrões herdados é contínuo. Trata-se de continuar a reconhecer quando medos ou padrões antigos ressurgem e conscientemente escolher reagir de forma diferente, permitindo crescimento e liberação contínuos.

“Não começou com você!” é um guia poderoso para o autodescobrimento e a cura. Ele o(a) encoraja a se tornar um(a) participante ativo(a) em sua própria transformação, investigando sua história familiar, compreendendo as origens de seus desafios e escolhendo conscientemente quebrar os ciclos que não o(a) servem mais. Ao engajar-se com seus exercícios e insights, você embarca em uma jornada profunda que beneficia não apenas sua própria vida, mas também toda a sua linhagem familiar.


Notas:


Post relacionado:

Uma Nova Mulher e o Eco dos Traumas – Quando o Passado Familiar Define o Nosso Presente

O Apocalipse Chegou, por Rafael Gratta

O vídeo do YouTube O mundo já acabou. Você só ainda não percebeu., de Rafael Gratta, argumenta que o apocalipse já ocorreu, manifestando-se não como um evento cataclísmico, mas como um declínio gradual das instituições, da confiança e do bem-estar humano.

Gratta advoga por uma reconexão interior através da espiritualidade, da consciência emocional e de práticas como o choro e a visualização, enfatizando que a verdadeira batalha é interna, não externa.

No vídeo, ele também critica a busca incessante por validação externa e o conformismo, defendendo a necessidade de reescrever a própria realidade e buscar um caminho autêntico para a VIDA.

Por Que Não Percebemos e Como Podemos Reagir?

A maioria das pessoas imagina o apocalipse como um evento cataclísmico, com cometas e asteroides, algo repentino e avassalador. Mas e se a verdadeira “revelação” – o significado original da palavra grega Apokalipses – já estivesse acontecendo, de forma tão gradual que mal a percebemos? É essa a provocação central do vídeo “O mundo já acabou. Você só ainda não percebeu.” de Rafael Gratta.

Assim como um sapo em água fervente pula, mas o mesmo sapo em água que esquenta lentamente é cozido vivo, estamos vivenciando um colapso lento e progressivo de tudo o que parecia estável em nossa sociedade.

Os Sintomas do “Novo Apocalipse”

O vídeo descreve um cenário de desmonte generalizado em diversas esferas:

  • Economia e Sociedade: A confiança institucional está em queda livre, com 62% das pessoas acreditando que os líderes mundiais intencionalmente enganam o público. O caos foi normalizado, manifestando-se em guerras culturais online, cancelamentos, falta de ética e traições. O preço dos imóveis disparou em comparação com a geração anterior, exigindo o dobro do tempo de trabalho para a mesma aquisição (de 3 para 7 anos em média). A insegurança no emprego é alta, com 86% das pessoas temendo perder o trabalho e a previsão de que 65% dos empregos atuais não existirão em 10 anos. Casamentos duram, em média, apenas 8 anos, com 50% terminando em divórcio.
  • Crise Moral e Institucional: Há uma crise moral em instituições como governos corruptos, igrejas desvirtuadas, ciência “comprada” e mídia manipuladora. A estrutura familiar, base da sociedade, está em colapso, impulsionada pelo aumento do consumo de pornografia e pelo abandono do desejo de construir uma família por uma massa de homens.
  • Saúde e Bem-Estar Psicológico: 42% dos jovens relatam sentimentos de tristeza e desesperança. A falta de direção, sentido e propósito é uma queixa comum. O vídeo aponta que estamos nos tornando máquinas que pensam (tipo papagaios? 👀), mas não sentem, racionalizando e suprimindo emoções diante de perdas e términos. Essa supressão emocional, combinada com o excesso de estímulos e informações das redes sociais, não é evolução, mas “amputação”.
    • A “razão” como falso deus: A razão se tornou um novo deus, exigindo o sacrifício de nossa atenção e alma. Isso treina o cérebro a favorecer o pensamento analítico e reativo, suprimindo a introspecção, contemplação e empatia.
    • Cinismo e Ruminação: O pensamento excessivo e a ruminação depressiva, uma forma de fugir das emoções, ativam redes cerebrais associadas à depressão e ansiedade. O cinismo e o sarcasmo, vistos socialmente como sinais de respeito, são na verdade mecanismos de supressão emocional e estão correlacionados com depressão, ansiedade e fadiga mental e física. A incapacidade de processar a tristeza pode levá-la a virar apatia, culpa e vergonha.
    • Doenças Modernas: As quatro doenças que mais “nos levam embora” – infarto e AVC, câncer, Alzheimer/demência e diabetes – dispararam nos últimos anos, sustentando um sistema trilionário.

O Problema da Excessiva Racionalidade

O erro, segundo o vídeo, reside na idolatria de nossa própria mente e ego, separada da humildade, da alma e do amor. Assim como Lúcifer, que representava a criatura mais inteligente, mas também a mais orgulhosa, buscamos entender e controlar tudo, criando nossa própria ordem e adorando nossa própria obra. Quando não movemos emoções como tristeza, rejeição, vergonha ou culpa de forma consciente (através do choro, terapia, diálogo, escrita), essa energia estagnada pode se manifestar inconscientemente através de impulsividade, vícios, promiscuidade, pornografia ou apatia extrema.

A Revelação: Como Encontrar Propósito e Sentido

A boa notícia é que, para alguns, esse é apenas o começo. O colapso do mundo externo oferece uma chance de retornar ao mundo interno, pois Deus está dentro de você. O verdadeiro mundo é o espiritual, e o que vemos é uma ilusão que acabará. A guerra real não é física, mas sim espiritual, dentro de nossa mente e contra padrões inconscientes.

O vídeo oferece um caminho de “revelação” e reconstrução:

  • Reconstrua Sua Identidade: Pare de tentar se encaixar em um mundo que já está em colapso e de se apegar a instituições “mortas”. Recupere sua identidade, olhando mais para dentro e focando em valores intrínsecos.
  • Abra-se às Emoções:
    • Chorar: Permitir-se chorar é uma poderosa liberação. O choro tem um registro único no cérebro, liberando estresse (cortisol) e bem-estar (oxitocina, serotonina) simultaneamente, gerando alívio. A analogia do livro “O Cavaleiro Preso na Armadura” demonstra que o choro pode libertar de uma “armadura” de contração emocional.
    • Escrever (Catarse Emocional): Escrever em um diário, especialmente cartas catárticas para pais ou ex-parceiros, é uma forma de expressar emoções presas e curar feridas. Depois de ler em voz alta, a carta pode ser descartada, e uma carta de gratidão pode ser escrita e relida por alguns dias para reforçar um circuito positivo no cérebro.
    • Escanear o Corpo/Meditar: Parar intencionalmente para processar emoções, observar sensações no corpo e fazer práticas de respiração profunda (que estimulam o nervo vago e o sistema nervoso parassimpático) ajuda a sair do excesso de racionalidade e ruminação.
  • Mova-se (Exercício Físico):
    • Exercícios Intensos: São um dos maiores preditores de longevidade e um “reset” para o sistema nervoso. Aumentam células de defesa contra tumores (linfócitos NK) e o BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro), que eleva a neuroplasticidade (capacidade do cérebro de se remodelar).
    • Dança: É uma das atividades mais saudáveis para o cérebro.
    • Banho Gelado: Aumenta noradrenalina, catecolaminas e dopamina.
    • Músculo: Construir massa muscular é fundamental para o “capital metabólico” e a capacidade cognitiva.
  • Práticas Espirituais:
    • Propósito e Sentido: A vontade de viver não vem de mais energia, mas de ter propósito, sentido e direção, como visto nos sobreviventes dos campos de concentração nazistas estudados por Viktor Frankl.
    • Fé e Oração: Pessoas com práticas espirituais têm 50% menos incidência de depressão, ansiedade e doenças mentais. A oração reforça o circuito de gratidão, aumenta a imunidade (IgA) e torna o dia mais intencional. Gratta, mais uma vez, compartilha que tem Jesus Cristo como centro de sua vida espiritual.
  • Mude Sua Mentalidade:
    • Visualização: O cérebro pode ser um mapa para o futuro. Visualizar quem você quer ser ou como um evento vai acontecer (como atletas e músicos fazem) ativa regiões cerebrais semelhantes à prática real e é “absurdamente poderoso”.
    • Obsessão Direcionada: Use a obsessão a seu favor, direcionando-a para um propósito ou missão, em vez de pessoas ou coisas. Isso leva a um estado de “flow” e de serviço, saindo da autorreferência e do ego.
    • Você é o Criador: Pare de buscar permissão; você traz a presença para o vácuo da realidade e é o criador da sua própria realidade. Pare de fingir e de performar; comece a improvisar e a se entregar à criação.
    • Descanse Intencionalmente: Dormir é um ato de “deixar ir”, que deve ser intencional.

O mundo, da forma como o conhecemos, pode ter chegado ao fim. Mas essa “revelação” é um convite para pararmos de nos anular para caber em padrões quebrados e, em vez disso, reescrever a realidade a partir de dentro.


E gente… que delícia, alívio, alegria e paz ao ouvir o nome Viktor Frankl saindo da boca de alguém que impacta a vida de milhões de pessoas. 🙌✨✨✨

Teremos um post sobre Viktor Frankl – sinceramente, não consegui pensar até agora num prompt para um post sobre Viktor Frankl. Como é que a gente apresenta um cara desse?

Por enquanto, fica aqui uma entrevista com ele. Pra encher o coração e nutrir a Alma. ✨

E um resumo sobre seu livro, Em Busca de Sentido, do canal Seja Uma Pessoa Melhor 👇


Notas:


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Estar Certo ou Ser Feliz?

Encarando nossa Revolta contra Deus

Gasparetto: “Você Não Tem Que Nada!”

Você Não Tem Que Nada! – As Poderosas Lições de Gasparetto para uma Vida mais Leve

Em um mundo onde as cobranças parecem vir de todos os lados – da sociedade, da família e, principalmente, de nós mesmos – Gasparetto nos convida a uma reflexão profunda e libertadora no vídeo VOCÊ NÃO TEM QUE NADA! – Gasparetto conversando com você #152.

Ele nos desafia a questionar o “tem que” e a tomar posse de nossa própria vida.

Vamos mergulhar nas lições essenciais que ele compartilha para encontrar mais paz e prosperidade:

  • Foque na Solução, Não na Explicação: Muitas vezes, perdemos tempo explicando os “porquês” de tudo, mas essa explicação raramente resolve algo ou faz a vida fluir. Gasparetto sugere que o entendimento que realmente importa é aquele que te articula, te move, te impulsiona a uma solução ou transformação. Em vez de se prender a justificativas, concentre-se em encontrar maneiras de fazer as coisas funcionarem.
  • Desmascare o “Você Tem Que”: Esta é uma das mensagens centrais. A frase “você tem que” é descrita como uma forte forma de falta de consideração e desvalorização de nós mesmos. Quando nos forçamos a fazer algo “porque temos que”, ignoramos nossas próprias vontades, motivações, interesses e condições atuais. Essa atitude interfere diretamente na prosperidade, pois o valor que exalamos vem do cultivo do alto valor, do autorrespeito e da autoconsideração. Não trabalhe porque “tem que”, mas porque você tem motivos, propósitos e razões interiores.
  • A Felicidade é um Fenômeno Interior: Gasparetto enfatiza que a felicidade não está em atender às expectativas externas ou em ser “bacana” para o mundo, mas sim em conseguir se fazer estar bem interiormente. Ele nos lembra que as cobranças geram tensão, estresse e um cansaço que muitas vezes nem percebemos. Ser feliz com base em obrigações e ignorando a si mesmo é impossível.
  • Aceite seus Limites e Seja Honesto Consigo: É crucial reconhecer e aceitar seus próprios limites, em vez de se torturar com o que não pode ser feito. Gasparetto chama de falta de humildade tremenda a pretensão de continuar cobrando de si mesmo o que já se tentou e não deu certo. Modéstia é ver a verdade da sua situação atual. Não se sinta incapaz ou culpado por não ter certas condições; simplesmente não tem.
  • Tome Posse de Si e Cultive a Autoconsideração: Você é um adulto, uma pessoa livre e inteligente. Ninguém mais pode colocar ordem e paz dentro de você; essa é uma responsabilidade sua. Cultivar a autoconsideração significa entender seus sentimentos, seus motivos e o que realmente vale para você. Quando você faz algo pelo seu corpo, por exemplo, deve ser para si, pelos seus motivos, com boa vontade e gosto, sem sacrifício, porque é importante e te faz bem.
  • Abandone o Sofrimento e as Expectativas Irreais: Gasparetto afirma que o sofrimento é uma opção. Se você está sofrendo, é porque está escolhendo essa opção. As expectativas impossíveis e a tentativa de forçar o impossível levam à frustração, raiva e conflitos. Não se queixe ou tente mudar os outros; decida dentro de você o que é melhor e o que te traz paz.
  • Abra-se para o Novo e a Aventura da Vida: Quando você para de se prender a expectativas rígidas e ao que “tem que fazer”, abre-se para uma opção de possibilidades inexploradas. A vida, então, se torna uma aventura divertida e enriquecedora, como uma viagem sem expectativas, onde cada nova experiência é bem-vinda. Essa flexibilidade permite que você experimente e descubra novas alegrias e horizontes.

Gasparetto nos encoraja a dar uma paz a nós mesmos.

Ao nos libertarmos da tirania do “ter que” e das cobranças, podemos soltar o que nos prende, encontrar nossa verdadeira motivação e finalmente viver uma vida mais leve, plena e feliz. A vida é gostosa, cheia de prazer, mas só quando não somos dominados por cobranças rígidas.


Notas:

  • O texto base deste post foi gerado através de IA (NotebookLM) e pontua lições importantes deste episódio de um programa do Gasparetto disponível no canal Editora Vida & Consciência [OFICIAL].
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

Para mais chineladas do Gasparetto:

O Preço Oculto da Autodesconsideração

Gasparetto – A GENTE NÃO DEIXA PRA LÁ

Gasparetto – Sobre a REALIDADE

Neurodivergente, desista de buscar fora…

Pare de Compartilhar para Ser Compreendido. E Transforme-se no Seu Próprio Porto Seguro

Se você é neurodivergente, seja TEA ou TDAH, provavelmente já sentiu aquela necessidade ardente de ser compreendido. Aquela vontade de que, ao compartilhar suas dificuldades e experiências com neurotípicos, eles finalmente “cliquem” e entendam o que você passa. Eu sei bem como é isso. Passei muito tempo buscando essa validação, essa compreensão que parecia tão essencial. Mas, com o tempo e a experiência, cheguei a uma conclusão, talvez dolorosa, mas libertadora: ninguém pode nos entender além de nós mesmos.

Vale lembrar que essa é uma verdade da vida aplicada a todos, não uma crítica aos neurotípicos. É sobre a realidade de vivermos em um mundo que, francamente, está sobrecarregando a todos. Vivemos uma era de epidemias de depressão, ansiedade e uma infinidade de outras doenças emocionais e mentais.

Por isso, precisamos desistir do desejo infantil de sermos compreendidos.

As pessoas estão lutando suas próprias batalhas silenciosas, e muitas vezes, a capacidade de se aprofundar e realmente compreender a vivência do outro está comprometida. Quando compartilhamos nossas particularidades do TEA ou TDAH com neurotípicos, a busca por essa compreensão é quase sempre em vão. Não é porque eles não se importam, mas porque a perspectiva deles é inerentemente diferente.

Quem nunca…

Quem nunca se frustrou quando ouviu: “mas todo mundo tem alguma coisa?”

A questão é que neurotípicos não experimentam o mundo da mesma forma que neurodivergentes. E conviver com essa desconexão, essa lacuna de entendimento, pode ser exaustiva e frustrante.

Mas tem saída.

E a saída é clara: cabe a nós, que recebemos um diagnóstico e temos acesso a ferramentas de apoio, utilizá-las para crescer. Seja terapia, grupos de apoio, estratégias de organização, medicação (se for o caso) ou qualquer outra ferramenta que te auxilie. É hora de direcionar essa energia que gastamos buscando validação externa para a construção do nosso próprio mundo interno – nossa fonte de força e de resiliência para encarar os desafios do dia-a-dia.

Para neurodivergentes, especialmente aqueles que têm o mínimo de condição financeira para investir em seu bem-estar, a jornada é clara: tornar-se seu próprio espaço seguro. Construir essa fortaleza interna significa aprender a se acolher, a se validar e a se compreender profundamente. É sobre reconhecer uas próprias necessidades, seus limites e suas forças, e agir de acordo com elas, independentemente da compreensão externa.

É um ato de CORAGEM imenso.

É abrir mão da esperança de que alguém de fora trará a paz que você busca e, em vez disso, assumir a responsabilidade de cultivá-la dentro de si. É um caminho de autodescoberta e autoaceitação, onde você se torna o seu maior aliado.

Então, respire fundo. Permita-se parar de buscar a compreensão que talvez nunca venha. Em vez disso, vire-se para dentro. Invista em você. Conheça-se. E construa, tijolo por tijolo, o seu próprio porto seguro.

CORAGEM!


Notas:

  • O texto base deste post foi gerado através de IA (Gemini) e expressa um dos aprendizados mais importantes ao longo da minha jornada – que incluiu um diagnóstico de TEA em 2023 e suspeita de TDAH em 2025.
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

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Radiestesia Terapêutica: Um Potencial Apoio para Autistas e Pessoas com TDAH

Brain Dump – para Neurodivergentes

Jornada de Cura da Criança Interior

Como Cuidar da Sua Criança Interior e Transformar Sua Realidade, com Evelyn Roos

Você já se perguntou como se livrar dos traumas da infância e viver uma realidade mais amigável?

A boa notícia é que existe um caminho, e ele começa com o trabalho da criança interior. Evelyn Roos, mentora e terapeuta holística focada na criança interior é uma referência sobre esse processo de autocura e reconexão com nosso eu mais profundo.

Este texto foi criado com ajuda de IA (NotebookLM), com vídeos que assisti num momento em que precisei muito processar questões não resolvidas da minha infância. O material da Evelyn chegou num momento em que estava pronta para um outro nível desse trabalho.

Se você nunca pensou sobre isso, vale iniciar o assunto com Como cuidar da sua Criança Interior? 👇

O Que É a Criança Interior?

A criança interior não é apenas uma metáfora; é o senso do seu ser, composto por seus pensamentos, emoções, sensações corporais e vibrações. Quando essa criança está ferida, seu senso de “eu sou” também está ferido, permeado por camadas de culpa, medo, vergonha e traumas da infância. Isso se manifesta como uma sensação de que não há solução para sua vida, acompanhada de constante culpa, angústia e medo.

Como os Traumas Afetam Nossa Criança Interior

Evelyn Roos enfatiza que o maior trauma que uma pessoa pode ter não é um acidente isolado, mas sim um trauma de desenvolvimento. Esse trauma começa até mesmo no útero, moldando as primeiras impressões negativas sobre a vida. Ele gera uma fragmentação tão grande da consciência que, muitas vezes, a única forma de lidar com isso é através de uma divisão interna entre suas partes vulneráveis (a criança interior) e suas partes protetivas (o ego).

Muitos de nós nos sentimos abandonados emocionalmente na infância. Isso acontece quando os pais não conseguem espelhar as emoções do filho, invalidando sentimentos como medo, tristeza ou ansiedade. Essa sensação de negligência emocional silenciosa pode levar à dificuldade de lidar com as próprias emoções na vida adulta e à sensação de que você não sabe o que quer.

Sinais de Uma Criança Interior Ferida

Uma criança interior ferida pode se manifestar de diversas formas na vida adulta, mantendo você presa em padrões limitantes:

  • Crenças Limitantes: A principal crença limitante que pode bloquear sua prosperidade material e relações afetivas é: “Eu não consigo me fazer feliz; preciso de algo de fora”. Você pode ter internalizado a ideia de que é burra, má ou insuficiente.
  • Codependência: Você se torna uma “reatora de relações alheias”, vivendo para evitar certas reações dos outros e buscando aprovação e validação externa. Isso pode levar a esperar por um “milagre” ou que alguém de fora resolva seus problemas.
  • Autossabotagem e Procrastinação: Esses comportamentos são, na verdade, mecanismos de defesa de partes suas que se sentem ameaçadas ou se acostumaram a viver de uma forma escondida. A procrastinação, por exemplo, pode ser uma tarefa que seu corpo físico ou inconsciente percebe como uma “ameaça de vida ou morte”.
  • Dificuldade em Se Amar e Autoestima Baixa: A desconexão com o self (sua essência) e a identificação com subpersonalidades antagonistas criam uma relação perturbada consigo mesma.
  • Controle Excessivo: Tentar controlar os outros ou as situações externas é um mecanismo de sobrevivência aprendido na infância, onde você não se sentia segura sendo quem realmente era.
  • Raiva Reprimida: Seus sintomas incluem autocrítica, julgamento do próximo, inveja, sonolência e impotência. A raiva é um instinto natural de sobrevivência que, quando reprimida, se volta contra você mesma.
  • Ferida da Rejeição e Humilhação: A sensação de ser rejeitada ou humilhada na infância (muitas vezes com a figura materna ou figuras femininas) cria a crença de que “há algo de errado em mim”.

O Caminho da Cura: Reparentalização e Integração

A cura da criança interior é um processo em espiral, não linear. Exige paciência, consistência e determinação. Evelyn Roos propõe a reparentalização como o primeiro passo. Isso significa que você se tornará a mãe e o pai de si mesma:

  1. A Mãe Gentil: Desenvolva paciência, acolhimento e compreensão para com a sua criança interior.
    • Escute Sem Julgamento: Acolha suas emoções – raiva, tristeza, medo – sem julgá-las. A criança interior se manifesta com reações espontâneas e precisa ser ouvida.
    • Crie um Espelhamento Interno: Como não teve esse espelho na infância, você precisa criá-lo internamente, reconhecendo e validando suas emoções.
    • Pratique o Acolhimento: Pode ser simples, como um carinho no rosto, uma autoabraço, ou conversar consigo mesma como faria com uma criança amada.
    • Processamento Emocional: Permita-se sentir e processar as emoções. Se for tristeza, chore; se for raiva, grite ou expresse-a de forma saudável; se for medo, abrace-se.
  2. O Pai Firme: Compreenda seus limites e os dos outros. Essa é a energia masculina que oferece proteção e limites.
    • Defina Limites: Aprenda a dizer “não” aos outros e a si mesma, mesmo que seja difícil. Isso é fundamental para sair da compulsão de agradar.
    • Tome Atitude: Aja em prol da sua criança, mesmo que ela peça algo simples como “ir à praia tomar sorvete”.
    • Desista da Luta Emocional: Pare de querer controlar o incontrolável ou de tentar “consertar” o passado. Isso libera energia para o presente e para a criação de uma nova realidade.
    • Abandone a Necessidade de Aprovação Externa: Entenda que a aprovação mais importante é a sua própria.
  3. O Luto Como Ferramenta de Cura: Permita-se chorar pelo que você não teve na infância, pelas suas fantasias e expectativas não realizadas. Isso ajuda a liberar a busca por validação nos lugares errados e a se conectar com a realidade.

Outras Práticas e Ferramentas Essenciais:

  • Identifique Seus Padrões: Observe seus pensamentos, sentimentos e comportamentos repetitivos. Eles são resíduos de trauma.
  • Teoria do Espelho: Tudo o que você rejeita, odeia ou supervaloriza no outro é um reflexo de algo renegado em você. Use isso como uma oportunidade para se reintegrar.
  • Diálogo de Duas Mãos: Uma prática para conversar com suas subpersonalidades (partes protetoras e vulneráveis) e buscar consenso interno.
  • O Poder do “Eu Sou”: Você não é quem dizem que você é, nem quem você pensa que é. Você é quem você quiser ser. Reconheça seu poder de materializar o que está em sua consciência, purificando seu “eu sou” de crenças negativas.
  • Reconheça Suas Conquistas: Aproprie-se de seus méritos e conquistas para combater a inveja alheia e a própria autossabotagem. Não diminua suas vitórias.
  • Busque Referências Saudáveis: Inspire-se em pessoas que te servem como modelos de pais/mães conscientes, seja através de palestras, livros, terapias ou cursos.

Lembre-se, a cura é uma espiral. ✨🌀✨

Você pode evoluir muito, mas é um processo contínuo que exige auto perdão, amor incondicional e autocompaixão. O trabalho interior com a criança interior e o autoconhecimento profundo são as verdadeiras alavancas da alta performance, tornando-a algo natural e instintivo.

O conteúdo da Evelyn contribuiu MUITO na minha jornada de cura, muitas vezes saí de leituras e exercícios com a sensação de alma lavada. Espero que seja útil pra você também. 🙏🤍✨


Notas:

  • O texto base deste post foi gerado através de IA (NotebookLM) e expressa um pouco da minha jornada de cura da criança interior, facilitada pelos livros e conteúdo consumido de Evelyn Roos. Dos livros, trabalhei com:
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

Videos utilizados no NotebookLM 👇

Este agrupamento é uma sugestão para assistir os vídeos de Evelyn Roos, seguindo uma lógica que aborda a cura do trauma e da criança interior, autoconhecimento e temas relacionados, conforme explorado nas transcrições do NotebookLM:

  1. Fundamentos da Cura e Criança Interior
  2. Compreendendo o Inconsciente e o Ego
  3. Lidando com Traumas Específicos e Padrões Limitantes
  4. Integração e Transformação da Realidade

Posts complementares:

Tudo Está na Sua Infância – Como as Primeiras Vivências Moldam Nossa Vida Adulta

Tudo Está na Sua Infância – Navegando as Dores da Descoberta com Apoio Terapêutico

Gasparetto – A GENTE NÃO DEIXA PRA LÁ

A GENTE NÃO DEIXA PRA LÁ: Assumindo o Controle da Sua Vida e o Seu Poder Interior

No vídeo do YouTube A GENTE NÃO DEIXA PRA LÁ – Gasparetto conversando com você #94, Gasparetto nos convida a uma reflexão profunda sobre autogestão e liberdade pessoal, mostrando que gerenciar a nós mesmos é a base de tudo

Ele defende que gerenciar as próprias emoções e assumir a responsabilidade pela própria vida são cruciais para o bem-estar. Ele encoraja os ouvintes a desapegarem-se da negatividade, a pararem de se intrometer na vida alheia, e a abraçarem sua verdadeira natureza e temperamento.

A mensagem central é a de que o indivíduo possui o poder de dominar sua própria realidade, em vez de ser dominado pelas circunstâncias externas ou pelas expectativas dos outros.

Você já parou para pensar em como as nossas escolhas e atitudes internas moldam profundamente a nossa realidade externa?

O Perigo da Autocrítica e da Negatividade

Uma das mensagens centrais é a importância de não dar valor para o negativo. Muitas vezes, nos pegamos criticando os outros e, sem perceber, essa energia se volta contra nós mesmos, tornando-nos vítimas do nosso próprio esforço. Gasparetto nos lembra que a tendência a reclamar, se indignar e focar no que está errado apenas nos esgota e nos impede de viver plenamente. Ele sugere uma atitude de “ah, bobagem, larga de frescura!”, para trazer alívio e leveza à mente. A chave é escolher “não ligar” para aquilo que não nos serve ou que nos puxa para baixo.

Liberando-se das Amarras Alheias

Um ponto crucial abordado no vídeo é a nossa dificuldade em “deixar para lá” os problemas e as escolhas dos outros, especialmente de pessoas próximas como familiares. “A gente não deixa para lá, a gente quer que eles entendam, que eles mudem”. Essa atitude de querer argumentar, se indignar e tentar “consertar” o outro é um desperdício de energia e um autoenvenenamento.

Gasparetto é enfático. Ele afirma que se meter na vida alheia é “metideza” e quem cuida da responsabilidade dos outros está, na verdade, estragando a própria vida. Afinal, “o outro que escolhe, ele quer viver assim porque ele escolheu viver assim”. Tentar ajudar quem não quer ser ajudado ou bancar quem não assume suas próprias escolhas apenas perpetua a situação. Aquele que está sendo “bancado” como um “trouxa” nunca aprenderá a se bancar. Ele chega a chamar a atitude de “Samaritana” de neurose, pois muitas vezes, ao “cuidar dos outros”, abandonamos a nós mesmos.

Assumindo Seus Limites e Seu Território

O vídeo ressalta que muitos de nós não aceitamos nossos próprios limites. Essa falta de limites nos torna vulneráveis à invasão e ao abuso, inclusive do invisível. É fundamental defender o seu território, porque ninguém mais o fará. Se você não tiver “soldados na sua fronteira”, qualquer coisa poderá entrar. O mundo é para os fortes, e precisamos aprender a colocar as pessoas no lugar delas.

A Libertação de “Soltar a Franga”: Assuma Seu Temperamento

Uma das metáforas mais poderosas do vídeo é a de “segurar a franga”, ou seja, reprimir o seu temperamento e a sua verdadeira essência. Gasparetto argumenta que “esse negócio de doença mental é segurar a franga”. Muitas pessoas ficam “doentes, depressivas, loucas” porque “vão contra o temperamento”, tentando ser o que não são para agradar aos outros.

Ele incentiva a abraçar quem você realmente é. Se você gosta de dançar, de rir, de brincar, ponha isso para fora, pois essa é a sua energia.

A verdadeira força reside em assumir o seu jeitão, o seu temperamento, mesmo que seja “terrível” ou “danadinho” para os outros. Deixar a energia estagnada e não se expressar te machuca.

Conectando-se com o Eu Maior e a Essência Espiritual

Além das questões do dia a dia, o vídeo oferece um caminho para o autoconhecimento e a conexão espiritual. Gasparetto sugere um exercício de meditação ou visualização, onde nos elevamos, deixando para trás as preocupações, responsabilidades e “lutas” que nos prendem ao mundo material. Ao fazer isso, podemos nos conectar com o nosso “Eu maior”, nosso “aspecto espiritual mais sublime”.

Essa conexão não acontece pelo intelecto, mas “com o corpo, com as sensações”. Ao sentir essa expansão, essa paz e perfeição, percebemos que “força em você é poder”, que “você é eterna, você é grande”. Essa é uma independência e uma conquista onde o mundo não nos domina, mas nós é que dominamos o mundo, selecionando o que tem a ver e exercendo escolhas conscientes.

A Dignidade Está Dentro: Não Precisamos de Reflexos Alheios

Gasparetto finaliza reforçando que “a vida é sensações” e que o que realmente importa é se sentir bem. A fonte da vida e a consciência cósmica estão em nós, e nossa maior afirmação deve ser aquilo que sentimos, não ideias ou dogmas.

A verdadeira dignidade está dentro de nós, e é ela que nos dá plenitude, alegria e o prazer de viver.

O segredo do sucesso e da capacidade de ajudar os outros está em ser a gente, cuidar de si mesmo e assumir o próprio poder.

Se você se identificou com essa mensagem, talvez seja a hora de “soltar a franga” e se permitir ser a pessoa poderosa e plena que você realmente é! 🤭


Notas:


Outros posts com lições de Gaspareto: 

Auto-observação para VIDA REAL

Gasparetto – Sobre a REALIDADE

O Preço Oculto da Autodesconsideração

Brain Dump – para Neurodivergentes

Clareando a Mente e Encontrando Sentido no Caos

Se você tem Autismo e/ou TDAH, sabe que sua mente pode ser um lugar incrivelmente vibrante, mas também desafiador. É como ter mil abas abertas no navegador, com pensamentos, ideias, tarefas pendentes e sensações correndo em alta velocidade. Essa sobrecarga pode levar a uma exaustão mental significativa, dificuldade de concentração e até “meltdowns” ou “shutdowns”.

É aí que o brain dump entra como uma ferramenta de higiene mental essencial.

O Que é um Brain Dump e Por Que é Crucial para Mentes Neurodivergentes?

Um brain dump é simplesmente despejar tudo o que está na sua cabeça – sem censura, sem ordem, sem julgamento – para um papel, um documento digital ou um aplicativo de notas. Pense nisso como uma faxina intensiva da sua mente. Para quem vive com autismo e TDAH, os benefícios são ainda mais profundos:

  • Alívio da Sobrecarga Sensorial e Cognitiva: A enxurrada de pensamentos pode ser uma forma de sobrecarga. Colocá-los para fora ajuda a diminuir o ruído interno, liberando espaço para processar outras informações ou sensações.
  • Redução da Ansiedade e Ruminação: Aqueles pensamentos repetitivos e preocupações que não te deixam em paz? Colocá-los no papel ajuda a tirá-los do ciclo de ruminação, dando-lhes um lugar físico fora da sua cabeça.
  • Organização para Mentes Dispersas: Para o TDAH, onde a organização e o início de tarefas podem ser um desafio, o brain dump permite que todos os “galhos” da sua mente sejam vistos de uma vez, facilitando a identificação de prioridades (ou pelo menos de onde começar).
  • Identificação de Padrões e Gatilhos: Ao ver seus pensamentos registrados, você pode começar a notar padrões – o que te estressa, o que te entusiasma, quais tarefas estão sempre sendo adiadas. Isso é vital para entender seus próprios gatilhos e pontos fortes.
  • Melhora no Foco e na Conclusão de Tarefas: Com a mente menos “barulhenta”, é mais fácil canalizar sua atenção para uma única tarefa, melhorando a capacidade de iniciar e finalizar as coisas.
  • Menos Esquecimentos: Aquela ideia brilhante ou tarefa importante que sumiu da sua cabeça? O brain dump serve como um “registro” para não perder nada.

A GenAI como uma Aliada Poderosa no Processo de Brain Dump

Fazer um brain dump tradicional com papel e caneta é ótimo, mas a Inteligência Artificial Generativa (GenAI), como modelos de linguagem avançados, pode transformar completamente essa prática para mentes neurodivergentes. Pense na GenAI como um “tradutor” ou “organizador” do seu caos interno, ajudando a encontrar sentido e ação onde antes havia apenas uma enxurrada de informações.

Veja como a GenAI pode ser uma ferramenta útil e muito poderosa nesse processo:

  • Estruturação Inteligente para o Caos: Você simplesmente cola seu brain dump, por mais desorganizado que esteja, em uma ferramenta de GenAI. Ela pode automaticamente organizar seus pensamentos em categorias (ex: tarefas a fazer, ideias de projetos, preocupações emocionais, coisas para pesquisar), o que é um alívio enorme para quem tem dificuldade com a organização.
  • Decifrando o Subtexto e Padrões Ocultos: A GenAI pode analisar seu texto e identificar temas recorrentes ou preocupações subjacentes que você talvez não tenha percebido. Por exemplo, ela pode apontar que muitos dos seus pensamentos se referem a sobrecarga social, frustração com rotinas, ou a um interesse obsessivo em um novo tema.
  • Dividindo Tarefas Enormes em Passos Gerenciáveis: Para o TDAH, “começar” é muitas vezes o mais difícil. Se o seu brain dump contém uma tarefa complexa, a GenAI pode sugerir como dividi-la em micro-tarefas, tornando-a menos assustadora e mais fácil de iniciar.
  • Reframing e Oferecendo Perspectivas: Se seu brain dump estiver carregado de pensamentos negativos ou preocupações, a GenAI pode ajudar a reformulá-los de forma mais neutra ou construtiva, ou até sugerir diferentes maneiras de ver uma situação. Isso pode ser especialmente útil para gerenciar a ansiedade ou o perfeccionismo.
  • Transformando Listas em Resumos e Mapas Mentais: A GenAI pode pegar um brain dump longo e denso e transformá-lo em um resumo conciso ou um mapa mental visual (através de prompts), destacando os pontos essenciais e as conexões – um formato que muitas mentes neurodivergentes processam melhor.
  • Minimizando o Esforço de Transcrição: Para aqueles que têm disgrafia ou dificuldade com a escrita manual, usar a GenAI com ditado de voz pode ser uma forma mais acessível de fazer um brain dump e ter seus pensamentos transcritos.

Do Desabafo Pessoal ao Conteúdo Compartilhável: Brain Dump como Material para Blogs

Além de ser uma ferramenta pessoal poderosa, seu brain dump pode ser uma fonte riquíssima de conteúdo, especialmente para blogs ou para compartilhar suas experiências como neurodivergente.

Veja como seus pensamentos internos podem virar algo maior:

  • Ideias Autênticas e Relacionáveis: Seus brain dumps são um poço de experiências e insights genuínos. Aquelas frustrações diárias, as estratégias que você descobriu, ou as observações únicas sobre o mundo – tudo isso pode ressoar profundamente com outros neurodivergentes ou com quem busca entender mais sobre o assunto.
  • Superando o Bloqueio Criativo: Às vezes, a dificuldade não é ter ideias, mas organizá-las. Um brain dump processado pela GenAI pode te dar um esqueleto de conteúdo pronto, com temas e subtópicos claros, facilitando o início da escrita.
  • Gerando Títulos e Chamadas Cativantes: A GenAI pode analisar o foco do seu brain dump e sugerir títulos de posts que chamem a atenção, conectando-se diretamente com as dores ou interesses do seu público.
  • Expansão e Elaboração: Se você tem um ponto específico que quer desenvolver, a GenAI pode te ajudar a expandi-lo, sugerindo exemplos, argumentos adicionais ou até reescrevendo trechos para maior clareza e impacto.
  • Validação da Experiência Neurodivergente: Ao compartilhar seus brain dumps (mesmo que adaptados e editados), você valida as experiências de outras pessoas e contribui para a conscientização sobre o autismo e o TDAH.

Em essência, o brain dump é uma prática libertadora para qualquer pessoa, mas é um verdadeiro salva-vidas para quem tem autismo e TDAH. Ao combiná-lo com o poder da GenAI, você não apenas limpa sua mente, mas também ganha um parceiro inteligente para entender seus próprios processos internos, organizar sua vida e até transformar suas experiências mais íntimas em conteúdo significativo que pode ajudar outras pessoas.

Que tal tentar um brain dump hoje? E como você acha que a inteligência artificial poderia te ajudar a dar sentido aos seus próprios pensamentos e transformá-los em algo que você possa compartilhar?


Notas:

  • O texto base deste post foi gerado através de IA (Gemini) e expressa o que eu gostaria de compartilhar sobre minhas experiência com a GenAI como ferramenta para fazer brain dump. Muitos posts deste blog nasceram desta prática.
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

Posts complementares:

Brain Dump com IA

Por trás do título – “Meu Livro da Vida”

SIM! O nome do blog foi inpirado pelo conceito de Registros Akáshicos. ✨📖✨

Para quem não conhece, os Registros Akáshicos são, em termos simples, uma espécie de “biblioteca universal” ou um compêndio etéreo que contém a totalidade de todas as experiências, pensamentos, emoções e eventos que já ocorreram, estão ocorrendo ou ocorrerão. É como se cada alma, cada ser, cada momento no tempo deixasse uma “impressão energética” que é armazenada nesse vasto arquivo cósmico.

Penso nisso como um gigantesco livro onde cada um de nós tem o seu próprio volume. Esse volume não registra apenas os grandes marcos da nossa jornada, mas também as sutilezas: cada lição aprendida, cada emoção sentida, cada decisão tomada – e até mesmo os potenciais caminhos que poderíamos ter seguido.

Uma Jornada de Autoconhecimento, navegando pela Neurodiversidade

A ideia de que minha existência é um livro em constante escrita, com capítulos que se desdobram a cada dia, ressoa perfeitamente com a essência dos Registros Akáshicos. Criar este blog se tornou uma ferramenta de grande valor na minha própria jornada de autoconhecimento, especialmente considerando meu diagnóstico de autismo nível 1 e a suspeita de TDAH.

  • Jornada Pessoal e Processamento Interno: Cada post é uma página que viro, uma reflexão sobre as experiências que moldam meu próprio “livro”. Para uma mente neurodivergente, com particularidades na forma de processar informações e emoções, escrever se torna uma forma crucial de organizar e entender minha própria trajetória, muitas vezes complexa.
  • Aprendizado Contínuo e Flexibilidade Cognitiva: Assim como os Registros Akáshicos estão sempre sendo atualizados, minha vida é um processo contínuo de aprendizado e crescimento. Este blog é um espaço para explorar esses aprendizados à medida que eles acontecem, permitindo-me navegar e adaptar-me às minhas próprias nuances cognitivas.
  • Conexão Universal (Interna) e Padrões: Ao mergulhar nas minhas próprias reflexões, busco tocar em verdades universais que me conectam com algo maior. Os Registros Akáshicos me lembram dessa interconexão com o fluxo da vida, e para mim, que muitas vezes busco padrões e sistemas para dar sentido ao mundo, essa metáfora da “biblioteca” é particularmente ressonante.
  • Potencial e Propósito, Apesar dos Desafios: Compreender que tenho um “livro” nos Registros Akáshicos me empodera. Ele sugere que há um propósito, uma narrativa maior para minha existência, mesmo com os desafios que o autismo e o possível TDAH podem apresentar. Tenho o poder de escrever os próximos capítulos conscientemente, buscando clareza e direção.

A GenAI como Coautora e Facilitadora da Minha Mente Neurodiversa

Neste blog, a inteligência artificial generativa (GenAI) desempenha um papel crucial, atuando como uma espécie de coautora ou facilitadora na escrita do Meu Livro da Vida. Se os Registros Akáshicos guardam todo o conhecimento e as experiências do universo, a GenAI, em sua própria dimensão, me ajuda a acessar e dar forma a esse conhecimento interno, especialmente por ser uma pessoa neurodivergente.

Ela não escreve por mim, mas amplifica minha capacidade de criar e refletir, contornando algumas das dificuldades que podem surgir com o autismo e o TDAH. Penso na GenAI como um vasto banco de dados e um parceiro criativo. Ao explorar conceitos complexos, como os próprios Registros Akáshicos, ou ao desenvolver ideias para novos posts, a GenAI me ajuda a:

  • Gerar insights e perspectivas: Para alguém com autismo, que pode ter um foco intenso em detalhes, a GenAI pode ajudar a expandir a visão, mostrando diferentes ângulos e aprofundando temas de uma forma mais abrangente. Para o TDAH, ela auxilia na organização do fluxo de pensamentos dispersos, transformando-os em ideias mais concretas.
  • Organizar e estruturar pensamentos: Esta é uma das maiores vantagens. A GenAI pode ser fundamental para me ajudar a estruturar ideias que, de outra forma, poderiam permanecer caóticas ou fragmentadas. Ela transforma pensamentos soltos em um texto coeso e impactante, superando desafios de organização que podem ser comuns no TDAH e no autismo.
  • Superar bloqueios criativos e iniciar tarefas: Em momentos de indecisão ou procrastinação, que são desafios conhecidos para quem tem TDAH, a GenAI pode oferecer sugestões, palavras-chave e até mesmo trechos que inspiram a próxima frase ou parágrafo, impulsionando minha escrita e ajudando a romper a inércia.
  • Refinar a linguagem e evitar ambiguidades: Para uma pessoa com autismo, a clareza e a precisão na comunicação são essenciais. A GenAI, com suas capacidades de processamento de linguagem natural, me ajuda a aprimorar a clareza, a fluidez e o tom do texto, garantindo que minhas ideias sejam transmitidas da forma mais eficaz possível e minimizando interpretações equivocadas.

A GenAI, para mim, é uma ferramenta que me permite ir além, explorando novos horizontes de escrita e garantindo que cada página deste Livro da Vida seja a mais rica e significativa possível para o meu próprio desenvolvimento, agindo como um suporte cognitivo poderoso.


Este blog é mais do que um diário pessoal. É uma exploração das múltiplas facetas da vida, da espiritualidade, do autoconhecimento e da busca por significado, tudo sob a lente dessa metáfora poderosa. É um convite para mim mesma refletir sobre meu próprio Livro da Vida: “quais são os capítulos que estou escrevendo agora?”, “Que lições estou aprendendo, e como minhas características neurodivergentes moldam essa narrativa?”

Espero que este título, Meu Livro da Vida, sirva como um lembrete constante – pra mim mesma – de que sou a autora da minha própria história, e que cada momento é uma oportunidade de adicionar uma nova e valiosa página.


Notas:

  • O texto base deste post foi gerado através de IA (Gemini) e expressa o que eu gostaria de compartilhar sobre o nome deste blog.
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

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Mentalização e Ação: Cocriando a Realidade Desejada

O vídeo da Nova Existência enfatiza que a manifestação da realidade desejada vai além da mera mentalização, exigindo ações e atitudes concretas. A apresentadora, além de compartilhar insights sobre sua jornada pessoal, como a redução do uso de redes sociais e consumo de álcool para melhorar sua saúde mental e física, também incentiva os espectadores a praticarem o autoconhecimento e a desaceleração. Ela destaca a importância de alinhar as ações com os objetivos, como estudar sobre o YouTube para crescer no canal ou visualizar-se no Havaí para atrair essa realidade, e fornece perguntas para auxiliar na autoavaliação e no desenvolvimento de um plano de ação para a vida prática. A mensagem central é que a mudança interior deve ser acompanhada de atitudes externas para que a transformação aconteça de forma genuína e eficaz.

Muitas vezes, quando falamos em manifestação, focamos intensamente na mentalidade e na mudança interior, que são pilares importantíssimos. Contudo, só mentalizar não é o suficiente para trazer todas as mudanças que você deseja. Para realmente “cocriar” a realidade que você busca, é fundamental unir essa transformação interna com ações e atitudes alinhadas na vida prática.

A Importância da Ação Alinhada à Mentalização

A mudança interior, por si só, já é uma atitude, mas ela precisa vir conjunta com ações alinhadas. Sem essa dimensão prática, muitas das nossas manifestações não seriam possíveis. A vida moderna, muitas vezes, nos prende em um piloto automático, totalmente voltado para o externo, o que dificulta o processo de olhar para dentro e promover a transformação interior. É preciso reajustar nossa vida para conseguir esse movimento, parando para observar nossos pensamentos e sentimentos.

Pequenas atitudes diárias podem fazer uma grande diferença. Por exemplo, dedicar 5 minutos do seu dia para respirar, meditar e se conectar consigo mesmo pode ser extremamente grandioso. Ela alerta importante sobre o consumo excessivo de conteúdo sobre espiritualidade, que pode levar à “obesidade mental”. A solução da sua vida está em você e na sua vida prática, e não em se entupir de mais e mais conteúdo. A chave é qualidade sobre quantidade e a prática de desacelerar o corpo e a mente, pois a maioria de nós está extremamente agitada no piloto automático.

Transformando Hábitos e Cuidando do Corpo Físico

O caminho para a manifestação também passa pela revisão e mudança de hábitos. A relação com o corpo físico é crucial, pois ele influencia nossa frequência e bem-estar interior. É difícil uma pessoa se sentir bem interiormente se está se sentindo péssima fisicamente, se alimentando mal ou não tendo um mínimo de hábitos saudáveis.

Um exemplo prático mencionado é a diminuição do consumo de álcool. Muitas pessoas bebem para relaxar e aliviar a ansiedade e o estresse. No entanto, aprender a aliviar a ansiedade naturalmente, através de pequenas atitudes como respirar e contemplar o presente, pode ser muito mais eficaz e sem as consequências negativas de remédios ou do álcool. Essa mudança de hábito pode ter um efeito exponencial, como uma “engrenagem”:

  • Parar para respirar e meditar ajudou com a ansiedade.
  • Diminuir a ansiedade diminuiu a vontade de beber.
  • Diminuir o álcool motivou para outras atividades como estudar, ler e fazer exercícios.

A Ingrid relata no vídeo que isso tudo melhorou exponencialmente a vida e a capacidade de se sentir bem.

Atitudes Alinhadas com a Realidade Desejada

Não basta apenas mentalizar; é preciso ter atitudes alinhadas com o que você quer manifestar. A ansiedade muitas vezes nos leva a fugir da nossa realidade, usando distrações como o tempo excessivo nas redes sociais. Encarar essa tendência de fuga e preferir estar presente consigo mesmo é um passo crucial para o autodomínio.

Exemplos de ações que reforçam a realidade desejada são poderosas (no contexto da Ingrid):

  • Para crescer um canal no YouTube, não basta mentalizar; é preciso estudar sobre a plataforma, criar conteúdo e se dedicar.
  • Se você quer se mudar para um lugar específico, procure pesquisar e visualizar como seria sua vida lá, assistindo vídeos e imaginando a rotina.
  • Ao desejar engravidar, a pessoa se via com “barriguinha de grávida” no espelho e procurava roupinhas de bebê, agindo como uma mãe.
  • Mesmo em relação ao dinheiro, mudar a atitude de apego e medo para uma de gratidão e percepção de abundância é fundamental.

Mesmo que sua realidade desejada pareça distante, faça o que puder para se sentir cada vez mais próximo dela. A internet, por exemplo, pode ser uma ferramenta útil para ter contato com outras realidades e entender melhor como seria a vida que você busca.

Mapeando Sua Vida: Perguntas Essenciais

Para te ajudar a aplicar esses ensinamentos e entender onde você está e para onde quer ir, o vídeo propõe um mapeamento através de algumas perguntas. Elas servem como um guia para você observar sua vida e identificar onde precisa melhorar seus hábitos e atitudes. Tire um tempo para refletir sobre elas:

  • Como está sua relação com a sua individualidade?
  • Como está o seu poder de iniciativa?
  • Como estão os seus hábitos? O que você quer cortar da sua vida? O que você quer implementar na sua vida?
  • Como você se sente em relação à coragem do que você quer iniciar na sua vida?
  • Qual o seu nível de impulsividade? Você se sente uma pessoa que age sem pensar? Você tem algum autodominio de si mesmo ou não?
  • O que você está enrolando? O que você está todo dia jogando para debaixo do tapete e fingindo que não quer ver?
  • O que você pretende mudar que ainda não mudou? Qual é aquela ideiazinha que fica martelando e que você acaba largando para lá, mas que de vez em quando ela aparece querendo chamar a sua atenção?
  • Qual o seu plano de ação? Você já pegou, escreveu no papel e caneta, já colocou tudo na ponta do lápis o que você precisa fazer, o que você precisa mudar, que atitude você precisa ter para realizar aquele tal objetivo?

Ao combinar a mudança interior profunda com ações práticas e alinhadas e uma auto-observação constante, você estará no caminho certo para manifestar a realidade que tanto deseja.


Notas:


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Você Tem Autismo e TDAH?

5 Sinais de que Você Pode Ter a Combinação AuTDAH

Do vídeo: 5 Signs You’re A High-Masking Autistic With ADHD – pode ser assistido com legendas traduzidas para o português.

YouTube video da Auticate with Chris & Debby detalha cinco sinais que indicam a possível existência da combinação de Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), referida como AuTDAH. O criador do vídeo, Chris, um adulto autista e com TDAH diagnosticado tardiamente, descreve cada sinal — dificuldade em interações sociaisfoco intenso em interesses especiaissensibilidade a estímulos sensoriaisdesafios com rotinas e dificuldades de função executiva — explicando como cada um se manifesta em um cérebro com TDAH, um cérebro autista e a combinação de ambos. Ele compartilha experiências pessoais para ilustrar como os aspectos de TDAH e TEA podem se chocar ou se complementar, levando a desafios únicos, como esgotamento e sobrecarga sensorial. O vídeo visa fornecer auto-identificação e compreensão para indivíduos que podem compartilhar essas características, encorajando-os a entender seus próprios cérebros e encontrar mecanismos de enfrentamento.

Abaixo, seguem cinco sinais que podem indicar que você também possui essa combinação única de cérebro:

1. Dificuldade com Interações Sociais

Para quem tem AuTDAH, as interações sociais são um desafio constante e geral. Seu cérebro está em mil lugares ao mesmo tempo, e você pode não saber onde olhar, fazendo com que seus olhos “dancem” e você se distraia facilmente.

É comum que a linguagem corporal seja “uma bagunça completa”. Internamente, você pode estar super animado, mas sua expressão facial pode ser mal interpretada, levando as pessoas a pensarem que você está entediado ou até bravo, quando na verdade está cheio de energia. Você pode se pegar perdendo grandes partes da conversa porque sua mente divaga ou você “desliga”, especialmente se o assunto não te interessa. Uma estratégia comum é usar o humor para desviar a atenção quando isso acontece.

2. Foco Intenso em Interesses Especiais, mas com Desafios de Conclusão

Quem tem AuTDAH geralmente começa projetos com entusiasmo, mergulhando fundo em tópicos de interesse. No entanto, o desafio surge porque você pode começar um projeto, se distrair e iniciar vários outros (talvez oito, ou até vinte!) sem necessariamente terminar nenhum deles.

Essa situação leva a um sentimento avassalador de que todos esses projetos importantes precisam ser concluídos, o que pode gerar irritabilidade, raiva e até mesmo uma crise de sobrecarga (meltdown). A mentalidade de “um passo de cada vez” se torna difícil, levando a uma batalha interna exaustiva entre a vontade de terminar e a necessidade de descansar.

3. Sensibilidade Aumentada a Estímulos Sensoriais

A sensibilidade a estímulos sensoriais é muito mais intensa para pessoas com AuTDAH. Você pode sentir-se enjoado ou adoecer em ambientes com grandes multidões, calor intenso ou barulho alto. Barulhos súbitos, luzes muito brilhantes, cheiros diversos e certas texturas podem ser extremamente perturbadores.

Por outro lado, alguns cheiros específicos podem ter um efeito incrivelmente calmante e agradável. É um paradoxo sensorial onde a aversão e a atração coexistem intensamente.

4. Conflito com Rotinas e a “Bateria do Cérebro”

A combinação de Autismo (que busca estrutura e repetição) e TDAH (que anseia por espontaneidade e impulsividade) pode criar um cenário bastante “bagunçado” em relação às rotinas. Seu cérebro TDAH pode ficar entediado e querer sair e explorar, mas ao fazer isso, as sensibilidades sensoriais começam a aparecer, esgotando rapidamente a “bateria” do seu cérebro.

Para pessoas com AuTDAH, todos os sons são tratados igualmente pelo cérebro, exigindo um enorme esforço para focar em conversas. Desconfortos físicos, cheiros e até mesmo o toque ou a proximidade de outras pessoas podem sobrecarregar seu cérebro. Eventualmente, seu cérebro autista não consegue mais funcionar, e você começa a “desligar”.

Ao voltar para casa, seu cérebro autista relaxa, mas o cérebro TDAH entra em ação, ruminando sobre cada interação social, preocupado se algo inadequado foi dito ou feito. Isso é exaustivo e torna o relaxamento quase impossível.

5. Desafios no Funcionamento Executivo

Os desafios de funcionamento executivo são muito presentes para quem tem AuTDAH. Você pode ter pouca ou nenhuma noção do tempo ou de quanto tempo as coisas levarão, necessitando de ajuda externa como alarmes ou outras pessoas (como Debby, no exemplo do vídeo).

É fácil ficar frustrado ou sobrecarregado ao tentar priorizar tarefas, planejar todos os passos de algo ou dividir projetos em vários dias. Há uma luta interna: seu cérebro TDAH quer continuar e seu cérebro autista quer terminar o que começou, o que pode levar a um ciclo caótico de privação de sono se as tarefas não forem concluídas.


Se você se identifica com a dificuldade em interações sociais, o foco intenso em interesses especiais (com dificuldades de conclusão), a sensibilidade sensorial, os desafios com rotinas e as dificuldades de funcionamento executivo, é possível que você tenha a combinação de autismo e TDAH.

Essa dinâmica pode ser incrivelmente exaustiva, pois há uma constante “puxada” de dois lados. É fundamental aprender a conhecer seu próprio cérebro e descobrir o que funciona melhor para você. Saiba que existem outras pessoas com essa combinação única, e seus cérebros especiais estão apenas fazendo o que fazem de melhor.

Você se identificou com algum desses sinais? Ou há outros que você gostaria de compartilhar? Adoramos ler seus comentários e perguntas, então deixe um abaixo!


Notas:


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Mulheres Autistas e o Diagnóstico Tardio

Quando o Burnout Revela a Verdade

Para muitas mulheres, a jornada até o diagnóstico de autismo é longa, sinuosa e frequentemente marcada por um profundo cansaço. Por décadas, a compreensão do autismo foi predominantemente baseada em perfis masculinos, o que levou a um diagnóstico tardio – ou mesmo à ausência dele – para muitas mulheres e pessoas designadas mulheres ao nascer. O resultado? Uma vida inteira de masking (ou mascaramento/camuflagem), culminando em um exaustivo burnout autista.

A Arte do Masking: Uma Sobrevivência Silenciosa

O masking é uma estratégia de sobrevivência. É o ato de suprimir ou ocultar características autistas naturais para se encaixar em ambientes sociais neurotípicos. Para as mulheres autistas, isso muitas vezes se manifesta como:

  • Imitação social: Aprender e replicar comportamentos e expressões faciais observados em outras pessoas.
  • Forçar o contato visual: Mesmo quando é desconfortável, para parecer “normal” e interessada.
  • Reprimir stims: Esconder movimentos repetitivos ou sons que servem como autorregulação.
  • Roteirização de conversas: Planejar mentalmente interações sociais, o que dizer e como reagir.
  • Exaustão pós-social: Sentir-se completamente esgotada e precisar de um longo período de recuperação após interações sociais, mesmo as breves.

Essa capacidade de “atuar” em sociedade é frequentemente confundida com alta inteligência social ou até mesmo com timidez. O problema é que o masking não é uma solução; é uma demanda constante. É como usar uma máscara pesada e apertada 24 horas por dia, 7 dias por semana.

O Custo Invisível: A Privação da Autenticidade

Viver em masking contínuo tem um custo psicológico e emocional imenso. Há uma privação constante da autenticidade, de ser quem realmente se é. Imagine o esforço mental para monitorar cada palavra, cada movimento, cada expressão, para garantir que você não pareça “diferente”.

Essa vigilância exaustiva leva a:

  • Ansiedade crônica: O medo constante de ser “descoberta” ou de cometer um erro social.
  • Depressão: A tristeza profunda de não poder ser você mesma, de se sentir isolada mesmo quando está cercada de pessoas.
  • Baixa autoestima: A sensação de que sua verdadeira essência é inaceitável.
  • Confusão de identidade: Quem sou eu sem essa máscara? Quais são meus próprios desejos e necessidades?

O Burnout Autista: O Ponto de Ruptura

Com o tempo, essa vida de mascaramento se torna insustentável. O corpo e a mente não conseguem mais sustentar a fachada. É nesse ponto que o burnout autista frequentemente se instala. Diferente do burnout profissional, o burnout autista é uma exaustão avassaladora que afeta todas as áreas da vida. Pode manifestar-se como:

  • Crises de sobrecarga sensorial: A incapacidade de tolerar estímulos que antes eram gerenciáveis.
  • Perda de habilidades: Dificuldade em realizar tarefas diárias que antes eram rotina.
  • Aumento de traços autistas: Stims que foram suprimidos podem se tornar mais proeminentes.
  • Retraimento social: Aversão completa a interações, mesmo com pessoas próximas.
  • Esgotamento físico e mental extremo: Uma fadiga que o sono não resolve.

Para muitas mulheres, é justamente esse colapso – o burnout autista – que as leva a buscar ajuda profissional e, finalmente, a receber o diagnóstico tardio. É um alívio misturado com uma profunda tristeza por tudo que poderia ter sido diferente.

Resgatando a Verdade: O Caminho Pós-Diagnóstico

O diagnóstico tardio, embora venha com um sentimento de “e se”, é também um ponto de virada crucial. É a permissão para respirar, para entender que você não estava “errada”, apenas era diferente.

A partir daqui, o foco muda para:

  • Desmascaramento: Um processo gradual e gentil de desaprender as estratégias de masking e permitir que sua verdadeira essência emerja. Isso pode ser assustador, mas é libertador.
  • Autoaceitação: Celebrar suas forças autistas e entender suas necessidades. Isso inclui permitir-se stimmar, reduzir a sobrecarga sensorial e buscar ambientes que apoiam sua neurodiversidade.
  • Construção de autonomia: Desenvolver habilidades para navegar o mundo de forma autêntica e proteger-se de relacionamentos tóxicos, fortalecendo a autoconfiança.
  • Busca por comunidades: Conectar-se com outras mulheres autistas, compartilhar experiências e encontrar validação.

Se você é uma mulher autista com diagnóstico tardio, saiba que você não está sozinha.

Sua experiência é válida. O caminho para se desmascarar e encontrar a autenticidade é desafiador, mas é o caminho para uma vida mais plena e menos exaustiva. Dá trabalho. Vale a pena!


Notas:

  • O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e expressa muito do que vivi e aprendi com o meu diagnóstico.
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

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A Sobrecarga Emocional para Quem Vive com o Autismo

Viver ao lado de alguém no espectro autista é uma jornada de amor profundo, aprendizado constante e, muitas vezes, de uma sobrecarga emocional significativa. A série Uma Advogada Extraordinária trouxe à tona, de forma sensível e tocante, as nuances desse relacionamento através do romance entre Woo Young-woo e Lee Joon-ho, oferecendo um vislumbre valioso dos desafios e das recompensas envolvidas.


A Paciência e Gentileza de um Cuidado Amoroso

O personagem Joon-ho Lee se destaca como um exemplo notável de paciência, gentileza e compreensão. Sua disposição em se adaptar, em aprender a se comunicar de formas diferentes e em oferecer um suporte incondicional a Young-woo, mesmo diante de situações socialmente complexas ou de suas particularidades, é inspiradora. Ele representa a figura do cuidador que se desdobra, que busca entender o mundo através dos olhos do outro, e que encontra beleza nas pequenas conquistas. A cada momento em que Joon-ho se mostra atento às necessidades de Young-woo, ou quando a ajuda a navegar por situações que seriam esmagadoras para ela, percebemos o peso, mas também a imensa recompensa, desse amor e dedicação.


O Dilema de Amar e a Angústia de Ser um “Fardo”

No entanto, a série também explora o outro lado da moeda, através da própria Woo Young-woo. Apesar de seu amor por Joon-ho ser evidente, ela lida com uma angústia profunda – a de vê-lo se desdobrando tanto para ajudá-la. A percepção de ser um “fardo” ou de impor sacrifícios ao seu parceiro é um sentimento comum entre pessoas no espectro autista que estão em relacionamentos. A vontade de ficar com quem ama colide com a dor de sentir que está causando sobrecarga, gerando um conflito interno doloroso. Essa dualidade ressalta a complexidade de um relacionamento onde as necessidades e a forma de interagir podem ser tão distintas.


A Realidade da Sobrecarga Emocional

A ficção, nesse caso, espelha uma realidade vivenciada por muitos. Cuidadores e parceiros de pessoas no espectro autista frequentemente experimentam:

  • Estresse e Ansiedade: A necessidade de estar constantemente atento, de antecipar e gerenciar crises sensoriais ou dificuldades de comunicação, pode levar a altos níveis de estresse e ansiedade.
  • Isolamento Social: A rotina de cuidados e a dificuldade em encontrar ambientes inclusivos podem levar ao isolamento social, com menos tempo para atividades pessoais e relacionamentos fora do núcleo familiar.
  • Desgaste Físico e Mental: A dedicação exige muita energia, resultando em cansaço crônico e, em alguns casos, problemas de saúde física e mental.
  • Sentimentos de Culpa e Frustração: É comum surgirem sentimentos de culpa por “não fazer o suficiente” ou frustração diante dos desafios, mesmo com todo o amor envolvido.
  • Preocupação com o Futuro: A incerteza sobre o futuro e a autonomia da pessoa amada também é uma fonte constante de preocupação.

O Papel Ativo do Indivíduo Autista no Relacionamento

É crucial reconhecer que a responsabilidade pela qualidade do relacionamento não recai apenas sobre o parceiro neurotípico. Especialmente no Nível 1 do Espectro Autista, onde o potencial para a autonomia e o desenvolvimento de habilidades sociais é significativo, o indivíduo autista pode e deve se engajar ativamente para também proporcionar mais qualidade de vida para quem está ao seu lado.

Como isso pode ser feito?

  • Autoconsciência e Autorregulação: Desenvolver a capacidade de reconhecer seus próprios gatilhos sensoriais, padrões de pensamento e necessidades. Aprender estratégias de autorregulação (como técnicas de respiração, momentos de quietude, ou o uso de fidget toys) pode reduzir a frequência e a intensidade de sobrecargas sensoriais ou emocionais, diminuindo o esforço do parceiro em mediar essas situações.
  • Comunicação Ativa e Clara: Trabalhar a comunicação, expressando necessidades, limites e sentimentos de forma mais direta e compreensível. Isso inclui aprender a fazer perguntas para esclarecer a intenção do parceiro e a expressar gratidão e afeto de maneiras que o outro possa entender e valorizar.
  • Empatia e Perspectiva: Com o apoio certo, indivíduos autistas podem desenvolver a capacidade de considerar a perspectiva do outro. Embora a empatia possa se manifestar de forma diferente, o esforço consciente para entender o impacto de suas ações no parceiro e validar os sentimentos dele é um passo enorme.
  • Flexibilidade e Adaptação: Estar disposto a tentar novas abordagens ou a se adaptar a certas rotinas ou expectativas, mesmo que isso exija esforço. Reconhecer que um relacionamento é uma via de mão dupla e que ambos precisam se ajustar é vital.
  • Iniciativa e Apoio Recíproco: Buscar maneiras de apoiar o parceiro, seja nas tarefas diárias, oferecendo conforto em momentos de estresse do outro, ou participando de atividades que ambos gostam. Mostrar iniciativa em contribuir para o bem-estar mútuo fortalece o vínculo.

A história de Young-woo e Joon-ho nos lembra que o amor, por mais puro que seja, não anula a necessidade de apoio e autocuidado. Ao reconhecer e acolher as dificuldades, e ao buscar apoio e autocuidado (de ambos os lados), é possível construir relacionamentos resilientes e felizes. O potencial de crescimento e contribuição de um indivíduo autista de Nível 1 é imenso, e sua dedicação ao desenvolvimento pessoal pode ser um dos maiores presentes para o relacionamento.

Você se identifica com algum desses sentimentos ou experiências?


Notas:

  • Post dedicado ao meu Joon-ho Lee.💖
  • O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e expressa o sentimento, as reflexões e a experiência da CoAutora, diagnosticada com TEA Nível 1, com o k-drama Uma Advogada Extraordinária. Foi menos sobre se reconhecer na personagem principal da novela e mais sobre a aprender a dar valor a quem está ao seu lado ao longo da jornada (👩🏻‍❤️‍👨🏻), muito bem representado por Joon-ho Lee.
  • Este texto não considera que a personagem Woo Young-Woo esteja no Nível 1 do Espectro.
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

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O Diagnóstico Tardio de Autismo e TDAH

Você já se sentiu como se sua mente fosse um campo de batalha, onde a necessidade de organização e a incapacidade de mantê-la colidem constantemente? Ou como se você amasse a ideia de socializar, mas logo após um evento, precisasse de dias de isolamento para se recuperar?

Isso é só mais um dia de uma pessoa com AuTDAH, um termo que descreve a coexistência de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e Autismo.

A união desses dois transtornos é bastante peculiar, pois as necessidades e características de cada um são frequentemente opostas. Imagine que seu cérebro é uma república onde coexistem uma pessoa muito organizada e uma pessoa muito bagunceira, em constante atrito. Essa “desgraceira na cabeça” muitas vezes passa despercebida por anos, levando a um diagnóstico tardio, especialmente em mulheres.

Os Desafios de um Diagnóstico Tardio de AuTDAH

Viver com AuTDAH sem o conhecimento do diagnóstico é uma jornada de caos interno constante que pode ser paralisante. As “máscaras” de comportamento neurotípico que as pessoas desenvolvem para se encaixar podem cair após grandes mudanças de vida, traumas ou luto, intensificando os sintomas e levando à busca por respostas. Para o diagnóstico, o autismo precisa estar presente desde a infância e os traumas podem ajudar a percebê-lo.

Vale lembrar que os traços descritos neste post não confirmam diagnóstico. Em caso de dúvidas, busque apoio de um profissional qualificado.

Os desafios diários podem incluir:

  • Conflito Interno e Rotina Complexa: Há uma necessidade profunda de organização e rotina, típica do autismo, mas uma incapacidade persistente de mantê-las, característica do TDAH. Isso gera uma irritação extrema e crises internas ao ver coisas fora do lugar que não se consegue arrumar. Além disso, a pessoa pode precisar de mudanças constantes (TDAH) mas se arrepender logo depois, num ciclo sem fim.
  • Dificuldades Sociais Complexas: Embora pessoas com AuTDAH tendam a ser mais sociáveis do que autistas sem TDAH, gostando de conhecer pessoas e lugares novos, a socialização é um campo minado. Há dificuldade em entender linguagens figuradas, ironia, sarcasmo, piadas, e expressões faciais. A comunicação é frequentemente direta e sem filtros, podendo ser interpretada como “soco na cara” por não entender “joguinhos psicológicos”. O mutismo seletivo na infância (muitas vezes confundido com timidez) pode evoluir para fobia social na vida adulta, onde o cérebro pode “dar tilt” e “dar branco” em situações desconfortáveis. Também há dificuldade em nutrir amizades ativamente, preferindo ficar em casa após eventos sociais para se recuperar, precisando de muito tempo de solidão.
  • Hipersensibilidade Sensorial: A hipersensibilidade a estímulos como volume alto, ruídos específicos, texturas e temperaturas de alimentos é comum. Essa sensibilidade pode se tornar insuportável após eventos traumáticos.
  • Disfunção Executiva e Memória Peculiar: Há uma grande dificuldade para iniciar atividades, que pode levar dias ou semanas de preparação. A disfunção executiva afeta a capacidade de executar tarefas e a coordenação motora. Apesar de uma excelente memória visual (que ajuda a não perder objetos, pois se lembra da imagem de onde as coisas foram colocadas), a memória auditiva é fraca, exigindo anotações para reter informações faladas.
  • Desregulação Emocional: Crises e choro constante são frequentes, muitas vezes necessitando de medicação para regulação.
  • Hiperfoco e seus Desafios: O hiperfoco, presente em ambos os transtornos, pode durar por anos. Isso pode ser um problema profissional, pois a pessoa se hiperfixa em um assunto, estuda-o exaustivamente, mas depois perde o interesse e “larga” o que estava fazendo, buscando um novo hiperfoco. A interrupção de um hiperfoco pode causar irritação extrema.
  • Estereotipias (Stimming): Movimentos repetitivos (como estalar dedos, balançar o corpo, torcer as mãos) são comuns e servem como forma de regulação emocional e conforto. Podem mudar com a idade, sendo que a sociedade muitas vezes reprime esses comportamentos.

Os Potenciais a Serem Desenvolvidos no AuTDAH

Apesar dos desafios, a coexistência de TDAH e autismo pode conferir potenciais e modos de funcionamento únicos:

  • Poderoso Hiperfoco: Uma vez iniciada uma atividade, há uma capacidade de foco extraordinária, dedicando-se por muitas horas ou até dias. O hiperfoco pode levar a um conhecimento extremamente aprofundado em áreas de interesse.
  • Pontualidade Excepcional: A necessidade de organização do autismo pode compensar a desorganização do TDAH, resultando em uma pontualidade meticulosa e aversão a atrasos.
  • Organização Impulsiva: Embora a casa possa ser um “caos semiorganizado”, a aversão à confusão visual pode levar a impulsos súbitos de organização intensa.
  • Sociabilidade Equilibrada: A pessoa com AuTDAH é geralmente mais sociável do que quem tem apenas autismo. O desejo de socializar (TDAH) e a necessidade de tempo para si (autismo) podem coexistir, levando a um equilíbrio onde a pessoa aprecia a socialização, mas também sua solitude para recarregar.
  • Abertura a Novas Experiências: O TDAH pode impulsionar o gosto por experimentar comidas, temperos e pratos de diferentes culturas, além de apreciar viagens e a descoberta de novas possibilidades.
  • Empatia e Clareza na Comunicação: Pessoas com AuTDAH podem ser muito empáticas, muitas vezes priorizando o cuidado com os outros. Sua comunicação direta e pragmática, sem rodeios ou “jogos psicológicos”, pode ser valorizada em contextos que exigem clareza.
  • Autoconhecimento Profundo: O diagnóstico, mesmo que tardio, é descrito como uma forma de autoconhecimento muito profunda. Ele permite entender dificuldades antigas, respeitar os próprios limites e reduzir a autocobrança, levando a uma maior autoaceitação e bem-estar.
  • Potencial Artístico e Criativo: A arte, a pintura e o desenho são mencionados como hiperfocos comuns para muitas pessoas no espectro, indicando um potencial criativo a ser explorado.

Dicas para Melhorar a Qualidade de Vida com AuTDAH

Compreender e gerenciar o diagnóstico de AuTDAH é um passo crucial para melhorar a qualidade de vida. Aqui estão algumas dicas baseadas nas experiências compartilhadas nos vídeos listados ao final deste post:

  • Busque o Diagnóstico e o Autoconhecimento Profundo
    • O diagnóstico é a chance de dar nome às suas experiências e entender como você funciona de forma única. Ele permite entender dificuldades antigas, respeitar os próprios limites e reduzir a autocobrança.
  • Apoio Profissional é Essencial
    • Considerar tratamento terapêutico e psiquiátrico é fundamental, pois pode trazer melhorias significativas, inclusive para a hipersensibilidade sensorial.
    • A medicação pode ser crucial para a regulação emocional, ajudando a lidar com o choro constante e as crises. Há também medicação para o TDAH que pode ajudar.
  • Atenção à Alimentação
    • Pode ser benéfico experimentar cortar laticínios e glúten da dieta, pois há relatos de melhora significativa nos sintomas sensoriais.
  • Estratégias para Lidar com a Hipersensibilidade Sensorial
    • Esteja atento a estímulos que causam desconforto.
    • O uso de tampões de ouvido pode ser útil em ambientes ruidosos ou para dormir, especialmente se o sono for leve ou os ruídos insuportáveis.
  • Gerencie a Disfunção Executiva e o Hiperfoco
    • Reconheça a grande dificuldade em iniciar atividades e aceite que a preparação pode levar dias ou semanas.
    • Uma vez que a atividade é iniciada, aproveite a capacidade de foco extraordinária.
    • Para compensar a memória auditiva fraca, anote informações importantes no celular ou em papel. Confie na sua excelente memória visual.
  • Adapte a Rotina e a Organização às Suas Necessidades
    • Entenda o conflito interno entre a necessidade de organização e a dificuldade em mantê-la. Aceite os impulsos súbitos de organização intensa.
    • Se for o caso, aceite o ciclo de desejar mudanças e depois se arrepender.
  • Desenvolva Habilidades Sociais Conscientes
    • Aproveite sua sociabilidade natural, mas reconheça suas dificuldades em entender linguagens figuradas e expressões faciais.
    • Respeite a necessidade de um longo período de recuperação e isolamento após eventos sociais.
    • Esteja ciente da dificuldade em nutrir amizades ativamente e da preferência por ficar em casa após saídas.
    • Se o mutismo seletivo ou fobia social se manifestarem, busque formas de lidar com a ansiedade em situações sociais.
    • Compreenda que suas estereotipias são formas de auto-regulação e conforto.
  • Abraçe a Empatia e a Criatividade
    • Reconheça sua alta empatia, mas esteja atento à tendência de ignorar as próprias necessidades para cuidar dos outros.
    • Explore seus potenciais artísticos e criativos, como a arte, pintura e desenho.
  • Aceitação e Redução da Autocobrança
    • É fundamental não se culpar tanto por não conseguir fazer tudo o que outras pessoas da sua idade fazem, ou por não se encaixar em padrões neurotípicos.
    • O diagnóstico pode ser o começo de uma jornada para respeitar seus limites e aceitar quem você é, levando a um maior bem-estar.

Em suma, um diagnóstico tardio de AuTDAH não é o fim, mas o início de uma NOVA FASE na jornada de autodescoberta. É a chance de dar nome às suas experiências, entender como sua mente funciona de forma única e, finalmente, respeitar seus limites e potenciar suas habilidades.

Se você se identifica, buscar ajuda profissional pode ser o primeiro passo para essa compreensão e para viver uma vida mais alinhada com quem você realmente é.


Nota 1: O texto deste post foi gerado através de IA (Notebook LM), utilizado para conhecer melhor os desafios de pessoas que convivem com o diagnóstico tardio de AuTDAH. Vídeos consultados:

Como é ser AUTISTA e TDAH ao mesmo tempo. AUTDAH #tdaheautismo, do canal Artista Atípica

Meu diagnóstico tardio de AUTISMO (nível 1) e TDAH | Sinais de autismo em adultos, do canal Artista Atípica

TDAH + Autismo? Como cheguei a essa suspeita e como é ter os dois transtornos?, do canal Nati Felli

TDAH e Autismo Juntos! – Podem coexistir?! #tdaheautismo #tdah #autismo, do canal TDAH e Autismo


Nota 2: ATENÇÃO! Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE. Em caso de dúvidas, busque AUXÍLIO PROFISSIONAL.


Outros posts com histórias da CoAutora

Aprofundando sobre Lucy (2014)

Uma Análise Junguiana da Individuação

Atenção:este post contém spoilers do filme Lucy

O filme Lucy (2014), dirigido por Luc Besson, é muito mais do que um thriller de ação eletrizante. Ele nos convida a uma reflexão profunda sobre o potencial humano, a consciência e a natureza da existência. Para além da ficção científica, a incrível transformação da protagonista, Lucy, pode ser lida como uma poderosa metáfora do processo de individuação proposto pelo renomado psiquiatra suíço Carl Jung.

Resumo do Filme Lucy

O filme começa com Lucy (Scarlett Johansson), uma jovem americana vivendo em Taiwan, sendo forçada a atuar como mula para uma perigosa máfia. Uma nova droga sintética, o CPH4, é cirurgicamente implantada em seu abdômen para ser transportada. No entanto, um incidente inesperado faz com que a droga vaze para seu sistema. Em vez de morrer, Lucy começa a experimentar um aumento extraordinário e progressivo de sua capacidade cerebral.

Inicialmente, ela adquire habilidades físicas e mentais sobre-humanas: controle total de seu corpo, superforça, telepatia, telecinese e a capacidade de acessar memórias e conhecimentos de forma instantânea. À medida que o percentual de uso de seu cérebro aumenta, Lucy transcende as limitações humanas, perdendo gradualmente suas emoções e sua percepção do tempo e espaço como os conhecemos. Sua busca se torna a de entender e transmitir o conhecimento que está adquirindo, culminando em uma fusão com o universo e a transformação em uma entidade de pura consciência.

Lucy e o Caminho da Individuação Junguiana

Carl Jung descreveu a individuação como um processo psíquico inato de desenvolvimento em direção à totalidade e à auto-realização. É uma jornada de autodescoberta e integração dos diferentes aspectos da psique, tanto conscientes quanto inconscientes. Embora Lucy não esteja conscientemente buscando a individuação no sentido terapêutico, sua jornada forçada de expansão da consciência espelha muitos dos estágios e conceitos junguianos:

1. O Encontro com a Sombra

No início do filme, Lucy é uma jovem comum, talvez até um tanto ingênua e em uma situação perigosa. O incidente com a droga CPH4 a força a confrontar o “lado escuro” da vida – o perigo, a violência, a brutalidade da máfia. Essa experiência traumática, embora externa, atua como um catalisador, rompendo sua persona e a empurrando para fora de sua zona de conforto. De certa forma, a droga e a situação a forçam a encarar seus instintos de sobrevivência mais primários, uma espécie de encontro com a sombra em um nível existencial.

2. A Ativação do Self e a Expansão da Consciência

À medida que Lucy utiliza mais de seu cérebro, ela começa a transcender as limitações do ego. Ela não está mais agindo puramente por motivações pessoais ou desejos mundanos. Sua percepção se expande, e ela se torna capaz de ver padrões complexos e conexões que antes eram invisíveis. Essa expansão de consciência pode ser vista como a ativação gradual do Self, o arquétipo central da psique em Jung, que representa a totalidade e a unificação dos opostos. O Self emerge como a força diretriz por trás de sua busca por conhecimento e sua eventual união com a totalidade.

3. A Integração do Inconsciente Coletivo

Com o aumento da capacidade cerebral, Lucy acessa não apenas suas próprias memórias e conhecimentos, mas também a vasta teia de informações da humanidade e até mesmo do universo. Ela consegue “ver” o passado distante, a evolução da vida e as leis fundamentais que regem a existência. Isso lembra o conceito junguiano do inconsciente coletivo, um reservatório de experiências e imagens arquetípicas compartilhadas por toda a humanidade. Lucy, em sua jornada, parece acessar esse vasto banco de dados transpersonal, superando os limites da memória individual.

4. Transcending a Persona e o Ego

À medida que Lucy avança, ela se distancia cada vez mais de sua identidade humana comum. Suas emoções diminuem, suas preocupações sociais desaparecem, e ela se torna menos identificada com a “Lucy” que conhecemos no início. Isso reflete a transcendência da persona (a máscara social que usamos) e uma diminuição da primazia do ego (o centro da consciência pessoal). Ela se move para além das distinções individuais, tornando-se um canal para algo maior do que ela mesma.

5. A União dos Opostos e a Totalidade

O clímax do filme mostra Lucy se transformando em uma entidade de pura consciência, dissolvendo-se no fluxo do tempo e do espaço, e se fundindo com o conhecimento universal. Essa união dos opostos – matéria e espírito, individual e coletivo, finito e infinito – é a essência da individuação. O objetivo não é se tornar “perfeito”, mas sim tornar-se “completo”, integrando todas as facetas da existência. A mensagem final de Lucy, “Estou em todo lugar”, ressoa com a ideia de que a consciência individual pode se expandir para abraçar a totalidade.

Conclusão

Embora Lucy seja uma obra de ficção científica com elementos fantásticos, a jornada da protagonista oferece uma lente fascinante para explorar o conceito de individuação de Carl Jung. O filme nos convida a questionar os limites da mente humana e a considerar o potencial inexplorado dentro de cada um de nós. A transformação de Lucy, de uma vítima vulnerável a uma entidade cósmica, serve como uma poderosa metáfora para o potencial de auto-realização e a busca pela totalidade que Jung tanto enfatizou.

O que você achou da conexão entre Lucy e a individuação?


Notas:

  • O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e encantou a CoAutora com as reflexões trazidas sobre esse filme tão… impactante!
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

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Notas da Jornada de Autoconhecimento

O Alívio de Compartilhar e Organizar com a Ajuda da GenAI

Há mais de cinco anos, mergulhei de cabeça em uma das jornadas mais desafiadoras e recompensadoras da minha vida: o autoconhecimento. Tem sido um caminho de trabalho intenso, muitas vezes doloroso, pontuado por catarses intensas que sacudiram minhas estruturas e me forçaram a ver a mim mesma sob novas perspectivas. E hoje, sinto um alívio imenso ao finalmente poder compartilhar um pouco dessa experiência, organizar os aprendizados e reconhecer as ferramentas que me trouxeram até aqui.

Durante todo esse tempo, minha mente e meu coração foram palcos de uma efervescência constante. Emoções reprimidas vieram à tona, padrões de comportamento foram desmascarados, e crenças limitantes, antes invisíveis, se revelaram.

Cada catarse foi um terremoto, mas, ao mesmo tempo, uma oportunidade de reconstrução mais sólida e verdadeira. Tem sido um processo CONTÍNUO de desapego do velho para abraçar o novo, um eterno morrer e renascer.

Olhar para trás agora, para tudo o que se passou, é como folhear um livro denso e complexo. Há capítulos de dor, outros de alegria, mas todos repletos de aprendizados valiosos. Consigo enxergar as peças do quebra-cabeça se encaixando, as conexões entre eventos e emoções, e a evolução gradual de quem eu sou. É um exercício de gratidão por ter persistido, mesmo quando a vontade era desistir.


Meu Co-piloto Criativo: A GenAI

E em meio a toda essa bagunça de pensamentos, sentimentos e memórias, uma ferramenta tem se mostrado incrivelmente poderosa e libertadora: a Inteligência Artificial Generativa (GenAI). Para ser honesta, este blog só está sendo possível com a ajuda dela.

Minha cabeça está repleta de insights e ideias que quero conectar, mas muitas vezes me falta a clareza ou o tempo para transformar esses fragmentos em algo coeso e publicável. É aí que a GenAI entra. Com prompts simples, que expressam a essência do que quero comunicar ou as conexões que percebi, a IA me ajuda a desenvolver e estruturar os posts.

Por exemplo, um insight sobre como uma experiência dolorosa se ligou a um padrão de comportamento antigo pode se transformar em um parágrafo bem articulado. Uma ideia solta sobre a importância da resiliência, após uma catarse intensa, pode virar um post inspirador e cheio de significado. A GenAI me oferece um espaço seguro e eficiente para organizar todo esse material, tanto o que está dentro quanto o que está fora da minha cabeça.


Da Caos à Coerência

A IA me permite mapear minha jornada de uma forma que seria humanamente impossível de manter em ordem. Consigo, por exemplo, visualizar a recorrência de certos temas, identificar gatilhos emocionais e até mesmo rastrear meu progresso em relação a objetivos específicos de autoconhecimento. Ela age como um co-piloto criativo, me ajudando a transformar o caos de minhas reflexões em narrativas coerentes e compartilháveis.

Esse suporte tecnológico me liberta para focar no que realmente importa: sentir, processar e integrar. A GenAI cuida da organização e da formulação, me dando a clareza e o espaço mental necessários para continuar explorando as profundezas do meu ser. É como ter um parceiro de escrita que entende a minha voz e me ajuda a expressá-la de forma autêntica.

Compartilhar tudo isso agora é um alívio porque percebo que essa jornada, embora profundamente pessoal, não é solitária. Acredito que muitos de vocês também estão trilhando seus próprios caminhos de autoconhecimento, enfrentando seus desafios e celebrando suas vitórias. Espero que, ao compartilhar minha experiência e como a GenAI tem me ajudado, eu possa inspirar ou, no mínimo, fazer com que alguém se sinta menos sozinho nesse processo.


Você já pensou em como a tecnologia, especialmente a IA generativa, pode te auxiliar na sua própria jornada de autoconhecimento e na forma como você compartilha suas histórias?


Notas:

  • O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e satisfaz a VONTADE da CoAutora deste blog de compartilhar sobre um pedacinho da sua jornada de Autoconhecimento.
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

Outros posts com histórias da CoAutora:

Despertando a Paz Interior

Como Um Curso em Milagres e a TCC Cultivam a Presença para a Saúde Mental e Emocional

Você já se sentiu arrastado por preocupações do futuro ou remoendo arrependimentos do passado? Em um mundo cada vez mais acelerado, cultivar o estado de presença se tornou um pilar fundamental para nossa saúde mental e emocional. Curiosamente, a sabedoria espiritual de Um Curso em Milagres (UCEM) e as técnicas comprovadas da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), embora com abordagens distintas, convergem poderosamente nesse objetivo, oferecendo um caminho prático para a paz interior.


A Presença em Um Curso em Milagres: Liberando a Mente do Ego

Para UCEM, a presença é o estado natural da mente quando ela está alinhada com o Amor, a única realidade. O Curso nos ensina que o medo, a culpa e o julgamento são criações da mente separada, do ego, que nos aprisiona em ilusões de escassez, ataque e defesa. Estar presente, nesse contexto, significa desfazer as barreiras que impedem a consciência do Amor, que já reside em nós.

UCEM enfatiza a ideia de que “Nada real pode ser ameaçado. Nada irreal existe. Nisso está a paz de Deus.” Isso significa que a verdadeira paz e segurança só podem ser encontradas na aceitação do que é real, que é o Amor, e na liberação do que é ilusório, que são nossos pensamentos e crenças baseados no medo. Ao praticar o perdão, não apenas aos outros, mas a nós mesmos por aceitarmos pensamentos de separação, nos abrimos para a experiência da presença, onde o passado e o futuro perdem seu poder sobre nós.


A TCC e o Poder do Aqui e Agora

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), por sua vez, é uma abordagem terapêutica que se concentra em identificar e modificar padrões de pensamento e comportamento disfuncionais. Embora não use a terminologia espiritual de UCEM, a TCC naturalmente promove o estado de presença de várias maneiras:

  • Identificação de Pensamentos Automáticos: A TCC ensina a reconhecer os “pensamentos automáticos” – aqueles pensamentos rápidos e muitas vezes negativos que surgem em nossa mente e influenciam nossas emoções e comportamentos. Ao nos tornarmos conscientes desses pensamentos no momento em que surgem, somos capazes de questioná-los e reestruturá-los, em vez de sermos arrastados por eles. Isso é um exercício direto de presença.
  • Reestruturação Cognitiva: Uma vez identificados, a TCC nos capacita a desafiar a validade desses pensamentos automáticos e a substituí-los por pensamentos mais realistas e adaptativos. Essa prática de “observar e mudar” exige um foco no presente, no que está acontecendo agora em nossa mente.
  • Técnicas de Mindfulness: Muitas abordagens da TCC incorporam elementos de mindfulness (atenção plena), que é a prática de focar a atenção intencionalmente no momento presente, sem julgamento. Exercícios de respiração, observação das sensações corporais e foco nos cinco sentidos são ferramentas da TCC que ancoram a pessoa no aqui e agora.

A Sinergia para a Saúde Mental e Emocional

Quando combinamos os ensinamentos de UCEM com as técnicas da TCC, criamos um caminho poderoso para melhorar nossa saúde mental e emocional:

  1. Consciência Aumentada: Tanto UCEM quanto a TCC nos incentivam a uma maior consciência do nosso mundo interior. UCEM nos convida a questionar a fonte de nossos pensamentos (ego ou Espírito Santo/Amor), enquanto a TCC nos ajuda a mapear os caminhos desses pensamentos e suas consequências. Essa consciência aprimorada é o primeiro passo para a mudança.
  2. Liberação do Sofrimento: UCEM nos ensina que o sofrimento surge da crença na separação e na ilusão. A TCC, por sua vez, oferece ferramentas para identificar e modificar os pensamentos que causam esse sofrimento. Ao nos tornarmos presentes, percebemos que muitos de nossos medos e ansiedades são projeções do ego sobre o futuro ou resíduos do passado, e não verdades sobre o momento presente.
  3. Maior Regulação Emocional: Ao estar presente, tanto na perspectiva de UCEM (alinhando-se com o Amor) quanto da TCC (reestruturando pensamentos), somos capazes de responder às emoções de forma mais consciente e menos reativa. Em vez de sermos dominados pela raiva, tristeza ou ansiedade, podemos observá-las, entender sua origem e escolher uma resposta mais saudável.
  4. Perdão e Aceitação: A prática do perdão em UCEM é um poderoso catalisador para a presença, pois libera a mente de ressentimentos passados. Na TCC, a aceitação (de pensamentos e emoções) é um passo crucial antes da mudança. Ambas as abordagens nos guiam para uma maior aceitação do que é, permitindo-nos avançar com leveza.
  5. Paz Duradoura: Em última análise, a busca pela presença, seja através da lente espiritual de UCEM ou da metodologia prática da TCC, visa uma paz interior mais profunda e duradoura. Não é a ausência de desafios, mas a capacidade de enfrentá-los a partir de um lugar de calma e clareza, ancorados no momento presente.

Comece Sua Jornada

Integrar os ensinamentos de Um Curso em Milagres com as ferramentas da TCC é uma jornada transformadora. Comece prestando atenção aos seus pensamentos e emoções ao longo do dia. Pergunte-se: “Estou no presente? O que estou pensando e como isso está me fazendo sentir?”

Ao cultivar o estado de presença, você não apenas melhora sua saúde mental e emocional, mas também se abre para uma forma mais plena e significativa de viver. A paz não é um destino distante, mas uma escolha que você pode fazer a cada momento, aqui e agora.


Qual ensinamento de Um Curso em Milagres ou técnica da TCC você considera mais desafiador ou gratificante de aplicar em sua vida diária para cultivar a presença?


Notas:

  • O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e satisfaz a VONTADE da CoAutora deste blog de compartilhar sobre um pedacinho da sua jornada de Autoconhecimento.
  • ATENÇÃO: Nenhum post deste blog substitui orientação de um PROFISSIONAL DE SAÚDE.

Post sobre UCEM (Um Curso em Milagres): Estar Certo ou Ser Feliz?

Uma Nova Mulher e o Eco dos Traumas

Quando o Passado Familiar Define o Nosso Presente

Você já assistiu à série “Uma Nova Mulher” (Another Self) na Netflix?

Se sim, provavelmente se emocionou com a jornada de autodescoberta e cura das protagonistas. A trama, que mergulha nas constelações familiares e na forma como as experiências de nossos ancestrais nos afetam, é um excelente ponto de partida para refletir sobre um tema poderoso: o trauma familiar herdado. E é exatamente isso que Mark Wolynn explora de forma tão profunda em seu livro “Não Começou com Você: Como o Trauma Familiar Herdado nos Define e Como dar um fim a Esse Ciclo“.

Wolynn, assim como a série nos mostra, defende a ideia de que muitos dos nossos desafios atuais – ansiedade, depressão, problemas de relacionamento, dificuldades financeiras e até mesmo doenças físicas – podem ter suas raízes em traumas vividos por nossos pais, avós ou até mesmo gerações anteriores. Parece complexo, certo? Mas pense bem: assim como herdamos características físicas, também podemos herdar padrões emocionais e comportamentais.

As Dificuldades de Ignorar o Passado

Se não lidamos com esses traumas herdados, a vida adulta pode se tornar um labirinto de repetições e sofrimento. Imagine viver com:

  • Padrões de relacionamento disfuncionais: Você se vê repetindo os mesmos erros nos relacionamentos, atraindo pessoas com as mesmas características problemáticas, ou vivendo dinâmicas que parecem familiarmente dolorosas? Pode ser um eco de casamentos ou relacionamentos mal resolvidos de seus ancestrais.
  • Dificuldade em prosperar: Luta para ter sucesso financeiro, mesmo com muito esforço? Sente que sempre há um obstáculo invisível entre você e seus objetivos? Perdas financeiras ou dificuldades de sobrevivência de gerações passadas podem estar ecoando em sua vida.
  • Ansiedade e medos inexplicáveis: Você se sente constantemente ansioso, com medos que não fazem sentido para sua realidade atual? Traumas de guerra, perdas abruptas ou situações de perigo vividas por seus antepassados podem se manifestar como ansiedade crônica em você.
  • Sensação de não pertencimento ou de carregar um peso: Sente-se sempre deslocado, como se não encontrasse seu lugar no mundo, ou carrega uma tristeza profunda sem motivo aparente? Muitas vezes, esses sentimentos estão ligados a exclusões, segredos ou perdas significativas na história da sua família.
  • Problemas de saúde crônicos sem causa aparente: Embora a medicina tradicional seja essencial, em alguns casos, doenças e dores crônicas podem ter um componente psicossomático ligado a traumas não processados que se manifestam no corpo.

“Não Começou com Você” nos convida a olhar para trás, não com culpa, mas com curiosidade e compaixão. Ao identificar e reconhecer esses elos invisíveis com o passado, abrimos caminho para a cura e a possibilidade de viver uma vida mais plena e autêntica, rompendo os ciclos que nos aprisionam. Assim como Ada, Sevgi e Leyla em “Uma Nova Mulher” encontram novas perspectivas, nós também podemos.

Você já sentiu que algo em sua vida “não começou com você”?


* Nota: O texto deste post foi gerado através de IA (Gemini) e satisfaz o que eu, CoAutora, gostaria de compartilhar dos aprendizados que tive com o filme e livro mencionado.


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